Notas iniciais
Oiii Amores Como prometido corri contra o tempo e consegui escrever da fic *-* Mas somente agora consegui encontrar tempo para postar. Tenho tantas coisas a dizer a todos vocês por isso peço: LEIAM ESTA NOTA. No inicio do ano minha paixão pela leitura se intensificou de forma surpreendente, graças a um livro que li. O universo criado por essa autora fez com que livros se tornassem minha paixão, era incrível como aquelas palavras tinham o poder de me guiar para um mundo totalmente inverso ao meu. Naquele instante queria poder escrever como ela para que assim pudesse compartilhar com mais pessoas o pequeno mundo que existia em minha mente. Queria poder mostrar por meio daquelas palavras que vocês não estão sozinhos no mundo com seus problemas ou sofrendo de um coração partido, pois mesmo que por mais longe que seja existe alguém que está passando pelo mesmo. As vezes uma história que trás os sentimentos de um personagem trás a chave para uma resposta. Apesar de toda essa vontade que existia em mim sempre achei que jamais conseguiria escrever. Mas vocês sabem como o mundo trás reviravoltas. Por meio daquele mesmo livro ganhei uma GRANDE AMIGA que escreve MUITO bem, ela me incentivou a escrever. Foi assim que aprendi a colocar em um papel tudo que existia em minha mente e em meu coração. Irei admitir que escrever é algo indescritível pois você sempre se encontra escrevendo em uma folha qualquer de caderno uma frase qualquer que parece resumir seu dia. Foi assim que em uma noite qualquer decidi após muito revisar postar o capitulo desta fic. Aos poucos VOCÊS foram me dando seus votos de confiança que para vocês podem parecer algo simples mas para mim foi algo muito importante. Pois era através de cada novo comentário, cada novo leitor e a cada nova recomendação que minha inspiração para escrever surgia. Mas vocês sabem como o tempo corre rápido e eram tantas coisas para serem feitas que os capítulos começaram a demorar cada vez mais a serem postados, mas mesmo assim vocês não me abandonaram. A mais ou menos cinco dias atrás recebi um comentário que me fez refletir um pouco: Mesmo sem perceber de maneira gradual estava começando a abandonar está fic, algo que jamais havia chegado a imaginar mas sei que vocês haviam começado a pensar. Mas hoje enquanto o espirito natalino se encontra PROMETO a vocês que a fic será atualizada com grande frequência e que JAMAIS irei abandonar está fic. Pois enquanto houver alguém que goste de ler as histórias e os textos que escrevo irei continuar a postar aqui no Nyah e no blog. Anjos vocês não sabem como conseguirão mudar meu ano. Vocês fizeram com que perdesse totalmente o medo de buscar meus sonhos e ainda criaram muitos outros que nunca havia chegado a imaginar. Vocês me proporcionaram sentimentos incríveis. Vocês me deram amigas INCRÍVEIS e uma irmã que deve ter sido separada na maternidade por sermos tão parecidas Rsrsrsrsr... Sabe quando alguém iria dizer que é meu fã? Nunca. Obrigada por tudo que já me proporcionaram. Obrigada por todos os momentos que ainda irão me proporcionar. Vocês são os MELHORES leitores que uma autora poderia ter. Oboro muito OBRIGADA pela recomendação que super amei. Mas irei agradecer melhor no próximo capitulo que será TODO dedicado a você *--* Queria agradecer a MaryDarkSun, Mary Grigori, Daniela Nicacio e Oboro pelos comentário PERFEITOS. Desejo a todos vocês um Natal Muitoo perfeito, lotado de muitas comidas gostosas, paz, amor e presentes *-* Nós vemos lá embaixo?

Os dias passaram com extrema rapidez enquanto a angustia em meu peito parecia se amenizar com a certeza da proximidade do natal. Mas agora diante de minha antiga casa me sinto uma pequena estranha em meio ao lugar que marca minha vida. Gabriel está com seu braço ao redor de meus ombros em uma tentativa invalidade de demonstrar incentivo. Lucy decidiu não vir conosco justificando que a saudade de sua família se intensificaria ao final da noite por ver uma família a celebrar.

