Notas iniciais
Oi, oi, gente!! Boa leitura... ^^ Espero que estejam gostando desse momento de trégua, de paz, com o nosso casal... Eles merecem né?!

Por Pamela:

Um lindo dia nascia. A luz que entrava pela janela incomodava meus olhos, parecia mandar eu acordar, mas eu não queria de modo algum sair da cama, estava tão bom ali, no quentinho dos braços de Herval... a luz não venceu meu sono, mas parece que venceu o dele, que me despertou com beijos pelo ombro e pescoço.

– Acorda, dorminhoca...! – Sua voz, ainda rouca pelo sono, entrava no meu ouvido e eu poderia ficar ouvindo-o eternamente...

– No... está bom aqui, meu sono está ótimo, obrigada... – Murmurei, antes de colocar o travesseiro em cima da cabeça. Escutei-o rir e em seguida se mexer.

– Ah você vai acordar sim... vamos, nós temos um dia inteiro pela frente! – Senti o peso de seu corpo em cima do meu. Herval estava sentado em cima de mim e eu só percebia agora o quanto era pesado...! – Anda, Pamela! Acorda! Ou prefere que eu te faça levantar por outros meios? – E seus dedos se multiplicaram pela minha barriga.

No! Cócegas logo ao acordar não, Herval... please! – Supliquei, às gargalhadas e ele parou.

– Se você me disser que eu vou ver esse sorriso toda manhã, eu não te deixo em paz nunca mais! Te faço cócegas todos os dias! – Falou, deitando novamente ao meu lado. Me virei para ele e senti sua mão quente tocar meu rosto. – Eu já falei que te amo?

– Várias e várias vezes! Mas eu adoro ouvir... – Respondi encolhendo os ombros e lhe arrancando um sorriso.

Ele ficou calado. Seus olhos estavam focados nos meus e o polegar de sua mão me acariciava a bochecha, enquanto os outros dedos se concentravam no meu pescoço. Era tão bom olhá-lo daquele jeito... Herval estava feliz – nós estávamos felizes!

Mommy!! Dad! – A voz era inconfundível e a batida na porta, ritmada, também!

Hi, my baby boy! Pode entrar! – Herval se levantava para ir ao banheiro e eu me enrolei num hobbe que estava jogado ali perto.

– Senti saudades de vocês... – Disse ele depois de entrar e vir me abraçar.

– Mas você só passou uma noite longe de nós, my little baby!

– Paleceu uma eternidade... – Me abraçou ainda mais forte. Era tão bom saber que sentiu nossa falta... só evidenciava o filho de ouro que ele era. – E você não sentiu saudades minhas, mamãe?

Of course que sim, sweet... você sabe que mommy não gosta de dormir sem te dar um beijo de boa noite antes, right?! – Ele sorriu.

– Hey garotão! Lembrou que tem casa?! – Herval voltou para o quarto, agora vestido com uma bermuda. Cadê a camisa? Quando ele ficou na minha frente para pegar o Quim, eu pude ver em suas costas, o que eu fiz... precisava cortar as unhas urgentemente!

– Papai!! – Ele pulou nos braços de Herval, que parecia querer esmagar nosso baby num abraço.

– Como é que foi lá? Gostou do Louis?

– Ele é fofinho, mas cholou a noite toda, dad... – Ele fez uma careta, que nos arrancou uma risada.

– Você também não nos dava sossego, quando baby, Joaquim! – Falei, me levantando da cama e caminhando até o banheiro.

– Eu chorava tanto assim? Chato desse jeito? – Do banheiro ainda ouvi ele dizer isso.

– Todo bebê chora muito, Quim... é que ele ainda não tá acostumado com a vida fora da barriga da mãe dele... está se adaptando ao nosso mundo, entendeu? – Enquanto eu escovava os dentes, ouvi Herval explicar para Joaquim.

