Notas iniciais
penuuuuuuuuultimo *-----------*/

Well I'm a total wreck and almost every day.
Like the firing squad or the mess you made.
Well don't I look pretty walking down the street.
In the best damn dress I own?

Bem, eu estou arruinado e quase todos os dias
Como o esquadrão de fuzilamento ou a confusão que você fez
Bem, eu não pareço bonito andando pela rua
No melhor vestido maldito que eu tenho?

[Mikey’s Pov]


O vídeo que Mikey viu não tinha nem 15 minutos de duração. Mostrava a Jamia rebolando no mesmo puteiro em que Gerard descobrira sua “profissão”, há um ano atrás. Ela andava na rua, normalmente, e entrava discretamente no puteiro. Ela estava com um lindo vestido, preto, com babados vermelhos. Um vestido que Mikey lhe dera, diga-se de passagem, e que lhe custara uma fortuna. Ela falou, no vídeo:

*Começo do vídeo*
- Olá, Iero, há quanto tempo... – Ela falou, dando um selinho no homem.
- Dês de que você fez cinco anos de noivada, se não me engano...
- É verdade! Então... – Ela deu uma volta em torno de si mesma – Gostou? Foi o idiota do meu noivo que comprou pra mim. Eu não estou linda?
O rosto do cara não aparecia no vídeo, mais Mikey parecia reconhecer tal voz e sobrenome.
- Você está realmente linda… Mas tire esse vestido maldito, eu prefiro você sem ele… Sem roupa nenhuma, nos meus lençóis… 200 dólares, como sempre?
- Claro… – E ela o puxou para um quarto, contando as notas.
*Fim do vídeo*

Quando Mikey parou de chorar e se acalmou, ele perguntou:
- Bob, quem gravou esse vídeo? E quem é esse tal de Iero?
- Bom… Veja o resto da fita, você ira saber.
Bob passou um pouco, e derrepente um rosto bastante conhecido apareceu nele.


*Nova parte do vídeo*

- Mikey… – O rosto do Frank apareceu no vídeo – Por favor, me escute, antes de tudo. Eu tive que… bem… transar com aquela vaca, pra te mostrar que você está errado. Sim, já que a data de seu casamento está próxima, achei que já estava na hora de você ver quão puta ela é, e quão idiota você foi, por acreditar nela.
Mikey estava de olhos arregalados.
- Ah, antes de tudo, saiba que eu já a comi, muito antes de conhecer o Gerard ou você. Eu tentei falar isso há um ano atrás, mais você não quis ouvir…
Frank deu um suspiro.
- Mas agora que eu reuni coragem, eu quis juntar vocês, mesmo me machucando. Espero que depois de ver essa fita, você se separe daquela puta, e vá pros ombros de Gerard. Eu mandei pelo Bob por uma razão especial. Porque eu mandei por fita isso? Por que agora, enquanto você vê essa gravação, eu provavelmente irei estar dentro de um avião, indo pra bem longe daqui. Canadá, talvez. Mas saiba de uma coisa, eu gosto muito de você, e espero que você seja feliz. Adeus, Mikey.
*Fim da nova parte do vídeo*


Mikey abriu a boca, mas dela não saiu som algum. E antes que ele fizesse algum movimento, Ray estendeu o telefone na sua cara.
- Liga pra ele…
E foi o que fez. Ele esperava, do fundo do coração, que Gee o perdoasse. O casamento? Foda-se ele, foda-se os convidados. Pouco o importava se as pessoas gastassem barris de dinheiro com roupa, salão… O que o importava era a sua felicidade. Egoísta? Para ficar junto de Gerard, ele era capaz de tudo…


[Gerard’s Pov]


