Give Me Love

10 Capítulo 10 – Lily


Notas iniciais
Primeiramente, me desculpem pela demora, eu tava sem muita inspiração pra terminar esse capítulo, mas aqui está ele. E ELE É SEU JULITA LINDA QUE RECOMENDOU A FIC hahahah. Desculpem o ataque, mas eu amei a primeira recomendação da fic, que emoção :') Obrigada minha linda!!!!! Boa leitura pessoal! E não esqueçam das notas finais ^_^

“Bom dia, flor do dia” Regina remexeu-se no sono, o hálito quente da loira contra seu ouvido. Tinha melhor forma de acordar do que aquela? A resposta era, sem sobra de dúvidas, não.

Ela ainda podia sentir o calor do corpo de Emma, abraçando-lhe por trás. Abriu os olhos devagar, acostumando-se com a claridade e virou-se para Emma. Aqueles olhos esmeralda lhe fitando de uma forma que ninguém a olhara antes. Ela podia ver adoração neles e, quem sabe, até amor. Ela não sabia distinguir, era tão novo aquele olhar na sua direção.

“Bom dia” sussurrou de volta, beijando seus lábios de leve.

“Dormiu bem?” perguntou, tão próximas que suas respirações se misturavam em uma só.

“Melhor impossível” Regina sorriu, e a loira se viu mais uma vez encantada com aquele sorriso. Queria ser o motivo dele pra sempre. “Obrigada.”

“Eu não quero sair daqui” confessou depositando mais um beijo suave nos lábios da morena. “Queria poder ficar assim pra sempre.”

“Infelizmente, não podemos. Mas...” um sorriso malicioso desenhou-se em seus lábios. “Podemos aproveitar a cama mais um pouquinho.”

Regina ficou de quatro por cima de Emma, arrancando um gritinho de surpresa da outra, que riu em seguida. Uma risada tão gostosa, a morena pensou.

“O que você tem em mente, minha Rainha?” levou as mãos até a cintura da morena e pressionou os dedos contra sua pele.

Regina mordeu o lábio inferior e inclinou-se na direção do ouvido de Emma. “Fazer você gemer meu nome” sussurrou e a loira sentiu seu corpo todo arrepiar em antecipação.

A prefeita resvalou os lábios pelo pescoço de Emma, descobrindo cada ponto sensível. As mãos de Emma, desceram da sua cintura para o quadril de Regina, apertando sua bunda. Enquanto isso, os lábios da outra continuavam seu trabalho, traçando o caminho até seus seios. Percorreu a língua sobre o mamilo rijo, arrancando um gemido da loira. Continuou, sugando e lambendo, com atenção igual aos dois seios.

Regina sentou-se sobre Emma, sua umidade em contado direto com o abdômen da loira. Começou a rebolar sobre ela, enquanto massageava seus seios e mantinha o olhar fixo em Emma. A loira gemia com o contato, ela estava tão molhada e Regina estava tão molhada também, e ela sentia isso. Aquela fricção entre seus corpos era maravilhosa. Emma apertou mais a bunda de Regina, que continuou rebolando gostoso em cima dela.

A mão de Regina soltou um dos seios da loira e desceu a mão por seu abdômen, alcançando a região entre suas pernas. Deixou os dedos escorregarem com facilidade entre as dobras molhadas de Emma, e ouviu com gosto o gemido que escapou dos lábios da outra. Emma arqueou as costas enquanto os dedos de Regina continuavam a se movimentar dentro dela.

“Regina” gemeu quando seus músculos contraíram entre os dedos da morena, ela estava tão perto.

“Isso mesmo” aumentou o ritmo, a própria voz fraca. Ver Emma daquela forma, tão entregue à ela, deixava-a extremamente excitada. “Vem pra mim” continuou com as estocadas e se inclinou um pouco, o suficiente para beijar os lábios da sua loira.

Regina sentiu o corpo de Emma tremer sob ela quando o orgasmo lhe atingiu e se afastou um pouco para observa-la. A loira subiu as mãos para sua cintura e costas, acariciando-a com carinho enquanto tentava recuperar a respiração. Retirou os dedos de dentro dela, devagar, e quando Emma abriu os olhos, ela os chupou sensualmente, sentido seu sabor e em seguida beijando seus lábios novamente.

