Giving You A Second Chance
1 Nascimento e morte
Notas iniciais
foi só uma ideia louca que resolvemos escrever.
Então ta ai... espero realmente que gostem!
P.v Meghan Grawn
Eu me sentia extremamente feliz nos braços de Peter e tinha certeza que ele era o homem da minha vida isso era fato. Ele era a pessoa que me encontrou quando eu estava desejando morrer, que me curou de todos os meus medos, e me ensinou a amar de novo.
E agora minha felicidade estava realmente completa, já que em meu ventre crescia o fruto do nosso amor. Peter acariciou minha enorme barriga e sorriu.
–Você já pensou em alguns nomes?- Perguntei colocando minha
mão sobre a dele.
–Eu pensei em Henry pra menino.
–E se for menina?
–Não pensei ainda- Deu de ombros
–Eu gosto de Rachel- Ele me deu um lindo sorriso e se esticou para me beijar. Senti uma dor aguda no meu baixo ventre e depois um liquído escorreu por minhas pernas.
–Ta na hora!- consegui dizer antes de gritar.
P.v Peter Grawn
–Ta na hora!- Meghan gritou. Corri com ela a colocando sobre a cama e rasgando suas roupas.
–Salve-a- Sussurrou Meghan antes de fechar os olhos. Apressadamente
mordi sua barriga tirando um bebê branquinho de dentro. Uma menina! Nosso bebe é uma menina! Me aproximei de Meghan e coloquei nossa bebê no seu ombro, a bebê parou de chorar na hora.
–É uma menina!- Murmurei com um sorriso
–Nossa Rachel...tão...linda!- Suspirou- Cuide dela por mim.- Meghan suspirou baixinho e depois sua respiração se silenciou.
MEU MUNDO CAIU.
Meghan a mulher que sempre amei, a razão da minha existência sem fim, a pessoa que me mostrou a luz quando tudo estava escuro, está morta! Encarei seus olhos verdes sem vida e senti como se meu coração fosse arrancado do peito; sabia que não conseguiria viver sem ela. Peguei o bebe que dormia tranquilamente em seus braços, e o levei para o banheiro. Decidi deixar o nome de Rachel, o nome que Meghan escolheu, enquanto a limpava percebi sua semelhança com a mãe, os cabelos eram lisos (como os meus) mas ruivos como os da mãe e pele branca como o leite. Seus olhos castanho-escuro me avaliavam por baixo dos longos cílios, enrolei-a em uma toalha a levando para o quarto que preparamos para ela. Coloquei nela uma meia calça um vestido e um casaco e antes que eu a cobrisse ela já dormia, arrumei ela no berço e a cobri beijando sua testa.
Fui até o quarto que dividia com... Meghan e suspirei, até pensar em seu nome era difícil. Encostei meus lábios nos seus e me abaixei lambendo sua barriga fazendo com que o corte se fechase, depois fui até o
clossed pegando um vestido e colocando em Meghan, a ajeitei sobre a cama colocando um lençol na altura da sua cintura lhe beijei a testa. Peguei papel, uma caneta e escrevi uma carta, contando tudo a nossa filha, desde quando acordei com vampiro (pois não me lembrava da humana) e ressaltei que mesmo eu a deixando eu a amava, expliquei também que nada do aconteceu é sua culpa, me desculpei e assinei a carta, colocando-a dentro de um envelope. Fui até o quarto de Rachel e estanquei; ela parecia maior do que quando a deixei, ignorei isso e fui até o canto do quarto pegando o moisés e o forrando com uma manta (N\\A: pra quem não sabe moisés é tipo uma cesta pra bebes) caminhei até seu clossed e enchi algumas malas e bolsas com roupas e fraldas. Fui até o berço de Rachel e encarei seu rostinho angelical tão inocente e puro, ela não fazia ideia do que acontecia ao seu redor, suspirei e involuntariamente um soluço escapou por meus lábios passei a mão por seu rosto delicado. Retirei-a do berço colocando-lhe no moisés e a cobrindo em seguida. Fui até meu quarto, abri a gaveta da cômoda tirando a caixinha preta de veludo, abri e tirei de lá o colar de ouro com um pingente de sol, pegando também a carta que estava sobre a mesa. Voltei até o quarto de Rachel e guardei a carta em sua mala colocando nela o colar que eu usava quando acordei como vampiro.
