Por Herval:

Eu juro que quando eu vi aquele moleque dando em cima da Pam, eu me segurei para não dar uns bons socos na cara dele! Sim, eu sou ciumento, mas só quando é preciso, e ali eu me senti completamente ameaçado pelo Ernesto, ele é muito mais novo, boa pinta, vai que a Pamela se interessasse por ele!

Eu não sei o que aconteceu, só sei que uma explosão de ciúmes e desejo tomou conta de mim. Naquele momento em que eu a segurava pelos braços, Pamela me pareceu ainda mais linda do que sempre foi. Quando eu percebi, já estávamos nos beijando e caminhando para o quarto feito loucos! Minhas mãos procuravam alucinadamente o fecho do seu vestido, e o tiravam por completo, enquanto a Pam quase rasgava minha camisa tentando tirá-la de todo jeito.

A noite tinha começado a cair, por sorte a gente estava sozinho lá, assim que entramos no quarto, eu perguntei a Pamela se tinha mais alguém em casa e ela me disse que a Megan tinha ido para uma festinha na Gambiarra, Brian ia passar a noite meditando no Regenera e a Dorothy havia sido convidada pelo Moreira da Parker TV para um jantar. Quando caiu a ficha de que eu estava no quarto da Pam finalmente, depois de tanto tempo tentando conquista-la e faze-la confiar em mim o bastante para me levar ao seu quarto, eu estava ali! Ela percebeu um pouco o meu deslumbre e falou, parando de me beijar:

–O que foi, Herval? Está tudo bem?

–Bem até demais... Que eu tô achando que é um sonho... Eu tô mesmo no seu quarto, Pamela? – Eu falei sorrindo.

–Está! Já estava mais do que na hora, você não acha?

Tudo o que eu consegui fazer foi segura-la ainda mais firme e beija-la com muita volúpia. Pamela deu um leve gemido ao sentir seu corpo tão preso ao meu e procurava desafivelar meu cinto rapidamente. Eu, para encurtar o processo, fui tentar ajuda-la, desabotoando a calça, mas nossas mãos se misturaram tanto que acabamos por demorar ainda mais, porém, quando consegui tirar a calça por completo, ainda segurando firme a Pam, jogamo-nos em cima da cama entre beijos, enquanto eu tentava desatacar seu sutiã. Quando consegui, fiquei a observando por alguns segundos e em seguida, de súbito, sem que ela esperasse, beijei-lhe os seios com todo o desejo! Aquilo fez a Pam fechar os olhos e prender meu cabelo entre seus dedos com tamanho arrepio que aquilo lhe provocou.

Em seguida, desci os lábios de seus seios à sua barriga, desci ainda mais e agora minha boca encontrou o pano de sua calcinha, que com a ajuda das mãos, logo eu tirei dela. Voltei a lhe beijar com tanta intensidade quanto o ciúme que sentira algum tempo atrás, minha mão lhe percorria o seio, a cintura, a coxa e por fim, a intimidade, que pude perceber já me desejar mais que tudo, fazendo-lhe contorcer-se em cima da cama e me arranhar as costas, de prazer.

Não me demorei a tirar a cueca e me posicionando entre suas pernas que se afastaram sem delongas, a tomei em meus braços! Eu sentia todo o meu corpo como um verdadeiro vulcão, senti meu sangue ferver em minhas veias e o desejo só aumentar. Cada toque daquelas mãozinhas em qualquer lugar em mim, parecia a mais linda das poesias e me enxia de puro êxtase. Eu a possuía com todo o carinho e voracidade do mundo! E Pam apenas franzia as sobrancelhas de olhos fechados e gemia bem baixinho ao pé do meu ouvido, eu beijava seu pescoço e nós dois nos arrepiávamos simultaneamente.

Passados uns bons minutos assim, invertemos as posições, eu me deitei na cama e Pamela subiu em cima de mim e segurando minhas mãos, falou:

–Você tem certeza que é dono de uma ONG? Você interpretou tão bem o papel de namorado ciumento que eu até acreditei... Mas era só para conseguir isso, right?!

–Eu não tava interpretando. Eu realmente estava com muito ciúme!

–Oh Herval, de um garoto?! Você não sabe que é você que eu amo? – Ela falou com o rosto bem perto do meu e quase me beijando.

