Guerra Dos Cogumelos

10 Capítulo 10 - Dificuldades e Esperanças


Notas iniciais
Desculpem a demora pra digitar esse capítulo, é q eu tive q dar um tempo e quando fui escrever tive q ver o episódio Simon e Marcy de novo.
Obs.: A maior parte desse episódio foi feita igual ao episódio Simon e Marcy, mas nem toda, então leia tudo.

- Simon, Simon!

Eu ouvi uma voz me chamando, abri os olhos e era a Marceline.

- O que foi Marcinha?

- Simon, já são 11 horas da manhã.

- Mas já? Parece que eu dormi um pouco a mais, né?

- Pois é.

- Bem, espere só um pouquinho que eu já vou.

Então eu saí do saco de dormir, escovei os dentes em um riachinho ali perto, peguei um pacote de bala lacrado que achei no chão, dei-o para Marcy e fomos andando.

- Simon, você acha que já está na hora de começarmos a entrar na cidade? É que depois de ver aquele bandido e os lobisomens, eu estou com medo de que aconteça ou apareça algo pior.

- Eu acho que já é seguro ir lá sim, e, mesmo que apareça algo pior que aqueles monstros, pode confiar em mim, porque eu sempre estarei aqui ao seu lado para te proteger.

- Obrigada Simon, você é um ótimo amigo.

E eu peguei uma luneta.

- Então senhorita Marcy Watson, gostaria de me acompanhar neste caso de mistério pelo bosque perdido?

- Mas é claro Senhor Simock Holmes.

E começamos a rir, enquanto andávamos como se olhássemos tudo pelo chão.

- Simon, tem uma caixa de correio ali, será que tem algo que seja interessante?

- Quer dizer que caixas de correio são chatas?

- Sim.

- Mas vamos mesmo assim.

Então fomos andando até uma caixa de correio, agachamos e ficamos mexendo em algumas coisas ali enquanto falávamos "hum" como investigadores. Na verdade, eu estava procurando algo para ela comer, mas os potes estavam vazios. Vou para a caixa de correio.

- Talvez tenha algo aqui, Marceline.

Ela olha lá dentro.

- Eca! É um rato morto!

-E mesmo! Parece que temos um novo companheiro fofinho de viagem!

- Eca, Não!

- Ele é bonitinho! (falando com risadas)

Deixamos a caixa de correio, andamos mais um pouquinho até que encontramos uma fita de vídeo.

- Ei, olha só! Uma fita de vídeo! Quer assistir o filme?

- Sim.

Marcy veio ao meu lado e começamos a encarar a fita.

- Cara, esse é um filme muito chato.

E Marceline ria.

- Eu gosto mais do livro.

Joguei a fita fora e rimos juntos.

- Você é tão bobo, Simon!

- É, acho que sim!

De repente, ouvimos um barulho vindo de um arbusto.

- O que é isso? — disse Marceline.

- Não tenho certeza, mas está vindo em nosso caminho!

A peguei e levei-a a um lugar seguro.

- Vamos lá.

Encontrei um carro e a coloquei dentro.

- Marcy, você fica no carro que eu já volto.

-Simon!

E ela puxou minha barba com preocupação.

- Você não vai colocá-la, vai?

- Eu preciso, para nos proteger.

- Mas você vai ficar todo esquisito de novo!

- Não se preocupe, eu consigo controlá-la melhor agora!

Então, ela me olha com uma cara de chateada.

- Está tudo bem! Eu já volto!

Virei-me para o arbusto que se mexia cada vez mais próximo de nós.

- Caramba! Ele está vindo!

- Ah Bolas Vermelhas, ah Bolas Vermelhas.

Tomando confiança e um pouco de controle, peguei minha coroa e coloquei-a na cabeça, então minha barba e meu cabelo crescerem e comecei a dar uma risada maligna (claro que depois de colocar a coroa na cabeça, não me lembrei de nada, mas a Marcy me contou).

- Eu convoco os poderes do gelo e da neve! Ordeno que soprem!

E usei meus poderes de gelo para jogar raio de gelo da moita e de lá saiu um cervo. Mas após ele aparecer, eu comecei a flutuar.

- Você não vai mais aterrorizar um velho de 47 anos e uma menininha de 7 anos!

E eu o congelei fazendo uma bola de gelo ao seu redor.

- Simon, pare! Ele está congelado!

- Agora não, Gunter, estou fazendo coisas de gente grande! Vá brincar na neve e construa um boneco de neve para mim.

Depois, Marcy pegou uma bola de neve e tacou na minha coroa, fazendo-a cair comigo.

- Simon, você está bem?

- Sim...

- Você está ficando pior, Simon. Seu cabelo e seu nariz estão maiores e você começou a flutuar no ar!

- Foi mesmo? E eu fiquei tipo... Voador?

E comecei a dar uma risada lunática.

- Do que você está falando? Você está me assustando!

Então comecei a entrar em mim e minha barba e meu cabelo diminuíram.

- Me desculpe. Eu disse alguma coisa?

- Simon, prometa-me que não vai mais colocá-la.

- Ok, eu prometo.

- O que é aquilo?

- É um veado.

Obs.: Veados e cervos são o mesmo animal.

- Se têm veados na floresta, será que existem outras coisas?

