Gota a Gota
11 A Lua, As Estrelas e o Anjo
Notas iniciais
MELDELS, o primeiro suspense que escrevo na vida xD
Sabe, eu gostei, gostei muito de ter escrito isso.
Mas, acho que vou ficar nas comédias por um tempo xD
^^
Obrigada, a todos todos todos que leram.
E, claro, os que deixaram reviews tbm, thanks :D
Queria fazer um agradecimento especial para:
:) Atsuko
:) Clio
:) YooBin ~
:) Te-chan
Obrigada! Vocês foram as pessoas que mais me animaram a continuar escrevendo. ^^
E, claro, mais uma vez, gente, obrigada a todos aqueles que acompanharam. Vocês são D+!
Obrigada até pra Baby in Wonderland xDDD
Bom, não sei se o final vai agradar a todos.
Mas, eu gostei. Gostei muito ^-^
Bjos o/
Ruki acordou com Sabu lambendo seu rosto úmido. Ele abriu lentamente os olhos, estava jogado pra fora da cama estendida.
Caído no chão, Ruki olhou para os lados, ele estava meio molhado, úmido, como já foi dito.
Lembrou-se, levantou-se às pressas; Abriu a janela, o dia estava lindo, o sol ainda fraco, o céu amplamente azul e delicioso cheiro de orvalho ainda vinham do jardim.
O vocalista ficou completamente confuso, lembrava-se de tudo. E tudo aquilo não podia ser apenas um sonho.
Reita acordou no piso frio do banheiro. Fez esforço com os braços para se levantar. Estava com um pouco de dor de cabeça, sentou-se no chão. Aquele era o banheiro de sua casa, a casa que dividia com a família – seus amigos.
Kai estava debruçado em cima do guarda-roupa do quarto de Uruha.
Abriu os olhos, levou a mão até o olho direito e esfregou. Kai, assim como Ruki e Reita, também se lembrava, de tudo o que viveu na PSC. Virou-se para sair de onde estava, caiu no chão.
— Opa. – resmungou Kai.
Uruha estava no tapete do quarto de Reita. Deitado, olhava para o teto.
— Deus... O que houve? – dizia baixinho, para ele mesmo.
Sentou-se no tapete. Esperava que alguém aparecesse, que alguém dissesse algo. Tinha medo, sabia que não poderia ter sido um sonho, sabia que não tinha imaginado aquilo, nem tinha bebido aquela noite. E se fosse verdade, como chegou ali? E Nao? E Aoi?
Foi quando Ruki correu para o meio do corredor:
— TEM ALGUÉM AI?! – gritou Ruki, Sabu seguiu o dono e o ajudava latindo.
Rapidamente Reita, Kai e Uruha correram para o corredor, cheios de esperança. Encontraram Ruki, correram para se abraçar.
Mas, no meio do caminho, pararam.
— Gente, aconteceu! Aconteceu não aconteceu?? – dizia Reita.
— SIM, eu me lembro também! Lembro-me de tudo, tudo!! – gritou Kai.
— Então, realmente aconteceu? – começou Uruha – AAAAH!
— Fico tão feliz que estejam aqui. — disse Ruki – Mas, onde está Aoi?
Os gazeboys se entreolharam, Aoi havia morrido.
— Não... – suspirou Kai – Será que...
Foi ai que eles ouviram um barulho vindo da sala. Correram, desceram rapidamente a escada, e viram Aoi, ele havia caído do sofá.
— Ai! – disse Aoi – PQP, quem colocou esse chão aqui? – parou, olhou para o chão – Aaah... MEU DEUS O QUE ACONTECEU!!!!!!
— AOOOI!!! – gritaram Ruki, Reita, Kai e Uruha, ao mesmo tempo.
— GENTE!!! – gritou Aoi, levantando-se – VOCÊS ESTÃO BEM!
Agora sim, se abraçaram, os cinco, o the GazettE.
Fizeram um círculo, se olharam.
— Ruki? – disse Uruha, todos dirigiram seu olhar ao menor.
— Fleur me explicou tudo antes de eu abrir o alçapão.
— Alçapão? – perguntou Aoi.
— O que deixou a água escorrer, do terraço para toda PSC.
— Que estava em chamas, certo? – disse Reita.
— Sim. – afirmaram Kai e Ruki.
Uruha e Reita olharam para Aoi, Kai e Ruki também voltaram seu olhar para ele.
— O que foi galera? – perguntou o moreno.
— Vai logo seu animal! – falou Uruha.
— Hey! Olhem no calendário, é dia 22 de junho! O dia está se repetindo! – gritou Kai, apontando para o calendário.
— Então, ela deve estar na padaria agora. – disse Reita – Anda, vai lá!
— Gente... – suspirou Aoi, sorriu – Vocês têm razão!
Aoi passou pela porta correndo, muito rápido.
— E nós? – perguntou Uruha.
— Vamos para PSC, já que eu não desmaiei, o alice nine deve estar ensaiando e Miyavi deve estar assistindo. – falou Ruki.
— Weee! Vamos lá! – falou Kai, todo animado.
Na padaria
— Ei, senhorita, ei!
Anna acordou do lado de fora da padaria, estava encostada na parede da mesma, sentada na calçada. Um senhor estava tentando acorda-la.
— O... O que aconteceu? – perguntou ela, com uma voz de sono, baixinho.
— Eu abri minha padaria, e você estava lá. Debruçada no chão. Nem imagino como você veio parar aqui.
— Aah! – gritou ela – Como que... Na PSC... Ange... Fleur... AOI!
— Você está bem minha querida? Quer que eu busque algo? Um copo de água com açúcar?
— Não, obrigada. O que eu preciso o senhor não pode buscar pra mim.
