Notas iniciais
o/ Boa Leitura!!!

Por Herval:

Eu já não me aguentava de tanto desejo, o mais rápido que pude, virei Pamela de frente para mim e lentamente comecei a tirar-lhe a calcinha, enquanto ela, apenas me olhava com um sorrisinho no canto da boca. Em seguida, deitei-me por cima da Pam e beijei-lhe a boca apaixonadamente, Pamela correspondia ao beijo com muito desejo, enquanto suas macias mãos me percorriam todas as costas me provocando deliciosos arrepios. Pamela finalmente me dava espaço para que pudesse ama-la e ao primeiro toque já pude ouvir meu nome sair de seus lábios num prazeroso sussurro:

–Oh Herval...

Ouvir meu nome saindo daqueles lábios que eu tanto amo beijar, já é incrível, ainda mais naquele tom... Ah aquilo me encheu de pura excitação e então comecei com uma constante movimentação. Eu sentia seu cheiro tão presente em mim, ouvia seus gemidos e gritos abafados em meio a sorrisos felizes e prazerosos... Seus olhares que por vezes chegavam a me arrebatar o espírito! Eu beijava-lhe o pescoço docemente e Pamela fechava os olhos e agarrava os lençóis da cama, enquanto simultaneamente eu lhe tocava ainda mais fundo. Pamela arranhava minhas costas e a cada arranhão, um leve ardor no local e um ardor muito intenso no meu peito. Quanto mais eu lhe amava, mais lhe desejava e essa manhã estava sendo uma das melhores da minha vida.

Levantei a Pam devagar e invertendo nossas posições, sentei-a sobre mim, ela agora me olhava com um olhar sedutor, seus olhos verdes que já eram intensos, me olhavam de um jeito como se... Se... Ah não tem explicação... Agora, Pamela antes de começar a se movimentar, me deu um beijo demorado e se não fosse a falta de ar, eu poderia ficar beijando-a assim eternamente! Então, Pamela passa a descer seus lábios até meu pescoço e antes de descer ao meu peito, sussurrou em meu ouvido:

–Agora você fica quietinho okay...?

Em seguida deu uma sensual mordida na minha orelha e segurando as minhas mãos, beijou meu peito, meu abdome, o pezinho da minha barriga... Aquilo me fez sentir uma sensação estranha, porém muito boa, uma mistura de frio na barriga com calor em todo o corpo. Então ela acomodou-se novamente sobre mim e à medida em que começava, acelerava e intensificava seus movimentos, fechava os olhos sentindo-me ama-la com cada vez mais desejo. Ela agora já tinha soltado as minhas mãos, as quais não esperaram muito tempo para lhe percorrerem os pequenos e lindos seios. Pamela jogava a cabeça para trás enquanto não cabia mais dentro de si de tanto prazer!

Eu? Eu não preciso nem dizer como estava! Pura excitação tomava conta de todo o meu corpo, eu também que já não cabia em mim de tanto prazer, segurei-a firme e deitei-a na cama novamente, desta vez fui mais rápido e mais intenso, enquanto Pamela, por pouco já não gritava dentro daquele quarto!

–More... Oh Herval! More...

E eu não ficava atrás não... Nós dois estávamos enlouquecidos ali, toda aquela mágica, aquele encantamento, amor, prazer, sentimentos e sensações nos envolvia de uma maneira que nós desejamos congelar o tempo, só nós dois permaneceríamos nos movimentando e com todo o prazer, enquanto todo o planeta esperasse nossa boa vontade de querer parar de nos amar para fazer o mundo voltar a funcionar. Me sentei na cama e a Pam sobre mim, me abraçava mantendo seu corpo bem junto ao meu, enquanto dela eu não saía. Pamela deslizava suas mãos pelas minhas costas, ombros, cabelos, rosto, peito, se aconchegava ainda mais perto de mim, enquanto eu segurava-lhe na nuca e lhe dava beijos e mais beijos no pescoço... Sussurrava-lhe coisas ao pé do ouvido e ela sorria, mantinha os olhos fechados e sorria ouvindo o som da minha voz entrar em seu ouvido. Nos deitamos novamente na cama e agora eu com o ouvido bem próximo a sua boca, ouvia e sentia seus gemidos e sua respiração acelerada, respectivamente. Pamela inspirava e expirava tão rápido e tão deliciosamente, que meu corpo simplesmente, sem que meu cérebro lhe ordenasse, acelerava os movimentos provocando-lhe maior excitação e consequentemente gemidos mais altos e respiração ainda mais acelerada.

