Get It Right

21 I"ll Awalys Remember You


Notas iniciais
último capítulo de hoje o/

— Algum problema Rachel? — Era a Sra. Hudson encostada na porta da cozinha.
— Nada — sorri confusa com a mensagem de Santana. — Só estou esperando Finn, ele foi lá em cima trocar de roupa — expliquei o motivo de eu ainda estar ali, mesmo tendo me despedido dela antes.
— Vou levar a Rach para dar uma volta — Finn disse descendo as escadas rapidamente e dando um beijo na testa da mãe.
— Tudo bem — ela sorriu. — Tomem cuidado crianças! — A Sra. Hudson avisou enquanto nós saímos da casa.
Acho que “criança” não cabe mais a mim, depois de eu quase ter agarrado Finn ao vê-lo sem roupas.
Finn fechou a porta da casa e eu o esperei. Não sabia aonde iríamos, por isso fiquei ali parada. Ele passou o braço em volta da minha cintura, me abraçando e fazendo meu corpo ficar bem junto ao dele. Mordi levemente o lábio inferior.
— Gosta de piqueniques? — Perguntou Finn enquanto andávamos até seu carro.

— Claro — falei sorrindo.
— Pois é isso o que vamos fazer — ele me deu um beijo na testa.
— Você preparou um piquenique? — perguntei confusa.
Nós paramos de andar, pois já tínhamos chegado ao carro. Finn abriu a porta para eu entrar no automóvel. Entrei e me sentei. Logo senti o perfume dele no ar. Como nos velhos tempos, pensei.
Finn entrou no carro e antes de dar a partida no automóvel, se virou para mim.
— Eu planejei fazer esse piquenique há muito tempo, mas a gente brigou e as coisas ficaram tensas — ele explicou. — Hoje eu iria na tua casa te convidar para esse encontro, mas como você veio até aqui eu aproveitei e fiz o convite — Finn deu de ombros, sorrindo.
— Gosto disso — falei olhando-o.
— Do que?
— De você tentando me conquistar novamente — falei envergonhada. — Mas não precisa de tudo isso, porque eu sempre serei sua.
Finn sorriu e chegou mais perto de mim. Ele acariciou delicadamente meu rosto e depois segurou meu queixo selando nossos lábios demoradamente.
Alguém bateu no vidro do carro. Eu dei um gritinho de susto e Finn saiu de perto de mim rapidamente.
— Não quero cuidar de um neto, ok? — Disse a mãe de Finn rindo alto.
Suspirei aliviada. Pensei que fosse algum assaltante, ou até mesmo um assassino. Sim, sou bem paranóica.

Finn riu alto também e fez um sinal de positivo com a mão.
— Que susto — murmurei respirando aliviada.
— Você é muito medrosa Rach — disse Finn rindo.
— Bobo — mostrei a língua para Finn.
— Não me provoca — ele disse dando a partida no carro.
— Por quê? Tem medo do que eu posso fazer com você? — Perguntei mordendo o lábio inferior.
— Tenho medo do que eu posso fazer com você. Rachel, você ouviu bem o que a minha mãe disse — ele me olhou e percebi que ele sentia desejo. Desejo de me ter só para ele, em uma cama com os nossos corpos juntos.
— Eu não tenho medo — murmurei olhando pela janela do carro e tentando controlar novamente a minha vontade de agarrar Finn e fazer o que não devia.
Finn não ouviu o que eu falei – ou fingiu que não ouviu – e continuou a dirigir.
— Mas trocando radicalmente de assunto, porque você falou sobre Jesse no quarto de Kurt? — Fiquei olhando para frente pelo reflexo dele no vidro, sem olhar diretamente Finn.
Ele hesitou primeiramente, ficou pensando e depois resolveu responder:
— Não quero mais esconder nada de você, por isso vou ser bem sincero — Finn fez uma pausa e eu o olhei diretamente nos olhos. — Jesse foi te visitar no hospital no dia do acidente e nós tivemos uma conversa — disse Finn.

