Guerra Das Sombras

13 Apresentando os Pilares de Gaia!


Notas iniciais
Ufa! Finalmente consegui terminar. Estava tão ansiosa para postar esse cap que vocês não sabem o quão irritada fiquei quando meu computador deletou uma pequena parte. Bom... Aqui começa as lutas e espero que aproveitem porque acho que os caps vão sair mais rapido do que possam imaginar, do jeito que estou empougada!
Aproveitem ^^

Guerra das Sombras

Austrália, um país conhecido por sua variedade de biomas e seus animais. Para os vampiros, como era um país tropical, não era um lugar onde se encontrassem muito, ao igual que os continentes da África e da America do Sul. Por sorte, no momento que chegaram ainda estava de noite, apesar de faltar poucas horas para o amanhecer. Haviam parado em uma pequena cidade do interior do país e antes de começarem sua procura pelas esmeraldas caos decidiram descansar um pouco e se recuperarem do que tinham passado. Novamente, impressionando a todos, Racer tirara dinheiro mochila e entregara ao gerente para um quarto bom para os quatro, agora era só descansar.

Eles ficaram em uma suíte com dois quartos, cada um com duas camas de solteiro e banheiros com enormes banheiras relaxantes. Entre os quartos tinha uma sala espaçosa com televisão, sofás de couro confortáveis e uma mesa para jantar, mais ao fundo tinha uma pequena cozinha com os estoques de alimentos já preparados e que eram calculados seu consumo para a conta do cliente. Era como um pequeno apartamento que eles ficariam panes por um tempo e logo iriam embora, como um aluguel rápido.

Yin foi direto para o banheiro, com suas costelas já um pouco melhores. Deixou sua mochila em um canto do quarto e entrou no banheiro, jogando as roupas para um canto, ligando a banheira e entrando nela suspirando de alivio ao sentir os leves choques térmicos de sua pele fria com a água extremamente quente. Mitsuki tinha sido colocada em sua cama e agora estava sendo cuidada por Ramon, ficando de costas para ele, sendo obrigada a tirar toda sua blusa para que ele pudesse fazer os curativos em seus ferimentos que ainda demorariam um pouco a se curar. Ambos corados, procurando esquecer a situação que estavam. Racer foi tentar relaxar em seu quarto, mas ainda sentia uma inquietação em sua mente e temia o pior.

A cabeça de cada vampiro estava lotada de pensamentos, tanto sobre si mesmos quanto sobre o que estava acontecendo. Será que realmente se conheciam? Realmente saberiam qual era a extensão de seus poderes e como controlá-los? Saberiam mesmo dizer, com toda certeza, que eram vampiros normais iguais seus pais? Eram tantas coisas que queria saber... E ao mesmo tempo tantas coisas que preferiam não descobrir...

Racer tinha a respiração agitada enquanto se mantinha deitado na cama com os olhos fechados. As imagens das atrocidades que tinha cometido sentindo tanto prazer inundavam sua mente. Eram as memórias de sua outra parte, era o que tinha feito na biblioteca, conseguia ver os olhares amedrontados de seus amigos e como quase os havia atacado... Se não tivesse retomado o controle os teria matado, teria matado a todos...

Grunhiu irritado e se levantou da cama indo até a sala, saindo do quarto e sentando em um dos sofás de couro que tinha espalhado por ali e dava vista para uma janela que mostrava o imenso céu azul escuro cheio de pontos brancos e uma lua reluzente, cheia como nunca. Mas aos olhos dele, para aqueles olhos verdes opacos tudo o que via era vermelho, vermelho sangue...

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Mergulhou novamente sua cabeça debaixo da água, prendendo a respiração que não necessitava. Seus cabelos se espalhavam pela água, tocando as bordas frias de mármore da banheira, seu corpo estava encolhido, descoberto debaixo daquela água que era a única coisa que a envolvia. Seus braços estavam sobre seus seios, parecendo abraçar a si mesma enquanto se concentrava em adentrar no ponto mais profundo de sua mente. Procurava respostas, respostas de coisas que provavelmente não queria saber.

Sabia que viria. Novamente aquela criatura, novamente aquele mesmo ser que vem lhe atormentado desde que era pequena. Estava uma de frente para a outra, se encarando a apenas centímetros de distancia. Ela com um sorriso sinistro no rosto enquanto a outra séria e fria. Já lhe informando que eu não sabia nada sobre aquilo, só conheço os seus segredos.

Quero saber sobre meu destino. – falou Yin permanecendo série e sem deixar de encarar sua outra parte que perdeu o sorriso, ficando agora confusa. – Eu posso escolher se serei realmente eu que matarei a Gaia? Em um de meus sonhos dizia que apenas uma parte pode ser mudada, mas se eu sei que eu é que vou matar Gaia eu não posso simplesmente passar para outra pessoa?