Ufa! Enfim, exaustos, ofegantes, suados, chegamos onde queríamos chegar e de tão bom que foi, creio que fomos mais além! Após muitos minutos de beijos, conversas, carinho e tudo mais, Pamela falou:

–Que tal se você me levasse para passar algumas horinhas com as crianças da Plugar?

–Eu acho uma ótima ideia! As crianças te adoram, você sabe né?! – Falei sorrindo e fitando-a nos olhos.

–Oh yeah! Of course... A princesa Shelda! Cabunga! – Ela falou fazendo o movimento da princesa Shelda com os braços e em seguida caiu na gargalhada que claro, me contagiou. – Então vamos?!

–Vamos, vamos sim, claro! Mas antes... – Aproximei meus lábios de seu ouvido e sussurrei: — Vamos tomar um banho juntinhos... – E já me levantando: — E claro, comer alguma coisa né, porque a gente não é de ferro!

–Oh yeah! Let’s go!

Ela ia se levantando quando eu corri para pega-la nos braços. Pamela deu um leve gritinho com o susto, mas logo sorriu. Caminhei até a porta do banheiro com ela em meus braços e beijando-a sem parar. Quando entramos no banheiro, coloquei-a no chão, mas isso não me fez parar de beija-la. Pamela agora envolvia carinhosamente os braços no meu pescoço, enquanto caminhávamos até entrar no box. Eu a beijava enquanto abria o chuveiro e então percebi que a Pamela começava a movimentar seu corpo de um lado para o outro, dançando. Eu sorri e lhe perguntei:

–Você tá dançando, Pam?

–Hunrrum... – Dizia ela docemente de olhos fechados e com um bobo sorriso na cara.

–Mas não tem música nenhuma aqui...!

–Mas na minha cabeça tem.

–E que música é essa que tá tocando na sua cabeça? – Lhe perguntei embalando também na música inexistente.

–Aquela do Vinícius de Jobim e do Tom Moraes... – Ela começou a cantar enquanto eu ria pela sua troca de sobrenomes.

“Eu sei que vou te amar,

Por toda a minha vida eu vou te amar,

Em cada despedida eu vou te amar,

Desesperadamente, eu sei que vou te amar!”

Então também comecei a cantar enquanto nossos corpos nus eram banhados pela água que caía morninha do chuveiro elétrico. Minha voz e a da Pamela se misturaram ao cantar:

“E cada verso meu será

Pra te dizer que eu sei que vou te amar por toda minha vida.

Eu sei que vou chorar a cada ausência tua eu vou chorar,

Mas cada volta tua há de apagar

O que essa ausência tua me causou!

Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de viver

À espera de viver ao lado seu por toda minha vida...”

Quando terminamos de cantar e consequentemente de dançar, trocamos um “eu te amo” e nos beijamos. Eu comecei a descer minhas mãos até suas pernas, para pega-la em meus braços quando, parando de me beijar, Pamela falou:

–Oh no Sr. Domingues... Por enquanto já chega right?! Não quero que a gente se atrase para ver as crianças...

–A gente não vai se atrasar... Elas ficam na Plugar até mais tarde brincando... Vem cá, vem... – Eu disse prendendo-a contra a parede e lhe beijando vorazmente.

Pamela por vezes, tentava falar, mas eu fazia-a engolir as palavras com beijos e mais beijos.

–Hum...! – Não terminava porque eu a beijava. — Herval... –Mas uma vez não a deixei terminar. — Stoped... – Lhe beijava mais uma vez. Até que ela desistiu de tentar falar e agora me beijava com tanto desejo quanto eu, mas para meu desespero, conseguiu se desvencilhar de mim e tentando loucamente resistir, falou:

–No! No Herval! Controle-se okay...?

–Mas Pam...

–Nem tente me convencer Sr. Domingues! Nós vamos para a Plugar!

