Grandes Sonhos Nunca Morrem

13 O poder das palavras.


Notas iniciais
Oi, seus lindos. Cá estou com mais um capítulo frasquinho. Espero que gostem ^^ Boa leitura.

Eu sou um espírito inquieto, que vive a excruciar-se dia após dia enquanto vejo os dias desvanecerem, sem nenhuma perspectiva de mudança ou aventura (exceto pelo Jonathan, que vive a me importunar, buscando um caso amoroso. Que nojo!).

Perdoe-me, Bob, por toda essa energia negativa que estou passando para esse papel, mas você sempre foi o único que se importou comigo verdadeiramente e sempre será o único para quem posso contar os segredos mais ocultos do meu coração.

Porém, existem coisas que nunca lhe contei. Algumas, talvez, eu carregue para o túmulo comigo. Sim, provavelmente.

Quando voltamos da audição em que nem tive a oportunidade de atuar, eu desejei nunca ter conhecido você. Minha raiva era tão irracional, e tudo o que eu queria era que você desaparecesse. Eu caminhei até sua casa e contei aos seus pais, exagerando nos detalhes e na encenação, a respeito das loucuras da sua mente sobre um monstro imaginário.

O que eu fiz?! Por que eu fiz isso?!

Essas são respostas das quais eu nunca encontrei.

Por isso, cuidado com o que deseja. Sonhos são difíceis de se alcançar, mas um desejo de ódio sempre vem como um castigo para quem o fez.

Notas finais
Então, seus sumidos? Estão entendendo tudo direitinho? Bob via um monstrinho no Bosque Esquecido e eles se tornaram muito amigos. Como a Susana, que cuidou dele desde pequeno (ela é quatro anos mais velha), era a única que ele confiava, ele contou sobre o Felpudo, mas ela não podia ver ele. Apesar disso, ela sempre respeitou o Bob e sua imaginação fértil. Mas um dia, muito irritada, lea deu com a língua nos dentes. E os pais terríveis que o Bob tinha resolveram que era melhor levar ele para se tratar na capital. O que de fato não foi tão ruim. Bem, é isso ^^ Beijos da Mini e até o próximo =*