— Não quero mais esconder nada de você, por isso vou ser bem sincero — Finn fez uma pausa e eu o olhei diretamente nos olhos. — Jesse foi te visitar no hospital no dia do acidente e nós tivemos uma conversa — disse Finn.
— O que ele te falou? — perguntei me lembrando de que Santana tinha me pedido permissão para entregar o meu número de celular para Jesse.
— Que queria te ver, que sentia sua falta e que te queria de volta, custasse o que custar — Finn parou no sinaleiro e me olhou, parecia que ele estava irritado ao falar sobre aquele assunto. — Eu disse para ele não te procurar mais e que você era a minha namorada — Finn deu ênfase na palavra “minha”.
Respirei fundo e Finn continuou a dirigir.
— Ele não vai causar problemas — disse tentando confortar Finn.
— Como você sabe disso?
— Eu não sei, mas é isso o que eu quero que ele não nos cause problemas — falei tentando me acalmar, o que estava bem difícil.
Finn estacionou o carro em um lugar desconhecido, mas antes de sair do automóvel, eu segurei na mão de Finn.
— Santana me mandou uma mensagem hoje lá na sua casa me perguntando se ela poderia passar meu número para Jesse, eu não gosto dela, Santana sempre ferra com a minha vida — falei olhando em seus olhos.
Eu não poderia mentir para Finn ou esconder qualquer coisa, pois seria imoral da minha parte, já que a nossa relação é para ser boa e confortável não algo que nos deixe cada vez pior.

— Santana gosta de machucar as pessoas, tanto emocionalmente e fisicamente — disse Finn me olhando. — Rachel, você deixou Santana passar o seu número para Jesse?
Assenti engolindo em seco.
— Droga — resmungou Finn olhando para outra direção.
— Me desculpe — me sentia completamente culpada e arrasada por tudo o que estava acontecendo.
— Tudo bem meu amor — Finn sorriu e isso me deixou mais calma. — Agora vamos aproveitar o nosso encontro, ok? — Ele tirou o cinto de segurança e saiu do carro.
Eu tirei meu cinto de segurança e abri a porta do carro, mas Finn apareceu rapidamente e ficou perto da porta do carro que eu queria abrir. Abaixei o vidro e o olhei:
— Vai me manter presa aqui? — Falei rindo.
— Só espera um segundinho, que eu já venho te buscar, ok? — Finn me deu um selinho. — Não saí daí.
Dei de ombros e fiquei esperando pela surpresa, enquanto Finn ia para o porta malas do carro fazer alguma coisa. Espero que ele não faça nada que me deixe constrangida. Fiquei ali sorrindo igual a uma boba enquanto pensava o quanto Finn era romântico, o meu namorado romântico!
Ainda bem que Finn foi compreensível quando contei sobre Jesse St. James, pensei que ele fosse surtar.

Meu celular vibrou na bolsa, interrompendo meus pensamentos. Eu tinha recebido uma ligação.
— Alô? — perguntei aceitando a chamada.
— Rachel Berry? — Era uma voz masculina que eu não me lembrava muito bem, mas que fez os pelos de meu corpo arrepiar ao ouvi-la.
— Sim, ela mesma — respondi olhando pelo retrovisor, mas não consegui enxergar Finn Hudson.
— Não se lembra de mim? — Ao ouvir aquela pergunta, eu descobri de quem era aquela voz.
Jesse St. James estava em uma chamada telefônica comigo.
— Jesse? — Questionei com a garganta seca de nervosismo.
A voz na outra linha riu foi uma risada doce e sincera que me fez sorrir.
— Sua voz continua linda Rachel — Jesse disse tentando me conquistar.
— Obrigada. — Respondi educadamente.
Vi pelo retrovisor que Finn estava vindo me buscar.
— Tenho que desligar Jesse, mas tarde nos falamos — não esperei a resposta e desliguei o telefone, assim ele não me incomodaria no meio do meu encontro com Finn.
— Oi meu anjo, voltei — disse Finn enquanto eu abaixava o vidro.
— Já posso sair do carro? — perguntei dando um sorriso de orelha a orelha.
— É claro — ele abriu a porta e estendeu a mão para que me ajudar a descer do carro.
— Vou colocar um venda em seus olhos, ok? — Finn disse fechando a porta do carro e indo atrás de mim.

Um tecido macio e cheiroso foi colocado delicadamente em meus olhos. Finn me abraçou e fomos andando assim até um lugar que eu não conhecia. Senti a grama roçando meus pés. Só poderia ser algum tipo de parque ecológico.
— Pode parar de andar Rach — disse Finn.
Pare e fiquei esperando ele tirar a venda de meus olhos. Finn a tirou e eu fiquei boquiaberta com a paisagem que eu estava vendo.
Havia uma enorme lagoa com a cor d' água cristalina na minha frente. O local era rodeado por uma grama verde e macia. Havia árvores com flores rosa, amarela, roxa, vermelha... Que deixaram o lugar colorido e lindo. Havia passarinhos cantando alegremente por todos os lados. O ar era puro e eu me senti mais leve olhando para aquela paisagem deslumbrante, coisa que não se via em uma cidade com tantos prédios e indústrias.
— É lindo — consegui sussurrar depois de um tempo admirando o local. — Não tenho palavras para descrever a beleza deste lugar Finn — completei olhando-o.
— Eu sabia que você iria gostar daqui — Finn colocou o braço em meu ombro.
— Você sabe tudo sobre mim — murmurei sorrindo.
— Porque você é minha, a minha namorada, a minha paixão, a minha vida — disse Finn em meu ouvido.
Ele tirou o braço de meu ombro e pegou em minha mão me fazendo virar para trás.
— Sei que não ficou perfeito, mas eu tentei — Finn disse envergonhado.