Depois das palavras reconfortantes do Frank, fui tomar um banho para ver se esfriava minha cabeça. O casamento seria daqui a uma semana. Uma semana para perder seu amor para sempre.
- 7 dias...
Gerard sentiu sua espinha congelar. Sabe a Samara, do filme O Chamado? Então... Ele jurou ter ouvido a voz ela. Entrou no Box, procurando, como se ela estivesse lá. Ele ficou com tanto medo que nem viu o Frank se aproximando atrás dele. Frank se encaixou no corpo nu de Gerard, e sussurrou:
- 7 dias, Gee...
Gerard se virou, encarando o corpo também nu de Frank.
- 7 dias para que? – Gee perguntou, curioso, abraçando Frank, fazendo com que suas ereções se encostassem.
- É seu prazo. 7 dias para resgatar seu amor. 7 dias para ouvir seu perdão. 7 dias para encontrar a sua felicidade. E, infelizmente, 7 dias para você se livrar de mim...
Gerard parou o abraço. Colocou as mãos no rosto de Frank.
- Como assim? *O.O*
- Gee... E vou viajar. Pro Canadá.
- NÃO! POR FAVOR, FIQUE AQUI COMIGO! QUEM VAI CUIDAR DE MIM?
Uma lagrima escorreu pelo rosto de Frank.
- Ta chorando porque, Anjo? – E limpou as lagrimas do menor com seus dedos.
- Para. Não limpe minha lagrimas. Não me chame de anjo. – E tirou a mão dele do seu rosto.
- Por que?
- Gerard, não acredito que você ainda não percebeu. Eu vou embora porque...Porque... EU TE AMO!
Gerard abriu a boca, mas não saiu som algum dela.
- Todo esse tempo em que estive aqui... – Frank pegou a mão de Gerard, e começou a alisa-la – Eu comecei a me sentir especial do seu lado. Feliz, alegre, entende? Mas esse sentimento aos poucos foi mudando. Quando eu pegava você chorando pelo Mikey, eu me remoia de inveja, pois queria que você chorasse por mim. Quando você gritava o nome dele no meio da noite, eu queria que você gritasse por mim. Mas não... Eu nunca vou ser correspondido. Por isso mesmo que eu vou pro Canadá. Pra tentar te esquecer, Gee... Para tentar esquecer esse amor impossível, que eu nutro dês de que você aceitou a efedrina em que eu te ofereci.
- Frank... – Gee não sabia o que fazer. Mas como ele sabia que palavras eram desnecessárias, ele o abraçou.
Ficaram uns minutos abraçados, ate que Gerard falou...
- Frank, não sei se isso é certo... Mas, já que você vai embora, eu queria que ficasse com isso – E lhe deu um beijo, muito doce e lento – Para você não me esquecer nunca. Eu gosto muito de você, saiba disso... E peço desculpas por não poder corresponder a esse amor.
- Ta desculpado... Você sempre vai estar aqui – E apontou pro seu coração.
- Você também... Esse tempo foi muito especial pra mim...
Gerard abriu o chuveiro, e a água começou a molhar-lhes, dando uma sensação de leveza aos dois...
- Gee, já que eu vou embora, posso te pedir um favor?
- Eu faço tudo o que você quiser, anjo...
- Dê-me prazer...
O maior ficou espantado com o pedido, mais logo surgiu um sorriso pervertido em seu rosto. Ele prendeu Frank contra a parede do Box, e começou a dar pequenos chupões em seu pescoço, e foi lambendo toda sua orelha, e descendo novamente para o pescoço. Frank dava pequenos gemidinhos, que começavam a excitar Gerard. Ele começou a descer o caminho dos beijos, mordendo os mamilos, mordendo seu tanquinho perfeito... Sabe aquelas covinhas da cintura? Ele começou a lamber aquilo de um jeito muito Sexy, com direito a se ver a língua dele fazendo aqueles movimentos... Frank dava gemidos, e queria logo que a “preliminar” acabasse, dando lugar a melhor parte... Gerard estava pronto para abocanhar o membro de Frank, mas esse o puxou pelo cabelo e falou:
- Não gee... E quero você dentro de mim – E finalizou a frase com um beijo ardente.
