Geração Pamerval - A história do início ao fim
21 Capítulo 21
Notas iniciais
Por Pamela:
Eu me levantei da cadeira, dei a volta na mesa e fiquei de frente para ele:
–O que é que você veio fazer aqui?! – Perguntei ainda magoada.
–A gente precisa conversar, Pam! Você precisa acreditar no que eu te falei! Eu não consigo ficar mais um dia sem te ver, Pam! Não me tortura mais por favor...
–Eu? Te torturando? Eu só estou tentando me manter afastada do homem que me magoou! Você brincou com os meus sentimentos, Herval...! Você precisava investigar Jonas? Okay!! Whatever! Mas precisava me usar para isso?! – Perguntei franzindo a testa.
–Eu não te usei, Pamela! Pela milésima vez eu te digo isso! Você precisa acreditar em mim! – Ele falava passando a mão no cabelo e gesticulando, desesperado.
–Como? Tell me! Como eu posso acreditar no homem que estava investigando o meu marido e não me contou nada?! Jonas me fez de boba por muito tempo e você sabia disso e nunca me contou!
–Era informação sigilosa, Pam...! Por favor, tenta entender... – Ele se aproximou mais de mim e eu podia sentir sua respiração bem próxima ao meu rosto. Segurou-me pelos braços firme e carinhosamente. – Eu te amo, Pam... Jonas é um criminoso, eu tinha que cumprir o meu trabalho sigilosamente, mas me apaixonei por você... Eu não te usei para descobrir coisas sobre o Jonas...! Bastou colocar um drone atrás dele que eu já descobri muita coisa. Eu nunca... Nunca brinquei com seus sentimentos... Por favor, volta pra mim, volta... – Ele apoiou uma de suas mãos nas minhas costas e a outra sob minha nuca, tentando me aproximar ainda mais dele. – Volta... – Ele sussurrava aproximando seus lábios dos meus vagarosamente, me olhando nos olhos.
Eu estava sem ação... Estava magoada, achava que ele havia me usado, me enganado... Mas estava com muitas saudades dos beijos de Herval... Agora, more than ever! À medida em que ele aproximava seus lábios dos meus, eu sentia meu corpo inteiro implorar para que eu o beijasse imediatamente, mas, I do not know... Não sabia se ele estava mesmo falando a verdade! Meu cérebro dizia: “No! No! Ele está te enganando!” Mas meu coração dizia: “Yeah! Yeah! He love you!”
Foi mais forte do que eu! Joguei meus braços em volta do seu pescoço e o beijei com muita saudade e desejo. Ele colocou as duas mãos nas minhas costas me apertando ainda mais, com isso eu podia sentir um forte calor emanar de seu corpo e ele intensificando ainda mais o beijo.
Por Herval:
Eu tava com tanto medo de que ela não me perdoasse por ter escondido aquilo dela e de que ela não acreditasse na minha inocência quanto a enganá-la para investigar o Jonas, que eu tive que apelar para o beijo! Eu não tava aguentando mais aquela distancia, aquela frieza com que a Pam estava me tratando! Eu sentia saudades daquele sorrisinho que só ela tem... Daquele sotaque americano que tanto me faz rir... Daqueles lábios particularmente especiais que eu adoro beijar! Daquele corpo branquinho, macio, que eu tanto amei...
Enquanto a gente se beijava, eu comecei a conduzir a Pam até a mesa. Quando segurei firme em sua cintura para levantá-la e senta-la na mesa, ela encerrou o beijo se esquivando de mim.
–No! Herval... Get out please... I do not know... Eu preciso pensar antes de tomar qualquer decisão... – Ela falava de costas para mim, passando a mão na boca e tentando normalizar a respiração que já havia acelerado um pouco.