Finn Hudson tinha montado o melhor piquenique que eu já vi em toda a minha vida, melhor até do que aquelas piqueniques de filmes românticos. A toalha não era a tradicional xadrez branco e vermelho, mas era uma toalha florida que combinava super bem com o lugar.
Em cima da toalha havia muitas gostosuras, como bolos, biscoitos, frutas, sucos... Tudo o que eu sempre gostei. E o melhor de tudo: eram as minhas comidas sem gorduras e naturais.
Finn realmente me conhecia pra saber até o que eu gosto de comer!
— Está perfeito — falei dando um beijo em Finn. — Você é o melhor namorado do mundo! — Falei quando os nossos lábios se separaram.
Finn sorria.
— Você já imaginou nossos filhos correndo por aqui? — Aquela pergunta me assustou um pouco, mas eu tive que concordar, sempre sonhei em ter filhos com Finn.
— Aqui não imaginei, mas já imaginei nossos filhos que teremos um dia — respondi abraçada nele.
— Eu te amo, sabia? — Finn disse me dando mais um beijo.
— Eu também — falei entre selinhos.
Finn me pegou no colo e foi andando comigo para alguma direção que eu não fiz muita questão de saber onde era. Fiquei de olhos fechados, com a cabeça encostada no ombro do meu amor e com as mãos entrelaçadas em seu pescoço. Eu queria que aquele momento durasse para sempre, queria que nós morássemos naquele lugar paradisíaco e vivêssemos ali, cuidando dos nossos futuros filhos e nos amando eternamente.

Abri os olhos só para beijar Finn novamente, mas levei um susto ao perceber que ele estava com a água até a cintura. Finn tinha me carregado até o lago!
— Eu sei que você gosta de água, por isso não grite — Finn disse rindo e me soltando de seus braços.
— Eu não trouxe outras roupas Finn! — Falei batendo de brincadeira em seu ombro.
— Não tem problema — ele deu de ombros e mergulhou.
Legal, ele quer brincar de esconde-esconde agora.
Senti alguma coisa pegando em meu pé e pulei e gritei de susto. Finn retornou do mergulho e ria sem parar.
— Palhaço — falei percebendo que era ele quem tinha me atacado.
— Vem cá Rachel, se solte — ele veio até a minha direção e pegou em minhas mãos.
Finn foi descendo lentamente para debaixo d’água. Eu fui descendo junto com ele, em um mergulho.
A água era cristalina e eu podia ver perfeitamente os traços de Finn debaixo d’água. Ele estava sorrindo e eu fui para mais perto dele, realizando um dos meus sonhos, que era beijá-lo debaixo d’água.
Confesso que foi meio esquisito beijar alguém enquanto mergulhava, mas foi uma experiência diferente e muito boa.
Voltamos para a superfície depois do beijo, porque a gente também não era nenhum peixe pra ficar pra sempre debaixo d’água.
— Rach, posso tirar uma dúvida? — Perguntou Finn.
Assenti.
— Porque você estava braba comigo no quarto de Kurt?
Dei uma risada.
— Foi só para mostrar que eu era mais forte que você — falei rindo. — Pura encenação já que eu tinha te falado no hospital que eu queria um tempo, mas era mentira, porque na verdade só queria que você corresse atrás de mim — completei.

