Notas iniciais
Gente, amanhã minhas aulas estão começando e eu não sei se vai dar pra ficar postando um capítulo por dia, por conta das atividades e etc... Mas vou fazer de tudo pra não passar muito tempo sem postar okay?! Boa Leitura!!

Por Herval:

A gente ficou assustado, mas foi só uma turbulência boba, logo passamos por ela e Pamela voltou a encostar a cabeça no vidro da janela do jatinho.

–De onde a gente parou...? – Eu perguntei, pousando minha mão sobre sua perna novamente.

–Oh Herval, stoped! Nós estamos num jatinho! Estamos voando remember?!

–E daí? Melhor ainda! Experiência nova! Vem cá vem... – Eu lhe disse segurando sua mão, fazendo-a sentar no meu colo e disse: — Vai me dizer que você nunca teve curiosidade de saber como é... – Sussurrei em seu ouvido. – Nas nuvens literalmente?!

–No! Of course not! Eu não sou essa safada que você pensa, Sr. Domingues! – Ela disse tentando conter o sorriso.

–Ah não é não...? – Eu falei colocando a mão por dentro de seu vestido, tirando sua calcinha.

–Stoped, Herval... Pare, please...! – Ela falava de olhos fechados, tentando se controlar. Eu sabia muito bem que ela não estava querendo que eu parasse, então, mesmo com ela no colo, consegui desabotoar a camisa e a calça, colocando-as na poltrona ao lado onde a Pam estava, e comecei a descer o fleche de seu vestido. – Herval... Isso é golpe baixo... Isso não se faz...! – Ela dizia, enquanto eu lhe beijava os seios e ela se posicionava, colocando uma perna para cada lado do meu corpo e eu deslizava minhas mãos por suas costas e pernas, fazendo-a começar com os movimentos.

Eu lhe segurava firme, mas carinhosamente pelos cabelos, lhe fazendo inclinar a cabeça, para que eu lhe beijasse o pescoço. Pamela segurava meus cabelos com a mão esquerda, e a direita pousava sobre meu braço, enquanto ela apoiava a cabeça no meu ombro e fazia lentos e demorados movimentos e eu beijava seu ombro, sentindo-a se arrepiar. Minutos depois, Pamela começou a se movimentar com muita pressa e jogava a cabeça para trás e tentava conter ao máximos seus gemidos, enquanto eu pousava minhas mãos em sua cintura e apoiava a cabeça no encosto da poltrona, fechando os olhos e a boca, tentando também, conter ao máximo meus gemidos, quando num grito uniforme nosso, demos fim àquela loucura aérea e ficamos entre beijos e sorrisos.

–You’re crazy Herval!! – Disse a Pam enquanto se vestia apressadamente.

–Só eu?! – Aproximei meus lábios de seu ouvido e disse: — Eu não fiz essa loucura sozinho...

–Of course not! Você sempre consegue tudo o que quer comigo!

–Tudo é? Tudo mesmo?

–Yeah... Você é a minha cryptonita Sr. Domingues... Meu ponto fraco...

–Hum... É ótimo saber disso!! – Eu a puxei para um último beijo, antes de me vestir também.

–Nós já vamos pousar no Rio de Janeiro! – Avisou o piloto.

–Oh finalmente!! – Vibrou a Pam.

Claro que eu já tinha avisado a todo mundo que a gente tava voltando, estava no fim da tarde e quando saímos do jatinho a Pam foi atacada pela Megan, Dorothy e Brian.

–Mom!! Que saudade... Eu ganhei inúmeras rugas de preocupação!!

–Oh my baby girl... Eu quase morri de saudades suas... – Elas se abraçaram.

–Darling! Nunca mais dê um susto desses na gente han?!

–Okay madrinha! Se depender só de mim, eu nunca mais saio de perto de vocês!

–My girl, my sister... Eu fiquei preocupado... Mandei muitas vibrações positivas pra você se livrar das garras do Jonas!

–Aliás, por falar nele, onde está aquele shit que um dia eu chamei de daddy?! – A Megan perguntou.

–Caiu de um barranco enquanto brigava comigo... – Eu falei.

–What?!

–A história é muito longa, Megan, em casa a gente conversa okay?! – A Pam falou tentando esquecer por mais alguns minutos aquele ocorrido.