Algum tempo depois, quando saí do banheiro, pronta, só escolheria a roupa do dia no closet, vi Joaquim nas costas de Herval e ele correndo pelo quarto, arrancando gargalhadas do menino. Herval virava criança com ele por perto... fui para o closet com um sorriso no rosto por ver aquela cena e optei por um vestido longo de cetim azul, complementado por um cinto marrom. Com os cabelos tipicamente soltos, voltei para o quarto para encontrar Herval jogando Joaquim em cima da cama, mas nosso baby não queria larga-lo. Herval voltou a se levantar e o Quim continuava abraçado às suas costas.

Hey guys! Vamos ao café da manhã? Dorothy deve estar nos esperando! – Falei chamando a atenção dos dois.

Yey! Vamos, que a Dorothy disse que tinha bolo de chocolate para mim!! – Joaquim disse, finalmente saindo das costas de Herval. – Que marquinha é essa aqui, papai? – Tocou um arranhão nas costas dele e Herval me olhou com cara de “que desculpa eu dou?”

A noite passada passou instantaneamente na minha cabeça, com toda a sua loucura, e eu tive que mudar de assunto para o Quim esquecer as costas de Herval.

– Quem chegar por último não vai comer bolo de chocolate!! – Fingi que correria e ele saiu em disparada. – Sorry, prometo não fazer mais isso... – Sussurrei para Herval, que não o arranharia mais. Não pude conter meio sorriso, enquanto caminhava para a porta.

– Você não se atreva a parar de fazer! – Segurou meu braço, me trazendo para si, dizendo isso e minhas mãos tocaram seu peito nu. – Essas marcas me trazem lembranças deliciosas... – Falou encostando a boca no meu ouvido. O arrepio foi instantâneo e inevitável, junto com um friozinho na barriga.

Stopped!! – Lhe dei uma tapinha no ombro, envergonhada. – Vamos logo para a mesa, que eu estou faminta! – Ele pegou uma camisa e foi vestindo pelo caminho.

(...)

Hi, guys!! – Megan finalmente deu as caras, enquanto estávamos no meio do café da manhã. – Nem me esperaram para comer... nossa, que consideração...! – Interpretou.

– Oh Megan, a gente nunca sabe a hora em que você vai chegar! Mas ainda não acabamos, venha, sente-se aqui ao lado de sua mom! – Falei indicando a cadeira ao meu lado, vazia. Ela sorriu e antes de sentar, me deu um beijo.

– Hum... bolo de chocolate?! Acho que vou sair da dieta, por hoje...

– Eu não entendo o porquê de vocês, sendo lindas, perder tempo fazendo dieta...! – Falou Herval, distraído com a comida.

Thanks pelo elogio, Herval. Mas não tente entender... você enlouqueceria! – Nós nos entreolhamos e falamos juntas:

Coisas de mulher! – Ele arqueou as sobrancelhas e deu de ombros.

O café da manhã correu animado. Por pouco não tivemos guerra de comida, até Megan nos dar uma ideia.

– Que tal se passássemos a tarde na praia?! Eu estou louca para mergulhar!

– Ótima ideia, Megan! – Dorothy disse. – Eu conheço uma que fica longe daqui... ela nunca está cheia de gente como as de Ipanema e Copacabana. Eu diria que é quase deserta!

– Seria legal...! Gostei dessa opção... – Até Herval gostou.

– Eba!!! Eu quero!! – Joaquim, não preciso nem dizer...

– O que acha, mom?

Well, é uma ótima ideia, mas eu não me dou muito bem com o sol, sweet... fico vermelha... parecendo um... um... macarrão!

– Um camarão, Pam. – Dorothy me corrigiu.

– Ah, whatever! Que seja! Um camarão!

– É para isso não acontecer que existe protetor solar, Pam! – Herval disse. – Não adianta protestar. Nós vamos à praia.

– Mas...

– E você vai, nem que eu tenha que te levar no ombro feito homem das cavernas!

