Gift
1 Capítulo único.
Notas iniciais
Finalmente apareci com mais uma one-shot AoMomo, para a alegria de muitos *~*
Não tenho muito o que escrever aqui nas notas iniciais. Apenas uma pequeno detalhe: Essa one-shot é dedicada à minha pessoa, porque eu mereço, okay?
Essa one-shot faz parte de um projeto lançado pela Deathpepper no grupo AoMomo no facebook: Escrever uma fic sobre o aniversário da Satsuki e postar aqui durante o mês de maio. Fico absurdamente feliz de ser a primeira, aliás eu fui a única desesperada que conseguia proeza de cumprir o desafio em menos de 24 horas após ser lançado... Mas tudo bem, faz parte. A verdade é que o detalhe eu explico lá embaixo nas notas finais, porque eu tenho um motivo especial por estar postando essa fic hoje,e você irão perceber quando chegarem ao final :3
Enfim, nada mais havendo, boa leitura e espero que gostem(;
E nos vemos nas notas finais~
P.s.: Eu revisei o texto, mas como sabem, sempre pode haver erros, e provavelmente há, portanto peço desculpas desde já.
P.s.²: Classifiquei como +16 apenas para prevenir. Assim como selecionei "Linguagem Imprópria" nos avisos.

Daiki andava muito ocupado durante os tempos de alta temporada do basquete, sempre dando o seu melhor tanto nos treinos quanto nos jogos oficiais. Ele estava sempre fazendo de tudo, sempre fazendo o possível e também o impossível para levar o seu time à vitória. E ele cumpria com seu dever, e seu dever era vencer. Claro que ele não era o único com essa missão já que Kagami dividia essa função. E eles haviam acabado de desembarcar no aeroporto de Tokyo depois de mais uma maravilhosa vitória merecida e suada. Daiki e Taiga não quiseram esperar pelo dia seguinte e muito menos quiseram descansar para que pudessem voltar ao Japão. Daiki queria logo encontrar com sua, agora, esposa: Satsuki; e Taiga estava morrendo de saudades de sua noiva, a loira furacão: Alex. Ambos possuíam sorrisos nos lábios ao pisarem no solo sagrado de seu país. E enquanto eles iam andando a procura de um táxi disponível Daiki ia se perdendo em pensamentos, até que ficou paralisado, de repente. Taiga continuou andando e falando alguma coisa sem muita importância até que sentiu falta de Daiki e olhou para trás. Levou a mão direita até a testa e balançou a cabeça negativamente. Andou até o amigo e o deu um tapa na nuca. Nenhuma resposta. Taiga arqueou as sobrancelhas.
– Oe, Ahomine! – Resolveu apelar para o grito e ver se dessa vez funcionava e o idiota voltava a si.
– Porra, não grita, Bakagami! – O azulado pareceu irritado e Taiga bufou em irritação e impaciência.
– Eu te dei um tapa e você não respondeu, agora vem reclamar que eu to gritando. – Taiga estreitou os olhos. – O que é que houve?
– O que é que houve o quê? – Foi a vez de Daiki arquear as sobrancelhas.
– Você ficou imóvel aí e eu que pareço estar perguntando alguma coisa estranha. Fala logo o que houve, imbecil!
– Amanhã é aniversário da Satsuki, cara...
– E qual é o motivo de ficar paralisado assim do nada?
– Eu não comprei presente pra ela. Aquela mulher vai me matar se pensar que me esqueci do aniversário dela.
– Mas eu tenho certeza que ela vai entender que você não teve tempo, então relaxa.
– Talvez você tenha razão... Eu só realmente espero que ela não esteja de TPM, apenas.
– Confesso que isso seria um problema... – Taiga deu tapinhas amigáveis no ombro de Daiki. – Qualquer coisa você ainda pode ir para a casa dos seus pais, cara.
– Grande apoio moral que você dá. Muito obrigado, sim? – Daiki saiu na frente resmungando enquanto ainda murmurava entre os dentes: – Filho duma puta.