Gerard então, pegou em cima de uma prateleira, um condicionador de melancia, que ele costumava usar... Colocou-o em seu colo, e espalhando o condicionador pelo seu dedo indicador, introduziu-o em Frank. O pequeno gemia de dor, e Gerard o beijava, para compensar. Logo o movimento de vai e vem do dedo de Gerard foi aumentando, e ele sentia que o organismo do pequeno não o rejeitava mais. Ele aumentou para dois, e logo para três. Frank já se friccionava contra os dedos do maior, então ele sentiu que essa era a hora. Ele passou o condicionador por toda a extensão de seu membro já ereto, e respirando fundo, penetrou-o. Ele sentiu todo o organismo tentando expulsar o seu membro, e pode ouvir Frank gemer de dor. Ele começou os movimentos de vai-e-vem tão repetidos em outras pessoas, só que em velocidade menor. Ele pressentia que Frank nunca fizera aquilo.
- Frank... Você já... Deu alguma vez?
Frank, que começou a sentir um formigamento gostoso na parte de trás, respondeu, entre beijos:
- Não... Você é o primeiro...
Gerard corou um pouco e resolveu ser o mais cuidadoso possível, pois ele estava praticamente tirando a virgindade de Frank. Quando ele sentiu que não era mais tão rejeitado, ele começou a ir cada vez mais rápido e mais fundo. Frank reclamava um pouco, mas logo a dor foi começando a se transformar em prazer. Ele se empurrava contra o membro de Gerard, pedindo mais e mais. E dentre essa movimentação toda, ele sentiu que algum ponto dentro dele fora tocado. “E, meu deus, como isso é bom”.
- Gee, continua ai, por favor...
Gerard finalmente tocara a próstata de Frank. À medida que ele entrava e saia totalmente e tocava nesse ponto, Frank gemia coisas inimagináveis e sem sentido, além de gritar o seu nome. Ele resolvera não só o penetrar, e resolveu prestar socorro ao membro ereto de Frank, que parecia pedir toque.
- Ow Gee... Vai... Assim... Awn... Ow...
Ele fazia os dois movimentos com o mesmo ritmo... E quanto mais ele fazia, mais ele pressentia que seu orgasmo estava próximo...
- Frank... Eu acho... Não... Eu vou...
- Ge... – ele estava ofegante – Eu já falei... Quero você DENTRO de mim... Por completo.
Não demorou muito e Frank sentiu o líquido quente de Gerard dentro dele, e acabou gozando na mão do mesmo. Em um ato nada pensado, ele pegou a mão de Gerard e começou a lambê-la, limpando-a e sentido o seu gosto.
- Nossa, a minha porra é doce!
- Deixa-me provar...
E Gerard lambe o resquício de gozo no membro de Frank. Ele estremeceu a sentir a língua do outro no seu membro, só que ele não tinha mais forças. Ter ele tinha, mas não queria “abusar” do maior...
- Gee... Obrigada por me proporcionar essa maravilhosa sensação...
- De nada, ANJO *XD*
Gerard, ainda segurando Frank no colo, o levou pra cama de seu quarto, onde o deitou e ficou fazendo carinho nele até adormecerem os dois.
[7 dias depois...]
Gerard mal acordara, e já sentia um incomodo no seu estômago. Uma sensação de vazio... Não sabia porque, mais ele tinha que tomar uma atitude.
- Frank...
- Que foi, gee? – Ele falou, enquanto mexia os ovos.
- Eu vou viajar pra Jersey... Eu vou impedir aquele casamento, nem que seja a última coisa que eu faça nessa vida!
Os olhos de Frank começaram a brilhar
- Creio que não será necessário, mon ange... Ele hoje toma consciência das coisas... – E um sorriso diabólico surgiu em sua face.
- Hã? Do que você está falando?
- Esperes e Verás...
Os dois tomaram café da manhã, e se dirigiram ao aeroporto.
“Atenção senhores passageiros do vôo 69-24-37-AWN com destino ao Canadá, favor embarcar no portão G”.
Eles se entreolharam...
- Então Gee... Ta na minha hora...
- Foi bom te conhecer, cara...
- Digo o mesmo!
Eles se abraçaram.
- Até algum dia, Anjo?
- Até algum dia, Gee.
Frank foi andando até o seu portão de embarque, e adentrou nele sem olhar pra trás. Não queria que Gerard visse suas lágrimas. Queria que ele mantivesse sua imagem alegre, com seu lindo sorriso quadrado, não com lagrimas rolando pela face.
Gerard olhou pela ultima vez a silhueta pequena do Frank, antes dele sumir pelo portão de embarque. Ele desejava velo outra vez. Poucos minutos depois, ele ouviu a chamada para seu vôo.
Já no avião, Gerard sente uma pequena vibração perto de seu membro. Calma, era só o celular. Quando ele vê, a mensagem era da Jamia. Dizia assim:
“Pronto para perder seu irmãozinho de vez?”
Ele desejava mais que tudo que aquele vôo acabasse logo.


