Geração Pamerval - A história do início ao fim
30 Capítulo 30
Por Herval:
Aos poucos eu comecei a deita-la no sofá e a acariciar sua perna com carinho, eu estava deitado sobre ela, e lhe beijava com cada vez mais intensidade. Nossa saudade era tão urgente que mesmo numa situação daquelas onde nos encontrávamos, era impossível parar com o que acabara de começar. Eu beijava seu pescoço e mordia sua orelha, enquanto as mãos dela passeavam no meu cabelo e ela se arrepiava a cada toque dos meus lábios. Eu, com a boca fui descendo a alça do seu sutiã e depois ela mesmo o desabotoou, apressada. Jogou-o em qualquer canto da sala, e eu já me afogando na volúpia que era beijar-lhe os seios e ouvi-la suspirar de prazer.
Pamela cravava as unhas nas minhas costas, enquanto eu lhe beijava os seios e minha mão começava a entrar dentro de sua calcinha e fazia-a se contorcer e gemer baixinho. Então comecei a tira-la e começava a lhe beijar o abdome, enquanto ela fechava os olhos e sorria... Em seguida ela envolveu as pernas na minha cintura e começava a se erguer com os braços, enquanto nos beijávamos, eu entendi e logo a segurei firme e me levantei do sofá com ela nos braços. Enquanto entre beijos ela me dizia onde era o quarto, eu a encostava em toda parede que encontrava e a beijava apertando meu corpo ao seu que eu já sentia ferver!
Quando chegamos ao quarto, não perdemos o menor tempo, deitei-a lentamente na cama, enquanto nós nos beijávamos com muito carinho e ela deslizava suas mãos pelas minhas costas, me provocando arrepios deliciosos. Então senti suas mãos tentando alcançar minha cueca e logo tratei de tira-la. Eu voltava a me deitar sobre ela, lentamente, quando a Pam me puxou de uma vez, me dando um beijo de arrancar a alma! Em seguida sorriu, aquele sorriso meigo que só ela tem, e me olhando fixo e sensualmente nos olhos, afastou as pernas, finalmente permitindo que eu a invadisse. Eu me movimentava e ela respirava aceleradamente, eu lhe beijava os seios e ela agarrava firme meus cabelos.
–Oh! Quantas saudades eu senti de você, my love... – Ela falou quando eu parei um pouco e a olhei por um momento, lhe acariciando os cabelos.
–Mas agora eu tô aqui... Todo seu e pro resto da vida! – Eu falei e em seguida lhe beijei, voltando com os movimentos.
A chuva lá fora caía grossa e mesmo sendo uma tarde, o céu estava escuro, coberto de nuvens carregadas, o que deixava o quarto também escuro... E naquele momento parecia que eu entrava numa existência sobrenatural, ouvia a chuva lá fora, as trovoadas e os gemidos da Pam, e tudo isso junto compunham uma orquestra de sensações distintas e incrivelmente boas que me faziam ama-la com ainda mais desejo e intensidade, provocando-lhe gemidos mais altos e consequentemente uma elevação sobrenatural de excitação, minha e dela.
Nossos corpos ardiam em chamas de desejo e saudade e tudo parecia ficar em câmara lenta... A chuva escorria devagar pelo vidro da janela e Pamela parecia me beijar lentamente e deslizar suas mãos por mim na maior calma, sentindo cada centímetro como se sentisse a mais incrível sensação provocada pela mais linda poesia.
Nós invertemos as posições e ela sentava sobre mim, sensualmente e aproximava o rosto do meu... Seus cabelos caiam em cada lado de seu rosto e eu com a mão acariciava sua face e afastava o cabelo ao mesmo tempo, para que pudéssemos nos beijar finalmente, numa sensação de êxtase total. Ela começou a se movimentar e jogava a cabeça para trás lentamente, abrindo a boca expirando prazerosamente e sorrindo. Eu deslizava as mãos por suas pernas e ela se arrepiava àquele leve toque e gemia baixinho quando eu as apertava de leve. Ela começou a acelerar e a gemer mais alto, então eu a segurei firme e voltei a ficar sobre ela. Segurei suas mãos e disse sussurrando ao pé de seu ouvido:
–Agora você fica quietinha, tá bom?