–Não... Não sei... – Eu falei sorrindo, brincando.

–Oh really?! No? – Ela disse fingindo uma cara de surpresa.

–Não. Você me ama? Prova então! – Falei ainda na brincadeira.

–Ah você quer que eu prove?! –Acenei com a cabeça. — Okay...

E subitamente me beijou. Não um beijo como os outros, este foi completamente diferente! Parecia que ela atingia minha alma! Suas mãos começaram a soltar as minhas e a pousarem sobre meu peito, enquanto ela se erguia e começava a se movimentar sobre mim com tanta intensidade quanto o beijo que me dera segundos antes. Eu não conseguia pensar em nada! Só conseguia sentir, sentir muito amor, muito prazer, muito calor ... Pamela me olhava, provocativa, como que dizendo: “Ainda duvida de alguma coisa?” Eu tenho que confessar, eu fui um completo idiota com aquela crise de ciúmes, mas... Graças a ela nós estávamos tendo uma noite incrível.

A Pam intensificava os movimentos e jogava a cabeça para trás, gemendo meu nome, enquanto eu segurava seus seios e não me aguentava de excitação. Ela arranhava meu peito e respirava muito acelerado. Começava a gemer um pouco mais alto e eu já sabia o que aquilo significava, afinal, eu também comecei a gemer relativamente alto. Então, segurei-a firme e inverti novamente as posições e acelerando ao máximo os movimentos. Pamela gritava pedindo sempre “more” e eu prontamente atendia com maior intensidade! Eu fechava os olhos e lhe beijava o pescoço, abafando meus gritos até que em um gemido uniforme meu e dela, entregamo-nos ao ápice daquela sensação.

Depois de um tempo de carícias e sorrisos, Pamela deitada sobre meu peito, disse:

–I love you so much, sweet...

–Eu também te amo, meu amor… — Eu disse, fazendo-a se aconchegar mais perto de mim e percebi que ela sorria de olhos fechados, começando a adormecer. Então, também fechando os olhos, fiquei acariciando seus cabelos até pegar no sono.

Por Pamela:

Eu estava num sono bom, quando senti um suave toque no meu braço e um sussurrar pertinho do meu ouvido:

–Pam... Acorda meu amor... Já são 10h da manhã...

–Oh no, Herval... Me deixe dormir... Só mais um pouco...

–Tá... Eu deixo, mas eu vou embora então.

–Oh no! Fique... Eu acordo! – Falei me levantando e passando a mão nos olhos. – Tome café da manhã comigo...

–Ah não, Pam... Sua família não vai estranhar?

–No! Mas whatever! Esta casa é minha, e provavelmente Megan e Brian ainda estão na rua... Dorothy gosta muito de você, não vai se importar! Só vou tomar um banho para despertar... Me acompanha?

–É só um banho ou tem alguma coisa mais, Srta. Parker?

–Oh stoped! Apenas um banho! Juntinhos... Vamos, venha! – Falei puxando-o pela mão.

Tomamos um banho quentinho e demorado, depois nos vestimos e fomos tomar café da manhã entre beijos. Quando Dorothy nos viu, disse:

–Oh God! O perigo tropical dormiu aqui, Pamela? – Herval coçou a cabeça envergonhado. Eu disse:

–Of course Darling! Herval é meu namorado, remember?

–Oh sim, sim! Estou apenas brincando... Veja como ficou envergonhado! Oh God! – Ela riu. – Seja muito bem-vindo, Herval Domingues!

–Obrigado, Dorothy. – Ele disse.

Nos sentamos para tomar café e enquanto comíamos, Dorothy recebeu uma ligação.

–Hello, Davi!

–Oi Dorothy! Tudo bem? A Megan tá aí?

–Tubo bem... Mas Megan não está aqui... Ela não estava com você?

–Sim, ela tava, mas a gente teve uma discussãozinha e ontem mesmo ela foi embora!

–Oh my God! Megan Lily passou a noite fora de casa e não foi com você?!

Eu: -What? Tell me, madrinha! O que aconteceu com Megan Lily?

–Ela brigou com o Davi e saiu da festa, mas até agora não deu sinal de vida!

–Oh my God! O que aconteceu com my little baby?! – Me desesperei.

Notas finais
Continua...