A única coisa que podia ser ouvida depois daquilo foi a risada de Taiga soando por todo o lugar e um Daiki puto da vida enquanto entrava em um táxi e deixava o ruivo para trás.
❀
Daiki chegou ao apartamento silenciosamente, pois era sábado e Satsuki poderia estar dormindo. Era entardecer e ele estava louco para tomar um banho e comer alguma coisa. De repente ele parou, tendo uma ideia perfeita. Foi até o quarto e deixou sua mala em um canto no chão, resolveu que arrumaria aquilo no dia seguinte. Constatou que Satsuki ainda não havia chegado do trabalho e essa seria a oportunidade perfeita para ele. Daiki sabia a mulher que tinha e sabia que a rosada ainda não havia conseguido aprender a cozinhar algo que fosse comestível ou que não causasse algum dano à saúde. Daiki sentiu um arrepio percorrendo sua espinha apenas de imaginar. Ele precisava ligar apara a mãe de Satsuki assim que possível. Ele suspirou. Então seria isso, ele prepararia o jantar como presente de aniversário para ela e esperava que fosse o bastante. Resolveu que deixaria o sagrado banho para depois.
Deu tudo certo e, uma hora depois, ele constatou que havia dado tempo de sobra e Satsuki ainda não havia chegado, o que ele achava estranho já que já se passavam das seis e meia da noite. Daiki realmente estava com fome, mas devia esperar que a mulher chegasse em casa, ou estaria morto por dois motivos diferentes, o que não era bom. Foi até a despensa a procura de uma boa garrafa de vinho, que sabia ter por ali, e a encontrou, colocando-a para gelar logo em seguida. Satsuki deve ter ficado até mais tarde no hospital, já que deveria ser o plantão. Seguiu em direção ao quarto e pegou uma calça de moletom e uma peça íntima no guarda roupas. Logo em seguida foi para o banheiro, onde teria o seu relaxante e mais que merecido banho, de onde saiu aproximadamente quinze minutos depois, já mais relaxado e devidamente limpo. Daiki saiu do quarto e deitou-se no sofá e enquanto esperava pela mulher resolveu que assistiria qualquer coisa na televisão. Minutos depois sua atenção foi desviada pelo barulho da porta do apartamento se abrindo. Sorriu.
Assim que abriu a porta do apartamento em que morava Satsuki sentiu suas narinas serem invadidas pela fragrância masculina que ela conhecia tão bem. Sorriu satisfeita para si mesma e logo em seguida seus olhos alcançaram a figura de seu marido sentado, todo esparramado, no sofá da sala. Para a jovem mulher não havia felicidade maior que a de chegar em casa e de encontrar o homem que amava ali, a espera dela. Logo sentiu um cheiro particular que a interessou bastante. E com o jantar pronto! E isso é mais que maravilhoso. A rosada deixou a bolsa em cima de uma das poltronas e seguiu em direção ao marido, sentando-se no colo dele em seguida.
Daiki sorriu e envolveu a cintura feminina com os braços, tomando os lábios rosados nos seus, sem pressa, apenas para matar um pouco a saudade que havia sentido. Quando separaram os lábios ambos sorriam um para o outro.
– Tadaima. – Foi a voz rouca dele que interrompeu o silêncio.
– Okaeri. – Ela respondeu com a voz suave, em um sussurro, para logo depois depositar um selinho nos lábios dele.
Ambos riram levemente, pois embora houvesse sido ela a chegar em casa naquele instante e ele a recebido, eles sabiam que era o contrário e por isso as expressões se invertiam toda vez que isso acontecia. Era algo apenas deles, e apenas eles entenderiam.
– Me atrasei apenas um pouquinho, Dai-chan, me desculpe.
– Não se preocupe com isso, mulher.
– Preciso tomar um banho bem relaxante agora para eu poder passar mais tempo com você. – Ela sorriu e ele permitiu que ela levantasse de seu colo. Ela pegou sua bolsa de cima da poltrona e seguiu para o corredor.