– Está pronta?- Mantive meus olhos presos as rosas vermelhas que minha mãe cuidava com extremo cuidado assim como todo o jardim.

– Estou.- Minha voz soou baixa em meio a um suspiro.

A porta se abriu no exato momento do primeiro toque da campainha. Minha mãe trazia consigo um enorme sorriso. Seus cabelos loiros estavam presos em um coque perfeito, o vestido longo na cor vermelha se destacava diante dos olhos cor de mel. Ela caminhou até mim sem dizer qualquer palavra me prendendo em um demorado abraço que poderia me proteger do mundo assim como fazia todas as vezes que chovia e o barulho do trovão me fazia tremer. Ela sempre foi única que sabia meus medos.

– Sentia tanto sua falta- Disse a ela ainda presa em seu abraço.

– Também sentia a sua. Principalmente dos momentos de rebeldia. — Me afastei de seu abraço.

– Achei que odiasse esses momentos?

– Também achei até não ter você por perto para me preocupar. Ficar sem saber noticia suas por dias é o pior dos momentos.

– Acho que posso dizer o mesmo.

– Marisse.- Minha mãe desviou seu olhar para Gabriel como se somente naquele momento tivesse notado sua presença.

– Gabriel.- Ela o abraçou- Espero que esteja cuidando muito bem de minha filha.

– Prometo a você que estou.

– Vamos entrar vocês precisam se arrumar para o natal.

Passar pela porta foi como voltar no tempo, toda a decoração estava do mesmo jeito. A coruja rosa em cima de uma das prateleiras, o sofá preto com as almofadas vermelhas que agora traziam imagens natalinas, o grande lustre na sala que várias vezes me perdia a olhar quando era criança. O vaso com rosas vermelhas em cima da mesa central. A única diferença desde minha partida era a grande arvore com estrelas luminosas e todo o restante da decoração de natal.

– Irei me arrumar para a ceia.

Subi as escadas em passos lentos como se quisesse decorar casa pequeno detalhe que havia esquecido. Adentrei ao meu quarto novamente encontrando tudo exatamente igual minha partida, até mesmo meu livro preferido que havia esquecido de colocar em minha mala estava em cima da cama. Naquele momento encontrei a certeza que pela primeira vez em messes podia ter o direito de ter um dia normal.

Caminhei até o espelho pela sexta vez naquela noite para analisar minha imagem. Após horas tentando escolher uma roupa optei por uma sala vermelha um pouco rodada com comprimento um pouco acima do joelho, vasculhei todo meu guarda-roupa até encontrar uma camisa branca de tecido leve. Optei por uma leve maquiagem enquanto meus cabelos soltos caiam em longos cachos.

– Aproveite cada segundo.

Minha voz ecoou por todo o quarto em silencio enquanto caminhava até a porta. O corredor estava vazio podendo assim fazer com que ouvisse o barulho de meus próprios saltos. A imagem de Gabriel se formou em minha frente me surpreendendo.

– Poderia não me assustar novamente?- Levei minha mão ao peito tentando fingir uma cena dramática.

– Você está linda. — Sorri para ele

– Obrigada.

Gabriel usava uma camisa branca extremamente alinhada, a gravata vermelha fazia seus olhos se destacarem. Sua calça era extremamente formal, mas mesmo assim ele parecia estar distante de qualquer formalidade.

– Você não irá dizer nada sobre mim?

– Pensei que não precisassem que lhe dissessem algo para que soubesse. — Ele riu enquanto caminhava em minha direção.

– Mas ainda assim gosto de elogios senhorita Chevalier. — Ele estendeu sua mão direita em minha direção.

– Você está muito bonito Gabriel. — Segurei sua mão com firmeza.

– Obrigada.

