Grávidos II

10 Dia de família


Notas iniciais
Oie gente do meu ♥ tudo bem, mais um capitulo para vocês, lhes trago Aiolia e Shun em um momento família por que logo logo problemas viram u_u para eles enfim espero que gostem ... Boa leitura e desculpem os erros não tive tempo de corrigir tudo.

Com quatro meses e meio a barriga de Shun já estava bem grande. Aiolia disse que já podiam saber o sexo do bebê com esse tempo, mas o menor já sabia que era menina. Shun não sabia explicar ele apenas sabia. Ele e Afrodite brincavam que era coisa de ser mãe-pai.

O moreno que agora estava sentado em uma cadeira na parte de trás do Templo de leão admirava a vista que lhe era oferecida enquanto se perdia em seus próprios pensamentos.

O menor tivera uma conversa com o leonino sobre o sexo entre eles, realmente teriam que não se tocar de forma mais ousada, mas isso não dizia que não poderiam se tocar por definitivo. O leonino evitara o menor em momentos que ele dizia “ser testado” frase que fez Shun rir ao se lembrar dela.

Se lembrou também do dia que tinha saído com o maior para comprar novas roupas pra si, suas camisas estavam apertadas e as calças não fechavam mais, a barriga não deixava. Isso o incomodava um pouco, mas Shun sabia que depois, tudo voltaria a lhe servir.

Se lembrou que foi fácil e divertido comparar as roupas as pessoas o confundiam facilmente com uma garota, o que não o incomodava, algumas senhoras que os viam as vezes faziam comentários do tipo “você é uma moça tão jovem, poderia ter esperado um pouco mais.” ou “Olha este lindo casal”, ficava pensando como essa tão simpáticas senhoras reagiriam se descobrissem que era um moço ou uma moça.

— Seria engraçado suas caras de surpresa. — O menor disse acariciando a barriga de quase 5 meses de gestação. — Mas também não foi tão divertido comprar roupas, é difícil encontrar com o meu tamanho e que não fiquem esquisitas no corpo, papai ate comprou roupas de mulher, macacões, batas e calaças de malha o tio Dite aprovou tudo, mas o que incomodou realmente o papai foi que quando fomos na loja tinha uma Vendedora que ficava se jogando pra cima do seu pai.

Shun ficou vermelho de raiva ao se lembrar da atitude da moça ao ver Aiolia na loja simplesmente se jogou em cima dela já o beijando no rosto.

— Mas seu pai já a dispensou na hora, ai dele se não fizesse isso ele ia ver só.— O menor sentiu uma movimentação em sua barriga.— Isso ai o papai ia dar uma lição nele, mas ele foi perfeito ele disse que não espera encontrar o amor da vida dele, o papai ficou tão feliz em ouvir isso, você sentiu eu sei ele nos ama muito.

Shun lançou um olhar para o horizonte vendo alguns pássaros voarem em direção a floresta próxima ao santuário. — Aqui é tão bonito você vai gostar. — disse se sentando com as pernas cruzadas na cadeira.

— Papai nem sempre viveu aqui no santuário, morei na Ilha de Andrômeda. — Shun sorriu nostálgico.— Vou te levar lá para conhecê-la é muito bonita e caso desejar ser uma Amazona podemos pedir que seja treinada lá hummm … mas teremos que pedir ao seu pai eu naõ sei se ele deixara.

Shun ficou na varando admirando a paisagem e contando como seria o futuro de sua pequena que estava por vir.

Aiolia subia as escadarias com o coração aos pulos havia saído de seu Templo antes do Sol e não havia voltado nem mesmo para comer, ainda tinhas suas obrigações o que exigia que ficasse por alguns momentos longe de Shun, o que lhe rendia preocupação e frustração pois Shun sempre se irritava consigo dizendo que estava sendo superprotetor. Ao entrar no templo o loiro deixou seu cosmo se expandir achando seu companheiro no lado de fora do templo, sem mesmo tirar a armadura Aiolia foi de encontro ao menor.

— Aproveitando a paisagem?— O loiro se pronunciou.

— Sim, está um clima agradável aqui fora.— Shun se levantou e caminhou ate o mais alto.