– Não tenha pressa, Satsuki. Já preparei o jantar, para o bem de nossa saúde.
A única coisa que Daiki teve tempo de fazer foi de se deitar no sofá para que pudesse sair da reta de uma melancia de plástico que vinha voando em sua direção. A dita fruta de plástico agora jazia em sua mão, que havia a pego no ar.
– É assim que você recebe seu marido que acabou de chegar em casa, Satsuki? – A voz dele estava falsamente ofendida, o que fez com que uma veia saltasse na cabeça da rosada, que já estava no quarto pegando seu pijama e seguindo para o banho.
– É assim que eu recebo um idiota, conhecido por meu marido, que acabou de chegar em casa. – Era a voz irritada dela. – Você apenas tem sorte de ser um jogador de basquete, Ahomine!
– Não é como se uma fruta de plástico fosse oferecer risco a alguém, Satsuki...
– Cale essa boca, Daiki!
O moreno apenas riu. Dentro do banheiro Satsuki sorriu. Agora estava tudo bem, tudo em seu devido lugar. Suspirou relaxada. Seu aniversário era no dia seguinte e ela já sabia que o jantar aquela noite era um presente dele. Conhecia aquele idiota há tanto tempo que era capaz de saber que ele não havia comprado presente algum para ela. Mas ela também o conhecia o bastante para saber que não fora de propósito, ela sabia que ele não havia tido tempo.
Enquanto a rosada tomava seu banho Daiki foi arrumando a mesa de jantar. Um jantar tipicamente japonês, algo que ele sabia que ela adorava. Sorriu. Ao ouvir a porta do banheiro se abrindo ele foi em direção à televisão e a desligou. Logo avistou a figura da mulher, vindo pelo corredor em direção a ele. Daiki olhou-a atentamente e pensou consigo mesmo que ela estava ainda mais bonita. O que antes ele julgava ser impossível, agora estava bem na frente dele. Poderia ser apenas algo da cabeça dele, mas ainda assim ela lhe parecia diferente.
Daiki envolveu a cintura dela com um braço a puxando para si. Satsuki sorriu e colocou os braços ao redor do pescoço masculino. Logo em seguida os lábios se encontraram em um beijo doce e suave, antes que as línguas se encontrassem sedentas e saudosas. A mão livre dele subiu pelas costas dela até encontrar a nuca feminina. Os dedos da rosada estavam por entre os fios azuis. Logo o beijo foi encerrado e ambos apenas riram ao se olharem.
– Antes que esqueçamos que estamos com fome de comida...
A frase dita por ele apenas causou mais uma risada por parte dela. Aquela risada gostosa que ele nunca se cansaria de ouvir. O moreno sorriu e soltou o corpo da mulher. Ambos sentaram-se a mesa e puseram-se a jantar. Conversaram sobre assuntos diversos e logo depois lavaram a louça e arrumaram a cozinha e a mesa de jantar juntos.
E então eles dedicaram as horas anteriores ao sono dos justos a matarem a saudade que eles sentiram um do outro. Eles se amaram até que estivessem completamente satisfeitos e exaustos. Os corpos repousavam sobre o colchão absolutamente relaxados e aliviados. Satsuki sorriu e se aconchegou mais contra o corpo dele, o moreno a envolvendo com os braços.
– Boa noite, Satsu. – Foi a voz intensa dele lhe falando ao pé do ouvido e a deixando arrepiada.
– Boa noite, Dai-chan. – Ela respondeu suavemente, com a voz já embargada pelo sono. O moreno sorriu e depositou um beijo suave na testa da rosada.
