Notas iniciais
é com pesar que digo a vocês, a Fic acabou

“Okay, Dipper acordou e agora?” pensou Diana, ele parecia feliz em vê-la, e ficava a encarando, ela deu um sorriso lindo para ele, encostou sua testa na dele fechou os olhos, respirou junto com ele durante um tempo, ele pareceu gostar da ideia, ambos se sentiam seguros, ele a abraçou e a manteve em seus braços por um tempo, ele sentiu que algo a abalou, encarou a afastando um pouco os rostos, olhou nos olhos dela e enfim falou

–o que foi?

–às vezes acho que você me trocaria pela Wendy, se, se ela te der uma chance.

–ela nunca vai me dar uma chance, eu já me conformei com isso, eu estou é afim de você agora, é você que eu quero agora, e te prometo que assim que isso acabar a gente vai ter um encontro de verdade, iremos tomar sorvete, andar de bicicleta, andar na praça, fazer coisas de casal.

–mas, a gente nem é um casal por completo.

–bem, estive pensando sobre isso, podemos nos conhecer melhor, e quem sabe, talvez você queira, a gente poderia namorar depois de sairmos algumas vezes, como um casal não como amigos de aventuras, eu realmente acho que a gente seria, será um bom casal, mas primeiro teremos que vencer o Bill.

–temos mais duas fases para passar.

–algo me diz que tem haver com aquela porta.

Eles entraram pera porta era lembranças de Dipper, todas elas com uma porta e um monstro diferente, algo que até o momento eles não sabiam, fase um ele tinha que derrotar zumbis, algo que a zarabatana ajudou muito a abrir caminho, porém a segunda fase era na cabana de mistérios, um dia em que Dipper e o Robbie estavam conversando com Wendy. A situação ali seria um robô quase humano fisiculturista. Primeiro a entrar na sala foi Dipper, seguido por Diana que caiu e rolou para perto de Robbie, o robô ainda não havia sido localizado, a única pessoa que tinham visto era Diana Dipper passou meio despercebido, ele agradeceu por isso.

–Garota quem é você?- perguntou Dipper da memoria com um tom que doeu um pouco na hora

–verdade, nunca vi você em Gravity Falls – completou Robbie

–o nome dela é Diana, ela mora em Gravity falls tem 7 anos. Diana aqui um bastão de baseball, umas bombinhas e uma katana que nunca tinha visto nesta cabana.

–Aqui é a mente, podemos ter o que quisermos.

O pessoal da lembrança encarou Dipper de uma maneira estranha, afinal era dois Dipper homem e um Dipper mulher, porem eles não se intimidaram Diana pegou apenas a espada Samurai, e Dipper pegou o bastão e as bombinhas, se entreolharam, sorriram, olharam para o pessoal da memoria, algo que deixava o velho Dipper angustiado, então Wendy disse.

– o que vocês...

– o que vocês estão fazendo?

– nada – disse o atual Dipper, pegando uma rede e preparando uma armadilha para a mesma, fazendo um sinal para Diana – enfim, Diana, já entendeu o Plano?

– Perfeitamente Dip

– Ótimo.

– Dip...

Diana apontou para o robô fisiculturista de cueca que apareceu na loja abrindo uma das portas, ele foi atrás do Dipper que estava atrás da armadilha, caiu em cheio, Diana rapidamente enfiou a espada dentro do robô, que logo se soltou e foi atrás de Diana, ela teria que imaginar, tudo que ela pensou foi “como eu queria que essa espada samurai fosse um sabre de luz” e puft era um sabre de luz, ela o acionou, era um sabre de luz roxo, que cortou o braço do robô, percebendo o seu poder, ela cortou-lhe logo a cabeça o desativando de vez.

– Diana, você é um Gênio – Dipper a abraçou forte — podemos criar o que quisermos na mente. Perfeito

– agora temos mais uma porta para atravessar.

Ao atravessar a ultima porta, era uma fase totalmente Pac-Man uma sala escura uma musica alta e fantasminhas querendo pegar uma bolinha amarela que comia pastilhas. Eles teriam que fugir da confusão, não foi tão difícil, por fim chegaram a porta, abriram mais que aliviados. Porem a ultima fase seria recuperar a pepita de ouro contra Bill Cipher, o problema nem era tanto lutar contra Bill, era a briga ser em um penhasco.

– vocês foram rápidos! Mas não acho que passam por mim.

Bill foi virando um triangulo gigante e vermelho, parecia ter fogo em seu corpo isósceles o lugar estava sombrio, Bill parecia forte, porem a luta seria difícil, todas as coisas da imaginação de Dipper estavam para trás, não existiam mais, a partir daquele momento Bill estava no controle, Diana estava a ponto de surtar, Dipper estava furioso

–O QUÊ VOCÊ QUERIA COM A PEPITA DE OURO AFINAL?

–só queria que vocês viessem para este local abandonado para a morte de vocês seja um segredo total.

–você é sádico, e demoníaco Bill.

– Boa sorte para me destruir pirralhos.

Quando eles menos imaginavam, um monte de animais, uma quantidade enorme de todos os tipos de animais de Gravity Falls estavam em volta deles, não tinha como eles fugirem, o coração deles estava por sair pela boca, eles não sabiam o que fazer, eles não sabiam como lutar, era quase impossível lutar, Diana respirou fundo olhou para Dipper, encarou o grande triangulo e gritou.