— Foi só para mostrar que eu era mais forte que você — falei rindo. — Pura encenação já que eu tinha te falado no hospital que eu queria um tempo, mas era mentira, porque na verdade só queria que você corresse atrás de mim — completei.
Ele riu.
— Você é louca.
— Louca por você — falei beijando-o.
— Isso eu já sabia — disse Finn após o beijo.
Joguei água nele e acabamos fazendo uma guerrinha de água naquela lagoa deserta. Depois que nós estávamos exaustos, decidimos parar com a brincadeira.
— Minhas roupas estão colando em meu corpo — falei rindo.
— Então as tire — Finn tinha um sorrido travesso nos lábios.
— Você está me desafiando? — Perguntei chegando mais perto dele.
— Quem sabe — ele disse me fitando.
— Ok — falei sorrindo.
Bom, já que no carro ele se segurou, vamos ver se ele consegue se segurar agora que eu vou tirar as minhas roupas. Tenho certeza que ganharei.
Comecei tirando minha saia e minha calcinha, já que estava na parte de baixo e dentro d’água. Peguei as peças de roupa na mão e joguei as no gramado. Finn observava tudo boquiaberto, não acreditando que eu estava realmente tirando as roupas.
Tirei minha blusa lentamente e consegui deixar Finn louco, porque ele estava nervoso e ansioso, tanto é que depois que eu tirei a blusa ele veio até mim e me beijou. Foi um beijo quente e cheio de desejos.
Ajudei Finn a tirar a blusa dele, quando dei de cara com aquele peitoral me senti no paraíso novamente. Eu ainda não acreditava que estávamos fazendo isso, mas continuei, porque eu sentia que estava pronta para me entregar a ele.

Eu ainda não acreditava que estávamos fazendo isso, mas continuei, porque eu sentia que estava pronta para me entregar a ele.
Finn tirou os lábios de minha boca e fui me beijando pelo pescoço até chegar a meus seios. Ele tirou meu sutiã e o jogou no gramado, igual eu fiz com as minhas roupas antes. Finn continuou a beijar meus seios, me deixando louca de vontade e depois voltou a beijar minha boca.
Eu parei de beijá-lo e tirei sua calça junto com sua cueca e peguei em seu membro que estava rígido e latejando de excitação, ele me pegou no colo e eu coloquei minhas pernas em sua cintura para me apoiar, enquanto ele me segurava pelas minhas costas.
— Está pronta? — Finn sussurrou com uma voz sedutora no meu ouvido.
— Sim, faça isso agora — sussurrei no ouvido dele.
Finn segurou meu quadril e me fez sentar em seu membro. Senti uma dorzinha com seu membro grande rígido dentro de mim, mas logo passou quando seus movimentos ficaram mais intensos e me deixando louca por mais.
A cada estocada dele eu gemia mais alto em seu ouvido, deixando Finn cada vez mais louco de desejo por mim. Ele aumentou a velocidade e eu soltei meus braços de seu pescoço e comecei a apertar meus seios, eu estava com muita vontade. Foi então que eu percebi que iria gozar, eu tinha chegado ao ponto máximo da relação. Fiz de conta que o mundo lá fora não existia mais e só me concentrei naquele momento, o melhor momento da minha vida, a minha primeira vez com o cara que eu mais amava no mundo.

Fiz de conta que o mundo lá fora não existia mais e só me concentrei naquele momento, o melhor momento da minha vida, a minha primeira vez com o cara que eu mais amava no mundo. Senti algo quente entrar em meu útero e percebi que Finn também tinha gozado.
Ele arfava ofegante e tirou seu membro de dentro da minha vagina, saí de cima dele e fiquei boiando sobre a água, cansada mais ainda não estava satisfeita, porque eu queria mais, muito mais!
— Isso foi muito bom — Finn disse arfando e indo pegar suas roupas.
Ele jogou minha calcinha e meu sutiã enquanto ele colocava a cueca e a calça.
— Foi ótimo — eu disse me levantando e indo em direção a Finn —, mas eu quero mais — pisquei e sorri maliciosamente.
Coloquei as roupas íntimas que Finn havia jogado para mim.
— Você está com fogo no rabo, hein — disse Finn rindo e me seguindo enquanto eu andava para fora d’água.
— Literalmente — falei rindo.
— Mas eu estou adorando isso — Finn me abraçou por trás e beijou meu pescoço.
As gotas de água iam escorrendo por meu corpo me fazendo arrepiar os pelos, enquanto o vento batia em minha pele, me dando uma sensação de leveza.