Beijei sua testa demoradamente e suspirei. Ela abriu os olhos e me olhou atentamente.
–Eu te amo bebê! Me desculpa Rachel mas eu não posso viver sem ela- Passei a mão por seu cabelo vermelho exatamente do mesmo tom que os de Meghan- Simplesmente não posso, espero que você... um dia me entenda- Ela me deu um lindo sorriso como se me entendesse, peguei Rachel nos braços e abracei-lhe inspirando seu cheiro de bebê. Rachel soltou uma risadinha, olhei em seu rosto delicado e sorri ela sorriu de volta um sorriso cheio de dentes (bem estranho para um bebê que acabou de nascer) mas bem animado, dei risada e ela fez um beicinho, seu lábio inferior tremeu prestes a chorar.
–Shhh, desculpa Rachel, calma bebê- A ninei em meus braços- Mas é uma bebe dramática mesmo!- Ela bateu palmas, e seus olhos se fixaram em uma das dezenas de bonecas nas prateleiras segui seu olhar, e minha alegria recém-adiquiriada se esvaziou ao perceber que a boneca que ela encarava era extremamente parecida com Meghan, a boneca de pano tinha o cabelo vermelho e os olhos verdes. Os olhos de Rachel se fixaram em mim e eles estavam tristes e culpados, uma lagrima escorreu por sua bochecha, passei a mão em seu rosto secando a lagrima, eu podia até passar confiança por fora; mas por dentro também estava completamente vulnerável.
–Não foi sua culpa Rachel, não foi culpa de ninguém!- Disse sério, não queria que meu bebê se culpasse, ela assentiu de novo como se entendesse exatamente tudo o que lhe disse, e depois seus olhos voltaram para a mesma boneca de antes; o que ela fez a seguir me fez arregalar os olhos não só de surpresa, mas também de incredualidade, no meu primeiro contato com a minha filha não percebi nenhum poder vindo dela, mas agora ela fez a boneca flutuar, o brinquedo veio no ar até seus braçinhos.
–Co-como....como você fez isso?- Sussurrei estupefado ela sorriu pra mim, em seguida soltou uma gargalhada, olhei para ela que começou a levitar; ela ficou a uns dois metros do chão e riu de novo claramente se divertindo, sorri de sua animação e me estiquei para pega-la, ela veio prontamente para os meus braços, a segurei e encarei seus olhinhos que me olhavam com expectativa.
–Rachel, eu te amo bebê, mas eu não vou conseguir continuar sem... Meghan! Por favor, por favor, por favor não cresça me odiando! Eu te amo mais que minha própia vida, mas não posso cuidar de você, não pense que eu não te quero é só que... depois da morte da sua mãe eu me sinto...vazio e não conseguiria cuidar de você.- Desabafei, e se pudesse chorar com certeza estaria chorando, por mais que eu amasse a bebê minha e de Meghan, eu tinha certeza que não conseguiria cuidar dela. Rachel olhou para mim com os olhos cheios de lagrimas e assentiu, antes de passar os braços por meu pescoço e encostar a cabeça no meu ombro soluçando; a apertei em meus braços, e ela fungou.
–Eu te amo Rachel! Nunca se esqueça que eu vou estar aqui com você- Disse tocando o colar em seu pescoço, ela assentiu e seus lábios se curvaram em um sorriso triste. Beijei seu cabelo e a ninei. Quando ela estava completamente adormecida a arrumei no berço e coloquei uma boa quantia de dinheiro em sua mala, disparei para baixo levando o moisés o colocando no banco traseiro e as malas e bolsas no porta-malas, prendi a cadeirinha e subi para casa, parei para dar uma olhadinha em Rachel, que dormia profundamente; fui até meu quarto, beijei a testa de Meghan e murmurei um “volto logo.” Voltei para o quarto do meu bebe e peguei-a nos braços enrolando-a na manta; também peguei a boneca parecida com Meghan, e desci até o carro prendendo Rachel na cadeirinha, coloquei a boneca em cima de seu corpo e ela a envolveu com os bracinhos, sorri (um sorriso vago e sem vida, mas ainda assim um sorriso) sentei no banco do motorista e disparei para a casa da única pessoa que poderia me ajudar agora, a melhor amiga de Meghan, sabia que podia confiar a vida do meu bebê em suas mãos.