Preocupada com seu priminho? Finalmente se deu conta do que sempre sentiu? Yin não respondeu, mas em seu rosto estava marcado a surpresa que tinha, junto com a confusão. Você sempre soube que era isso, sempre soube que sentia isso por ele, mas se negava. Eu senti o desejo que você sentiu quando aquele outro lado dele a beijou, eu senti seu desejo de mais, as emoções de luxuria que você se recusa a sentir. Mas que coisa não Yin? Se apaixonou por seu próprio primo, por alguém de seu sangue. Que pecado enorme!

Tirou rapidamente a cabeça de dentro d’água, respirando agitadamente enquanto ainda ouvia os risos em sua cabeça. Grunhiu e saiu da banheira, com a água já fria. Colocou uma toalha envolta de seu corpo e abriu o ralo deixando a água suja ir para o esgoto. Colocou uma toalha de rosto na cabeça e saiu do banheiro, vendo como Mitsuki estava sentada na cama, os braços enfaixados e vestindo agora uma blusa larga, branca. Ela não fazia nenhum movimento.

Foi até sua bolsa e tirou de lá uma das poucas mudas de roupa que estava levando, uma saia jeans com correntes espalhadas como detalhes, uma blusa azul marinho que tinha apenas uma manga e sua típica jaqueta por cima, contrastando bem o colar que dourado que estava pendurado em seu pescoço, como um dos antigos medalhões que se guardava fotos. Deixou de lado suas botas negras e caminhou na direção de Mitsuki que tinha o olhar perdido em algum ponto do quarto.

— Tudo bem? – perguntou. Ela estava estranha desde que tinham voltado e não havia feito menção nenhuma de contar o que era. O olhar dourado da garota se pousou sobre o seu e pode ver, para seu espanto, varias cores diferentes rodeando o dourado, como uma chama de arco-íres. Se sentou na frente dela na cama e segurou suas mãos. – Pode me contar tudo o que quiser Mi. Estou aqui para te ajudar, somos amigas não somos?

Mitsuki suspirou e pegou o pequeno caderno que tinha a seu lado, escreveu algumas coisas nele e logo mostrou para Yin. “Vou te mostrar uma coisa. E quero que me ajude a entender.” Mitsuki colocou novamente o caderno na cama e fechou os olhos, se concentrando no que tinha a fazer. Então, apareceu entorno das duas, chamas de todos os tipos de cores, pequenas e redondas girando envolta delas como se fosse uma ciranda. Mitsuki voltou a pegar o caderno e a escrever. “Quando estávamos na biblioteca me encontrei com o espírito de um dragão. Ele disse que eu não deveria temer meu poder porque ele não traz apenas destruição. Mas eu não compreendo como chamas podem não destruir se seu poder fere”

— Vou te dar um exemplo. A pequena chama azul que te seguiu depois de nosso encontro com a Sra. Maldez não nos feria, pelo contrario, ela nos ajudou. – Yin segurou com mais força as mãos de Mitsuki e lhe sorriu com carinho. – Você Mi, você não faria mal nem mesmo a uma mosca. É você que alegra toda a turma, você é a chama que nos mantêm com sorrisos no rosto. Então não pense que seus poderes só serve para destruir, eles servem para dar esperança!

Mitsuki abraçou Yin com força como uma forma de agradecimento e a ouriça negra retribuiu o abraço com cuidado, para não prejudicar a regeneração da amiga. Quando se separaram Yin decidira sair um pouco do quarto para pensar, se levantou da cama deixando sua amiga descansar e saiu do quarto se encontrando, logo que se viu na sala, com a figura de Racer sentado em um dos sofás. Se aproximou dele e se sentou a seu lado, também olhando para a janela que dava vista para o céu.

— É realmente lindo não? – comentou tentando puxar assunto, mas como Racer estranhamente ficou calado deu uma ligeira espiada em seu rosto. Estava triste, opaco sem o costumeiro jeito Racer de sempre. Yin se ajoelhou no sofá para ficar do mesmo tamanho que Racer e lhe tocou o ombro. – Racer, não fica com essa cara. Esse não é o primo que sempre me alegrava quando pequena.

— O que eu sou Yin? O que eu fiz? – murmurou o garoto quase que automaticamente e logo voltou seu olhar para as próprias mãos. – Eu quase matei vocês, e o pior, senti prazer em fazer o que estava fazendo. Eu realmente queria matá-los. Eu... Eu...

— Racer, aquele não era você. Podia ser uma parte sua, mas não era você. – levou a mão até o rosto do garoto e o obrigou a olhá-la, a virar o rosto para encará-la diretamente nos olhos. – Uma coisa que eu aprendi esses anos todos é que por mais que essas coisas façam parte de nós eles nunca serão o que realmente somos. Você então Racer, sempre foi alegre e divertido, não deixe que ele estrague essas suas melhores qualidades.