Assim que adentramos a sala a calmaria que se estabelecia em todos os outros cantos da casa nós abandonou dando espaço a um sala lotada de pessoas que riam animadamente. Decorei cada pequeno detalhe de todos ali presentes, minha tia Margaret sorriu a notar minha chegada avisando a todos que se dirigiam a mim para me entregar como presente sorrisos e abraços combinados com palavras de conforto. Direcionei meu olhar em direção a árvore lotada de presentes notando que não precisava de nenhum daqueles embrulhos embaixo da árvore para poder sentir a essência do natal.

– Querida quem este garoto? Seu namorado. — Desviei meu olhar para minha tia Margaret enquanto sentia uma leve vergonha corar minhas bochechas. Pois sabia os comentários que viriam logo em seguida.

– Não. Este é Gabriel meu melhor AMIGO. — Coloquei um pouco de ênfase na palavra amigo para enfatizar a certeza disto diante de todos.

– Que pena. Vocês formariam um belíssimo casal.

– Obrigada pelo elogio, mas como Catherine disse somos apenas amigos. — Gabriel se pronunciou pela primeira vez enquanto olhava para mim lançando um olhar divertido.

– Mas acho seriamente que deveria pensar nesta idéia não acha Marisse?- Minha mãe havia acabado de adentrar a sala ainda sem saber sobre o assunto.

– Sobre o que?

Margaret explicou toda sua teoria sobre sermos um casal belíssimo para todos ao longo do decorrer de toda a noite. Minha mãe apenas discordava, pois sabia o quanto aquele assunto deveria estar me incomodando. Gabriel se limitava a rir em meio a comentários engraçados que o mesmo fazia. Após terminar o jantar todos permaneceram sentados a mesa envolvidos demais com seus próprios discursos para notarem minha presença. Caminhei até a estrondosa janela que se encontrava em um canto mais afastado da sala para que assim pudesse olhar o céu que brilhava intensamente. Ao longe todas as vozes não se passavam de pequenos murmúrios pouco organizados por isso permiti minha mente voar para o campo mais distante de minhas lembranças natalinas.

– Não é muito conveniente deixar seu “namorado” sozinho com a família que ele acabou de conhecer?- Abri meus olhos que até o momento se encontravam fechados encontrando um grande sorriso de Gabriel.

– Desculpe por te abandonar alguns minutos. Mas posso saber sobre a palavra namorado?

– Sua tia está dizendo a todos que devemos estar namorando escondido. Acho que em sua mente já deve até estar pensando em seu vestido de casamento. — Seu comentário me fez rir.

– Me desculpe. Mas ela faz isto todas às vezes...

– Não se preocupe este está sendo um dos melhores natais de minha vida. — Ele sorriu para mim de uma maneira que nunca havia visto ele sorrir em toda minha vida.- Agora vamos comer a sobremesa- Ele começou a caminhar em direção a cozinha.

– Dois filhos e uma casa a beira da praia. — Ele se virou confuso.

– O que?

– Tia Margaret sempre planejou meu casamento com dois filhos e uma casa na praia onde ela poderia passar as férias. — Gabriel riu animadamente enquanto acompanhava sua risada. O mesmo caminhou até mim oferecendo sua mão direita que segurei com firmeza.

– Poderíamos trocar por uma casa no campo?- Seu comentário me fez rir.

– Poderíamos.

Caminhos até a sala de jantar que estava lotada todos olharam com curiosidade para nossas mãos entrelaçadas, mas ignoramos todos aqueles olhares, pois sabíamos que naquele momento existia apenas amizade, enquanto ao futuro poucos sabem.

As horas passavam com extrema rapidez. O cansaço em meu corpo indicava o quanto precisava de algumas horas de sono. Me despedi de todos eles com um grande boa-noite que todos responderam alegremente, alguns até mesmos alterados pelo efeito da bebida. Adentrei a meu quarto que se encontrava em perfeita penumbra, o barulho de pedras batendo em minha janela me surpreendeu. Caminhei até a sacada com extremo cuidado. Meus olhos se surpreenderão ao encontrarem dois olhos negros que pareciam se misturar com a noite.

– Patch?

