Great Power, Great Responsibility.
9 Capítulo 9 - Origins.
Notas iniciais
Havia acabado de amanhecer quando Rachel finalmente desligou a televisão da sala, o jornal local havia informado o máximo que conseguiu, e também, não existia um que não tivesse escutado a queda da torre da Oscorp.
Quinn caiu na sacada e apenas com dois passos dentro da casa teve uma perda súbita de consciência, o barulho do corpo caindo no chão alertou Rachel. Ela correu em direção a uma Quinn desacordada no chão, seu uniforme estava destruído e sujo de sangue.
Com cuidado ela carregou a loira até o banheiro da suíte, despiu-a das roupas rasgadas e então colocou-a na banheira, banhando-a lenta e cuidadosamente. Após isso, vestiu-a com roupas leves e então cuidou como pôde de seus ferimentos.
– Ai. – Quinn murmurou quando Rachel passou um algodão com antisséptico sobre as feridas no seu ombro. –
– Não reclame, vai passar, bebê. – Ela zombou, logo em seguida beijando a testa da loira com cara emburrada. –
– Rach ... Eu te amo. –
– Eu também te amo, Quinnie. – A loira sorriu maliciosa e pegou a judia pelas coxas, Rachel soltou um gritinho assustado. –
Arranjando uma força que nem ela sabia de onde vinha, levando em consideração sua atual condição, Quinn rodeou as pernas de Rachel em sua cintura e então levou-a até a cama de casal, caindo por cima da diva enquanto beijava, lambia e mordia seu pescoço, deixando algumas marcas que demorariam para sair.
Rachel fazia movimentos cuidadosos nas costas de Quinn, acariciando-a lentamente com medo de acabar machucando-a sem querer. A loira desceu as mãos até o shorts da judia, desabotoando-o com vontade sem abandonar seu pescoço, Rachel gemia ao toque.
A loira desceu o próprio shorts e posicionou seu membro rijo sobre a entrada da diva, enquanto marcava todo o colo de Rachel, e sem esperar muito, retirou a regata fina de sua esposa, que graças a qualquer divindade estava sem sutiã.
Descendo os beijos e mordidas até os seios da cantora, logo prendendo o mamilo esquerdo levemente entre seus dentes enquanto penetrava Rachel sem muita cerimônia. A atriz gemeu alto, seus dedos apertavam o lençol enquanto sentia Quinn cada vez mais fundo dentro dela.
A língua quente da loira acariciava lentamente seu seio esquerdo enquanto sua mão massageava o direito, e não demorou muito e Quinn começou o vai e vem vigoroso, o suor de ambos os corpos se misturava.
Logo Rachel era uma bagunça suada e tremia enquanto apertava mais o lençol, uma vez que poderia acabar machucando Quinn se resolvesse arranhar toda sua pele como geralmente fazia quando as duas tinham uma noite prazerosa.
As duas gemiam em sincronia, e já perto do ápice, Quinn retirou-se de Rachel e virou-a de costas, novamente penetrando-a sem tempo de protestos. Sua boca chupava a nuca e as costas da morena, uma de suas mãos apertavam sua cintura, cravando as unhas na carne, e a outra entrelaçou-se com a de Rachel, a respiração ofegante diretamente no ouvido da judia.
Ambas perderam o ar na hora do ápice, controlando-se ao máximo para os gritos não incomodarem os vizinhos ou acordarem a pequena Charlie que dormia calmamente em seu quarto, alheia a situação que suas mães se encontravam.
Quinn apenas jogou-se para o lado, em seguida gemendo de dor ao cair em cima do ombro machucado. Rachel aproximou-se e então beijou o queixo de Quinn, logo em seguida seus lábios. As duas dormiram assim praticamente a manhã inteira.
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Marley adentrou a sala onde o Rei do Crime residia. O homem rechonchudo e careca em um terno branco lhe lançou um sorriso que só viria de alguém realmente ruim, ela revirou os olhos por trás da máscara.
– Então Rose ... Se saiu bem? – Ele indagou, esperançoso. –
– O cara ‘tá morto. Apagou de vez. O Connors já era. – O chefe mafioso riu exageradamente, tragando o charuto preso entre seus dedos gordos onde existiam anéis dourados com pedras preciosas incrustradas. –
– Por isso gosto do seu trabalho. Vá, pegue. – Ele acenou para um homem armado até os dentes ao seu lado, que entregou-a uma maleta com várias notas de vários preços. –
A morena pegou a maleta e sem esperar nada deu as costas para o chefe mafioso.