Racer a abraçou, com força e carinho. Yin podia não saber, mas ela sempre fora o motivo dele ser daquela maneira e tê-la do seu lado já era tudo o que precisava para esquecer seus problemas. Yin se abraçou mais contra o primo, escondendo seu rosto na curva do pescoço dele enquanto seus olhos se tornavam cristalinos. Não tinha como ficarem juntos, ela seria uma das varias exceções na historia dos vampiros de amar e não poder ficar com a pessoa, porque eles tinham uma barreira que os impedia de se tocarem como ela queria. A barreira do sangue.

Mais ao fundo, escondido em uma das portas, estava uma figura que observava tudo. Ramon ainda não tinha uma confiança estável com Yin, ele ainda não conseguia ver um motivo para ela não estar do lado de Gaia. Por mais que seu coração ficasse machucado com aquilo tinha medo que seus amigos sofressem se descobrissem a verdade tarde de mais, se essa fosse a verdade. Tinha que descobrir, de que lado Yin realmente estava...

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Quando a noite voltou a cair, depois de terem passado dois dias descansando, eles saíram floresta a dentro, procurando o local onde a esmeralda poderia se encontrar. Mas a floresta pela qual caminhavam, deveria dizer, era enorme! Racer agora tentava usar as esmeraldas caos para lhe ajudar a localizar a quarta que estavam procurando. Era interessante o fato de que, quando uma esmeralda começa a se aproximar de outra, seu brilho fica mais intenso, como se suas forças unissem uma a outra, aumentado seu poder. Os garotos não sabiam quanto haviam andado, mas já começavam a se cansar e ficar entediados.

— Mitsuki, sai de cima dessa árvore e ajuda! – exclamou Racer, desconcertado por ver a ouriça prateada sentada comodamente em um galho enquanto brincava com algumas chamas que rodopiavam em sua mão como bolinhas. A garota soltou um bocejo alto e fez um sinal com a mão. – Como assim esta cansada?! Você é uma vampira, não se cansa com só uma caminhada! – ela se ajeitou no galho e fechou os olhos como se estivesse dormindo. – E vampiros não dormem!!!!

Yin subiu em uma árvore enquanto Racer fazia de tudo para tirar Mitsuki do galho que estava deitada, mas ela o havia abraçado com força e não queria sair. Ao ficar no ultimo galho da árvore a ouriça negra fechou os olhos e tentou sentir a emanação de energia caos, qualquer uma que fosse uma concentração mais forte. Demorou um pouco, mas então finalmente sentiu uma forte quantidade de energia caos, vinda de um lugar um pouco mais para frente. Rapidamente pulou de galho em galho para descer e no ultimo caiu sentada nele, deixando seu corpo escorregar para trás enquanto suas pernas ainda se mantinham presas a árvore, ficando assim de cabeça para baixo.

— Encontrei. – disse chamando a atenção de todos. Seu longo cabelo caia na direção do chão junto com a capa que sempre usava. Racer soltou Mitsuki e a mesma pulou no chão já preparada para correr na direção que Yin indicasse. Yin então saltou para o chão e correu floresta a dentro, guiando aos outros três vampiros para o lugar onde tinha sentido a força das esmeraldas.

Se surpreenderam ao chegarem no lugar e ver uma das poucos tribos indígenas que tinham sido conservadas em seus costumes tradicionais, sem nenhum toque da globalização. Algumas das pessoas da tribo se aproximaram, tocaram intrigados cada um deles e os observaram com atenção, enquanto outros se mantiveram afastados, com medo. Yin tentou falar com eles, mas a língua que falavam era completamente diferente e não tinha como montar uma comunicação verbal.

— Mi... – chamou e a ouriça prateada logo pegou uma das esmeraldas caos na bolsa de Racer e se aproximou dos indígenas. Primeiro ela os cumprimentou com um leve aceno de mão, então ela mostrou a esmeralda apontando para ela e logo para eles e então mostrando com um balançar de ombros como se fosse uma duvida. O que parecia chefe deles assentiu e então desapareceu dentro de uma das simples cabanas que tinha por ali e logo que saiu trazia em suas mãos uma esmeralda verde bem parecida com a que Mitsuki segurava.

A ouriça prateada assentiu rapidamente com a cabeça e então apontou para a esmeralda e logo para si, com um olhar de duvida no rosto. Ela então ficou com um ar um tanto suplicante e fez mais alguns gestos com a mão indicando que aquele objeto era muito importante para eles. Então o chefe da aldeia, cativado pelo jeitinho educado e simpático da garota, entregou a pedra para ela sem maiores complicações e Mitsuki fez vários gestos de agradecimento e logo se despediu dos indígenas que ainda se encontravam bastante surpresos pela presença de pessoas tão estranhas.

Os guerreiros saíram felizes do lugar por não ter maiores complicações. Mitsuki dera as duas esmeraldas para Racer que logo as colocara na mochila e todos caminharam pela floresta para voltar a civilização e assim partirem para seu próximo destino. A ouriça prateada caminhava ainda sem prestar muita atenção no que fazia, pensando sempre no que aquele dragão tinha dito. Medo de seus podres, aceitá-los... Como poderia aceitar seus poderes se já tinha machucado a pessoa mais importante para ela com eles? Seu poder... Seu poder apenas destruía!

