George Crawford, o detetive

1 1ª história: Guerra por poder


Notas iniciais
A primeira aventura do detetive George Crawford com seu melhor amigo o capitão da polícia Robert, a história contém elementos de mistério e ação.

George estava lendo um livro sentado em sua poltrona na sala de estar de sua casa quando de repente, o telefone toca.

–George Crawford falando, alô?

–George, sou eu, Robert.

–Ah, oi Robert. Quais são as novidades?

–Precisamos de você aqui na rua Rodrigues, eu te dou os detalhes quando você chegar aqui.

Então sem demora George pega seu casaco e sai na noite fria. A rua Rodrigues era distante apenas a algumas quadras da casa de George.

Depois de dez minutos andando George chegou lá. A polícia havia fechado a rua e Robert estava esperando por George.

–Você demorou.

–Eu tive de pegar alguns equipamentos.

–Está bem então, me siga.

George seguiu Robert, um homem magro de 1,80 de altura e cabelo loiro, Robert era o melhor e único amigo de George. Quando a polícia precisava de ajuda em algum caso Robert, que era o capitão da polícia, chamava George que é um perito na criminologia.

Robert parou quando chegaram na frente de um prédio velho, havia um corpo coberto com um pano branco e uma poça de sangue embaixo dele.

–O que temos aqui?

–Homem caucasiano, 1,65 de altura, cabelo preto.

–E como ele morreu?

–Um tiro de sniper no meio de sua cabeça.

–Bem, para mim isto parece um caso normal para a polícia.

–Até que seria, mas essa é a terceira vítima em uma semana, e não temos nada que leve a um suspeito, veja o que você pode fazer.

George retirou o pano de cima do morto e o examinou, no meio de sua testa havia um buraco, e então George reconstituiu a cena do crime em sua mente.

Um homem andando pela rua, então ele cai no chão, todos que estavam na rua devem ter se assustado, então o assassino não poderia estar no meio da rua, por isso uma arma de longo alcance, ele estava em algum lugar alto, e como o buraco na testa do morto indicava, um lugar muito alto como o topo de um prédio, então George olhou para cima e disse:

–Venha comigo Robert, já sei exatamente aonde ir.

George e o capitão da polícia subiram um dos prédios da rua até o topo, lá em cima perto da borda acharam vestígios, então George pegou um silenciador que deve ter ficado no chão quando o assassino fugiu.

–Sem rastros. — Disse George muito surpreso.

–O que você quer dizer?

–Um atirador profissional fez isso.

–Então, o que faremos?

–Acharemos uma ligação entre as vítimas, bem, na verdade você achará, quando você conseguir achar me chame. Agora preciso ir, até mais.

No dia seguinte Robert ligou chamando George para ir na delegacia. Quando chegou lá George entrou na sala de Robert, Robert estava fumando um charuto.

–Sabia que charutos fazem muito mal à saúde.

–Conseguimos achar a conexão entre as vítimas. Os três homens eram sócios de uma empresa chamada JKC, uma das mais ricas empresas da cidade, por sorte ainda restam dois sócios vivos, venha comigo fazer algumas perguntas para eles.

Eles saíram da delegacia e entraram no carro de polícia, depois de 45 minutos no trânsito da cidade eles chegaram ao prédio das empresas JKC, era um imenso prédio moderno com enormes janelas.

Ao saírem do carro George viu um mendigo com frio na rua e entregou seu casaco para ele.

–Como pode ter tanta desigualdade assim neste país, enquanto pessoas passam frio e fome nas ruas outras que estão no topo da vida se matam por ganância e inveja. – Pensou George.

Depois disso, sem comentários eles subiram o elevador até o último andar e encontraram a secretaria dos dois sócios sobreviventes.

–Em que posso ajuda-los?

–Estamos procurando o senhor Smith e o senhor Foldman-Disse Robert mostrando seu distintivo a secretária, uma mulher alta de óculos e loira, não parecia nada surpresa.

–Ah, sim. Podem entrar.

