Geração Pamerval - A história do início ao fim
50 Capítulo 50
Notas iniciais
Por Pamela:
Herval foi comigo para a mansão e quando chegamos lá e eu vi Megan Lily em pé na sala, gritei:
–Parada aí mocinha! – Ela virou-se assustada. – O que está fazendo aí em pé? Você deveria estar de repouso, remember?!
–Ah mom! Estou cansada de ficar deitada! By the way, eu estou muito bem!
–No, Megan Lily, você não está bem até que o doctor Breno diga o contrário!
–Mom... Stoped okay?! Don’t worry, eu estou like, very good! Agora me deixe procurar alguma coisa para comer que eu estou faminta! Hi Herval! Bye Herval! – Ela se retirava da sala.
–Oh my God! Como Megan dá trabalho! – Falei me jogando no sofá.
–Você que se preocupa demais, Pam... Megan está ótima! Além de ser uma adulta e saber muito bem o que deve ou não fazer! – Brian aparecia na sala.
–Oh my brother! Onde você estava han? Não para mais em casa!
–Muito trabalho lá no Regenera, Pam! Muitas reprogramações... Este povo está a cada dia dando mais curto circuito! Além de claro, passar bastante tempo com a minha futura mulher!
–What? Futura mulher?!
–Yeah! Eu e Lara estamos planejando nos casar, mas ainda vai demorar bastante! Acredito que só no ano que vem...
–Oh God! Brian Benson vai virar um homem de família! – Disse zombando.
–É, vou... Bem agora eu preciso ir... Tenho um encontro com a Larinha. Caso Mama Benson chegue e pergunte por mim, diga que eu me desintegrei! – Caminhava em direção a porta. – Como vai Herval? – Perguntou antes de sair.
–Bem, Brian, até logo! – Ele finalmente abriu a boca. Brian saiu.
Quando a porta se fechou, voltei meu olhar para Herval e ele também me olhava fixamente, e aquilo bastava, nós conversávamos só por olhar e o que dizíamos um para o outro é que aquele dia tinha sido incrível! Após alguns muitos segundos assim, me levantei de súbito do sofá, dizendo:
–Well, agora eu vou tomar um bom banho que estou merecendo! Você me espera?
–Eu acho que tenho uma ideia melhor... Que tal se eu tomasse banho com você? – Óbvio que percebi de cara suas intensões.
–No, Sr. Domingues! Nos arriscamos tanto na Marra...! Não bastou de emoções por hoje?
–Claro e evidente que não! Você sempre me faz querer mais... – Ele se aproximava maliciosamente de mim, dando passos curtos e demorados, enquanto eu, no mesmo ritmo, dava passos para trás, tentando fugir, embora quisesse que ele não me deixasse faze-lo.
–Herval...! – Eu disse em tom de censura e ele continuou a caminhar e eu a recuar. – Herval, pare... Pare...! – Disse entre sorrisos e esbarrando na parede, ficando sem saída. Ele aproveitou a oportunidade e me segurou firme.
–Você tem certeza que não quer companhia pro banho...? – Ele sussurrou no meu ouvido, deslizando a mão até minha perna, me fazendo fechar os olhos com o prazer que era ouvir sua voz bem ao pé do ouvido e sentir sua mão impetuosa.
–Herval... Megan está em casa... Please... – Falei tentando me controlar e tentando faze-lo se controlar.
–Não se preocupe comigo mom! Eu já estou voltando para o meu quarto e não saio mais de lá por hoje! Quero ficar boa o mais depressa possível! – Eu dei um salto com o susto e Herval se virou rapidamente tentando se recompor nesse momento em que Megan nos pegou de surpresa com essas palavras e apareceu na sala com um prato com sanduiche de pasta de amendoim e um copo de suco.
–Megan! Quer matar sua mom do coração?! Hey! Pasta de amendoim engorda! – Ela revirou os olhos.
–Pode deixar que eu sou especial, eu não engordo fácil... E sorry pelo susto, mom! – Ela tentava conter o sorriso. – Desculpe Herval... Prometo que vou evitar dar sustos em vocês, embora seja engraçado e quase inevitável! Podem continuar de onde pararam. – Disse correndo para seu quarto. Eu respirei fundo, revirei os olhos e quando Herval se virou para mim novamente, não consegui não rir da sua cara, ele estava todo desconsertado, envergonhado.
–Está vendo?! Isso é que dá ser esse safado! – Falei, lhe dando uma tapinha no braço.
–Não dá em nada...! Do que você tá falando? – Tentou disfarçar.
–Você tá todo desconsertado...! Eu te conheço Sr. Herval Domingues! Você não gosta de que te vejam em atividade suspeita!
–Atividade suspeita? Eu não estava fazendo nada demais! Mas eu já tô acostumado com a Megan...! Eu fico com vergonha, mas passa rápido... Onde foi que a gente parou mesmo? – Ele voltou a me agarrar.