–Mas Pam... Eu te amo tanto... E eu sei que você também me ama! Por favor vamos esquecer essa história...! – Eu falei afastando seus cabelos e beijando seu pescoço. Notei que sua respiração acelerou novamente e que ela fechou os olhos se arrepiando profundamente ao sentir o beijo. – Por favor, vamos ficar juntos de uma vez... O Jonas é um idiota, te trocou por alguém que não chega aos seus pés, se arrepende e para tentar fazer você voltar para ele, inventa uma coisa dessas! Para de resistir... Fica comigo... – Envolvi minhas mãos em sua cintura e ela mantinha a cabeça inclinada enquanto eu falava tudo isso baixinho no seu ouvido e ela tentava conter-se, manter-se forte e não ceder à tentação que era voltar a me beijar. Comecei a subir minha mão para alcançar-lhe os seios, mas antes que o fizesse, ela sussurrou:
–No... Herval... Please... Stoped... Vá embora, eu preciso trabalhar... – Falava com os olhos fechados tentando se conter, enquanto eu insistia em toca-la e ela segurava minha mão mesmo que contra sua própria vontade. – By the way, você também precisa, remember?!
–Você é mais importante que qualquer coisa pra mim, Pam! – Virei-a bruscamente de frente para mim e segurando-a firme, aniquilando assim, qualquer possibilidade de fuga, beijei-a com todo o amor que tinha.
Pamela segurava firme em meus braços, evidenciando também o enorme desejo que sentia. Também me empurrava de leve, tentando mesmo sem querer, soltar-se de meus braços, ainda ressentida. Virei-a novamente para o lado da mesa e a conduzia novamente a ela, enquanto Pamela dizia entre um beijo e outro:
–Oh Herval... Please...! Eu já estou no meu limite... Não consigo mais resistir... Vá embora antes que façamos o que eu possa me arrepender depois...
–Você não vai se arrepender! Eu garanto!
–Alguém pode entrar aqui...! Stoped... Please...! Não faz isso Herval... – Ela me implorava para que eu parasse de beija-la, mas ela mesma, com seus arrepios, gestos, olhares, me evidenciava que não queria que eu parasse, ao contrário.
–Não seja por isso! – Fui até a porta e a tranquei jogando a chave no sofá que tinha lá dentro. Em seguida caminhei em direção a ela e beijando-a com ainda mais desejo, finalmente segurei-a firme pela cintura e a sentei sobre a mesa. Pamela já desistindo de resistir, afastou as pernas, dando-me espaço, e assim eu podia sentir todo o calor que saía de seu corpo que me desejava tanto quanto eu, a ela.
Eu beijava seu pescoço enquanto ela percorria as mãos pelas minhas costas por dentro da camisa, retirando-a do meu corpo e com o macio toque daquelas mãos, eu sentia minha pele ferver. Logo depois, deslizei as minhas por sua perna, subindo seu vestido até que ela mesmo o tirou por completo. Beijei-a novamente matando a saudade, enquanto eu mantinha as mãos ocupadas retirando o cinto e desabotoando a calça lentamente. Em seguida, segurei-a ainda mais firme trazendo seu corpo para mais perto de mim, agora seus seios tocavam minha pele e a excitação só aumentava! Sem mais delongas deslizei minhas mãos até sua calcinha e retirei-a lentamente e por fim, lancei-a longe, voltei a beija-la com todo o carinho do mundo e ela correspondia com o mesmo carinho... Quando senti suas mãos descerem de minhas costas até minha cueca em sinal de que já não aguentava mais esperar, tinha ficado tempo demais longe de mim e agora me queria presente em si, mais do que tudo! Imediatamente tirei a cueca e também lancei-a longe! Sem demora ela me puxou para si e me beijou intensamente segurando firme, sem dó nem piedade meus cabelos e aquilo me provocou explosivas sensações. Em seguida, levei meus lábios ao seu pescoço e o beijava docemente enquanto minhas mãos lhe seguravam as pernas possibilitando finalmente uma maior intimidade. Finalmente pude invadi-la. Minha saudade estava tão urgente que não pude ir devagar, tomei-a de uma vez, o que fez Pamela puxar meus cabelos com força e morder o lábio inferior para conter o gemido que provavelmente seria alto e alguém ouviria.