- Eu não sei.

A noite, nós jantamos o veado e, após o jantar, nós fomos até uma TV velha e quebrada e fingimos que eu fazia parte de um programa de TV chamado Cheers e eu até cantei a abertura da série. Depois ouvi a Marcy tossir, coloquei a mão em sua testa e ela estava pelando, mas disfarcei. Depois arrumei sua cama e fiquei de olho nele a noite toda. Mas fui acordado pela sua tosse.

- Bom dia! Eu fiz seu café da manhã! São farpas de pinheiro com tripas de veado.

Coloquei a mão em sua testa e ela estava pior. Notei que ela precisava de canja de galinha.

- Deve haver um restaurante na cidade, mas não quero que você caminhe... Tudo aquilo...

E Simon avista uma moto velha em que ele e Marcy montam, mas quando e dei um impulso nela, ela saiu disparada sem a gente, e bateu em uma parede e explodiu.

Depois, arrumei uma cadeira com rodinhas para ela ir sentada até a cidade.

- Ei Marcy! Eu fiz uma música para você.

Depois comecei a cantar uma música sem letra e de ritmo engraçado.

- Suas músicas são tão boas.

E chegamos em um mercadinho que estava fechado, então eu usei a cadeira para quebrar um janela da loja, mas lá dentro não tinha nada, só cartões de aniversário. Depois, Marcy olhou em um espelho no teto e lá viu uma criatura marrom com gosma verde saindo de seus buracos. Eu olhei para outro lado da loja e lá estava ela.

- O que é aquela coisa?

- Isso é muito mal...

- Não.

- Eu tenho que nos proteger.

- Não!

Mas o grito de Marcy atraiu a criatura que veio em nossa direção.

- Eu preciso!

- Não, não coloque!

- Marcy, fique longe!

Depois, levantei a coroa e, ao invés de colocá-la, eu a usei para bater no monstro que desmaiou. Eu toquei nele e ele soltou mais gosma. Depois saímos da loja. Ao sair da loja fomos a um lugar que lembrava um rio seco e deserto.

- Ei mocinha! Que tal uma volta nos braços do velho aqui?

- Eu posso andar, não sou uma criancinha, Simon.

- Olhe, docinho. Um dia você vai ser muito velha para ser carregada! Eu sou velho pra caramba, e se alguém me oferecesse me levar nos braços eu aceitaria na hora! Aproveite enquanto pode.

Mas quando eu a peguei, ela espirrou em mim.

- Nojento. Você é nojenta.

- Você é nojento, Simon.

- Nós dois somos nojentos.

Nós andamos mais um pouco e eu vi uma ponte acima de nós com uma escada feita de chiclete embaixo dela e acima da ponte havia um caminhão de comida que podia ter canja. Nós subimos a escada e quando abrimos o caminhão, ele só tinha mariscos. Eu olhei na ponte dele e estava escrito “Maricolância”.

- Não! Eu preciso de galinha! Marceline, cubra os ouvidos!

E comecei a chutar o caminhão e a xingar, mas isso atraiu outro monstro igual ao do mercado e eu o chutei e depois apareceu outro monstro dentro do caminhão. Comecei a empurrar o veículo que ciu da ponte, mas lá embaixo acionou uma sirene que ficava repetindo “Mariscolância” e esse barulho atraiu outros monstros.

Depois nos corremos, eu pulei em uma árvore cheia de chiclete onde minha mochila ficou presa, mas me soltei dela e saí. Continuei correndo e ataquei um monstro com um travesseiro que eu achei. Mais a frente, chegamos a um beco sem saída.

- Está tudo acabado, não é?

Então, coloquei Marcy em um carro velho que estava do meu lado.

- Ainda não.

- Não me deixe aqui Simon, eu posso lutar!

- Me perdoe, Marcy!

- Simon!

E bati a porta do carro. Depois, quando os monstros estavam mais perto eu comecei a cantar a abertura de Cheers enquanto colocava a coroa, me transformava, flutuava e lutava com eles, congelando-os.Quando me dei conta estava tudo cheio de neve e eu estava totalmente transformado. Eu tirei a coroa e voltei ao estado que estava antes. Depois, eu vi um pedaço de chiclete descendo pelas paredes e grudado a ele estava uma lata de canja de galinha. Peguei a lata e o chiclete soriu para mim. Levei o pote até Marceline.

- Marcy, olha! Eu achei canja de galinha!

- Você já vai se sentir ótima.

- Só estou feliz que você esteja bem.

E eu coloquei uma colher de canja de galinha na sua boca.

- Sente-se ótima?

- Umhum... Eu te amo, Simon...

- Eu te amo... Gunter!

- O que?!

- Quero dizer... Marcy!

- Ah ta. Estou orgulhosa por ter conseguido se controlar e deixarei você usá-la de novo se tiver controle.

- Ok.

- Mas aonde vamos dormir?

- Que tal aqui? No carro?

- Por mim tudo bem.

Só espero um pouco que eu vou pegar a minha mochila naquela árvore.

- Simon, só tome cuidado.

- Eu vou tomar.

Notas finais
Obs.: A maior parte desse episódio foi feita igual ao episódio Simon e Marcy, mas nem toda, então leia tudo.