[Mikey’s Pov]


“Tu... tu... tu... Sua chamada esta sendo encaminhada para a caixa de mensagens, favor deixar a mensagem após o Bip. Biiiiiiiiiiiiip”.
“Olá, você ligou para o celular do Gerard Way, no momento estou viajando de avião para resgatar meu amor. Se for importante deixe recado”.
Mikey estava abobalhado.
- Vo...Vocês ouviram isso?
- Ouvimos... Viu seu tonto? Ele já deve estar chegando! Não acha que esta na hora de dar um final feliz nessa historia não? – Disse Ray, pegando as chaves do carro.
- Aeroporto? – Disse Bob
- Não. Igreja – Mikey
Todos arregalaram os olhos.
- Como assim? O gee vai estar no aeroporto, duür...
- Ele vai pra igreja. Mas antes acho que uma puta merece ser humilhada...
- Alguém ta a fim de comprar tinta verde? – Disse Bob, com um sorriso maléfico no rosto e pegando alguns dólares.
Saímos de casa e nos dirigimos à loja de construções mais próxima. Bom, você deve imaginar a cara das pessoas quando nos viram entrar na loja de terno, gravata e um cravo vermelho na lapela. Foi engraçado ver a cara do Caixa quando nós pagávamos e discutíamos o plano diabólico que íamos fazer.
Entramos no carro, e colocamos aquela lata enorme de tinta suvinil cor verde-exorcista em cima do banco. Ficou combinado assim. Eu ia entrar na igreja, ia passar aquela blá-blá-blá todo e na hora do “sim”, PIMBA! E ainda tinham mais coisas que eu ia ter que “improvisar”...
Chegamos na Igreja. Daqui a meia hora Jamia viria. Convidados OK, Biffet Ok, tinta OK... Só faltava Gerard.
15 minutos. Ele chegou. Vejo sua silhueta adentrando na igreja. Vestia um terno preto com uma blusa vermelha por baixo, calças pretas, sapato social marrom e seu cinto de morcego. Não é exclusivamente o fato de eu estar apaixonado por ele, mas ele estava particularmente formoso. Já percebeu que quando nos apaixonamos costumamos usar palavras fofas? Bom, eu uso as palavras difíceis.
Ele entrou todo luminoso e sentou no banco da frente, do lado de Bob e Ray. Eles se cumprimentaram e Gerard permaneceu de cabeça baixa. Custava-me ver aquela cena. Eu queria correr ao seu encontro e beijar-lhe os doces lábios, mas se ele esperou 6 anos, não poderia esperar mais uma hora?
“Tan dan dan dan. Tan dan dan dan. Tan dan dan dã, tan dan dan dã, Tan dan dan dã, Tan dan dan dã dã. Dan dan dan dan dan dan dan dan dan dan dan dan dandãn”
Começou a tocar a marcha nupcial. Jamia adentrava na igreja. Usava um vestido tomara que caia, os cabelos presos em um rabo de cavalo. Sua maquiagem estava forte, carregada, com sombra vermelha e lábios rubros. Era hora dos meninos contarem o plano para Gerard. Tá, não todo plano, parte dele. Os meninos iam pedir pra Gerard não contestar nada, não pronunciar nada, apenas ficar calado. Sabe aquela parte “quem for contra esse casamento, fale agora ou se cale para sempre”?. Então, eles estavam tentando dizer para o Gerard não fazer nada nessa parte. Pude ver ele perguntar “porque?” E o Ray dizer “você vai ver...” e o Bob olhar para a caixa de tinta aberta em cima de um balaustrado, escondido por um buquê de rosas.
