Notas iniciais
Boa Leitura!

Por Herval:

–A gente precisa conversar! – Eu falei, me levantando da cama.

–Eu não tenho nada pra falar com você!! Saia já do meu quarto! Quem te deixou entrar?!

–Eu expliquei para a Dorothy, a situação, e ela me deixou ficar aqui te esperando.

–Eu vou chamar os seguranças pra te tirar daqui! – Ela ia e virando, quando eu segurei seu braço.

–Pam... Me escuta...! A gente tava tão bem até hoje de manhã...

–Exactly! Estávamos! Passado! – Ela falou conseguindo soltar seu braço. – Nós estávamos bem até você entrar naquela briga idiota e duvidar do meu amor por você!

–Ah Pam, me perdoa! Mas aqueles dois me tiraram do sério! Você já foi casada com o Jonas, o Ernesto é bem mais novo e tinha te agarrado, eu vi tudo vermelho! Eu tenho medo de te perder!

–Mas isso não te dá o direito de duvidar do que eu sinto por você!

–Pam, me desculpa! Eu tava nervoso! A adrenalina me subiu à cabeça... Eu... Eu nem sabia o que eu tava dizendo! – Me aproximei dela de uma vez e segurei seu rosto com as duas mãos, fazendo-a olhar nos meus olhos. – Me perdoa, vai...

–I do not know... Não sei se você merece... – Ela falou tentando desviar os olhos dos meus, mas sem êxito. Numa tentativa desesperada de fazer ela esquecer aquele ocorrido, lhe beijei de súbito. Soltei seu rosto e agora a trazia para bem pertinho de mim, com minhas mãos em sua cintura. Eu achei que tinha conseguido domar a fera, mas ela me empurrou dizendo: — Não adianta Sr. Domingues! Você não vai me dobrar com um beijo!

–Com um não, mas com dois, talvez. – E a agarrei de novo. Suas mãos seguravam meus braços, quase cravando as unhas neles, enquanto eu a beijava e ela soltava alguns grunhidos, tentava falar, me afastar dela, evitava ao máximo corresponder ao beijo.

–No! Herval, stoped! – Ela falava tentando me empurrar, com a respiração acelerada, mas eu a mantinha em meus braços.

–Com dois ainda não? Pois com três beijos você cede! – E agora eu a segurei pela nuca com uma das mãos e a outra foi parar em sua coxa, puxando sua perna na altura da minha cintura, agora ela não tinha como escapar. Acabou cedendo e jogando os braços em volta do meu pescoço e a outra perna em volta da minha cintura, pulando no meu colo.

Como nós estávamos perto da porta, eu a encostei nela e lhe beijava apertando seu corpo contra a porta e o meu contra o seu. Nós ficamos ali alguns minutos e ela tentava tirar a minha camisa com muita pressa. Minha mão percorria sua perna, por dentro do vestido, encontrando o elástico de sua calcinha e puxando-a para baixo, quando ela de repente se desvencilhou de mim e tentando se controlar, falou:

–No... No... Herval, vá embora... Não insista... – Ela falava caminhando para a cama, ela estava quase cedendo, eu não iria parar agora! Agarrei-a por trás, dizendo ao pé de seu ouvido:

–Ah mas eu não vou embora mesmo! – E comecei a beijar seu pescoço, enquanto minha mão procurava o fleche de seu vestido e começava a desce-lo. Sua respiração acelerava mais e involuntariamente ela inclinava a cabeça, permitindo que eu a beijasse ainda mais.

–Herval... Please... – Ela falava erguendo as mãos até meu cabelo e o apertava já não se aguentando de desejo. Finalmente consegui tirar seu vestido e em seguida a conduzi para a cama, fazendo-a deitar-se de bruços na mesma. Ela apoiou sua cabeça no travesseiro, fechando os olhos e se arrepiando, enquanto eu beijava cada centímetro de suas costas. Em seguida, lentamente comecei a finalmente tirar sua calcinha e agora a Pam não me impediu. Me deitei sobre ela, e beijando seu pescoço, sentia seu corpo ferver com o toque do meu.

Desistindo completamente de brigar, ela virou de frente pra mim, e se levantando, me fez ficar sentado sobre os calcanhares, enquanto com um olhar hipnotizante, vidrado nos meus olhos, Pamela levava suas mãos até os botões da minha calça, desatacando-os. Após tirar a calça, tirei também a cueca e fazendo-a deitar-se novamente, me posicionei entre suas pernas e lentamente a invadi. Comecei com lentos e leves movimentos, enquanto ela tinha os olhos fechados e franzia as sobrancelhas de prazer e baixinho, ao pé do meu ouvido pedia mais.

Agora sim comecei a acelerar e a intensificar! Ela arranhava minhas costas, enquanto me sentia toma-la e beijar seus seios, cheio de volúpia. Por muitos minutos ficamos assim, até ela me fazer sentar na cama com ela sobre mim. Pamela agora que fazia os movimentos e mantinha a cabeça apoiada no meu ombro, com o corpo totalmente junto ao meu e eu deslizava minhas mãos por suas pernas e costas, fazendo-a se arrepiar.

Quando a Pam começou com movimentos mais intensos, eu enterrei meu nariz em seus cabelos, sentindo seu cheiro doce, suave e extasiante, enquanto gemia baixinho e ela sorria e brincava com meus cabelos.

Entre suspiros ela falava:

–Oh Herval... O que você... não consegue comigo han...?! – Eu sorri. – Mas assim, também... Que golpe baixo...! – E neste momento eu a deitei bruscamente na cama e a possuía com toda a força, desejo, carinho e libido do mundo, e ela, ao sentir meus rápidos, fortes e profundos toques, gemia alto e gritava meu nome, arranhando minhas costas.

