Grand Soul Of The Past
1 Prólogo
Notas iniciais
Eel é a cidade-fortaleza queridinha do império, dona de um comercio próspero e sociedade quase utópica, recentemente vem sendo alvo de saques, obrigando o fortalecimento do seu exército dividido em quatro frentes: Reluzente, ao qual tenta manter relações diplomáticas com países vizinhos e coordena as outras guardas, Absinto, Obsidiana e Sombra, cada uma com sua função especifica. Os membros da tropa recebem inúmeras regalias o que é um enorme chamariz para atrair novos integrantes, as provas de admissão ocorrem apenas uma vez ao ano e apenas os melhores serão admitidos.
Jovens do país inteiro se reúnem na primeira lua cheia de verão, onde dá inicio as provas de ingresso. Ao menos trezentas pessoas se reuniram para ouvir o discurso de entrada no pátio do Q.G.
—Vejo que este ano não teremos problemas de falta de pessoal – Dizia a mulher em alto e bom som, caminhando frente à multidão sem vacilar – Sejam todos bem vindos ao exame de admissão deste ano, não pensem que podem se dar ao luxo de escolher onde entrar. Cada um de vocês será testado pelo comandante das guardas obedecendo e respeitando todas as regras impostas. Ao final do exame descobrirão a quem servir – Soltou um sorriso sarcástico – Isso se passarem.
Entrar em uma das guardas é o sonho de quase todo jovem, seja pela honra ou ganhos materiais é certo que nos últimos anos, graças à campanha de Zahi, o exercito havia aumentado e sua procura proporcionalmente. Infiltrados entre os concorrentes sempre havia os aproveitadores, gente de má índole a fim de comprometer a reputação das quatro frentes, então é dever dos comandantes e o líder Reluzente barrar os nãos merecedores.
A mulher fez uma pausa e caminhou até o outro lado do campo sendo seguida pelo olhar apreensivo de todos. Escolheu rapidamente uma enorme lança de batalha e refez o caminho de volta mostrando toda sua habilidade e agilidade enquanto fazia mortais e movimentos de combate, ao terminar recebeu uma salva de palmas.
— Venho a vós representar a Guarda Obsidiana, somos a linha de frente nos combates e naturalmente mestres das armas, se nós cairmos logo todo o resto irá ruir. Não admitimos erros, pois estes são fatais – Bateu com força a lança no chão e a mão livre levou ao peito – “Nós somos fragmentos, nós somos força, poder e coragem. Juntos formamos a Obsidiana, a muralha que jamais cairá”. Meu nome é Amanda, sou a atual comandante da guarda e o teste de vocês começa agora.
Continua...
Bônus: 
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