Notas iniciais
P.O.V. Ginny
Cá estou eu, na estacão de King's Cross, em direção a plataforma 11 1/3, a passagem que dá diretamente para o expresso de Konorosukuru (N/G: Finge que tem um risco tipo anderline em cima do segundo U) que quer dizer "Escola de Konoro. Etão eu passei pela barreira com os meus pais. Minha mãe começou a chorar.
— Não chora mãe — eu digo — Eu volto em julho, passa mais rápido que Hogwarts.
Ela me abraçou, e logo depois o meu pai.
— Eu sei minha querida, eu sei.
Eu sabia o porque ela estava chorando. Gui estava em Hogwarts e Charles iria entrar esse ano. Eu tinha que demorar para ir a Hogwarts, pois só entrava com onze anos lá. Mas eu estava entrando numa escola de magia aos três, e pior no Japão, que ficava a mais de nove mil km da Inglaterra. Era MUITO longe de casa, mais longe que Hogwarts.
O apito soou ao longe, dei um último abraço neles e entrei com a minha bagagem, que era pequena (eles deixavam o material nos dormitórios). E lá se foi o trem.
— Kon'nichiwa, koko ni suwaremasu. Nokori no ressha wa man'indesu?(Oi, posso sentar aqui, o resto do trem tá cheio)— perguntei em japonês, graças a uma poção, pra uma menina numa cabine que tinha somente uma menina morena de olhos puxados. (N/H: Já imagino até quem seja).
— Hare! (Claro!) — disse ela do mesmo modo.
Eu me sentei de frente para ela.
—Igirisuhito?( Britânica?) — perguntou ela.
— Un. (Sim)— respondi — Eigo o hanasu koto ga dekimasu? (Sabe falar inglês?)
— Sim — respondeu ela em inglês. Eu comemorei e ela riu.
— Ginevra Molly Weasley — estendi a mão — , mas se não quiser ser vítima de assassinato, me chame de Ginny.
— Cheilona Togaru Chang — respondeu ela rindo levemente — mas me chame de Cho.
— Legal — falei — Está na escola a muito tempo?
— É meu segundo ano lá — disse ela sorrindo um pouco desanimada.
Apareceram três meninos e falaram com ela.
— Watashitachi no kyabin, iki maru ni ikimashou ( Vamos para a nossa cabine, Ikimaru).
— Nai (Não).
— Doiu (N/G: Anderline em cima do O) imidesu ka? ! (Como assim não?!) — falou o garoto pegando e apertando o braço de Cho forte.
— Anata wa kiita, kanojo wa no (N/G: Anderline no O) to iita! Imakanojo o tebanashimasu. (Você ouviu, ela disse não! Agora solta ela.) — eu falei.
— Yukan (N/G: Anderline no U) ni iu mohitotsu (_ 1º O) , sore wa chodo (_ 1º O) kakete ita monodeshita (Mais uma pra meter a corajosa, era só o que faltava) — Falou outro menino
— BO wa kinishinai (Incomodou faz BO) — retruquei.
— Kanojo no kao ni te o irete — ( Mete a mão na cara dela) -Falou o líder, que ainda apertava a Cho.
O outro assentiu e ergueu a mão pra mim, quando ele foi me bater eu segurei a mão dele e dei uma joelhada nas partes de baixo dele (N/L: Deve ter doído), e, logo depois, um soco bem forte na cabeça. Ele caiu desacordado, no chão.
— Tsugi wa donatadesu ka? (Quem é o próximo?) - perguntei cruzando os braços.
Não obtive respostas, porque os outros dois tinham saído correndo. Eu peguei o que estava no chão nocauteado e coloquei, com um pouco de dificuldade por conta d o seu tamanho, para o lado de fora. Me setei ao lado de Cho e peguei seu braço, que estava vermelho e com marcas de dedos. Ela estava me olhando surpresa.
— Como... Como você... — tentou falar ela.
— Não importa — eu falei — Você tá bem?
— Sim — respondeu ela, um pouco triste — Isso é normal por aqui. Sempre acontece isso.
— Como assim — perguntei olhando pra ela.
— Bem...
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