– Mas não era pelos cabelos, que eles arrastavam as mulheres? – Questionei, ao menos era assim que os desenhos animados retratavam.

– Se você preferir assim... – Disse sorrindo. Segurou meu queixo, me dando um beijinho e depois se levantou para se aprontar.

– Vamos, Quim! Eu te ajudo... – Dorothy também se levantou tentando acompanhar Joaquim que saiu correndo animado. Megan me deu um beijo na bochecha e foi se arrumar também. Quatro contra uma, eles venceram.

Fui até o quarto.

– Oh! – Fui pega de surpresa. Ao abrir a porta, Herval estava de costas, vestindo a sunga. Detalhe: ela ainda estava nas pernas dele. Ele deu um salto pelo susto e logo a sunga estava no lugar certo. – Sorry, eu... eu não... foi sem... oh Lord, eu...

– Relaxa, Pam! Sossega! Até parece que nunca me viu sem roupa... – Disse com um sorriso na cara. – Que tal? – Perguntou estendendo os braços e dando uma volta para que eu o examinasse.

Sacanagem! Estava perfeito. Ficaria melhor sem aquela peça, mas essa opinião fica guardada só para mim.

– Indecente. – Respondi e ele gargalhou instantaneamente. – Se quiser sair de dentro desse quarto hoje, trate de colocar agora uma bermuda e uma camiseta, okay? E ai de você se tirá-los na praia!

– E por um acaso eu vou entrar no mar, de roupa, Pamela?

– Se for preciso... para a integridade física das moças que estiverem passando e passarem os olhos em você. – Ele voltou a gargalhar, dessa vez mais alto.

– Eu não sei se isso é brincadeira sua, mas deixa eu te dizer uma coisa: – Suas mãos envolveram minha cintura.

– Hum...

Você fica ainda mais linda, ciumenta, sabia? Além do mais, esqueceu o que a Dorothy disse? A praia é praticamente deserta!

“Praticamente”. O que significa que não é, e pode sim aparecer alguma bitch dando em cima de você.

Só que eu quero só você... – Tem como não amar?! Eu sorri, lhe esmurrando de leve, enquanto ele me beijava entre seus risos também.

– Já que vou ser obrigada a ir à praia, deixe-me escolher um maiô. – Falei caminhando até o closet, deixando-o terminando de se vestir.

Dentre os que eu tinha, escolhi um preto que amarrava no pescoço, decotado até o umbigo. Peguei uma canga branca, contrastando com o maiô, enrolei na cintura, não esqueci do chapéu e nem dos óculos de sol e então voltei ao quarto.

– Que tal? – Fiz o mesmo que ele. Herval olhou para mim e ficou parado, sem uma palavra sair de sua boca. – Herval? – Me aproximei dele. Vai que estivesse tendo um troço!? – Oh my God!! – Em questão de átimos de segundos, senti suas mãos em minha cintura e no segundo seguinte, eu já estava na cama. – Herval, você quer me matar?!

– Você tá tão linda, que eu acho que vou atrasar essa nossa ida à praia... – Falou, deitando por cima de mim.

No! Não se atreva, Sr. Domingues! Você que me convenceu a ir à praia! Agora nós vamos pontualmente! – Falei tentando me levantar, mas ele se colocou mais pesado sobre mim, e agora segurava minhas mãos.

– É só uma horinha... – Sua boca foi para o meu pescoço. Era impressão minha ou ele estava...?

– Herval! – Consegui o empurrar. Ele embolou para meu lado na cama e eu levantei, olhando-o de relance. Não era impressão, ele estava excitado! – Vamos logo! Senão nos atrasaremos... – Puxei-o pela mão e ele me agarrou a cintura por trás, enquanto alcançávamos a porta.

Todos já nos esperavam na sala. Herval ainda estava abraçado a mim. Megan estava com um biquíni com a estampa da bandeira dos USA, Dorothy com uma bata, chapéu e bolsa com tudo o que precisaríamos, já Joaquim estava em trajes parecidos com os de Herval.