“Isso” deu mais um selinho em Emma. “Foi minha forma de agradecer pela noite passada” e mais um selinho.

“Hhmm, vou querer que você me agradeça assim sempre” a loira sorriu e ergueu-se um pouco para mais um beijo de leve nos lábios da morena. “Eu amo beijar essa boca gostosa, sabia?” disse e a puxou pela nuca para um beijo mais profundo. “E eu amo essa cicatriz” passou o dedo no canto do seu lábio superior e depositou um beijo suave ali. “Já te disseram o quão sexy é?”

Regina apenas balançou a cabeça em negativo e sorriu quando Emma a fitou com espanto.

“Pois é. Extremamente sexy” segurou seu rosto com as duas mãos e lhe beijou mais uma vez. Aqueles lábios eram viciantes.

“Emma” sussurrou contra os lábios da loira. “Eu adoraria passar o resto da manhã aqui, mas você sabe que temos muito o que fazer. E se você continuar com isso-” deixou um suspiro escapar-lhe quando sentiu as mãos da outra sobre seu quadril novamente. “Eu não vou conseguir sair daqui nunca.”

Emma fez o beicinho mais adorável do mundo e após um tempo relutando contra a vontade de tomar Regina para si como na noite passada mais uma vez, ela tirou as mãos do seu quadril e deixou a morena levantar-se da cama.

“Pra não perdemos mais tempo” disse já na porta do quarto e Emma ficou absorta na visão do seu corpo nu. “Que tal um banho juntas?” sorriu maliciosa e Emma não teve que pensar duas vezes antes de se levantar da cama e alcançar a morena.

~*~*~

A loira soltou uma das mãos da direção e bateu contra sua testa. “Hook. Droga.”

Regina revirou os olhos. “O que tem o Capitão Delineador?”

“Eu esqueci totalmente dele” completou com um suspiro.

“Depois da noite passada...” a morena sorriu maliciosa e passou lentamente os dedos sobre a perna de Emma, causando arrepios nela, mesmo o toque sendo sobre seu jeans. “E dessa manhã... Eu realmente espero que tenha esquecido dele” pressionou de leve a intimidade da loira, que soltou um gemido contido.

“Hmm, Regina... Não me distraia” disse com dificuldades, já sentindo sua calcinha ficar molhada.

A morena afastou a mão com um sorriso satisfeito no rosto. “Certo, a gente continua isso mais tarde.”

“Isso não é certo. Tecnicamente eu ainda estou com ele.”

Regina estreitou as sobrancelhas na sua direção. “O que isso quer dizer?” perguntou, tentando não demonstrar a preocupação na sua voz.

“Isso quer dizer que eu preciso terminar com ele” disse e um sorriso involuntário se desenhou no rosto da morena. “Antes da gente começar qualquer coisa.”

“Como um relacionamento?” as palavras saíram sem pensar, e se martirizou por falar aquilo. Era cedo demais, certo? Droga, agora Emma iria se assustar e nunca mais ia querer saber dela.

“Certo” respondeu com um sorriso meigo nos lábios e a resposta assustou a morena, por ela esperar exatamente o contrário. “A não ser que você não queira, quer dizer...” se enrolou, ao notar a expressão de espanto em Regina.

“Talvez nós devêssemos conversar sobre isso em casa” tentou racionalizar e ofereceu um sorriso para Emma, aliviando sua expressão de preocupação.

“Até porque você está saindo com aquele dragão” comentou, fazendo um biquinho. “O que foi?” franziu o cenho na direção de Regina ao ouvir sua risada.

“Está com ciúmes? É isso mesmo? A Salvadora com ciúmes da Rainha Má?”

“Não estou com ciúmes” virou a cara, emburrada. O que fez Regina rir ainda mais. “E você não é mais a Rainha Má” completou.

Regina cessou as risadas e sorriu na sua direção. “Sabe... Eu sempre gostei como você sempre me viu apenas como Regina. Mesmo depois da maldição ter sido quebrada.”

