Geração Hero
1 Prologo
A dor percorre lentamente pelas minhas veias, isso e bom, significa que ainda estou vivo, e pelo que posso sentir com todos os membros intactos.
Abro os olhos e observo a sala, vejo uma mesinha com vários instrumentos curiosos para arrancar pele, unhas e sangue, vejo as paredes mal feitas e sem detalhe criadas simplesmente para ocultar das pessoas de fora o que ocorria ali dentro, e atento a pequenas manchas de sangue seco de outros que tinham sido levado para esse mesmo local, uns sete, talvez oito, a dor de cabeça e o fedor do ambiente dificultava a sombra de fazer o calculo, mas isso não era problema, não me interessava quem tinha vindo antes, mas quem veria depois. Olhei par baixo, meus pés estavam suspenso no ar enquanto minhas mão estavam presas com correntes no teto, então dai que vinha a dor, tinha sido tratado literalmente como saco de pancada enquanto dormia, um contra tempo até quem realmente interessava chegará.
"Sim, sim, já cheguei " — escutava o eco distante se aproximando — " estou indo vê-lo imediatamente" um ultimo barulho de click indicava que a ligação havia encerrado e que quem tivesse chegado o tinha guardado no bolso, como sabia que o celular estava no bolso ? bom, agora ele estava no meu mundo.
— Bom dia senhor ? — disse um homem alto e magricelo que havia acabado de entrar na sala pela única porta existente — acredito que saiba quem eu sou e o motivo de estar aqui não ?
Observei sorrindo enquanto observava ele retirar o retirar seu casaco, considerando a época do ano e o fato dele estar vestido em geral com roupas leves indicava que estávamos no sul, como eu ele confere os equipamento de tortura checando se faltava alguma coisa.
— Soube que arrancou a orelha do ultimo que esteve aqui, espancou os guardas, devo dizer bem surpreendente para quem estar com os braços acorrentados, apanhou até desmaiar não ?
Ele pega um pequeno bisturi, conhecendo as técnicas do medico diria que seu primeiro alvo seria minha mandíbula, um pouco abaixo da junção, o corte seria superficial, ate a base da orelha, depois perfuraria calmamente meu cranio iniciando a cirurgia deligando meus nervos e conectando a seu "brinquedinho" favorito.
— Nada ? nenhum riso ou provocação ? vai nem mesmo tentar chutar meu rosto enquanto opero o seu ? — Ele olhava atentamente minha reação esperando que me aproximasse, que gastasse o ultimo resquício de energia que ainda me possuía para poder trabalhar tranquilamente, mas tudo o que pode obter foi um simples click vindo de cima.
Antes de poder enter o que ocorria meus braços já estavam em seu pescoço o sufocando, incapaz de respirar o som de sua voz era quase inaudível "Como ?" ele emitia
— Na próxima vida, conte quantas facas seu tem na mesa — o sopro da vida exala do homem que cai lentamente sobre o chão, pego o celular enquanto alongo meus membros doloridos, ligo o aparelho verificando as informações contidas neles, por fim digito um numero que atente quase imediatamente.
— A cidade e Santo Amaro, procure um local para base nas proximidades e inicie o recrutamento, vou partir imediatamente.
A nova era dos heróis estar preste a se iniciar, e ninguém será capaz de impedir .
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