— Mi. – sentiu como alguém segurava suas mãos e novamente aquele impulso de medo a tomou. Com o tanto de poder que tinha quem não garantiria que poderia liberar suas chamas enquanto essa pessoa segurava sua mão? Quem não garantiria que a machucasse? Retirou rapidamente suas mãos das que a seguravam enquanto seus olhos finalmente se focavam em quem estava bem a sua frente. Era Ramon que tinha um olhar ligeiramente triste. – Mi, por que esta tão estranha? O que aconteceu? – Mitsuki desviou o olhar, encarando o chão enquanto o equidna albino se aproximava segurando seus ombros com carinho. – Pode me contar, sou seu amigo, quero te ajudar. — A ouriça suspirou e então ergueu as mãos, enquanto chamas coloridas apareciam nelas, mas ao mesmo tempo em que as mostrava mantinha a luz que emitia longe de Ramon, diferente de Yin ele não tinha imunidade contra a luz. Ramon então compreendeu, tudo o que bastou foi olhar diretamente nos olhos de sua amiga, não precisou de mais nada. – Tem medo? É por que não quer machucar eu e os outros? – Mitsuki assentiu de leve e, com o cenho franzido, Ramon segurou as mãos ainda em chamas da garota a assustando. A ouriça prateada tentou o máximo possível retirar suas mãos da do garoto, mas não conseguia e estava muito desconcentrada para apagar as chamas. – Mi, eu não ligo para seus poderes, você nunca machucaria alguém e mesmo que perto de você eu tenha o risco de ficar fraco eu nunca me afastaria de você! Porque... porque... – duvidou em falar, não sabia se era a hora ou não, mas alguma coisa dentro de si o incentivava a continuar e sabia que sempre que seus pressentimentos apitavam era para segui-los. – Porque te amo!!

Mitsuki não soube reagir depois daquilo. Depois de tanto tempo se convencendo que ele nunca sentiria o mesmo por ela tendo tantas garotas correndo atrás dele, ele vem e lhe fala aquilo. Suas chamas se apagaram, mostrando o quão atordoada estava. Mirava o rosto de seu amigo, surpresa e ao mesmo tempo alegre, enquanto ele não a encarava, tinha os olhos fortemente fechados e a cabeça ligeiramente abaixada. Um sorriso apareceu no rosto da ouriça que já estava esquecendo seu voto de silencio e abrindo a boca para falar.

— Que lindo! – exclamou uma voz feminina pela floresta, uma que não conheciam. Colocaram-se em alerta, olhando tudo a sua volta enquanto gargalhadas ecoavam por todo lugar. – Não é lindo o amor entre vampiros? O que acha Ray?

— É algo de se admirar Vyolet. Não existe amor maior que o de um vampiro. – falou outra voz, essa masculina também ecoando pela floresta parecendo estar bem perto deles. Mitsuki e Ramon ficaram de costas um para o outro, cobrindo um ao outro enquanto olhavam a floresta a sua volta. Racer e Yin tinham se adiantado e agora eles estavam sozinhos. – Dura uma eternidade e dizem que é como um “flesh”! É apenas um olhar para o outro pela primeira vez e essa ligação esta feita. É raro quando uma das partes não corresponde.

— E o que aconteceria se um desses lindinhos aí morresse? Seria muito triste não é? – continuou a voz feminina que tinha falado no inicio enquanto outras riam e se divertiam com aquela conversa. Mitsuki segurou com força a mão de Ramon, temendo o rumo da conversa. – Vamos matá-los. Deixamos o azulzinho vivo e acabamos com esses dois.

— Você é tão apressada Vyolet. – disse a voz masculina enquanto mais risos ecoavam. Quase no mesmo instante Yin e Racer apareceram, saindo de entre as árvores correndo para ver se estava tudo bem. Eles perceberam que seus amigos não os estavam acompanhando e então, ouviram vozes estranhas. O instinto falou mais alto e ambos correram de volta para ajudar aos dois que tinham ficado para trás. Yin chegou primeiro se aproximando dos dois para ver se estava tudo bem, mas quando Racer estava a alguns metros de distancia algo saiu do chão tentando pegar sua mochila, onde se encontravam todas as esmeraldas caos.

Tudo pareceu passar em câmera lenta. Ele sentira a presença e virara o rosto para trás se encontrando com uma gata de pelo negro com pequenas partes brancas, os olhos eram de um verde tão reluzente que pareciam brilhar no escuro de pura magia, o corpo era bem moldado devia ser um pouco menor que ele, usava vestido negro rodado que ia até metade das cochas, uma meia rocha que ia até os joelhos e delicados sapatos negros de couro, em sua cabeça, seu cabelo longo e liso era tampado por um chapéu pontudo de grandes abas, o chapéu das bruxas. Racer viu que ela iria pegar sua bolsa, e teria conseguido se ele não tivesse sido rápido e girado em seus calcanhares, ficando de frente para ela e segurando a mão que ela tinha erguido. Com um forte puxão a tirou completamente do chão e a lançou para cima a lançando por cima das árvores.