“Acho que mesmo quando eu te odiava, lá no fundo, eu sabia que você era essa mulher maravilhosa que eu vejo hoje.”

A prefeita apenas sorriu e deixou que um silêncio confortável se instala-se entre as duas.

Elas já estavam no meio de mais um engarrafamento em NY e não demorou muito para avistarem mais uma franquia da tal cafeteria em que Lily trabalhava. Por sorte – ou destino, talvez –, Emma achou uma vaga para estacionar seu fusca amarelo e as duas saíram do automóvel. Aproveitariam para comer e beber alguma coisa, já que saíram do antigo apartamento de Emma sem o desjejum. Afinal, não havia nada lá mesmo.

As duas entraram na cafeteria e olharam ao redor. Nenhum sinal da morena que procuravam. Sentaram-se em uma das mesas, pediram um café e uma torrada pra cada. Tomaram o café-da-manhã tranquilamente, enquanto conversavam descontraidamente.

A porta do local abriu-se, fazendo uma sineta tocar em anúncio. “Desculpe o atraso” a morena entrou em disparada pelo meio da cafeteria, contornando o balcão e recebendo o olhar reprovador de um dos funcionários atrás da caixa registradora.

Emma segurou a mão de Regina, levemente, fazendo a morena desviar o olhar do jornal que lia e fita-la. Direcionou a cabeça, discretamente, para a morena que acabara de entrar atrás do balcão. “Eu acho que é ela” sussurrou, observando a outra mulher cuidadosamente. Puxou a foto que havia impresso antes de saírem e mostrou para Regina.

“Certamente, se parece com ela” trocou o olhar da foto para a mulher, que agora vestia o avental apressadamente. “Entretanto, ela parece mais... esgotada, pessoalmente” observou as olheiras profundas sob os olhos da morena. Ainda assim era uma bela mulher.

O homem atrás do caixa apontou para a mesa das duas, que mantinham o olhar sobre ela. Rapidamente, desviaram o olhar, tentando disfarçar. A morena se aproximou, segurando uma jarra de café.

“Desculpem a demora” sorriu constrangida. “Vocês querem mais café?”

“Por favor” Regina lhe ofereceu um sorriso e alcançou a xícara. Serviu o café, enquanto a prefeita observava a marca de estrela no seu pulso. Regina fez um leve movimento de cabeça para Emma, confirmando. Aquela era Lily.

Antes da morena se afastar, Emma olhou o nome escrito no uniforme. Starla. A loira se lembrou de quando eram adolescente e a garota havia se envolvido em um assalto, por causa do namorado. Será que ela havia se metido em mais problemas? Por isso que estava com um nome falso agora e não queria ser reconhecida?

As duas observaram em silêncio a mulher se afastar e sumir nos fundos da loja.

“E agora?” Regina perguntou, se inclinando um pouco sobre a mesa. “Como vamos contar pra ela sobre Mal? E sobre tudo mais?”

“E-eu não sei” disse insegura. “Eu não parei pra pensar sobre isso.”

“Nós temos que ter cuidado em como falar sobre isso, ou ela vai nos achar loucas.”

“Eu sei...”

“Vocês eram amigas, a convença de vir com a gente até Storybrooke. Enquanto isso ganhamos tempo para explicar tudo e quando chegarmos lá vai ser mais fácil” disse com a voz firme.

“Não vai ser fácil.”

“Dê um jeito” retrucou. “Nós prometemos pra Mal que traríamos a filha dela e não vou voltar até que Lily esteja com a gente.”

“É sempre sobre ela, não é?” Emma suspirou e largou a xícara de café sobre a mesa, com um pouco mais de força do que pretendia.

Regina arqueou uma sobrancelha na sua direção. “Como é que é?”

“É sempre sobre esse maldito dragão. Você disse que não a amava e agora está disposta a tudo pra fazê-la feliz” tentou não aumentar o tom de voz, mas aquela queimação desconfortável que sentia no peito, toda vez que ouvia Regina falar sobre Mal, não ajudava no seu autocontrole.

