Give Me Love.

2 Your Anything.


Notas iniciais
Oi amados! Voltay com mais um capítulo! Lembram que semana passada eu pedi 1 comentário como meta? Tive 2 e fiquei muuuuito feliz :) Prometo fazer capítulos mais longos e bem colocados, ok? Nesse cap vocês vão conhecer a história de Percy.

Point Of View – Perseu Jackson (Percy).

Eu estava no meu trabalho, a rede de supermercados Target, quando recebi a notícia que minha mãe tinha se suicidado. Meu mundo desabou, e meu olhos se enchem de lágrimas na possibilidade de relembrar a dor que senti. A real, é que ninguém percebe; Normalmente consigo mascarar toda a situação muito bem. Minha mãe, Sally Jackson é natural de Montgomery, no Alabama, onde conheceu meu pai. Ela trabalhava de garçonete em uma lanchonete que vendia os hambúrgueres mais deliciosos da cidade, segundo ela. E meu pai, era um recém formado médico. Eles se casaram, e logo após duas notícias chegaram: Minha mãe estava grávida e meu pai tinha recebido uma proposta de emprego no Alasca. Nos mudamos e tudo correu bem até eu completar 14 anos. Com a crise econômica no país, meu pai perdeu o emprego. Como minha mãe já não trabalhava, não conseguimos segurar as despesas de uma família de classe alta por muito tempo. Eu e minha mãe começamos a trabalhar enquanto meu pai alimentava seu novo hoobie: O vício em jogos. Depois de um ano, com a desgraça em pleno auge, meu pai dorme, e não acorda. Não mais como meu pai. Ele nos abandonou, com todas as dificuldades. Minha mãe não conseguiu segurar tudo por muito tempo, e adquiriu diversas doenças, dentre elas, a depressão. E acabou desistindo da vida, desistindo de mim. Isso aconteceu a um mês. A ferida não cicatrizou. Agora tenho uma nova vida, onde moro com o irmão do meu pai, que não tem notícias do mesmo. Nova vida. Nova conduta. Ou não.

Cabelos na altura da cintura, jaquetas de couro, coturnos, camisetas de banda, saias de fenda, tattoo chockers. Bad Girl’s style. Bad girls para bod boys. Elas foram feitas pra mim. E eu fui feito para elas. Nós somos a mesma corja, o mesmo bando, a mesma geração “Aerosmith”. E onde eu vou, as encontro.

xxx

Antes de chegar na escola, cometo algumas “travessuras”. Entro no prédio e recebo alguns cumprimentos das garotas, digamos, mais desinibidas. Depois de ir até a secretaria buscar os horários e demais dados, sou levado até a sala. Sala 01, térreo. Construção básica de gramática. TOC TOC TOC. Bato na porta, e quem me recebe são dois olhos. Perturbadoramente cinzas. Tão intenso que senti um certo desconforto, por talvez aquelas duas coisas pudessem ler meu pensamento. E saber o quanto, abruptamente e instantaneamente os desejo. A dona dos mesmo, é tão fascinante como. Cabelos loiros na altura dos ombros e lábios carnudos sem nenhuma maquiagem que cobrisse sua cor natural. Sem nada me dizer, a garota dá passagem, e faço as devidas apresentações.

A aula se inicia, e depois delas as outras. A sirene do intervalo soa, e todos levantam apressados para comer alguma coisa, jogar mais uma partida, dar mais um beijo, estudar um pouco mais para a prova seguinte. Menos ela.

Ficamos a sós na sala, eu a observando enquanto ela folheava páginas de um livro, que certamente minha mãe tinha na estante. Ela tinha algo mais, alguma coisa diferente. Quando o intervalo estava nos últimos minutos, talvez 5, ela se levanta, e vai até a porta. Tranco sua passagem.

– Não vai me dar as boas vindas? – Digo, sorrindo de canto.

– Eu deveria? – Ela responde com outra pergunta, enquanto levanta uma de suas sobrancelhas e morde seu lábio inferior, fazendo algumas partes de mim mesmo, darem um “oi”.

– Você foi a única, até agora. – Falo sorrindo.

– Acredito que isso não seja tão mal. – Ela fala com convicção. – Agora se puder me dar licença, eu quero ir ao banheiro.

– Não sem antes me dizer qual seu nome. – Falo enquanto pouso meu dedo indicador em seus lábios, que ela rapidamente faz questão de tirar com um tapa.

– Annabeth Chase. – Deixo a mesma passar — @annabethchase_ no Instagram, Twitter e SnapChat, não que eu tenha muitos seguidores.

– Farei questão de dar meu “follow”. – Falo cínico, encostado na porta.

– Eu poderia dizer que vou esperar, mas... – Ela fala, mas a interrompo com um beijo. Um beijo urgente e intenso. Rapidamente suas mãos vão até meu peito, confesso que esperava um empurrão. Mas nada disso aconteceu, pelo contrário, ela levou-as até a minha nuca e arranhava de leve com sua unha. Minhas mãos pousadas estavam nas suas costas, que eu fazia questão de deixar o mais próximo possível de mim. Quando o ar se fez necessário, soltei a de mim, e sai, deixando-a dessa vez, no lado de dentro da sala, um tanto quanto atônita.

Notas finais
E aí? Goxtaram? Como meta, eu quero 2 comentários, ok? Beijoos!