Racer chegou a perder o equilíbrio e começar a cair de costas para o chão, mas então, aproveitando novamente sua agilidade de vampiro, levou as duas mãos ao chão, encostando no mesmo antes de cair e então se impulsionando novamente para cima e para trás, caindo em pé perto de seus amigos que estavam preocupados. Novamente as risadas ecoaram e encima de algumas árvores apareceram a imagem de oito pessoas. Seus sorrisos brilhavam na noite ao igual que seus olhos de cores variadas.

— Quem são vocês?! – gritou Racer se colocando na frente de seus amigos em uma posição de ataque. Novamente as risadas e um calafrio percorreu seu corpo. Tinha a impressão que isso não ia acabar bem...

— Controladores do Caos! A salvação de todo o mundo! – exclamou o que estava no meio deles, fazendo uma pequena reverencia. Logo depois que ele se ergueu um enorme sorriso apareceu em seu rosto e suas mãos indicaram aos outros que estavam do seu lado. – Nós somos seus piores pesadelos! Nós somos os Oito Espadachins do Medo ou se preferirem... Os Pilares de Gaia!

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As coisas no Canadá estavam especificamente tranqüilas. Faltavam ainda algumas horas para o sol nascer e as duas vampiras caminhavam pelas ruas da pacata cidade onde receberam a noticia do aparecimento de mais Dark Chaos. Eram as únicas almas vivas caminhando pelas ruas, tudo a sua volta estava mergulhado na escuridão da noite e não se ouvia um barulho se quer além dos passos leves das duas. Chegou um momento que pararam, debaixo da luz da lua que brilhavam com toda sua gloria.

— Consegue senti-los? – perguntou uma das duas figuras femininas. A outra colocou as mãos na cintura e inclinou a cabeça para cima olhando o céu simplesmente encantador. Poucos instantes depois criaturas sinistras saíram das sombras, as bocas salivando de fome. Sem nenhum medo ou hesitação as criaturas se jogaram na direção das duas garotas que também não pareciam nem um pouco preocupadas. A mais alta delas contou, tendo uma estimativa de vinte mais ou menos daquelas criaturas, um número relativamente grande. A menor, sem problema algum, desapareceu e então, duas daquelas coisas desapareceram em nuvens negras logo que tiveram sua cabeça decepada.

A que tinha ficado no lugar assobiou sem preocupações então suas mãos se encheram de chamas vermelhas potentes, que não a feriam, mas faziam as criaturas recuarem. Com uma velocidade surpreendente ela se jogou no meio daquelas insanas criaturas, acabando com cada uma pouco a pouco, fazendo com que desaparecessem em nuvens negras que denunciavam suas mortes.

Mais atrás era possível ver mais dessas nuvens enquanto aos poucos, aquelas coisas iam tendo seu estomago perfurado, cabeças decepadas, corpos cortados ao meio... Não era nenhum desafio para elas, estavam acostumadas a lidar com aquelas coisas e em questão de minutos tudo tinha acabado e a rua voltara a ficar silenciosa. As mãos da mais alta das figuras voltou ao normal, sem nenhum requisito das chamas que um dia estiveram lá, a outra, pequena e de aparência delicada, se abaixou pegando uma pequena boneca de porcelana que tinha no chão, manchada de sangue. Não puderam evitar algumas mortes, mas tinham prevenido várias outras.

— Hora de irmos. Já terminamos por aqui. – falou a mais alto que colocava uma mão no ombro da amiga que assentiu, ainda sentindo uma ligeira tristeza pela perda da dona daquela pequena boneca. Colocou a pequena no chão e caminhou junto com sua amiga para os arredores da cidade, mas então, um vulto cortou o ar e a boneca desaparecera de seu lugar. A menor das garotas que caminhava parou, sentindo seus instintos apitarem em alerta. Segurou o braço de sua companheira e olhou para trás.

— Espera Blaze, tem mais alguma coisa por aqui. – alertou enquanto seus olhos experientes e adaptados a escuridão, procuravam alguma coisa que pudesse estar se escondendo. Novamente o vulto cortou a escuridão, e dessa vez as duas perceberam. Ambas alertas, com o corpo tenso e preparado para o ataque analisaram a escuridão, procurando ver quem estava por ali. Seria mais um dos inimigos? Um deles teria sobrevivido? Iria atacar ou fugir? – O que acha que é?

