Guarda Costa

27 Eu também


Notas iniciais
OIII PEIXINHOOS FELIZ 2017!!! FELIZ NATAL! FELIZ DIA DA ÁRVORE! FELIZ ANIVERSÁRIO! Como diz minha mãe: "quem é vivo sempre aparece". Eu sei que demorei, desculpa, mas caps de Sexo ainda são um desafio para mim. MAAS minha promessa de ano novo é: " DESCONSTRUIR O MEU TABU EM ESCREVER SOBRE SEXO", então 2017 vai ser rodeado de briga de tesoura, tejem prontos. BJOOS

Bianca me olhou nos olhos, estava surpresa, mas quando sacou o que aconteceu, voltou a me olhar normalmente. Babs tinha armado tudo isso, já que eu pedira o livro ainda hoje e a estimativa de Babs me entregar o mesmo após terminar de ler era lá para o mês que vem. E puf, olha ele aqui em casa algumas horas depois.

Bianca, agora séria, me puxou para um beijo com uma mão, enquanto a outra abraçava a minha cintura. Ela me girou, encostando-me na parede e pressionou seu corpo contra o meu. O beijo começou calmo, com Bianca acariciando a minha bochecha com o dedão. E eu com as mãos em sua cintura.

Toda aquela calma era sufocante para mim, os nossos tipos de beijo preferidos eram muito diferentes. Eu adoro beijos intensos e selvagens. Já Bih, ela adora beijos calmos e românticos. Deixei que ela conduzisse o beijo. Ela mordeu o meu lábio inferior e o puxou. Nossas línguas voltaram a dançar.

As mãos de Bianca abandonaram seus postos, assim como as minhas, e não pararam quietas. Elas subiam e desciam pelo corpo uma da outra. Minha mão direita então achou o seio de Bianca, e caso se perdesse, fiz questão de deixar uma trilha feita pelas minhas unhas em sua barriga. Bianca soltava leves gemidinhos quando eu apertava seus seios. De valsa, nossas línguas começaram a lutar UFC.

–O óculos. – Murmurei contra seus lábios. O beijo mais agitado causou uma pressão no meu nariz.

Nos separamos e enquanto eu retirava meus óculos e colocava na mesa de centro, aproveitando para desligar a teve, Bianca estava na porta recuperando o ar. A olhei e ela sustentou meu olhar. Levantei a mão e chamei ela com o do indicador, o qual ela acatou parando na minha frente. Peguei-a pelas pernas e coloquei envolta da minha cintura. Ela sorria atacava meu pescoço, distribuindo mordidas e chupões. Deitei sobre ela no sofá, voltando a devorar seus lábios e massagear seus seios.
No entanto a posição não durou muito, já que ela inverteu as posições, ficando sentada no meu quadril. Ela tirou minha camisa e jogou-a em algum canto do qualquer. Ela me olhou de cima a baixo, suspirou e arranhou o meu abdômen. Minhas mãos desceram para a sua bunda e apertando-a em resposta.

–Noah... — Ela sussurra ao pé do meu ouvido, mordendo o lóbulo logo em seguida.

Ela desceu os beijos do meu pescoço até o vale dos meus seios, onde suas mãos já estavam apartando. Ela juntou meus seios para que pudesse alternar as chupadas rapidamente. Seus beijos e mordidas foram descendo até a borda do meu short. O qual, antes que ela tirasse, eu troquei novamente nossas posições. Deixando Bianca a minha mercê, o que não a agradou muito.

–Que foi, meu anjo? — Provoquei, mordendo o lábio inferior.

Bianca tentou voltar a posição anterior, mas eu segurei sua cintura. Me inclinei para falar no pé do seu ouvido. E disse:

– Agora você é minha. Não vai sair até eu dizer que pode. – Ela olhou nós meus olhos e rosnou, mais em provocação do que em protesto.

Subi a sua camisa e joguei em algum canto qualquer. Voltei a me curvar, deslizando a minha mão pelas suas costas, soltando seu sutiã fazendo ele se juntar a as outras peças. Beijei, chupei e mordisquei seus seios, até seus mamilos ficarem duros. Sorri triunfante e encarei Bianca nos olhos, que agora estavam parecendo os meus de tão escuros que estavam.