Anna se levantou, se dirigiu para o meio da rua. Olhou para o céu azul, para aquele dia lindo. Pegou o celular e olhou o dia, era 22 de junho. Mas ela já tinha vivido aquele dia.
Não... Não foi só um sonho. Ela sabia, sabia?
Respirou fundo. Pensou em tudo que tinha acontecido. Lembrou de Tora, Hiroto, o fogo, o beijo em Aoi, a morte de Aoi. E depois, o vazio, o escuro. Seus olhos encheram-se de água, estava pronta pra chorar, se uma voz conhecida não tivesse acordado seus pensamentos.
— Anna! – gritou Aoi, acenando do alto da rua, ligeiramente cansado.
— A-Aoi!
Anna correu, Aoi correu. Se abraçaram, se olharam.
— Aquilo tudo... – começou Anna.
— Aconteceu! Não sei como mas é verdade!
— Bom saber.
Anna e Aoi se beijaram, ali mesmo, no meio da rua.
Na PSC
“Muitas mentiras, tanta dor. O zumbido em meus ouvidos não param
O som de uma noite solitária que reside no silêncio
Procurando pela razão de existir. No pedaço de papel em branco da humanidade
Carregando a mais rica-colorida tinta, Eu caminho.”
— Shou! – gritou Ruki, da porta.
Todos pararam de tocar.
Os olhos de Ruki, Reita, Kai e Uruha até brilharam quando viram que todos estavam vivos.
— Errr... desculpe interromper o ensaio de vocês... – disse Ruki.
— Tudo bem... Hãã... Tudo bem?
— Oh, sim! Nós só estávamos passando. É isso! – falou Ruki.
— Waaaaaah! Como vocês estão sérios! – disse Miyavi, sentado no chão – Até o Kai!
— Eu não estou sério! Estou... Hã... Calmo? – disse Kai se enrolando.
Todos deram uma breve risada.
— Iih, eu não entendi nada. – disse Hiroto.
— Não esperava que você entendesse. – falou Tora.
— Ah desculpa, SEU NERD!!!! – gritou Hiroto.
— Vou te mostrar o Nerd!!! – gritou Tora.
— Meninas, nós temos visitas Ok? – falou Shou.
— Mas eu não estou fazendo nada. – disse Saga.
Nao estava rindo demais atrás da bateria. E claro, todos estavam rindo dele rir.
— Eu desisto. – falou Shou.
— Que isso Shou! Eles já devem estar acostumados com isso. – disse Nao – A vida em grupo é assim.
— É assim desde que você começou a filosofar! – disse Shou a Nao.
— Hhauahuahauhau! – ria Ruki – E Miyavi, pode assistir nosso ensaio de vez em quando também.
— Pensei que eu enchia o seu saco Ruki. – respondeu o maior.
— Imagina! – respondeu Reita por Ruki.
— Ah... então é por isso que você começou a assistir nossos ensaios né? – falou Nao rindo.
— Que isso galere! Vocês estão todos no fundo do meu kokoro! – disse Miyavi, profundamente, abrindo os braços.
— Bom, já que vocês estão bem, nós vamos nessa. – disse Ruki.
— Ok. – disse Miyavi sentando-se no chão de novo – Bye gente! Se cuida Kai!
Kai olhou Miyavi confuso, até passou pela sua cabeça que ele lembra-se de alguma coisa. Mas foi saindo com seus amigos.
— Ruki! – gritou Shou.
Ruki se virou de perfil.
— Obrigado, por terem vindo.
Ruki ficou surpreso, sorriu e foi saindo da sala.
— Certo, Shou.
Os quatro gazeboys saíram da sala.
— Eu não vi Aoi com eles – disse Hiroto.
— Deve estar com Anna. – respondeu Saga.
— Baaah, por que você não disse nada Shou? – perguntou Tora.
— Deixa, eles não precisam saber. O que realmente importa é que nós sabemos o que aconteceu, e sabemos como aconteceu. E que, nós realmente podemos contar com eles. Eu estou realmente agradecido.
— E também duvido que algum de nós vá esquecer. – falou Miyavi.
— Cara, aquilo foi demais! – disse Nao, piscando os olhos para os amigos.
— É!! – concordou Saga.
Os gazeboys haviam passado aquele dia juntos, até Anna estava com eles. Relembraram tudo, ficavam surpresos com a história de cada um.
Horas depois.
Era noite. 11:25 da noite. Ruki estava sentado no telhado com Sabu no colo, olhando a lua, as estrelas. Foi quando Reita apareceu.
— Aoi foi levar Anna em casa, logo ele volta, Uruha e Kai estão jogando vídeo game. A gente ta afim de assistir um filme, topa?
— Depende.
— De boa, o Kai quer assistir Stuart Little. – falou Reita.
— Se for esse eu vou! – disse Ruki, sorrindo.
— Tudo bem? – perguntou Reita.
— Sabe, depois disso tudo, Fleur realmente queria ajudar a gente.
— Ela tem uma história incrível.
— É...
— E Ange?
— Desapareceu para sempre, na água. – falou Ruki, com o olhar distante.
— Ta pensando em que?
— Quando perguntei para Fleur o que ela era...
— Hunm... – quis saber Reita.
— Ela me disse que não sabia. Mas eu sei.
— E o que ela é? — perguntou Reita, serenamente, sorrindo.
— Ela é o verdadeiro Anjo. – sorriu, enquanto a brisa mexia seus cabelos.
^-^
Notas finais
Gostaram?? :DD
^-^
Terminou de ler a fic e até agora não conhece Anna Tsuchiya?
Ficou interessado?
Confira os ultimos dois PVs da cantora/atriz/modelo
Anna Tsuchiya - Crazy World feat. AI {Rock/R&B}
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Anna Tsuchiya - Cocoon {Rock}
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Kisses
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