Dirigi por aproximadamente duas horas até estacionar nos grandes portões da mansão Bounefaass, o porteiro já me conhecia então me deixou entrar, acelerei o carro parando em frente a mansão desci e toquei a campanhia, a própia Sussan abriu a porta para mim.
–Peter- Sorriu- A quanto tempo!- Forcei um sorriso
–Sim. Muito tempo.
–Como está Meghan?- suspirei, e tentei me controlar eu precisava fazer isso, e depois podia me juntar a meu amor.
–Meghan está...- Lutei para as palavras saírem da minha boca- Morta- Sussurrei.
–Oh! eu sinto tanto!- os olhos de Sussan estavam marejados.
–Eu também .-abaixei a cabeça olhando meus pés, tentando (E fracassando completamente) reprimir a dor que pensar em Meghan morta me atingir.
–Como?- Murmurou Sussan
–No parto- Respirei fundo e olhei seu rosto.
–OMG! Eu sinto muito Peter, o bebê está bem?
–É por isso que eu vim aqui- Disse com a voz mais controlada- Gostaria de te pedir um favor- ela acenou em concordância.
–Pode pedir
–Bem...- Hesitei- Quero que cuide da minha filha.
–O que?! Por que você não pode cuidar dela você mesmo?- Falou sem entender nada
–Eu não posso... simplesmente não posso viver sem Meghan! Quando
ela...se foi é como se levasse minha vida também.
–Entendo... bom se é isso que você quer onde está o bebê?
–No carro- Caminhei até o carro com Sussan me seguindo. Abri a porta do passageiro e desprendi Rachel a enrrolando no cobertor e puxando-a para os meus braços, ela nem se mexeu , tinha o sono profundo.
–Oh meu deus! são tão parecidas!- Assenti concordando
–Ela tem um nome?
–Sim. Rachel, Rachel Grwan — Suspirei e apertei Rachel em meus braços, beijei sua testa e murmurei um “Eu te amo”. A entreguei a Sussan.
–Cuide dela. E cuidado ela tem poderes.
–Poderes? Quais?
–Ela consegue...levitar as coisas... não sei bem a extensão dos seus poderes, não consigo senti-los.- Sussan sorriu.
–Não se preucupe vou cuidar dela como cuido da minha filha!- Me senti mais aliviado ao ouvir isso.
–Obrigado- Minha voz fervia de gratidão, ela sorriu pra mim.
–Pode deixar as malas dela no quarto da Gabriella até arrumarmos um para Rachel- Peguei o moisés e Sussan colocou Rachel dentro dele, peguei a boneca e coloquei perto dela que rapidamente a abraçou, subi as escadas e entrei em um quarto extremamente rosa, fui até a cama e coloquei o moisés em cima da mesma olhei a face angelical da minha filha e passei a mão em seu rosto, ela sorriu em seu sono. Me virei para Sussan que sorria olhando minha princesinha.
–Muito obrigada mesmo! não sabe o quanto me deixa aliviado ter uma pessoa de confiança cuidando da minha princesinha!
–Só estou fazendo o que gostaria que fizessem se fosse minha
filha no lugar dela.- Sorri para Sussan a entendendo.- Então tchau, não se preocupe vou cuidar muito bem dela!
–Eu sei- Sorri- Tchau Sussan. Obrigado por tudo!-Falei antes de entrar no carro e disparar de volta pra casa.
Subi as escadas correndo, e a dor novamente me atingiu ao ver Meghan imóvel na cama. Fui até ela pegando-a em meus braços, pulei a janela e tranquei as portas, correndo alguns quilômetros até chegar a cabana em que fizemos amor pela primeira vez, onde Rachel foi gerada. Lá ainda havia o nosso cheiro, a coloquei na cama e dei a volta na casa espalhando gasolina em todos os lugares possíveis.Voltei ao quarto, jogando no caminho um fosforo, peguei Meghan em meus braços, sentindo o fogo me consumir aos poucos, me levando para o único mundo que eu poderia viver em paz com meu amor.
Meu último pensamento foi: "fique bem filha."
(Meghan primeira foto http://ablogueiira.blogspot.com.br/2012/10/mundo-das-ruivas.html)
Peter:
Notas finais
criticas são totalmente bem-vindas!
o proximo capitulo é narrado por um dos cullen.
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