— Não sei, Maria. Pode ser mais um Dark Chaos. – respondeu a mais alta já preparando seus poderes para atacar, quando de repente alguém encostou de leve no braço da menor das duas, fazendo com que se sobressaltasse e virasse o rosto para o lado rapidamente. Se surpreendeu ao ver que não era mais que uma pequena criança, só que sua aparência era estranha, tinha olhos de um Dark Chaos, mas as cores de seu corpo eram mais claras, andava em uma posição ereta e não parecia ter a mesma insanidade que os Dark Chaos costumavam ter. Mas o que mais assustou foi ver aquela pequena criatura carregando a boneca que Maria havia deixado no chão, como se realmente fosse uma criança. – Quem é você?

— Tenho informações importantes para dar a vocês. Preciso que confiem em mim e me levem até seu rei. – disse a garota em um tom sério, mas ao mesmo tempo infantil, feminina e delicada. As duas garotas se entreolharam sem saber exatamente o que fazer.

Confiar ou não?

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— Pilares de Gaia? – repetiu Yin em um fio de voz enquanto encarava as oito figuras que tinha encima das árvores. A lua tinha saído de trás iluminando as figuras que estavam na frente deles. Uma era a mesma bruxa que tinha tentado tirar a mochila de Racer, do lado dela tinha um ouriço negro azulado, com os olhos reluzentes de uma cor peculiarmente azul vidro, tão claros que pareciam quase brancos, o corpo bem formado e devia ser mais ou menos do tamanho de Racer, usava uma calça jeans negra, uma jaqueta de couro negra por cima de uma blusa branca e sapatos esportivos negros com detalhes em branco. Os dois pareciam parceiros pelo jeito que estavam bem próximos.

Do lado esquerdo do ouriço se encontrava um enorme lobisomem, um lobo de pelo negro, os olhos vermelhos vinho, um enorme brutamontes que devia ser do mesmo tamanho que Dairos um dia foi. Usava uma enorme blusa azul escura, calças jeans azuis e tênis enormes da cor branca que se destacavam com o resto. Em seus ombros tinham duas garotas, pequenas, pareciam ainda ser crianças e muito parecidas uma com a outra, eram duas esquilas negras com caldas brancas, seus olhos eram reluzentes e de uma cor incrivelmente lilás. Ambas usavam vestidos negros, com delicados sapatos bonecas, tendo seus cabelos presos por enormes laços negros.

Do lado direito da bruxa que havia atacado Racer estava um monstro muito parecido com uma aranha, seu tronco era da mesma forma que a de um humano, com pernas ligeiramente finas, em suas costas, como se fosse um enorme rabo, estava o resto do corpo de uma aranha, seus braços se multiplicavam em vários outros e em seu rosto podia se ver vários olhos amarelos. Mais ao lado dele estava uma bela morcega, a pelagem vermelho fogo com algumas partes esbranquiçadas, o corpo sedutor quase todo a mostra por causa das roupas curtas, os olhos de um belo azul claro. Usava uma justa blusa que deixava metade de seu ventre exposto e quase não tampava os seios, com finas alças que passavam por seu ombro, uma calça jeans baixa que apenas pegava um pouco acima do inicio das pernas, e sapatos altos finos e perigosos. Terminando a ultima pessoa era um lobo albino, tinha seus olhos tampados por uma venda, devia ser do tamanho do ouriço que os anunciara, usava roupas completamente negras que tampavam todo seu corpo.

— Por que trabalham para Gaia?! – esbravejou Ramon fazendo novamente os Pilares rirem, com a exceção do lobo que se manteve sério no lugar, imparcial ao que acontecia.

— Isso não é da sua conta, Controlador. – respondeu o que parecia ser o líder deles, o ouriço se manteve na frente com um sorriso presunçoso no rosto. Um calafrio passou pelo corpo de Ramon, ele sabia que algo ruim ia acontecer e sua mão apertou mais a de Mitsuki. – Agora, se nos permitem... Peguem a mochila do azulzinho!

Os sete seguidores se lançaram contra eles e por um momento os controladores se sentiram presos em um beco sem saída. Mas Racer franziu o cenho, se colocou na frente de seus amigos e retirou a espada da bainha em suas costas, lançando em um corte lateral uma onda de energia que explodiu tudo a frente retardando o ataque do inimigo. Yin saltou no ombro de Racer e se impulsionou para cima, passando pela fumaça da explosão e segurando as duas esquilas pela gola do vestido, as girando no ar e então lançando cara uma para um canto, caindo no chão tranquilamente. Os outros três controladores se afastaram um pouco vendo como os que tinham sobrado caiam a sua frente.

Sem perder tempo Ramon se impulsionou para frente para atingir o lobisomem que se levantou rapidamente e segurou o punho do garoto, que logo tentou acertá-lo com outro, mas da mesma maneira fora segurado. Por instantes tudo ficou equilibrado entre os dois, Ramon podia não ter nenhum poder que lhe permitisse atacar a distancia, mas era por isso mesmo que treinava a força física e assim ficava de igual para igual com um lobisomem como aquele. Mas então aquela coisa o ergueu do chão e o lançou para o lado fazendo com que atingisse as costas em uma árvore, e mal teve tempo de se recuperar quando novamente o lobisomem se lançou em sua direção.