A dupla entrou na sala, aonde Smith e Foldman estavam jogando uma partida de xadrez. A sala era um lugar grande que incluía uma mesa de reuniões, uma televisão uma mesa pequena onde eles estavam jogando xadrez, e aonde devia ter uma parede havia uma vidraçaria gigante.

–Senhores, Eu sou Robert Strell da polícia, e este aqui é meu amigo, o detetive George Crawford. Queremos fazer algumas perguntas para vocês.

–Claro, eu sou o Smith e este é Foldman- Disse Smith um homem corpulento com um amplo sorriso, Foldman era um homem sério e gordo.

–Vamos começar então. Vocês conhecem alguém que quer fazer mal a vocês e a seus sócios? — Perguntou Robert.

–Agora que você falou existe sim algumas pessoas, desde que nossa empresa cresceu muitas pessoas ficaram com inveja, principalmente o proprietário das indústrias Faison, Mike Faison.

–Está bem iremos investigar eles, e já comunicamos e dois policiais estão chegando para protegerem vocês por 24 horas.

Depois disso eles foram até as indústrias Faison, aonde encontraram Mike Faison na saída.

–Senhor Faison? Sou Robert Strell da Polícia.

–Em que posso ajudar?

–Você tem alguma ligação com a morte dos três sócios da empresa a qual é sua maior rival?

–O-Oque? Eles morreram? — A notícia havia abalado Mike.

–O senhor está bem? –Perguntou George

–Eu tenho uma informação muito importante, quem matou essas pessoas foi...

Então Mike Faison caiu morto, atrás dele se encontrava uma figura alta em volta em roupas pretas onde só se viam os olhos, esta figura estava segurando uma pistola com silenciador.

–Parado! –Gritou Robert enquanto sacava sua arma, mas o assassino deu uma coronhada na cabeça dele e saiu correndo.

–Droga! –Disse George para si mesmo antes de sair correndo atrás do assassino.

O assassino entrou em um beco que fazia ligações com vários outros becos, quando George o estava alcançando, o assassino pegou algo no casaco, mexeu e jogou para trás. Felizmente George viu a tempo, então se jogou atrás de uma pilha de caixas, fechou os olhos e tapou os ouvidos, então a grnada explodiu

Quando se levantou o assassino havia ido embora, porém George já sabia aonde ir. Ele foi até onde Robert estava cambaleando.

–Venha comigo, temos que ser rápidos.

Então eles foram até os dois últimos sócios, porém quando estavam na frente do escritório deles, Robert e George acharam os policiais designados para a proteção mortos.

–Tome essa arma, eu tenho outra aqui. – Disse Robert.

Então com as armas nas mãos eles entraram na sala e acharam Foldman no chão.

–Ele está respirando. – Disse George examinando o homem.

–Mas não por muito tempo- Disse Smith apontando uma arma na nuca de George.

–Abaixe a arma Smith- Disse Robert.

–Não, abaixe você. – A secretaria havia aparecido bem atrás dele- Sabe, é bom finalmente poder matar os dois.

–Só me diga o porquê destas mortes.

–Tudo começou quando Faison me contratou para ser uma espiã nessas empresas, e eu sou uma atiradora profissional, mas acabem tendo um caso com o senhor Smith, então pensamos, porque não matamos os sócios e Faison e viramos os mais ricos da cidade. – Explicou a mulher. –Mas agora vamos ter que matar vocês!

George por instinto desviou da arma apontada na sua cabeça, então pegou o braço de Smith, o quebrou e pegou a arma, assim atirando na perna da mulher, que tentou atirar em George mas foi impedida por Robert que a nocauteou.

Depois do caso ser resolvido George fio para sua casa, ao anoitecer Robert apareceu.

–Sabe, eu estive pensando. Se estivesse no caso desde o início teríamos evitado muitas mortes, além disso formamos uma bela dupla, o que me diz?

–Seria uma honra.

Notas finais
O livro não e dividido em capítulos, ele é dividido em histórias
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.