– Anh, Marley – Ele cantarolou. A mulher virou-se. – Pode fazer mais algo por mim? –
– Diga. – Ela bufou, irritada. –
– A Spider Girl pode vir a se tornar um problema, não acha? – O sangue de Marley gelou. –
– Não será meu problema. – Respondeu friamente, revirando os olhos. –
– Então ... Eu terei que informar ao governo que seu câncer se curou e você está viva, e além disso, imortal? –
– Você não ousaria ... – Ela sussurrou. –
– Eu tenho contatos, querida. O governo é informado que o experimento X funcionou e então você será capturada e será aprisionada, e então farã milhares de testes com você. De novo. –
Lembranças ruins lhe vieram em mente. Aos dezenove anos de idade, ela foi presa por um assassinato que não cometeu, e então, foi levada para uma base militar no ártico, onde faziam experimentos com humanos. Prisioneiros.
Lá, eles jogavam o ‘DeadPool’, o jogo onde deveriam entrar em ‘piscinas’ com substâncias misteriosas. Quem sobrevivesse até o fim, ganhava.
Em uma dessas ‘rodadas’, ela acabou desenvolvendo um câncer e sendo considerada clinicamente morta, foi descartada como lixo. Porém, na verdade ela era a única sobrevivente do projeto, já que o fator de cura funcionou, e impediu que o câncer acabasse com sua vida.
Tirando proveito de suas habilidades, ela acabou se tornando uma mercenária, e assim nasceu Lady DeadPool.
– Tem até sexta para pensar. –
Eram cinco da tarde de uma quinta-feira.
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Um alarme ecoou ao longe. Mais um museu estava sendo assaltado só naquela semana.
A latina correu em direção ao som, sempre pulando de um prédio para o outro enquanto ia se aproximando aos poucos, até que então, caiu no terraço do museu, podia escutar o vidro recém estilhaçado estalando.
Por que ainda insistiam em colocar vidro no teto de lugares importantes mesmo!?
Quando foi pegar impulso para poder pular no buraco da vidraça, sobressaltou-se ao sentir mãos femininas circulando sua cintura; Mas não havia sentido nenhuma presença ao seu redor, na verdade, não setira nada!
– Tão sexy ... É Daredevil, não é? – Uma voz doce, porém fatal, sussurrou ao seu ouvido. –
– Quem é você!? – A mulher-demônio-vermelho afastou-se subitamente. –
– Black Cat ... – Ela sussurrou roucamente, como um gato ronronando. –
A sirene de um carro de polícia tirou a latian de seu estado estranho de transe. A mulher de cabelos platinados, máscara preta que cobria-lhe apenas o contorno de seus olhos e um uniforme igualmente preto de lycra que deixava seu decote à mostra fungou com um riso e lentamente beijou os lábios latinos. Santana estremeceu.
– Até depois, vermelhinha. – E então ela jogou-se da borda do museu, deixando uma Santana atordoada para trás. –
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Finn caminhava lentamente pelas ruas desertas de New York, meio cabisbaixo pelo recente fora que levara de Rachel. O jovem ator falido adentrou um beco, cortando caminho para o seu apartamento num bairro classe média da cidade.
Seu celular vibrou quando recebeu uma mensagem, seu pai havia lhe perguntado se conseguira o papel que havia ensaiado tanto para conseguir.
Ele praguejou alto quando perdeu o sinal, mal notando quando as paredes à sua volta foram cobertas por um líquido viscoso, negro como a noite mais profunda já vista pelos olhos humanos.
– Você ... Você emana raiva, frustração, ódio ... Meu hospedeiro ... – Uma voz macabra sussurrou, o rapaz se assustou e deixou o aparalho cair, a luz do visor rachado iluminando apenas um terço do local. –
– Que ... Que merda é essa!? – Ele gritou, um riso rouco ecoou pelo beco. –
O líquido negro se fechou em volta de Finn; Ele estava cercado.
– Sou eu a sua salvação. Eu posso lhe dar o que deseja. – A voz respondeu, exagerando nas letras ‘s’ com um sotaque carregado. –
– Como? – Por trás do medo, um certo interesse instalou-se. –
– Rachel Barbra Berry-Fabray. E a cabeça da Spider Girl. –
– Pra que eu iria querer a cabeça da Spider Girl? –
– Quinn Fabray é a Spider Girl, tolo, idiota! Ela corrompe o seu caminho para o seu objetivo. –
– Tá, tá, mas e a Rachel – Mudou de assunto. – Eu a terei? E aliás, e a filha de Quinn Fabray? –
– Um mísero detalhe – A voz cuspiu. – Pode ser criada por avós ou tios, não importa. Mas, terá o que quiser se ... Juntar-se a mim. Nós dois teremos Rachel para você. – Uma mão ossuda e profundamente preta como piche surgiu na frente do pobre ator falido, abrindo a ele um caminho sem volta. Seu destino. –
Finn aceitou, e deu a mão para a criatura, selando seu contrato com Venom.
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