As gotas de água iam escorrendo por meu corpo me fazendo arrepiar os pelos, enquanto o vento batia em minha pele, me dando uma sensação de leveza.
Fui puxando Finn até a toalha de piquenique o soltei de meu corpo e empurrei as comidas para o lado, Finn deitou na toalha e eu deitei em cima dele. O beijei e depois fui beijando seu pescoço, fui descendo e beijando seu peitoral definido, até chegar à sua virilha, e percebi que Finn queria muito que eu fizesse aquilo e eu sendo uma ótima namorada abaixei sua calça e sua cueca e não pensando duas vezes “caí de boca” em seu membro que ainda estava duro.
— Hummm — Finn murmurava de prazer. — Isso é muito bom.
Eu tinha três pensamentos que eu não conseguia tirar da cabeça.
Primeiramente: não achei muito confortável e nem agradável fazer aquilo, mas afinal, um dia eu teria que fazer não mesmo? E não tem pessoa melhor no mundo para fazer isso a não ser Finn.
Em segundo lugar: com certeza eu estava fazendo aquilo desajeitadamente, mas continuei, porque o meu namorado estava delirando de prazer.
E por último: parece ser nojento, mas na verdade é bom. A melhor parte é ver que você está satisfazendo seu namorado, e até consigo ficar excitada fazendo boquete nele.
Estava ficando sem fôlego, por isso tirei a minha boca de seu membro e comecei a bater uma pra ele, já que não queria engolir o gozo dele, porque isso sim deve ser nojento. Eca!

Estava ficando sem fôlego e comecei a bater uma pra ele, já que não queria engolir o gozo dele, porque isso sim deve ser nojento. Eca!
Finn deu um gemidinho e eu já sabia que ele iria gozar.
— Você é maravilhosa Rach — ele disse sorrindo.
Subi em cima de Finn novamente e fui beijando-o. Enquanto ele tirava meu sutiã, eu tirei minha calcinha.
Sem pensar muito no que estava fazendo e sendo levada por meus instintos femininos, sentei em seu pênis, mal me importando ou me lembrando da dor que eu poderia sentir. Finn colocou as mãos na minha cintura, me segurando e me ajudando a fazer o movimento de subir e descer.
Eu gemia alto enquanto Finn aumentava a velocidade das estocadas. Ele tirou as mãos da minha cintura quando percebeu que eu já conseguia controlar a situação e começou a massagear meus seios, me deixando mais excitada.
Quando eu estava quase gozando, Finn me tirou de cima dele e me deitou na toalha de piquenique, me beijou e foi descendo a mão até a minha vagina, massageando-a. Ele parou de me beijar e abriu as minhas pernas, agora ele que tinha “caído de boca” no meu órgão sexual.
Eu estava no paraíso. Finn estava me deixando louca de tanto tesão. É claro que eu não aguentei por muito tempo e gozei.

Agora sim, eu estava satisfeita.
Respirei ofegante. Eu e Finn estávamos suados.
— Preciso de um banho — falei levantando-me e indo para o lago.
— Eu estou cansado demais — disse Finn deitando-se na tolha que estava toda suja.
Fui para o lago e mergulhei, tentando lavar meu corpo e me refrescar um pouco. O sol estava radiante e eu estava completamente feliz.
Finn entrou na água também e mergulhou. Quando ele voltou para a superfície, sorriu ao ver que eu estava olhando-o e sorrindo.
— Agora está satisfeita? — Ele perguntou rindo.
— Com certeza.
Finn me deu um beijo, agora os dois estavam mais calmos e apenas foi um beijo carinhoso, como se fosse um agradecimento pelo o que havia acontecido.
— Tenho que ir para casa — falei ao final do beijo.
— Já? — Perguntou Finn fazendo biquinho.
— Não posso ficar com as roupas molhadas — falei com um aperto no coração, porque eu queria muito ficar ali com ele.
— Mas você também não pode chegar em casa molhada — ele disse sorrindo, porque sabia que iria me convencer.
— Você tem razão.
Meus pais iriam achar muito estranho eu chegar toda molhada em casa, além de brigarem comigo, é claro.
— Vem, vamos comer — ele pegou em minha mão e saímos da água.
Coloquei minhas roupas e Finn também.
— Espero que ninguém tenha visto nada — falei olhando ao redor enquanto colocava a saia.

— Acho que não — Finn disse abotoando a calça.
— Feche meu sutiã por favor? — Falei colocando o cabelo para o lado.
— Não sou bom nisso, sou bom em tirar o sutiã — falou Finn rindo.
— Eu sei bem disso.
— Pronto — ele disse e eu soltei meus cabelos para trás.
Coloquei minha blusa e fui até a minha bolsa, pegar um elástico para amarrar meus cabelos, que estavam pingando.
Olhei para meu celular, tentando ver as horas e dei de cara com isso escrito: “quatro mensagens não lidas e dez ligações perdidas”.
Quem será que era?
A primeira mensagem que eu abri era de Kurt.

Notas finais
Capítulo beeeeeeeem quente, né? KKKKKKKKKKK
Em fim, vou postar mais amanhã, então comentem para me deixar animada, tá? s2