O leonino Passou um dos meus braços pela cintura do meno o puxando na direção de seu corpo e depositou um beijo sobre seus cabelos.

— Você fica extremamente adorável com os cabelos ao vento, sabia? — disse rindo de lado.

— Obrigada. — Disse envergonhada

— O que além de admirar a paisagem faziam aqui fora? — Perguntou o maior.

— Estávamos conversando. – Shun respondeu divertido.

— O sobre oque conversavam?— O maior perguntou curioso.

— Sobre o nosso passeio no fim de semana.— O menor sorria.

— Há o dia que você ficou bravo comigo por ciúmes?— Aiolia disse divertido se ajoelhando em frente a Shun na altura se sua barriga.— O papai é ciumento sabia?

—Não sou não.— Shun colocou as mãos sobre o ventre.— Não escute o seu pai.

— Seu papai fica lindo com ciúmes você vai ver.— Aiolia riu.—Falando em fim de semana o papai tem um presente pra vocês.

No mesmo instante o rosto de Shun se iluminou em um sorriso de alegria e curiosidade. Aiolia pensou em como ele ama o sorriso do menor.

— Eu comprei escondido espero que goste. — Aiolia disse se levantando.

— E o que é?— Shun perguntou euforico.

— Você vai ver vou lá dentro buscar, fique aqui vou aproveitar e tirar a armadura.— E o loiro voltou a sumir no templo.

Shun voltou a se sentar na cadeira mas agora não consegui achar uma posição já que estava curioso para saber o que o outro comprara.

— Papai está curioso o que será que ele comprou?— O menor questionava o bebe em seu ventre. — Sinceramente o papai queria que fosse algo de comer já estou começando a ficar com fome.

Aiolia que estava indo tomar uma ducha rápida, abriu o armário e pegou a pequena caixa que escondera no fundo em meio as roupas para que seu pequeno não encontrasse.

— Espero que Shun Goste.— Aiolia pensou em voz alta deixando a caixa em cima da cama enquanto seguia para o banheiro.

Ainda no lado de fora do templo Shun divagava em o que poderia ser o presente que o maior teria comprado, poderia ser qual quer coisa e isso o estava consumindo mas ficaria ali e esperar pois perderia a graça se não fosse surpresa.

— O que será?— Shun Pensava enquanto batia um dos pés rapidamente no chão.— Seu pai esta demorando.

Quando se levantou para ir ver onde o loiro estava, o leonino aparecera e trazia a caixa que Shun abriu um sorriso ao vê-la uma bandeja com algumas frutas e bebidas para os dois.

— Aproveitei e peguei algo para comermos.— O leonino Colocou a bandeja em cima de uma grande pedra que havia ali no jardim.

— Obrigada já estava com fome.— O menor vou a se sentar.— Cade o presente?

— Bom primeiro coma e depois o pressente.— Oleonino riu do bico que Shun fizera.

— Ta bom só um pouco.— Shun disse e no fim comeu quase tudo que estava na bandeja.

— Só um pouco.— Aiolia falava divertido.

Após o menor se alimentar o leonino levou as coisas para dentro e assim que voltou se sentou em frente a Shun com a caixa em mãos.

— Então… Queria ser o primeiro a fazer isso antes de todo mundo então. — Sobre o atento olhar esmeraldino Aiolia abriu a pequena caixa azul e ao ver o que havia dentro Shun levou a mão a boca para abafar o grito de surpresa, dentro da mesma havia um par de sapatinhos de crochê branco com uma fita branca. — Eu queria ser o primeiro a presentear o nosso filho então … eu não sabia o que comprar mas quando os vi eu não resisti.

Shun pegou os pequenos sapatinhos com toda delicadeza do mundo e cuidado como se os sapatinhos fossem se desfazer em sua mãos.

— Eu … Obrigada Olia.— O menor se jogou nos braços do mais alto.— Eles são lindo e tão delicados.

— Fico feliz que tenha gostado.— O maior deu um beijo no topo da beça de Shun.

E o casal aproveitou aquele fim de dia ali, imaginando o primeiro momento em que o bebe colocaria seus primeiros sapatinhos.

Notas finais
Fofo né ... Obrigada por lerem ate o próximo cap.