❀
A manhã de domingo chegou calma e serena. Satsuki despertou aos poucos, sentindo o corpo relaxado, mas ainda com sono. Estava muito preguiçosa ultimamente e achava que continuaria assim por um bom tempo. Sorriu. Abriu os olhos se acostumando com a claridade e logo pôde sentir um cheiro delicioso chegar às suas narinas. Sentiu a boca salivar ao sentir aquele cheiro de panquecas. Levantou da cama depressa e seguiu para o banheiro para fazer sua higiene matinal. Vestiu a roupa íntima inferior e resolveu vestir a enorme camisa do marido porque estava com preguiça de procurar pelo seu pijama da noite anterior que estava perdido em algum lugar por ali. Se espreguiçou e seguiu rumo a cozinha.
Ao adentrar o cômodo encontrou o marido apenas com a calça de moletom. O moreno estava todo concentrado no que fazia no fogão e Satsuki achava aquilo tudo muito lindo. Além de ser algo extremamente sexy. A rosada mordeu o próprio lábio inferior. Aproximou-se mais do corpo dele até que ele pudesse dar-se conta da presença dela ali. Sentou-se por sobre o balcão ao lado do fogão e direcionou o seu olhar para ele. Daiki possuía um sorriso de canto nos lábios e não olhava para ela, concentrava-se em terminar sua tarefa. O que fez logo em seguida, desligou o fogo e se dirigiu à ela. Daiki colocou o corpo por entre as pernas femininas e tomou os lábios rosados em um beijo intenso e apaixonado. Satsuki correspondia fielmente ao beijo recebido, levou uma das mãos à nuca masculina e acariciava o local. Logo ela pôde sentir as mãos masculinas deslizando pela pele de suas coxas expostas. Satsuki encerrou o beijo dando uma leve mordidinha no lábio inferior alheio.
– Bom dia, Dai-chan. – A voz dela era baixa e sussurrada.
– Bom dia, gostosa. – Respondeu a voz rouca dele. Daiki depositou um beijo no pescoço da rosada, que sentiu o corpo inteiro se arrepiar, tanto com a frase dita quanto pelo beijo em seu pescoço. – Agora volta pra cama que eu já vou levar o café da manhã.
Daiki riu da expressão emburrada no rosto da mulher. Satsuki estava com as bochechas infladas, mas não reclamou, apenas desceu do balcão e voltou para o quarto, sentou-se na cama e esperou por ele. Logo o moreno apareceu trazendo consigo uma bandeja com o café da manhã, panquecas e suco de uva, o preferido dela. Satsuki sentiu a boca salivando mais uma vez e sorriu abertamente. Ao olhar para ela Daiki se sentiu o homem mais feliz do mundo e era em momentos assim que ele sabia que estava fazendo as coisas certas e que a estava fazendo feliz. Colocou a bandeja em cima da cama e sentou-se em seguida, de frente para ela e depositou um beijo carinhoso na testa da rosada.
– Feliz aniversário, Satsu. – Ele sorriu para ela e acariciou as bochechas rosadas da mulher.
– Obrigada, Dai-chan. – Ela sorriu mais uma vez.
Daiki sentiu-se levemente envergonhado e olhou para ela todo sem jeito.
– Desculpe por não ter comprado um presente para você, Satsuki. Eu... – Ele não pôde terminar a frase porque sentiu o leve toque do dedo indicador dela sobre seus lábios em um sinal claro para que ele parasse de falar.
– Shh. Eu sei que você não teve tempo, não se preocupe. E além do mais... – Ela sorriu abertamente mais uma vez e Daiki sentiu as próprias bochechas levemente vermelhas. – Além do mais eu não preciso de presente melhor do que você. Não existe presente melhor do que você. E...
Daiki esperou que ela continuasse a falar, mas o resto da frase não veio. Ele ergueu uma das sobrancelhas enquanto ela olhava para baixo.
– E...? – Daiki ergueu o rosto dela com os dedos suavemente e se surpreendeu ao ver algumas lágrimas brilhando naqueles olhos rosados da mulher. – Aconteceu alguma coisa, Satsuki? – O tom dele era claramente preocupado e o olhar dele sustentava um certo medo além da preocupação.
– Não se preocupe tanto, meu amor... Eu só ia dizendo que... O melhor presente que você nem poderia imaginar em me dar você já me deu. – O sorriso nos lábios de Satsuki transmitia uma calma e felicidade além do imaginável e aquilo acalmou o coração do moreno.