“Emma, escute a você mesma” tentou manter a calma com a loira. Regina não sabia se sentia raiva por Emma falar daquela maneira com ela, ou feliz por ela estar, claramente, morrendo de ciúmes. “Estou ajudando Mal como uma amiga, e por que é o certo a se fazer. Não acha, Salvadora!?” enfatizou a última palavra. “E não se esqueça que nada disso teria acontecido se não fosse pelos seus pais.”

A última frase fora, completamente, desnecessária. Regina se deu conta disso assim que as palavras escaparam de seus lábios e aquele olhar de dor e culpa voltou ao rosto de Emma.

“Emma, desculpa... Eu-”

A loira apenas se levantou da mesa, não deixando Regina terminar a fala e a prefeita se sentiu extremamente mal por aquilo. Ela devia parar de ser tão impulsiva, principalmente quando machucava as pessoas que ela se importava.

Ela observou Emma sair por uma porta mais afastada da lanchonete e resolveu dar um tempo para a loira. Sabia que Emma não iria a lugar nenhum, as chaves do fusca haviam sido esquecidas sobre a mesa. Daria alguns minutos para ela e caso demorasse mais do que o necessário, a seguiria.

Assim que Emma saiu da lanchonete, deu de cara com os fundos da mesma. Era como aqueles típicos becos de NY, porém maior e mais iluminado. Ao lado da porta pela qual saíra, havia três grandes lixeiras. A loira olhou ao redor e logo avistou Lily, de costas para ela e um cigarro na mão direita. Ela continua com esse maldito vício, Emma pensou.

Tudo que ela queria era ficar um pouco sozinha e esquecer os ciúmes estúpido que continuava sentido toda vez que Regina falava sobre Mal. Aquilo a fazia lembrar que as duas mulheres tiveram um passado juntas, e um presente em Storybrooke também. E aquilo a corroía por dentro, porque ela realmente gostava de Regina e queria ficar com ela. Mas então, a morena – que até agora havia defendido, para sua surpresa, Mary Margaret e David – joga na sua cara que a culpa daquilo tudo era dos pais dela. Ela sabia disso, já estava cansada de saber e Regina não precisava ter falado aquilo. Ela estava confusa, porque em partes era culpa dela mesma. Ela devia levar Lily até Maleficent, ela viu o sofrimento nos olhos da loira e ela precisava passar por cima do seu ciúmes, porque era o certo a se fazer.

“Hey” chamou a morena, que deu uma última tragada antes de jogar o cigarro no chão e se virar para Emma. “Starla.”

“Alguma coisa errada?” perguntou preocupada, deixando a fumaça do cigarro se misturar com a que se formava toda vez que abria a boca, devido ao frio de NY.

“Starla não é o seu nome, é?” ignorou a pergunta, pegando a morena de surpresa. “Lily” completou.

Emma não sabia se aquela abordagem era a melhor, mas mesmo assim continuou. Porque não fazia a mínima ideia de como falar com a antiga amiga e tinha muita coisa na sua cabeça, para que pudesse pensar com clareza.

“Como você sabe disso?” ela deu um passo pra trás, desconfiada.

Emma pegou o pulso direito da outra, a palma da mão virada pra cima. “Essa marca” fitou a estrela em seu pulso. “Você me mostrou, há um tempo atrás, do lado de fora de um mercadinho em Hopkins, Minnesota.”

Elas se fitaram por alguns instantes, as lembranças invadindo sua mente.

“Emma?” perguntou, um pouco insegura porque a loira havia mudado bastante desde a última vez que se viram, mas ela era a única que poderia saber daquilo.

“Eu...” a loira hesitou. “Eu não sei como te falar isso...”

“Falar o que?” pergunta confusa. “Você aparece aqui depois de anos, do nada... Você estava procurando por mim?”

“Sim” respondeu apenas, lhe oferecendo um pequeno sorriso.

“Por que?”

“Lembra aquele colar que você pediu que eu pegasse pra você? Que era a única coisa que você tinha da sua mãe biológica?” perguntou e Lily concordou com a cabeça, tentando entender aonde a loira queria chegar com aquela conversa. “E se eu te disser que eu sei onde ela está? E que ela tá procurando por você?”

“C-como? Como você sabe disso?” a morena sentiu a voz falhar, a possibilidade de encontrar sua mãe ainda mexia com ela.