O padre começou a falar. “AAAAI que chatice meu santo! Cala a boca padre idiota *°* ou melhor, vá logo com isso!”
- Se alguém possui algo contra esse casamento, fale agora e cale-se para sempre...
Silêncio. Pude ver um sorriso de satisfação no rosto de Jamia.
- Jamia Medeiros, aceita Michael James Way como seu legítimo esposo?
- Sim.
- Michael James Way, aceira Jamia Medeiros como sua legítima esposa?
- Não.
- OOOOOOOOOOOOOOOOOW!
Começaram os burburinhos pela Igreja. Pude ver a cara de interrogação da minha mãe.
- Como assim Mikey? *O_O*
- Você quer mesmo saber? GENTE, SILÊNCIO PORFAVOR!
Todos os barulhinhos da igreja cessaram.
- Há seis anos atrás, eu conheci essa mulher – e apontei pra Jamia – E pensei que tinha me apaixonado por ela. Ela dizia que me amava, e eu de besta acreditava. Matava-me de trabalhar para sustentá-la, fazendo todas as suas vontades. Cumpria todos os seus luxos, caprichos para receber em troca uma boa noite. Ela me ensinou as coisas, sabem? Mas a truco de nada. Enquanto eu mantia-me fiel e pensava que ela estava em casa, essa VACA estava trabalhando. Até ai tudo bem, mas sabe qual trabalho? P.R.O.S.T.I.T.A. – Falei pausadamente.
- Mentira! Não acreditem nele! – Jamia gritou, desesperada.
- Cala a boca, Loira aguada! – Bob gritou do banco, se levantando.
- Bom, enquanto ela ia vender seu corpo, eu de besta fui perdendo contato com a pessoa que eu mais amava. Ela nos separou, e fez-me de burro, pois fechou a minha mente para a verdade, fazendo-me acreditar em mentiras absurdas. Fazendo-me não acreditar no meu próprio irmão! Desculpe, Gee?
- Ta desculpado – Sussurrou Gerard
- E hoje, já que descobri todas as mentiras dessa puta, posso finalmente ir pros braços do meu verdadeiro amor. Jamia, felizmente, você terá o que merece. Bob...
- OLHA A CAVALARIA! – gritou Ray
Bob, com a ajuda de Ray, levantou o galão de tinta e jogou em cima dela. Podia-se ver o vestido dela, antes branco, tornar-se verde. Seu cabelo, seu rosto... Ela praticamente virou um e.t! Fiquei dando risada da cena. Eu e toda a igreja, até o padre. Como Jamia não possuía pais, nem irmãos, nem amigos, olhava para os lados a procura de alguém para acalentá-la. Mas ninguém foi ao seu encontro. Ela saiu correndo igreja afora, sendo fuzilada pelos olhares dos convidados, e entrou em um táxi.
- Acho que agora você merece a felicidade, cara – Disse Ray, dando tapinhas nas minhas costas.
- E sua donzela já esta a sua espera – Bob disse, Trazendo Gerard pra perto de mim.