–Bill, eu só quero que você ouça uma coisa. – ela pegou uma coisa na mão – chega mais perto

– claro

Ele se aproximou, ela pegou um spray de pimenta e jogou no olho do triangulo que soltou um grito, ela então assoprou um apito super fino, que acabou afastando os animais, ela virou para Dipper .

–CORRE

–MAS VOCÊ...

–CORRE!

Ele seguiu a ordem da senhora tenho razão, ele logo fugiu, ele sabia o que fazer, ele não queria fugir sem ela, mas foi o que ela pediu, ele fugiu, correu para o carrinho de golf, ele estava apavorado olhando para cima, ainda era possível avistar Bill, ele teve medo, porém ele logo viu algo que ele mantinha guardado que poderia ter sido útil, e no momento ele se sentia mal por não ter usado, era ara de apagar a mente que a sociedade do olho cego usava. Ele deixou tudo no carrinho, ele bebeu agua, e voltou a subir usando o gancho de alpinismo de Mabel e correndo, ele chegou, talvez já fosse tarde.

– esta de volta Dipper? Sua querida Diana, esta quase no fim...

Ele a viu jogada no chão, aquilo fez o seu coração gelar, porem ele se manteve serio, foi em direção a Bill, seus passos eram doidos e uniformes, ele estava gélido, ficou alinhado de frente a Bill o olhou no olho e arrumou a arma discretamente, Bill estava meio cego, porém estava batendo muito bem, ele olhou levemente para Diana largada no chão, totalmente sangrando, olhou de volta a Bill, levantou a mão e atirou dizendo

– por que fez isso com ela?

Puxou o gatilho, um barulho se fez, Bill diminuiu, e acabou perdendo um pouco de poder e acabou caindo de joelhos no montinho de ouro que tinha no chão aonde se localizava a pedrinha de Midas, Dipper correu até Diana, pegou o celular dela e ligou para o seu tio avô Stan e deu as coordenadas com exigência de emergência, ele estava com medo do que poderia ter acontecido com ela, voltou-se para Bill, que piscava assustado, sem se lembrar de muita coisa, pegou a pimenta em spray jogou nos olhos dele, assoprou o apito, e o empurrou penhasco abaixo, ele sabia que não adiantaria muito, porem lhes daria tempo.

– Diana! — Ele gritava sem sucesso – DIANA!

Ele começou a fazer voz de choro enquanto chacoalhava a garota, ensanguentada e indefesa a sua frente, ele estava desesperado, olhou se o coração da garota ainda funcionava, olhou a respiração, tudo estava perfeito, mas podiam ter acontecido coisas ruins. Logo se ouviu um barulho de helicóptero, era de emergência.

Dipper estava impaciente na sala de espera, logo teria noticias, ele sentia o coração pesado, ele era o único na sala por Diana, ele sentia uma dor imensurável, logo chegou Mabel com um lanche para o irmão querido dela, ele suspirava triste, ela sentou-se ao lado dele.

– agora você sabe o que eu senti sobre o Mermando não é?

– sei perfeitamente Mabel.

– mas no seu caso ainda é pior – ela entregou o sanduiche natural e o refrigerante para Dipper – coma, vai se sentir melhor

Ele não rejeitou, comeu tudinho, ainda com um ar triste, de tempos em tempos conferia a sala do medico.

– Mabel, é tudo culpa minha, eu não devia...

– para Dipper!

– aqui estão esperando Diana Oak? – disse o medico

– é sim

– podem entrar

Eles seguiram o medico por um corredor grande e branco até um quarto com uma garota cansada com muitos curativos, o coração de Dipper acelerou ver ela assim o fazia sentir uma dor imensa no fundo do peito, tudo o que ele queria era abraça-la e pedir desculpas, mas ele não podia. Apenas Dipper entrou, olhou para a garota na cama tentando sorrir para ele.

– ela esta bem, só está um pouco cansada, vai ter alta amanhã de manhã, já avisamos os familiares que virão passar a noite com ela, enfim, você tem 15 minutos Dipper.

– obrigada senhor medico.

O medico saiu, Dipper segurou a mão de Diana, estava com vergonha, ela acariciou o queixo dele, fez ele a olhar sorriu, ele sentiu mais uma vez uma facada no coração, e disse

– me desculpe Diana, não devia ter te deixado lá, eu.. – suspirou – fui fraco

– não Dipper, você foi muito forte, você ganhou do Bill

– mas..

– mas nada, eu quero que saiba que, eu gosto de você demais, e não queria que você se machucasse

– mas você se machucou

– não importa

Ele sorriu e a beijou.

Na sorveteria

–enfim este é o encontro que eu mais esperei

–por que?

–por que eu finalmente vou poder – ele se ajoelhou pegou a mão de Diana – perguntar se, você quer namorar comigo?

–Dipper, eu – ela sorriu lindamente – eu aceito

E nisso eles tomaram seu sorvete, livres de Bill, de preocupações, livres do medo, somente mais um novo casal de namorados. Dipper Pines e Diana Oak.

Notas finais
eu estive muito empenhada nesta fic, ela me ajudou a superar o tédio das ferias agora irei viajar, e dedico ela a vocês que leram até aqui
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!