Mitsuki lutava contra o monstro aranha e o lobo bruxo. Suas chamas cintilavam pelo ar, pequenos fragmentos escapavam se suas mãos em chamas esverdeadas enquanto tentava acertar aos dois que desviavam com certa facilidade de seus ataques. Chegou um momento que a aranha lhe lançou teias negras, gosmentas e pegajosas que a prenderam em uma árvore enquanto o feiticeiro se aproximava com um cajado invocado que tinha sua ponta uma lamina pontuda e bem afiada. Mitsuki então fez seu corpo ficar completamente em chamas, afastando o feiticeiro e queimando as teias, podendo assim se lançar na direção do mago, segurando seu cajado e lhe socando o rosto, com as mãos ainda em chamas, o lançando para mais a dentro da floresta. Mas antes que pudesse perceber, um dos finos braços de aranha do monstro fincaram em suas costas e saiu com mais lentidão do que ela poderia esperar. Por sorte, enquanto seu corpo cambaleava para frente percebeu outro ataque e conseguiu desviar.

Racer havia ficado com o pior, lutava contra bruxa que o tinha atacado, contra a morcega sedutora e por fim o ouriço que tinha adentrado na luta. Por mais incrível que parecesse era visível perceber a vantagem de Racer, enquanto desviava dos socos e chutes da morcega que percebera que era uma vampira, ele lançava explosões na direção da bruxa que não poderia se aproximar e se desconcentrava em suas magias. Quando viu que o ouriço se aproximava Racer segurou o pulso da vampira e a lançou na direção da bruxa, lançando as duas contra as gêmeas esquilas que pareciam estar dando um pouco de dificuldade a Yin, tão rápido quanto fez isso Racer segurou um punho do vampiro e fez uma explosão entre os dois afastando a ambos um do outro por metros. A bruxa então se lançara contra Racer tentando lhe acertar com um soco que não era o que aparentava. O ouriço azul se abaixou fazendo a bruxa passar por cima de si e acertar o chão que se quebrou. Não se importando muito com isso Racer segurou o cabelo da bruxa e girou seu corpo levando ela junto. A vampira então atacou com um chute e Race a segurou pelo tornozelo, a juntando em seu rodopio junto com a bruxa.

Em um certo momento soltou as duas que foram lançadas cada uma para um lado, e ainda assim permitindo ao vampiro se defender do ataque do líder dos Pilares, segurando a camisa dele enquanto ele estava em pleno ar depois de ter saltado e o jogou no chão, quebrando o mesmo. Passou para cima do ouriço e lhe deu um soco no rosto, e já ia dar outro quando o mesmo lhe segurou, deslizou uma perna para cima e o chutou, lançando Racer para mais adentro da floresta, passando por entre Ramon e o lobisomem que travavam uma luta corpo a corpo.

Yin usou suas sombras para tentar segurar as duas esquilas, mas elas com facilidade desviavam, como se soubessem onde cada sombra iria. Chegou um momento que uma delas pulou em sua sombra e correu por ela até chegar onde estava. Yin conseguiu segurar o chute que vinha em sua direção, mas não conseguiu evitar a rasteira que a esquila que tinha sobrado lhe deu, a derrubando. As duas se posicionaram encima da ouriça negra que custava a se defender dos socos rápidos que cada esquila dava, isso quando conseguia se defender. Yin então fez as sombras saírem a sua volta, como espinhos poderosos que subiram por um metro, mas as pequenas, de alguma forma, descobriram esse movimento e saltaram para longe, evitando serem perfuradas pelas sombras. Yin se levantou, mas então o corpo de Mitsuki se chocou com o seu e ambas foram lançadas em uma árvore ali perto.

Ambas se levantaram, encurralada pelas quatro pessoas contra quem lutavam. As duas se entreolharam e então trocaram de parceiros, ficando uma de costas para a outra Mitsuki lançava suas chamas na direção das duas esquilas que não conseguia se aproximar, enquanto Yin usava suas sombras para atacar ao monstro e ao mago, os perfurando de leve de vez em quando ou os lançando para longe. Chegou um momento que Mitsuki colocou os pés na árvore e se impulsionou na direção do monstro, dando-lhe um soco em chamas no rosto. Yin conseguira segurar finalmente uma das esquilas e a tacou na outra lançando as duas para longe. Voltando ambas para a luta individual.

Ramon travava uma luta corpo a corpo contra o lobisomem. A criatura devia ser duas cabeças maior que ele e ser o dobro de sua maça muscular, mas mesmo assim ambos lutavam de igual para igual. Ramon chegou a dar um soco no rosto do lobisomem e logo em seguida um em seu estomago, mas antes que pudesse dar o terceiro seu punho foi segurado junto com sua nuca e então, viu seu corpo ir na direção do chão sendo esmagado por centenas de quilos. Com dificuldade, levou a outra mão até a que segurava sua nuca e quebrou o pulso daquela coisa e então lhe deu um chute na boca do estomago o afastando de si. Quando viu que estava livre, usou sua velocidade para pular nas costas do brutamontes e segurar seu pescoço.