– Surpresa anjo?

– O que está fazendo aqui em plena noite de natal?- Patch sorriu animadamente.

– Desça aqui embaixo para conversarmos.

– Está bem. Pegue aquela escada para que possa descer.

Ele se limitou a assentir enquanto já trazia as escadas consigo. Desci as escadas rapidamente. Patch vestia uma camisa preta e uma calça formal, mas mesmo assim a imagem de Bad Boy se manteve intacta.

– Você está linda anjo.

– Obrigada. Mas o que está fazendo aqui em plena noite de natal?- Decidi perguntar novamente, pois não havia obtido sua resposta. O mesmo tocou em meus cabelos de forma delicada para afastá-los um pouco de meu rosto.

– Todos estão ansiosos para seus presentes de natais, mas notei que o presente que realmente queria não estaria embaixo de uma arvore de natal. Por isso voei um pouco em plena noite de natal para encontrar o meu presente com o sorriso mais lindo que já vi. – Ele segurou levemente em minha cintura mantendo meus olhos presos no dele. — Sei que meu presente não esperava minha chegada. Mas tudo que peço é apenas algumas horas a seu lado.

– Patch...

– Você é meu presente de natal, mas como não posso tê-la a meu lado peço apenas algumas horas.

– Patch não posso sumir por algumas horas, pois todos ficaram preocupados. — Uma onda de decepção passou por seu rosto. — Mas acho que em uma hora ninguém sentira minha falta.

– Prometo que em uma hora você estará em casa.

Patch se separou de mim enquanto caminhávamos em direção a uma pequena montanha. Caminhamos até o alto sem silencio.

– Sei que gosta de olhar as estrelas por isso lhe trouxe aqui.

– Ótima escolha.

Conversamos sobre todos os assuntos possíveis que poderiam reger a noite sem notar o correr das horas, os primeiros sinais de luz começavam a aparecer quando finalmente noite que deveria ter ido embora horas antes. Voltamos para casa com extrema rapidez. Patch se vangloriava dizendo que sua presença havia me esquecido das horas.

– Se alguém notar minha falta à culpa é toda sua- Disse a ele brava o fazendo rir.

– Acho que posso conviver com está culpa

– Foi uma ótima noite Patch.- Comecei a subir as escadas mas Patch me segurou.

– Comprei um presente para você. O abra mais tarde. — Patch depositou um beijo em meu rosto que tocou no canto de minha boca.

Adentrei a meu quarto desejando que todos estivessem dormindo, mas me deparei com Gabriel com um olhar nada amigável.

– Finalmente apareceu. — Ele segurou em meu braço. — Precisamos partir.

– Como assim?

– Joseph. O maior inimigo de seu pai está na cidade e isto pode colocar sua segurança em risco por isso precisamos partir. — Começamos a caminhar pelo corredor, mas parei bruscamente.

– Mas a segurança de minha mãe...

– Sua mãe estará segura se você estiver longe dela. — Respirei profundamente enquanto assentia.

– Marisse.- A voz de Gabriel ecoou por toda a casa.- Precisamos do bruxo mais perto que houver.

– Catherine ensine a ele o caminha para a casa de Charlotte.

Ela levantou seu olhar que estava lotado de lagrimas partindo em direção a cozinha enquanto Gabriel me arrastava em direção ao carro.

– Por que iremos para a casa de Charlotte? Achei que estávamos procurando bruxos?

– Sua Charlotte e os pais dela são bruxos. — Fiquei paralisada por um instante, suas palavras não faziam qualquer sentido. — Me lembre mais tarde de duas coisas. Primeira: Nunca deixar você fugir em pleno natal com alguém do outro lado. Segundo: Não me esqueça de agradecer a Patch por trazer Joseph.

Notas finais
O que acharam deste capitulo anjos? Muitas emoções irão acontecer nesta fic a partir de agora... Anjos por favor comentem mais ok? Estava me esquecendo. MICHEELLEE muitoo obrigada por aquele comentário que me fez pensar. Beijoss...