Grand Chase High School
7 Espinha e voz... (By Jade)
Notas iniciais
Logo os dois voltaram para o luau. Sieghart ainda não tinha superado o trauma da traição (?) que sofrera. Foi uma noite animada e todos foram dormir. A lua se foi do céu e veio o sol, anunciando o dia.
- Lass? – Chama Lire, do lado de fora da barraca do albino.
- Que foi Lire. – Fala, de cima de uma árvore próxima.
Logo após dar um belo pulo por causa do susto vai em direção á árvore. – Que susto garoto! – Exclama, irritada. Logo prossegue, colocando a mão nas têmporas. – Até parece macaco...
Lass se senta em um galho seguro. – E aí? Como foi o luau? – Pergunta, com tom de desinteresse.
- Foi bem louco... – Comenta, observando o amanhecer.
- Lire! – Elesis grita, correndo em direção aos dois. – Vamos tomar café logo! O café não vai criar pernas e correr até vocês!
- Tá Elesis... – Fala a Loira, logo volta á encarar o albino. Então, a ruiva volta para a lanchonete.
- Que foi? Perdeu alguma coisa aqui? – Comenta, ficando de cabeça para baixo com as pernas firmes no galho.
- Espinha nova? – Comenta, apontando para o meio da testa do garoto.
- Ahn? Ah, que seja, é só uma coisinha de nada. – Fala, descendo da árvore.
***
- Cara! – Grita Arme.
- Coroa! – Grita Ryan.
- Espinha! – Grita Elesis quando Lire e Lass chegaram.
- Ah... Nem vem, isso não é nada de mais. – Fala, sentando-se no banco do balcão da lanchonete.
Arme solve um pouco de café e pega uma lanterna. — Não é nada de mais, hein... – Logo as luzes se apagam e ela fica com a lanterna ligada embaixo do queixo, dando um ar de terror. — Vai ver quando isso ficar cada vez mais nojento e horrível... Nunca ouviu falar na lenda da espinha amaldiçoada?
- Pra falar a verdade, não. – Lass fala, apoiando a cabeça com o braço no balcão.
- Muito bem... – Bebe um pouco do café. – Existiu um garoto que não ligava muito para espinhas, ele era muito confiante, mas... Houve um certo dia que surgiu uma espinha no rosto dele e ela não parou de crescer, até ficar do tamanho de uma bola de futebol. – Enquanto falava, gesticulava animadamente. – Fizeram de tudo para essa espinha sumir... Mas... – Dá uma pausa que perturba os amigos presentes.
- Mas o quê? – Pergunta Lire, um pouco assustada.
- Eu falei “mais”, não “mas”. Quero mais café, por favor! – Grita para a garçonete, que rapidamente pega mais café. – Muito bem... Ninguém sabe o que houve com o garoto, se ele morreu ou se ele está isolado.
Logo que a garota terminou de falar, Lass fica rindo histericamente. Após se acalmar um pouco, comenta.
- Só pode estar de brincadeira, né? Quer que eu acredite nisso?!
- Outro sinal: risos histéricos vindo de um espinhento. – Fala Arme, tomando mais um gole de café.
- Patético... – Lass fala, saindo da lanchonete. Não acreditara em nada que a roxinha havia contado. “que história mais idiota, até parece que eu vou acreditar naquela babaquice...” o albino pensa, refletindo sobre a história para ver se encontra alguma coisa que seja verdade. Eles retornam á escola.
- E assim é a reprodução das lesmas da banana. – A professora termina de falar sobre as lesmas para os alunos.
- Professora! – Chama Lire, lá do fundão da sala. – E se elas se atrasarem?
- Bem, isso ainda não aconteceu. Muito bem! Hoje eu trouxe várias lesmas da banana pra vocês observarem durante a tarde! – Fala ela e ninguém dá sinal de empolgação. – Que valerá nota e um ponto extra! – E todos os alunos ficam eufóricos, menos Lass, que apenas se preocupava em botar seu sono em dia. O sinal bate, anunciando o fim da aula e todos saem correndo para a liberdade.
- Já começou a aula? – Pergunta Lass se levantando.
Arme bate a palma da mão na testa e fala – Já acabou.
- Ahn, é que não consegui dormir o suficiente.
- Tá doido? Você veio dormindo e ainda emendou a noite! – Fala Ryan, surpreso.
- Tá Ryan... Vou dormir. – Fala Lass, andando que nem zumbi para o dormitório. Lá se deita e pega no sono, mas não antes de escutar uma estranha, suave e doce voz na cabeça:
- Venha até mim, meu garoto, e terá poder...
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