Pamela tinha os olhos fechados e bagunçava meu cabelo enquanto sentia meus lábios lhe tocarem os seios com muita calma e volúpia. Eu me movimentava com cada vez mais velocidade enquanto Pamela inspirava e expirava com também cada vez mais velocidade! A cada movimento mais intenso, Pam apenas abria a boca num gemido mudo e arranhava as minhas costas de leve.
Com as mãos, derrubei tudo que havia em cima da mesa que por sorte eram só papeis e canetas, já que se tivesse outra coisa, faria barulho e alguém poderia nos interromper... Aos poucos fiz Pamela se deitar sobre a mesa enquanto eu me mantinha dentro dela, acariciava lhe os seios com calma e doçura, enquanto beijava sua barriga e ela se arrepiava e sorria docemente. Apoiei minhas mãos em sua cintura voltando assim com os movimentos. Inicialmente calmos, mas que depois ficaram mais rápidos e mais intensos. Pamela segurava firme com as duas mãos, dois lados da mesa, não cabendo em si! Contraia-se de prazer e agora já não podia conter os gritos:
–Oh!! Herval!! Oh!! More!! Please...! More!!– Que se danassem as pessoas! Se ouvissem, tudo o que saberiam é que Pamela Parker estava bem, very good! Como diria ela, com seu verdadeiro amor, Herval Domingues, que, olha que coincidência! Sou eu!
E eu também já fechava os olhos e gemia baixinho enquanto, por mais impossível que fosse, intensificava ainda mais os movimentos e eu e ela nos aproximávamos do que preferimos chamar de topo do ápice da glória do prazer! Enquanto caminhávamos para isso, nossas expressões e movimentos eram de total entrega àquelas sensações que só o amor nos proporciona. Quando chegamos ao topo, segurei-a em meus braços, ainda nela, e levei-a até o sofá, deitando-a nele e deitando-me sobre ela, continuava com levíssimos movimentos enquanto nos beijávamos e sentíamos a maestria daquele compartilhamento de corpo, alma, prazer e amor.
Nós ficamos ali por uns bons minutos, Pamela deitada no sofá e eu sentado no chão sentindo-a acariciar meu cabelo, quando percebi Pamela pensativa, com um braço pousando sobre a testa, e olhando para o teto:
–No quê que você tá pensando, Pam?
Ela tirou os olhos do teto e agora me mirava com serenidade.
–Em como eu fui burra em acreditar em Jonas...!
–Ah não Pam! Esquece essa história vai... Deixa isso para lá, o que importa é que ele não conseguiu separar a gente! – Falei beijando sua mão e ela sorriu.
Por Pamela:
Havia voltado a ficar tudo bem entre mim e Herval, aquele dia foi inesquecível! Uma loucura! Na Parker TV! Eu senti tanta falta dele... I love tanto Herval que minha vida sem ele não seria nada! E por pouco ela não tornou-se nada! Jonas ainda teria que ouvir umas boas verdades! Eu ia rodar a banana, digo, a baiana! Não iria deixar barato! Ele quase destruiu meu namoro com Herval! Fiquei com muito ódio e agora more than ever!!
Quando eu e Herval saímos da sala, eu tranquei a porta e levei a chave comigo, estava tudo de cabeça para baixo e eu mesma que iria limpar tudo! Não queria ninguém fazendo fuxico de my life! Nos despedimos na porta da Parker, ele quis me acompanhar até em casa, mas eu disse que ainda tinha coisas para resolver na rua. Era 17h00min da tarde quando saímos de lá. Esperei que Herval saísse primeiro e logo em seguida também saí. Para onde eu fui? Há! Eu disse que Jonas teria que me ouvir! Jonas Marra que me aguarde!
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