–Herval... – O censurei, quando ele tentou levantar meu vestido. — Hi madrinha!! – Pensei rápido, fingi ter visto Dorothy e quando ele se virou para ver, corri para o quarto, morrendo de rir. Ele logo percebeu que eu o tinha enganado e correu atrás de mim.
–Ah me enganou, né?! Agora você vai ver só Srta. Parker! Quando eu tentei fechar a porta, ele a empurrou e já foi logo me segurando, chutando a porta para fecha-la e me jogando em cima da cama.
–Oh no! Help! Help! – Eu gritava, entre gargalhadas e ele subiu em cima de mim, sentando-se e segurou firme minhas mãos, uma de cada lado.
–Você é uma criança, Pamela Parker! – Ele disse tentando não rir. — Tá achando que eu vou deixar barato?! Ninguém me engana e sai impune...! – Ele começou a me provocar em ameaças de beijo, e segredos indecentes ao pé do ouvido...
–Herval... Saia de cima de mim, please... Madrinha pode chegar ai a qualquer momento! – Eu me arrepiava a cada palavra que ele dizia.
–Pouco me importa que a Dorothy chegue! Só o que me importa é você... – E me tomou num beijo de súbito.
Por Herval:
Eu ainda não havia matado totalmente a saudade da Pam... Lhe beijei com muito, muito fogo e ela correspondia com ainda mais, embora há alguns segundos atrás estivesse mandando eu parar. Não soltara as suas mãos e não pretendia faze-lo até que ela cedesse por completo. Eu a beijava com mais desejo e meu corpo já atendia avidamente a todo aquele estímulo, quando ela interrompeu o beijo numa mordida!
–Hum!! – Gemi com a dor e tentava apartar meus lábios dos dela, mas seus dentes continuaram agarrados ao meu lábio inferior. – Solta... – Tentei falar, contendo o sorriso. Ela fez um curto movimento negativo com a cabeça, mas depois acabou soltando.
–Desista, Herval Domingues! Eu estou exausta e sei que você também, Preciso de um banho, de comida, de um bom sono... Preciso relaxar...
–Não, espera, quer relaxar? Deixa eu resolver pelo menos esse problema agora... – Dei-lhe um leve beijo nos lábios, depois uma suave mordida em seu queixo e logo seu corpo se via livre do peso do meu, mas não do atrevimento das minhas mãos! Elas entraram por seu vestido e agarraram sua calcinha, tirando-a devagar... Ela mesma tirou o próprio vestido, desistindo de resistir.
Pamela tinha fechado os olhos e respirava profundamente, quando sentiu minha mão toca-la, fazendo-a sentir-se cada vez mais fervente, até meus dedos invadi-la de uma vez. Pamela gemeu alto meu nome e cerrou os olhos, franzindo as sobrancelhas. Eu comecei com lentos, porém profundos e provocantes movimentos, mas à medida em que ela pedia mais, eu aumentava a velocidade e a intensidade, Pamela arqueava as costas e agarrava firme os lençóis da cama. Sua expressão de total prazer só me fazia querer proporcionar-lhe mais aquela sensação e mesmo que pareça impossível, aumentava ainda mais a velocidade e a intensidade, levando a Pam à loucura! Ela se contorcia naquela cama e os gemidos tornaram-se gritos. Após vários minutos, substituí os dedos pela boca e ela gritou:
–Oh Herval!! – E suas mãos seguraram firme meus cabelos e ela tornara-se uma contorcionista de primeira, tamanho era o seu prazer! Ela fazia caras e bocas e ela gritava, implorava, suplicava mais! Estava completamente arrebatada por aquelas sensações extasiantes! Até atingir o cume do prazer e com um último e não menos potente grito, sentiu-se completamente tomada por uma doce volúpia... Eu deitei ao seu lado, virado para ela e Pamela me olhava ainda respirando aceleradamente, mas tentando acalmar a respiração. Ela sorriu e rolou para cima de mim. – Okay, você me convenceu, Mr. Heroína!
Então ela retirou a única peça de roupa eu a cobria, o sutiã, e deslizando as mãos provocantemente pelo meu abdome, tirou minha camisa, jogando-a longe! Então ela começou a me beijar toda a extensão de peito e barriga, com calma, com desejo, com malicia e com muito prazer! Suas mãos desabotoavam a minha calça nervosamente e nos intervalos entre um beijo e outro, ela sorria ao perceber o quanto aquilo me provocava intensas sensações. Ela ficou de joelhos na cama para terminar de me tirar a calça e quando o fez, começou a tirar minha cueca também. Eu só conseguia olha-la fascinado, hipnotizado, quando ela voltou a subir em mim e arranjando-se com toda a sensualidade, iniciou os movimentos, me fazendo agarrar-lhe firme as coxas e fechar os olhos tomado por um ardor no corpo inteiro! Ela tornava suas mãos, atrevidas, me tocando todos os cantinhos do corpo e sorria quando via tudo o que me provocava. Aquilo foi mais uma “pequena” loucura para aquele dia, o quarto parecia atingir os 80 graus e parecia não ser um quarto, mas um universo paralelo, um lugar único, a esmo, onde só existia nós dois.
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