Let’s go, Family?!

– Uau, mamãe! Você tá linda!

Thanks, my baby boy... você também não está nada mal, han!

– Vamos, que eu estou louca para me jogar no mar! – Megan falou, pegando a chave do carro.

– Não, mocinha! Quem vai dirigir sou eu. – Dorothy falou, tomando a chave de sua mão e caminhando até a porta, colocando os óculos na cara. – Eu que conheço a praia...

(...)

So beautiful!! Eu ainda não tinha parado para admirar a beleza das praias do Rio... assim que chegamos, Megan e Joaquim correram juntos, direto para o mar.

– Cuidado com ele, Megan! – Herval advertiu.

– Pode deixar! – Ela retrucou.

Arranjamos um lugarzinho na areia, era mesmo quase deserta! Sem mesa, cadeira ou garçonete interrompendo nosso momento Family... e havia pessoas ao longe apenas, caminhando. Herval tirou a camiseta, guardando-a na bolsa, Dorothy disse que daria uma volta pela praia. Ia fazer uma caminhada e eu e Herval ficamos sentados em cima de uma toalha.

– Passa em mim, baby? – Lhe entregava o protetor solar.

– Claro! – Pegou e eu me virei de costas, tirando o chapéu da cabeça e prendendo o cabelo em coque. – Isso é provocação, não é?

– Provocação...?

– Se nós estivéssemos sozinhos aqui nessa praia, você ia ver só... – Sussurrou no meu ouvido.

– O que eu veria, Sr. Domingues? – Suas mãos escorregavam pelas minhas costas, me arrepiando.

– Nós seríamos presos por atentado ao pudor! – Respondeu com um sorriso sacana.

Oh! Stopped, bad boy...! – Virei um pouco, lhe dando uma tapinha no braço e seu sorriso aumentou.

– Com licença... poderia me dizer que horas são? – A primeira moça já apareceu, como eu previa... de onde ela surgiu?!

– Só um momento... – Ele respondeu, pegando o celular na bolsa. – é 11h45min.

– Ah! Muito obrigada, gato... – Ela sorriu. Eu queria quebrar aqueles dentinhos...! Foi embora.

Wow! Desde quando virei tão ciumenta?!

– Onde a gente parou...?

– Põe já essa camiseta! Gato... – Falei jogando-a em cima dele e dizendo a última palavra em tom de deboche. Herval revirou os olhos, sorrindo.

– Ai meu Deus, Pamela... você não tem noção do que dá vontade de fazer contigo, quando você baixa essa ciumenta aí...

– E dá vontade de fazer o que, se... hum!! – Me interrompeu e me surpreendeu enfiando a mão nos meus cabelos da nuca, levando bruscamente meu rosto até o seu. Nossos lábios se esbarraram e ele não me deu tempo nem de processar no cérebro, que estava sendo beijada e eu já senti sua língua invadir minha boca. – Herv... – Usou a outra mão também, para segurar meu rosto e eu acabei cedendo, correspondendo àquele beijo incrível.

– Dá vontade de fazer isso. Só para começar... – E deu um sorriso safado. Eu ainda estava tentando recuperar o fôlego.

– E o que viria depois? – Provoquei tirando a canga e colocando-a na bolsa.

– Você quer mesmo que eu demonstre aqui? – Dei de ombros. Imaginei que não seria capaz... até o ver tirar a bermuda, ficando só de sunga e sentir sua mão na minha perna, Well, aí eu fui obrigada a levantar.

No! – Eu ria.

– Ué, foi você que pediu! – Ele levantava também, vindo atrás de mim.

No! No, Herval! – Gritei começando a correr. Dorothy já voltava, sentando onde estávamos antes.

– Não adianta correr, que eu vou te pegar! – Corria atrás de mim.

Help! Dorothy! Help! – As gargalhadas começavam a surgir de nós dois.