Arranquei as calças de Bianca, me abaixei entre as suas pernas e por um tempo provoquei-a beijando a parte interna das suas coxas e boceta sob a calcinha. Ela se contorcia na tentativa de parar as provocações e eu ria.

Finalmente decidi parar as provocações e tirei a sua calcinha. Abocanhei, lambi de cima a baixo e chupei seu clitóris, ao som de seus gemidos. Que iam gradualmente aumentando. Seu quadril se contorcia rapidamente comigo segurando-os para manter eles parados. Sua mão estava no meu cabelo, apertando-me contra seu sexo.

Pouco a pouco comecei a deslizar os dedos para dentro dela, aumentando a velocidade das escadas gradativamente, conforme suas unhar iam cravando nas minhas costas. Seu interior apertou os meus dedos, acompanhados de um gemido alto – que com certeza a vizinhança inteira escutou -, seu corpo tremeu e seu gozo escorreu. Lambi meus dedos e a limpei-a, deitando ao seu lado em seguida.

Bianca me deu selinhos, provando o seu doce gosto. Os beijou novamente foram acelerando e Bianca voltou da onde eu a interrompi. Meus shorts e calcinha foram arrancados juntos. E minha boceta abocanhada sem o nosso contato visual ser interrompido. Subi a minha mão para os seus cabelos, afundando-a no meu sexo. E assim como eu, ela deslizou os dedos para dentro de mim, estocando cada vez mais rápido. Minha cintura tinha vontade própria e os meus gemidos saiam cada vez mais alto – Beijo dona Ana, eu sei que a senhora tá com o ouvido colado na parede.

Joguei a minha cabeça em um gemido rouco final, acariciando seu cabelo. Bianca sentou sob os pés lambendo os dedos e lábios distraidamente.
Sentei e lhe dei um breve selinho, automaticamente começamos a nos vestir e recolher os salgadinhos que caíram no chão em algum momento durante o sexo.

–Vai dormir aqui? – Perguntei colocando o copo na pia. Senti as mãos da loira na minha cintura, novamente me virando e pressionando contra a pia.

–Claro. – Respondeu ficando na ponta dos pés, mas fomos interrompidas pelo meu celular.

Suspirei me desfazendo dos braços de Bianca, caminhei até a mesa de centro e peguei meu celular e o óculos. Maldita genética do Juan. Franzi o cenho ao ver quem era.

–Alô? – Atendi.

–Olá. Aqui é do Hospital San Marcio, a senhorita Noah esta como contato de emergência do senhor Juan Gonzáles. Gostaríamos de informar que o senhor Juan sofreu um ataque cardíaco. – Falou a moça.

Ela continuou falando, no entanto eu já não estava mais prestando atenção. A única coisa que rondava a minha cabeça era a pergunta: “por que EU estava de contato de emergência do Juan”. Ele era um garanhão, muito provavelmente ele era casado, tinha filhos com a idade da Fernanda, dos meus sobrinhos ou até mesmo da Sofi.

–Senhora? Senhora Noah? – A enfermeira me chamou, tirando-me dos devaneios.

–Hã... Oi. Desculpa, estarei aí o mais rápido o possível. Obrigada. – Desliguei.

Bianca tocou o meu braço de leve, olhei-a. Seu olhar sobre mim era de preocupação e de dúvida, só então eu senti uma lágrima escorrendo na minha bochecha.

–Eu sou o contato de emergência dele. – Falei rouca.
Bianca me puxou para um abraço apertado e novamente o celular toca, mas agora era Yuri ligando. Atendi sem dizer “Alô ”, até porque não pude. Yuri foi logo dizendo:

–Eu sou o contato de emergência dele. – Disse afoito.

– E–eu também. – Respondi em um sussurro, como se fosse um segredo. Um segredo que não gostei de saber.

Notas finais
OOOhhh e agora? COMENTEM O QUE VCS QUEREM QUE ACONTEÇA! MAIS UMA COISA!! COMENTEM O FIM QUE A CRIS - EX DA NOAH E MÃE DO ADORAVEL GUI - MERECE. SEJAM MALDOSOS !!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.