– E quem presente seria esse? – Ele apenas a olhava.
O sorriso nos lábios dela apenas aumentou e Daiki já não sabia mais o que pensar naquele momento em que milhões de pensamentos invadiam sua mente, mas nenhum respondia a pergunta que pairava no ar. Ela esticou o corpo para trás e abriu a gaveta da mesinha de cabeceira tirando de lá um pequeno embrulho com um laço branco. Ela colocou o embrulho na palma da mão dele e o olhou nos olhos. Satsuki apertou a mão masculina suavemente e ambos puxaram o laço do pequeno embrulho. Ao desembrulhar ele pôde ver uma caixinha azul escuro. Daiki olhou para ela e ela apenas acenou com a cabeça. O moreno tirou a tampa da caixinha e a primeira coisa que ele viu foi um envelope, simples. Pegou o papel por entre os dedos trêmulos e já podia sentir as lágrimas ardendo nos olhos. Satsuki possuía lágrimas nos olhos e um sorriso enorme dos lábios, ela queria rir diante das reações dele.
Daiki era preenchido com plena felicidade ao se deparar com o exame positivo de gravidez de sua mulher. A única coisa que ele sabia naquele momento era que ele chorava de pura felicidade que já não cabia dentro de si e agora transbordava. A segunda coisa que ele viu foi um par de sapatinhos minúsculos dentro da caixinha. De forma desajeitada o moreno tentava enxugar as lágrimas que ainda teimavam em escorrer de seus olhos. Satsuki sorria como nunca havia sorrido antes, aproximou-se dele e o abraçou. Daiki segurou o corpo da mulher entre os seus braços e retribuiu o abraço. Agora eles já não choravam, apenas sorriam, se abraçavam e se beijavam como se não houvesse amanhã.
– Então quer dizer que no seu aniversário o presente é nosso, é isso?
– Uhum.
– É o melhor presente de nossas vidas, Satsuki.
A rosada riu e se afastou dele. Olhava-o nos olhos. Sorriam também com o olhar. E agora tudo simplesmente fazia sentido. Os telefonemas que ele recebia tarde da noite ou cedinho pela manhã quando ele estava fora, o atraso dela e ovinho que ela não havia ingerido na noite anterior. Agora toda aquela beleza era compreensível. Não era mais apenas ela. Era Satsuki e o bebê deles. O fruto daquele amor sem medidas.
– Eu me atrasei ontem porque estava a espera do resultado do exame.
– Agora eu deduzi que fosse isso. Por Kami, mulher! – Ele a abraçou outra vez.
Eles ficaram abraçados ali naquela manhã de domingo por mais um tempo, apenas curtindo um ao outro. Daiki acariciou o ventre dela por alguns instantes enquanto a imaginava com um barrigão andando pela casa. Eles tomaram o café da manhã que, surpreendentemente, ainda estava morno e Daiki levou a bandeja de volta para a cozinha para logo depois voltar ao quarto, deitar-se na cama e abraçá-la mais uma vez. E eles adormeceram mais uma vez e resolveram que iriam dormir até mais tarde naquele domingo. Ali agora já não eram apenas os dois, eram três, e a partir daquele momento sempre seria. Porque agora eles estavam mais que completos e agora eles tinham o melhor presente que poderiam ter na vida.
Notas finais
Mas não ficou fofo isso tudo? Não ficou? Ficou! Eu sei que ficou *explode* ♥
Mas então? Gostaram? Amaram? Odiaram? Detestaram? Por favor, eu preciso saber opiniões, sim? Faça um pequeno esforço e deixe um review ali, não dói, garanto isso. :3
Foi isso, pessoas. Cumpri dois objetivos em apenas uma one-shot e estou mais que feliz, sim. *~*
Obrigada a quem leu até aqui! Nos vemos nos reviews (?).
Beijos e até uma próxima (;
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