Após algumas horas, nó estávamos deitados na cama, a Pam sobre o meu peito, até que falou:

–Honey... Eu estou faminta!

–Ainda bem que você falou! Eu achei que teria que morrer de fome aqui... – Eu falei sorrindo e ela também sorriu.

–Então let’s go!! Vamos assaltar a geladeira!

–Mas e...

–Oh no! Sem vergonhas, Herval! Megan está com Davi com certeza! Brian e Dorothy dormem feito umas pedras! Vamos! – Ela falou, se cobrindo apenas com um hobby e eu coloquei minha cueca para lhe acompanhar. Quando ela olhou para mim, falou:

–Oh baby, tinha até esquecido! Você... – Começou a sorrir. – Você esqueceu uma cueca lá na Parker! Naquele dia, remember?

–Ai meu Deus! Alguém viu?! – Ela riu mais ainda.

–Oh no! Relax... Eu que encontrei e logo guardei na bolsa para te entregar.

–Que vergonha... – Eu falei coçando a cabeça. – A culpa é sua! – Eu falei quando nós começamos a caminhar, eu segurando-a por trás.

–Minha?!

–Sim! Sua! Você que me deixa louco e me faz esquecer de tudo! – Eu falei virando-a de frente pra mim e lhe beijando com carinho.

Logo fomos para a cozinha, preparamos uns sanduiches e pegamos um suco na geladeira. Nós ficamos em pé mesmo, um ao lado do outro e enquanto comíamos, conversávamos também. Então, em determinado momento eu a agarrei de súbito, só que a Pam estava com o copo ainda na mão, e com o susto, acabou derrubando o suco em cima de mim.

–Oh my God! Olhe só o que eu fiz!

–Eita que esse suco tá gelado pra caramba!

–Oh sweet... Sorry... Mas também, quem mandou me agarrar desse jeito!? – Ela falava tentando enxugar meu corpo que estava todo molhado de suco.

–Eu te agarrei assim porque você é tão linda que eu não me aguento! – Eu disse agarrando ela de novo. – E só desculpo se você tomar um banho comigo... Porque não dá pra dormir assim agora né!

–Oh stoped! Se for apenas um banho, eu tomo. – Ela disse meio desconfiada.

Nós voltamos para o quarto e enquanto ela tirava o hobby a caminho do banheiro, ficando completamente nua na minha frente, eu começava a tirar a cueca logo atrás. Assim que entramos no banheiro, eu a segurei por trás e beijava suas costas, enquanto ela se encolhia e se arrepiada.

–Eu sabia que não era só um banho que você queria, Sr. Domingues!

–Claro que não! Você acha que eu ia conseguir só tomar um banho com você comigo?! De jeito nenhum!

Eu a virei de frente pra mim e a beijei, enquanto a conduzia para o chuveiro. Encostando-a na parede, liguei o chuveiro, enquanto pegava-a nos braços e começávamos a nos amar ali. Meus lábios tomavam seus seios, enquanto a Pam fazia calmos e sensuais movimentos, jogando a cabeça para trás e abrindo a boca, gemendo meu nome.

Não sei como não acabamos a água do planeta, do tempo que ficamos lá dentro. Quando finalmente saímos do “banho”, sem roupa mesmo nos deitamos na cama e dormimos agarradinhos.

Por Pamela:

No dia seguinte, quando eu e Herval nos acordamos não havia mais ninguém em casa! Aproveitamos para tomar café da manhã sozinhos. Nós comíamos, conversávamos e nos beijavamos quando ouvimos uma gritaria:

–Eu vou falar com ela sim! E eu quero ver você me impedir! – Não demorou e vimos Jonas entrando onde estávamos, e logo atrás dele, Edmilson que tentara impedir que ele entrasse. – Pamela, eu... – Ele viu que Herval estava comigo. – O quê que esse cara tá fazendo aqui?!

–Não te interessa, Jonas!! Herval é meu namorado! O intruso aqui é você! – Eu falei me exaltando e levantando da cadeira.

–Você não tinha ficado com raiva dele porque ele entrou na briga ontem?!

–Tinha ficado! Não estou mais!

–Ah claro! Te levou pra cama, tá perdoado né?!

–Olhe lá como fala com a Pam, seu canalha! – Herval se levantou da cadeira também, apontando um dedo para Jonas.

–Herval, Herval, não vale a pena my love... Eu que tenho que resolver isso. – Eu falei segurando seu rosto, tentando fazer ele olhar para mim. Olhei para Jonas irritada. – Não Jonas! Eu não sou a vagabunda que você está falando, se isso bastasse para eu perdoar, eu teria te perdoado, já que você tentou...

–O quê?! — Herval falou, olhando pra mim.

–Depois que você saiu da Parker, Herval, naquele dia, eu fui na casa de Jonas tirar satisfações sobre o assunto de você ter investigado ele, e lá ele tentou me agarrar, mas eu não deixei...

–Ah mas agora você morre! – Falou para Jonas e partiu para cima dele. Enquanto se socavam lá, quebrando tudo, fui chamar os seguranças junto com Edmilson, que logo apartaram os dois e enquanto levavam Jonas embora ele gritava:

–Você ainda vai ser minha, Pamela!! Pode escrever!! Você ainda vai ser minha!! Custe o que custar!!

Notas finais
Comentários?? O que acham que o Jonas vai fazer? Continua...