– Não me meta nessa, Darling! – Disse ela rindo de nós. Corri mais depressa em direção ao mar e ele insistia.

Quando os meus pés encontraram a água, inicialmente gelada, senti logo atrás de mim, o corpo dele quente, me agarrando. Eu gritei pelo susto e em seguida, porque ele me pegou nos braços.

– Herval, me coloca no chão! – Exigi. Ele só me olhou, sorriu, e continuou andando para dentro do mar. – Herval! – Esmurrei seu peito.

– Calma aê, gringuinha brava... – Debochou, sorrindo. Como conseguia ficar a cada dia mais lindo?!

Quando a água batia em sua cintura, ele me soltou. Em mim chegava no peito. Herval me olhava intensamente... lá longe eu ainda ouvia os gritos de Joaquim e de Megan na maior algazarra, mas a cada segundo ficava menos compreensível. Não havia ninguém à nossa volta. Senti algo escorregar pela minha cintura, embaixo da água e logo deduzi que eram as mãos de Herval. Ele juntou nossos corpos e não tirava os olhos dos meus. Eu envolvi seu pescoço com os braços, estava... hipnotizada.

O que deduzi ser suas mãos, agora descia para minhas coxas, pareciam pedir que elas parassem de me sustentar e permitisse que ele fizesse isso. Involuntariamente meus pés pararam de tocar a areia de lá do fundo e minhas pernas envolviam sua cintura. Senti algo me cutucar. – Era ele. – Herval estava se enrijecendo.

Eu o beijei. Meus braços agarraram mais firme seu pescoço e nossas línguas faziam acrobacias entre si. Senti as mãos de Herval me apertarem e ele comprimiu mais meu corpo ao seu... eu o senti ainda mais duro, aquilo não daria certo...

Contra vontade do meu cérebro, meu corpo começou a se movimentar para cima e para baixo. Ele soltou um gemido e intensificou o beijo. Ele estava de costas para qualquer pessoa que eventualmente viesse a lhe ver de longe, então arriscou colocar a mão dentro do decote do meu maiô. Apertou-me um seio e eu mordi seu lábio com isso. Ele sorriu.

– Eu acho melhor a gente sair daqui... isso não vai dar certo... – Murmurei. Ele fez com que eu descesse dele, pegou minha mão e a levou até sua sunga. Gememos os dois juntos quando ele fez com que eu o apertasse.

Ele estava muito... muito... muito excitado.

– Como você acha que eu vou sair daqui assim? – Perguntou sussurrando, sorrindo e pedindo, mesmo sem ser com palavras, que minha mão fosse ainda mais impetuosa e ela foi...! Entrou em sua sunga e ele estava tão... duro. – Hum... – Grunhiu. Ele ameaçou tirar a sunga, levaria aquela loucura adiante?! Eu tive que tirar a mão dali logo e ele pareceu decepcionado.

– Vamos sair agora... – Falei me dirigindo para sair da água, quando ele me agarrou por trás. Eu o senti de novo, assim ficava difícil... me virei para ele.

– Espera. Deixa eu tentar... acalmar os ânimos... do meu amiguinho aqui... – Coloquei as mãos na boca contendo o sorriso. – Viu o que você faz...? O que só você faz...? – Dei de ombros.

– Eu não tenho culpa de ser irresistível! – Ele sorriu, antes de mergulhar de cabeça, demorou um pouco e até me deu um certo medo, mas depois emergiu, um pouco mais controlado, porém ofegante. – Sorry... – Ele franziu as sobrancelhas sem entender o porquê de eu me desculpar. Mas na verdade nem eu sabia exatamente!

Mommy!! Papai!! Venham brincar com a gente!! – Joaquim gritou, longe de nós.

– Já estamos indo, my sweet prince! – Berrei. Demos ainda uns 2 min ali para Herval se recompor completamente e depois fomos em direção a eles. Se com os dois já estava uma algazarra, agora ficaria ainda pior!

Notas finais
Continua...