Geração Pamerval - A história do início ao fim
15 Capítulo 15
Notas iniciais
Por Herval:
Nós estávamos dançando... Matando a saudade que nos atormentou durante três longos dias. Sentir o cheiro da Pam de novo, ver aquele sorriso, ah era a melhor coisa do mundo! A dança continuava e então eu tirei uma das minhas mãos da sua cintura e pouse-a sobre sua nuca, Pamela me olhava docemente e eu ia lhe beijando quando...
TOC-TOC! Bateram na porta de casa. Nós paramos no caminho do beijo, eu a soltei um pouco decepcionado né, com a saudade que eu estava, um beijo a menos faria muita falta! Fui ver do que se tratava. Quando abri a porta, era a pizza, então eu peguei minha carteira, paguei ao rapaz, peguei a pizza, pus em cima de um móvel que ficava próximo a porta, e em seguida tranquei a mesma. Quando eu me virei para a Pamela, ela me olhava com um sorrisinho no canto da boca e disse:
–Ou ou ou... Não acho que você está com boas intenções não, Sr. Domingues... Por que trancou a porta?
–Pra você não fugir de mim... Eu tô com tantas saudades suas, meu amor, que se você me deixasse aqui sozinho, eu juro que me atirava daquela varanda! – Falei sorrindo e fazendo-a sorrir também.
–Eu não vou te deixar sozinho aqui, my dear... Eu também estou morrendo de saudades suas! – Dizia pousando as duas mãos sobre meu rosto e acariciando minha barba.
Quando eu vi aqueles olhinhos verdes brilhando, me olhando bem de pertinho, ah eu não resisti! No mesmo instante agarrei Pamela num beijo ardente! Ela deu um passo pra trás com o susto que levara quando a “ataquei” e também com a intensidade com que a beijei e agarrei. Eu a fazia andar de costas até cair no sofá. Quando ela caiu sentada no sofá, fui fazendo-a deitar ao ir me deitando por cima dela. Pamela colocava as mãos por dentro da minha camisa, enquanto eu acariciava sua coxa. Quando eu achava que finalmente mataria a saudade...
Ela parou de me beijar e falou: -A pizza vai esfriar... E eu não quero que todo o seu trabalho pra preparar esse jantar, tenha sido em vão...
–Não vai ser em vão... Vem cá, vem! – E tentei lhe beijar de novo, quando ela conseguiu sair debaixo de mim e eu dei de cara com uma almofada.
Pamela pegou a pizza e caminhando até a mesa, dizia:
–Vamos ao nosso jantar À luz de velas?! Estou faminta! Não como nada desde o almoço!
Eu me levantei do sofá um pouco decepcionado com a minha tentativa falha, passei a mão pelo meu cabelo tentando me recompor e me controlar, e fui até a varanda para finalmente podermos jantar!
Por Pamela:
Enquanto nós comíamos, conversávamos bastante! Herval me contou como passou esses três dias que teve que ficar sem me ver e ali eu pude ver que esse homem me ama... Assim como eu o amo muito também! Well... Quando acabamos de comer, ele disse:
–O jantar estava bom? Deveria ser macarrão né, mas... – Ele disse sorrindo, relembrando o macarrão queimado.
–Hum! Delicious! O jantar, a conversa e a companhia, of course! – Sorri.
–Ai que bom! Que alívio! Achei que depois do meu desastre cozinhando, você fosse sair correndo daqui!
–Oh no no... Esse macarrão queimado são águas viradas! – Fazendo um sinal com a mão. Quando parei para olhar o céu, a lua estava very beautiful! Cheia, linda! O bairro estava animado! – Oh como é animada essa Gambiafra right?!
–É... Gambiarra, Pam! – Ele falou meio desconcertado em me corrigir.
–Oh Gambiarra?! – Tentei pronunciar da forma certa. – Whatever! – Herval sorriu e acenou com a cabeça dizendo que agora estava certo.
Ele começou a tirar os pratos da mesa e eu ia ajuda-lo quando ele me disse:
–Não, senhora! Você vai ficar sentadinha naquele sofá, enquanto eu tiro essas coisas daqui.
–Mas, Herval! Deixe-me ajuda-lo!
–Não senhora, mocinha! Fique aqui, sentadinha – Falava me carregando pelo braço até o sofá. – Você aqui não faz nada, eu sou seu escravo... – Falou piscando o olho para mim.
–Really?!
–Hunrrum! Pera só um pouco que eu já acabo.