–Eu faço o que você quiser... – Ela falou e em seguida mordeu minha orelha. – Mas por que eu tenho que ficar quieta?
–Porque eu quero que você apenas sinta... Fecha os olhos... – Ela fechou e eu lhe beijei, depois fui descendo o beijo... Pescoço... Ombro... E descendo, descendo, descendo...
–Oh Herval!! More...!! More...!! – Ela pedia, de olhos fechados como eu mandei e agora agarrava os lençóis da cama delirando de prazer. Inspirava e expirava profundamente e sempre pedindo mais. Depois voltei a toma-la em meus braços com muito desejo, amor e intensidade, fazendo-a arranhar todas minhas costas e me beijar abafando seus muitos gritos e gemidos. A noite caiu e nós nos entregávamos ao ápice daquelas sensações. A chuva lá fora, não cessava e devia estar fazendo uns 15oc no máximo! Já dentro do quarto... A temperatura alcançava os 300oc! Eu me sentia um vulcão prestes a entrar em erupção e sentia que a Pam estava do mesmo jeito.
Até que a certa altura da noite, nós já estávamos exaustos, ofegantes, Pam estava deitada sobre meu peito e eu a abraçava com muito carinho. Continuava chovendo, mas agora uma chuvinha rala...
–Assim que amanhecer a gente volta pro Brasil... – Eu falei dando um beijo em sua testa.
–At least! Graças a você, my love... – Ela levantou a cabeça do meu peito, me beijou e voltou a se deitar. – E como vai my Family? Você esteve com eles, right?
–Sim, vão bem, mas muito preocupados com você né, Pam... A Dorothy, quando eu fui lá, tomou uma poncheira inteira de chá de alface pra se acalmar!
–Oh God! Madrinha is crazy?! – Eu sorri. – E Megan?
–A Megan pirou, mas o Davi conseguiu acalmar a fera...
–Oh que saudade da minha baby girl...
–Amanhã você já vai estar com ela, meu amor...
E nós ficamos conversando até pegarmos no sono. No dia seguinte, levantamos bem cedo, catamos nossas roupas pela casa, nos vestimos e finalmente fomos embora para o lugar onde eu tinha deixado o jatinho. Sem delongas ela entrou, querendo se ver longe do lugar onde sentiu muito medo e logo em seguida eu também entrei.
Nós estávamos sentados, um ao lado do outro, o piloto lá na cabinezinha dele... Não sairia pra nada. Eu olhei para a Pam e ela tava de olhos fechados com a cabeça encostada do vidro da janela do jatinho, de pernas cruzadas. Eu estava com tantas saudades... Aquela tarde e noite não foram o suficiente para mata-las, então, como quem não quer nada, eu pousei minha mão sobre sua perna e ela disse ainda de olhos fechados:
–Sr. Domingues... – Naquele tom de que sabia o que eu queria, mas que era pra eu me controlar.
–O que foi, Pam? – Fingi não entender a repreensão e tirei a mão da perna dela. Ela sorriu:
–Nada não... –Então voltei a pousar a mão sobre sua perna, só que dessa vez deslizando-a até entrar dentro de seu vestido. – Herval, controle-se! – Ela falou finalmente abrindo os olhos e me fitando, sorrindo.
Eu não a obedeci, continuei subindo seu vestido, me virando para seu lado e começando a lhe beijar o pescoço. Ela dizia entre sorrisos e arrepios:
–No, Herval... Pare...! Please... O quê que te deu han?
–Ainda não matei a saudade... – Eu falei parando de beijar seu pescoço só por alguns segundos.
–Oh no?! Nós passamos a tarde inteira e a noite naquele quarto, Sr. Domingues!
–Foi pouco... – E começava a querer descer a manga de seu vestido.
–Stoped, please... – Ela falava começando a ceder, quando o jatinho começou a balançar significativamente e o piloto avisou que estávamos passando por uma turbulência, nós nos assustamos, cravando as unhas na poltrona com medo.
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