Racer agora se encontrava com um pouco mais de dificuldade. Tinha deslocado o ombro e agora tinha que lutar em desvantagem até se curar. Segurou o pulso daquela bruxa e a tacou em uma árvore, acertou o cabo da espada na nuca da vampira e se defendeu de um dos ataques do ouriço que era o mais perigoso deles. Colocou o braço na frente em um dos chutes da vampira que perfurou seu braço com o fino salto de seu sapato. Ignorando o machucado em seu braço segurou o tornozelo da vampira e novamente a tacou na bruxa afastando as duas de si. Antes que pudesse percebesse o ouriço apareceu atrás de si e levou a mão aberta a mesma. Uma onda de eletricidade passou por seu corpo e então foi impulsionado para frente, arrastando pelo chão entre o campo de batalha que já estava ficando sem árvores.

Se levantou com o corpo tremulo e a boca já se enchendo de sangue. Ergueu a cabeça vendo novamente aquele ouriço a sua frente, ele sorria e colocou a mão em sua cabeça. Novamente sentiu choques percorrendo seu corpo, só que dessa vez de uma maneira mais intensa, o obrigando a abrir a boca para gritar e desesperadamente levar a mão até o pulso do ouriço tentando afastá-lo de si. Cada controlador parou e mirou seu líder cair, sofrendo nas mãos do líder dos Pilares.

— Racer! – Yin tentou se aproximar, mas as duas bruxas pularam encima de si. Uma segurou sua perna a fazendo cair enquanto a outra se colocavam encima de seu corpo, impedindo de levantar. Ramon teve seu corpo pressionado contra uma árvore e logo em seguida preso ao chão pelas enormes mãos do lobisomem. Mitsuki foi segurada pela magia do mago que a levitou e a prendeu em uma bolha escura. Racer caiu exausto no chão, tendo seu corpo completamente chamuscado e com a boca já escorrendo sangue, mostrando as hemorragias internas. Yin se contorceu, mas não podia sair daquelas garotas que lhe seguravam com força.

— Se o líder cai, todos caiem juntos. – semi-consciente Racer pensou já ter escutado aquilo em outro lugar. Tossiu esculpindo sangue no chão, sentindo como sua mochila era arrancada de suas costas. Em um ato desesperado, levou a mão a alça tentando segurar as esmeraldas, mas acabou levando um chute no rosto. Yin em fim conseguiu se soltar e correu até Racer, vendo a gravidade de seus ferimentos, mas a maior parte estava em seu interior. – Se querem as esmeraldas de volta controladores, veiam nos enfrentar em nosso refugio, em nosso castelo!

Cada um dos oito desapareceram deixando os quatro vampiros completamente acabados, derrotados... Mas não tinham tempo de lamentar, o sol começava a sair e logo eles seriam atingidos pelos raios ultravioletas. Racer levou uma mão até o pulso de Yin e o segurou com dificuldade.

- Tire a gente daqui. – falou com a voz fraca, sua garganta, ao igual que outras partes internas de seu corpo, estava queimada e muito ferida. Sua voz saia rouca e quase irreconhecível e era um custo falar sem sentir uma tremenda dor. – Agora Yin!

A garota se concentrou em dizer as palavras em latim e então o portal apareceu. Faltava pouco para o sol os atingir, Yin carregou Racer com a ajuda de Ramon e todos entraram no portal, bem a tempo, segundos antes teriam sido atingidos pela luz solar. Foram reaparecer em um pequeno hotel completamente escuro na Argentina.

— Tinha que ser outro país tropical Yin? Não podia ter escolhido um lugar melhor? – perguntou Ramon desconcertado enquanto os dois colocavam Racer deitado no sofá. Yin não compreendia, não era aquele lugar que escolhera.

— Mas não fui eu! Alguém controlou o portal! – exclamou desconcertada e logo das sombras apareceu um Dark Chaos, mas não um Dark Chaos comum, mas um Dark Chaos verdadeiro. Ele tinha a mesma postura dos outros e caminhavam de uma maneira lenta até eles.

— Foi Kimy que os trouxe aqui. – explicou ele e os quatro vampiros se lembraram da pequena bruxinha que estava com o Dark Chaos Vampire aquela vez na Rússia. – Tenho informações importantes para vocês.

Notas finais
Proximo cap vocês começarão a ver mais lutas, lutas, lutas e lutas. O cap ficou menor que os outros dois anteriores e vai continuar mais ou menos nessa facha de tamanho ou menor, como é praticamente só luta podem não sair muito grandes. Bom... Vejo vocês no proximo cap!
Bjsss!