Enquanto Herval levava os pratos para a cozinha, eu observava sua casa, Herval morava sozinho, mas era bem organizado! Então eu me levantei do sofá e voltei à varanda, lá fiquei admirando a lua, quando senti os braços de Herval envolverem minha cintura e a respiração quente dele próxima ao meu pescoço, ele sussurrou:
–A noite tá linda, não tá?
–Yeah... – Falei baixinho. Senti seus braços apertarem ainda mais minha cintura, e então ele disse:
–Eu te amo tanto, Pam...
Me virei de frente para ele e também falei:
–Oh sweet... I love you so much, Herval... – E então nossos lábios se encontraram.
Herval segurava-me firme enquanto eu bagunçava seu cabelo, nós caminhávamos tropeçando na mesa, nas cadeiras, no tapete da sala, na mesinha que ficava ao lado do sofá, e finalmente, no próprio sofá caindo nele. Herval estava por baixo e eu por cima, suas mãos deslizavam de meus cabelos até o fim de minhas costas, depois elas voltaram a subir e agora abrindo o fecho do meu vestido. Quando finalmente abriu o fecho até o fim, eu que estava deitada sobre Herval, sentei-me sobre ele e terminei de tirar o vestido, logo joguei-o longe! Sequer lembrei que era um de meus preferidos.
Em seguida, pus as mãos por dentro da camisa de Herval, tocando seu abdome, levantando sua camisa até tira-la. Herval, com um doce sorriso no rosto, mantinha suas mãos em minha cintura e algumas vezes deslizava-as até minhas pernas. Eu, depois de beija-lhe a boca, beijei-lhe o pescoço e fui descendo, o peito, a barriga... O que fez ele se arrepiar por um instante. Levantei-me novamente e terminei de lhe despi-lo tirando suas calças já que já lhes estavam incomodando.
Por Herval:
Quando a Pam terminou de tirar minha roupa, eu me sentei ainda com ela sobre mim. Comecei a lhe beijar, enquanto minhas mãos procuravam seu sutiã para desataca-lo, quando o encontraram, logo ele foi parar junto ao resto das nossas roupas, no chão. Parei de beijar a Pam e agora meus lábios estavam em seus seios, fazendo-a jogar a cabeça para trás e agarrar meus cabelos de prazer. Deitei-a no sofá e agora só faltava lhe tirar a calcinha, e foi o que fiz.
Depois voltei a beija-la enquanto ela arranhava minhas costas e dava-me espaço para que finalmente pudesse ama-la. Quando a tomei, Pamela gemeu meu nome e me arranhou um pouquinho mais forte. Ao segundo movimento, eu beijava-lhe o pescoço e Pamela com uma mão segurava meus cabelos e com a outra, segurava firme em meu braço. Mais um movimento e Pamela soltava leves gemidos ao pé de meu ouvido que me deixavam cada vez com mais libido. Eu estava com tantas saudades da Pam!! Eu segurava-lhe as pernas, possibilitando uma maior aproximação e aumentava mais e mais o ritmo, eu podia ver sua expressão de prazer! Pamela fechava os olhos enquanto mordia o lábio inferior e gemia prazerosamente.
Depois de um tempo, peguei-a no braço, ela envolveu suas pernas em minha cintura, e levei-a até o quarto. Lá, deitamos na cama e tudo aquilo se repetiu até que ela pediu para que eu deitasse e ela sentou-se sobre mim. De início seus movimentos eram lentos, calmos, mas depois aumentou a velocidade e intensidade, apoiando as mãos no meu peito, enquanto por vezes eu fechava os olhos de tanto prazer, e nós dois compúnhamos ali uma sinfonia de gemidos, gritos e os nomes Pamela e Herval.
Por Pamela:
Não tinha como aquela noite ficar melhor! Eu sentia o corpo quente de Herval junto ao meu, sentia suas mãos que pareciam se multiplicar, percorrerem meu corpo, sentia seus lábios tocarem cada centímetro do mesmo, e a cada toque desses lábios, um arrepio mais intenso que o outro, senti-lo dentro de mim e cada vez com um maior desejo, com uma maior intensidade, fazia-me desejar que aquela noite jamais acabasse! Cada toque seu provocava-me um prazer incalculável! Cada movimento seu, lento ou rápido, me davam uma vontade enorme de gritar de tanto bem que aquilo me fazia, mas me contentei em apenas soltar alguns gemidos que percebi que o enchia de excitação.
Aquela noite foi traduzida em sorrisos, “eu te amo”, beijos, caricias, toques, ardores, calores, sensações inexplicáveis, delírios inacabáveis e muito, muito prazer.
Quando atingimos o ápice de todas aquelas sensações, ficamos entre beijos e carícias, agarradinhos, até o sono dos apaixonados nos embalar.
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