“Eu só preciso que você venha comigo à uma cidade chamada Storybrooke. É onde eu moro agora, e é onde ela está.”

“Storybrooke? Que nome estúpido é esse?”

“Lily, estou falando sério. Confia em mim” disse em praticamente um sussurro. Ela não sabia mais o que fazer ou falar para convencer a morena a ir junto com as duas para a cidade.

Lily pensou por alguns instantes, insegura do que responder. Ela esperara tanto tempo para poder conhecer sua mãe, mas nunca teve nenhuma pista sobre ela. A morena levou a mão até o peito e segurou o colar, sob a blusa.

“Okay” disse por fim, para a surpresa de Emma. “Eu vou com você.”

A loira sorriu em resposta.

~*~*~

Após convencer Lily a ir com elas para Storybrooke, as três passaram na pequena casa onde Lily morava para pegar algumas coisas suas e em seguida foram até o apartamento de Emma, se preparar para a viagem de volta.

Emma e Regina não haviam conversado sobre o que acontecera na lanchonete e nem tiveram tempo para isso, com Lily por perto não era o melhor momento. No fundo agradeceram por isso, já que nenhuma estava totalmente pronta para admitir o erro e pedir desculpas.

“Fique à vontade, Lily” a loira disse assim que entrou no apartamento. “Vou arrumar minhas malas e podemos partir antes do meio-dia.”

Emma foi até o antigo quarto de Henry, onde estavam suas coisas. Agradeceu por não precisar arrumar muita coisa e pegou sua mala. Quando se virou para porta, deu de cara com a morena escorada contra ela. Regina havia sido cautelosa ao entrar no quarto para não ser notada por Emma, e permaneceu a observa-la por alguns instantes.

“Regina... eu-”

“Me desculpe” disse, a interrompendo. “Eu não devia ter falado aquilo, saiu sem pensar...”

“Eu que não devia colocar meu ciúmes na frente da felicidade dos outros. De Lily e de Mal” sorriu constrangida. “Eu agi como uma criança e fui egoísta.”

“Mas você conseguiu convencer a Lily” Regina sorriu e se aproximou de Emma, segurando seu rosto delicadamente com as duas mãos. “Estou orgulhosa de você” sussurrou contra os lábios da loira, beijando-a em seguida.

Emma passou a língua sobre os lábios de Regina, a puxando pela nuca e aprofundando o beijo, largando a mala com força contra no chão no processo. A loira empurrou Regina contra a porta, pressionando seu corpo contra o dela, enquanto explorava cada canto da sua boca. Emma se afastou relutante, buscando por ar.

“Eu... Eu te-”

Um barulho de vidro se quebrando tirou a atenção das duas, que rapidamente se afastaram e saíram do quarto.

Lily estava ajoelhada no chão tentando juntar os cacos de vidro espalhados por ele. “Me desculpa, Emma” disse olhando rapidamente para a loira. “Eu só queria tomar um pouco de água e o copo escorregou da minha mão.”

“Não tem problemas” a loira sorriu compreensiva. “Vou buscar uma vassoura pra limpar isso. Não quero que você se corte” disse por fim.

A campainha do apartamento tocou. Emma e Regina se olharam intrigadas.

“Atende pra mim, Regina” a loira pediu, enquanto caminhava para fora da sala. “Deve ser algum engano, sei lá” deu de ombros, sumindo da vista das duas morenas.

Regina caminhou até a porta e, se esquecendo de olhar pelo olho mágico, apenas a abriu.

O que viu na sua frente tirou o ar dos seus pulmões e sua boca abriu-se em um perfeito “O”. Aquilo só podia ser um sonho. Quer dizer, um pesadelo.

Ao ver a expressão de espanto e incredulidade de Regina, a mulher à sua frente soltou uma leve risada.

“Oops” a ruiva levou a mão à boca antes de sorrir largamente. “Olá, sis.”

Notas finais
O que será que a Zelena quer com a Regina? Algum palpite? Huehuehue Vejo vocês nos comentários :** Quem quiser uma fic Swan Queen pra ler, postei ontem uma recém saída do forno: http://fanfiction.com.br/historia/617038/Across_Realms/