–Tá... Tá bom, eu desisto... – E lembrando novamente dos nomes que a Pam havia trocado, falei sorrindo:

–Mas, Pam... Essa música que você cantou não é do Vinícius de Jobim e do Tom Moraes...! – Sorri com a cara de intrigada que ela fez.

–Oh no?! E de quem é então?

–Do Vinícius de Moraes e do Tom Jobim! – Falei sorrindo docemente e lhe acariciando o rosto.

Ela sorriu.

–Oh Herval! Whatever! Não são Vinícius e Tom?! Pois pouco importa os sobrenomes! – Ela falava sorrindo, saindo do box e se enrolando numa toalha.

Eu continuava rindo e logo em seguida desliguei o chuveiro e também saí enrolando uma toalha em minha cintura. Corri e agarrei a Pamela por trás e beijava suas costas enquanto minhas mãos procuravam a ponta da toalha que a cobriam para tira-la, Pamela sorria e tentava me fazer solta-la falando:

–Oh no! No Herval! No! Pare! Pare, please...! – Ela falou enquanto caíamos na cama e eu lhe beijava, quando ela conseguiu se levantar e falar:

–Ai ai ai Sr. Domingues! Controle-se okay? – Ela falava como que censurando uma criança malcriada. Então Pam começou a procurar por toda parte seu vestido:

–Oh Herval... Eu não estou encontrando meu vestido! Como vou à Plugar? Like, nua? Como diria a Megan...

–Até que não seria uma má ideia...!

Ela gargalhou e continuou a procurar seu vestido.

Eu apenas ria sentado na cama quando ela sentou-se ao meu lado, cansada de procurar, eu disse:

–Não estaria na sala, Srta. Pamela? Provavelmente jogado no chão junto com todo o resto das nossas roupas!

–Oh yeah! Exactly! – Ela falou levantando o dedo indicador. – Eu havia me esquecido que nós viemos para o quarto depois... Está vendo o que o senhor faz comigo, Sr. Domingues? – Ela me perguntou me jogando um travesseiro, brincalhona.

E eu não conseguia parar de rir. Ela ia se levantar para ir buscar o vestido, então eu disse:

–Não, Pam! Pode deixar, eu vou buscar para você.

–Oh thank you honey...

Fui até a sala, apanhei todas as nossas roupas e quando voltei para o quarto, a Pam estava penteando os cabelos. Quando nos vestimos e comemos alguma coisa, saímos para a Plugar. Quando chegamos lá a Rita tava dando aula às crianças, mas assim que elas me viram correram pra me abraçar. Pamela apenas observava achando fofo, quando eles notaram que a Pamela estava do meu lado, eu logo fui esquecido e quem estava rodeada pelas crianças era ela. Pamela falava com muita atenção com cada uma das crianças, enquanto eu conversava com a Rita, observando-a.

Rita: -Vocês estão juntos é?

–É Rita, finalmente a Pamela largou o Jonas! Ela tá muito mais feliz do meu lado do que do lado daquele criminoso!

–É... Mas você não tem medo de que ela possa descobrir...?

–Não, não... Não tem como ela descobrir... Além de que eu fiz por amor!

–É, tem razão... Fico muito feliz por vocês viu?! – Ela falou botando a mão no meu ombro. — Bom, a aula acabou, por que vocês não vão brincar com as crianças lá fora?

–Ótima ideia Rita! – Me virei para elas e disse: — Hey criançada! Vamos ensinar uma brincadeira bem legal para a tia Pamela, lá na quadra?!

Todas as crianças gritaram em sinal de sua resposta: “sim”. Arrastaram Pamela até a quadra da Plugar e ela brincava com as crianças, corria de um lado para outro, tentava pegar a bola das crianças, mas não conseguia, então as crianças mudavam de brincadeira e mesmo assim ela não conseguia vencer uma! Não se dava bem, então, quando cansou veio ficar comigo ao pé de uma árvore onde eu estava observando-a.

Pam: — Ai! Eu não levo o menor jeito para esportes! Eu nasci mesmo para atuar!

–É eu percebi... Você não ganhou uma! – Falei rindo e ela sorriu também.

–Oh Herval... Thank you... Este dia foi, like, maravilhoso!

–E quem disse que acabou?

–What? Ainda tem mais?

–Hunrrum! Vem comigo!

Notas finais
Continua... Comentários? O.O ^-^