Entramos todos no carro e fomos para a mansão da Pam.

–Agora você vai me contar tudo, mom! Tim-tim por tim-tim!

–Oh Megan, please! Eu acabei de chegar! Me deixe tomar um banho okay?! – Ela olhou para mim e falou: — Você me espera, my love?

–Eu adoraria Pam, mas eu larguei tudo lá na Plugar pra ir atrás de você... Agora tenho que ver como é que estão as coisas por lá...

–Oh... Okay... – Ela se aproximou e pousando os braços em volta do meu pescoço, disse: — Thanks so much, sweet... You’re my hero!

–Imagina, meu amor... Pra te salvar eu vou até no inferno! – Ela me beijou, agradecida.

–Mas você não tem tempo nem para um lanche? Meu banho pode esperar um pouco, se você quiser me acompanhar num daqueles sanduiches que nós comemos naquele dia...

–Hum... Que convite tentador...

–Vamos comemorar a volta da Pam! Champanhe para quem tem cede! –Chegou a Dorothy na sala com uma garrafa de champanhe, nos interrompendo.

–Oh madrinha... Thanks, mas agora não... Depois comemoramos, okay? – Reparei que ela piscou o olho para a Dorothy e ela logo entendeu.

–Oh sim, sim... Melhor! Já é noite e amanhã teremos muita coisa pra fazer, beber pode não fazer muito bem, certo?!

–Exactly...!

–Megan! Megan! Você não vai encontrar Davi? Dizer a ele que a Pam está bem? Ele ficou tão preocupado... – Ela falou tentando tirar a Megan de casa.

–Oh yeah Dorothy! Bem lembrado! Bye guys! Mas depois você não me escapa, Pamela Parker! Vai me contar tudo!

–Okay Megan... Divirta-se com Davi! – Ela foi embora.

–Eu não sei o que me deu... Estou com um sono hoje... Acho que vou dormir mais cedo... Good night pra vocês... – A Dorothy falou fingindo estar com sono pra nos deixar a sós.

–Madrinha, e Brian, onde está? – Pam perguntou.

–No quarto meditando... Não sai mais de lá hoje! – Ela disse já se retirando da sala.

–E então? Vamos lanchar ou não? – A Pam me perguntou quando finalmente estávamos sós.

–Eu não sei, Pam...

–Oh please... Já é começo de noite, não há nada mais para fazer na Plugar!

–Ah tá bom, vai... Tô morrendo de fome mesmo!

Nós chegamos na cozinha aos beijos e sequer pegamos qualquer comida.

–Você não tinha me chamado pra comer, Pam? – Eu lhe perguntei entre um beijo e outro.

–Eu menti! – Ela falou com a maior cara de santa. – Aquele “voo” não te deixou com gostinho de quero mais...? – Ela me perguntou ao pé do ouvido e em seguida mordendo-me a orelha.

–E ainda disse que não é safada né...?!

–E não sou! Só que ficar longe de você não é a melhor das experiências e eu não quero mais esperar um mísero segundo! – E me beijou tão de súbito que eu me assustei, mas logo estava tirando seu vestido e sentando-a sobre a mesa.

Eu ria da desculpa que ela tinha inventado pra me fazer ficar... Afinal, bastava ela me pedir que eu não resistiria! Ela desabotoava minha calça que logo caiu no chão, enquanto eu lhe beijava com toda a volúpia do mundo. E enfim aconteceu aquela mesma explosão de sensações que ocorrera no jatinho. Eram gritos e gemidos, arranhões, mordidas, sorrisos, beijos, arrepios, pele fervendo, prazer incalculável...

Nós estávamos nos acariciando, eu ao seu rosto e ela a minha barba, com nossas testas coladas, quando meu celular começou a tocar.

–Deve ser algo importante, Pam...

–Oh no... Esqueça esse celular...

–Mas eu preciso atender... Não param de ligar... Espera só um pouco, é rápido. – Então eu peguei meu celular no bolso da minha calça e vi que era o número da Rita. – Alô, Rita?!

–Herval, Onde cê tá? Vem pra cá agora!

–O que aconteceu?

–A polícia tá na Plugar! Parece que o Wander, o Mosca e a Luene estavam fazendo alguma bobagem usando os computadores da Plugar!

–Calma, tô indo para aí agora!

Notas finais
Continua...