Notas iniciais
eto... yo, minna-san ^^ se é que ainda tem alguém acompanhando #>.<#
bom, eu vou falar a verdade '-' eu sou um urso, e passei os últimos dois meses hibernando XD por isso não postei nada. LOOOL
eu vou fazer uma força pra postar mais seguido, eu juro n,n' minhas provas terminam dia 14 (>*U*)> uhuuul então depois disso eu vou poder escrever mais ^^ o problema é que aí vem o boletim ¬¬'
aaaaaahh e eu preciso agradecer à mari-chaaan :3 por que sem ela eu teria hibernado mais uns três meses até esse capítulo sair ^^
bom, qualquer duvida sobre a fic, perguntem nos reviews, ok? e podem me matar #>.<# eu mereço kkkk

Depois que Asmita a recolocou na cama, Luna dormiu como uma pedra por dois dias.

Nesse período, além da presença constante de Asmita e Shion, ela recebeu algumas visitas. Manigold fora até lá e, sob o pretexto de conversar com Shion, deixara uma flor sobre sua mesa de cabeceira.

Sua outra visita fora o Cavaleiro de Peixes. Chegara na hora em que Manigold saía, e por um triz não deu meia volta e desistiu. Apenas não o fez pois isso o faria ter a companhia do Cavaleiro de Câncer durante a longa subida.

No quarto que a menina ocupava, sem saber o que fazer, sentou-se ao lado de sua cama. Não sabia ao certo o que fazia ali. Quando ouvira que ela tivera algum tipo de crise durante um combate, se remoera de preocupação até que finalmente decidira descer até a casa de Shion. Porém não ficou por muito tempo. Com medo de piorar seu estado já delicado, logo deixou a cabeceira e se retirou.

Quando Luna acordou, estava totalmente recuperada. Sua dor de cabeça fora um pouco mais persistente, indo e voltando durante todo o dia. Asmita não saiu do lado da protegida, e eles passaram o dia na casa de Virgem.

O quarto dia após a luta malsucedida amanheceu frio, com um sol fraco incapaz de dissipar os focos de névoa presentes por todo o santuário.

Asmita acordou e encontrou seu café posto sobre a mesa e nenhum sinal de Luna. Ignorando a comida, usou seu cosmo para encontrar a pupila, localizando-a em um pequeno patamar ao lado da Casa de Virgem, semelhante a um jardim, que tinha vista para todo o Santuário.

O patamar não tinha nenhuma espécie de cerca que impedisse uma longa queda, apenas algumas samambaias e outros arbustos criados em vasos de plantas. Luna se sentava deixando as pernas penderem para além da borda, com a cabeça inclinada para o Sol e de olhos fechados. Asmita sentou-se no chão ao seu lado.

- Não é perigoso sentar-se assim? – questiona – Você pode cair.

- Sabe que não vou me machucar mesmo que caia. – ela responde séria. – No entanto, se uma das samambaias criasse mãos e resolvesse me atacar com uma faca, então eu teria um problema.

Nem o mestre nem a aprendiz esboçaram um sorriso diante da piada. Asmita sequer estava certo de se tratar de uma piada. Ele esperou em silêncio que a pupila perguntasse sobre o que havia acontecido na arena, porém esperou em vão.

- Não quer saber sobre aquela crise? – ele pergunta, um tanto surpreso.

- Querer que eu pergunte me diz que você tem uma resposta. – ela retruca, mortalmente séria. – E você ter uma resposta me faz questionar o porquê de não ter me dito nada antes.

Sem que a pequena visse, Asmita dá um pequeno sorriso de canto. Ela estava começando a pensar como o próprio Cavaleiro de Virgem.

- Eu admito que tenha pesquisado um pouco sobre sua condição. – ele se entrega. – mas nunca tive motivos para lhe dizer alguma coisa, ou confirmar minhas suspeitas.

- Onde você pesquisou? – ela pergunta, desmanchando a careta séria e demonstrando curiosidade.

- Em livros. – o mestre dá os ombros. – Registros genealógicos. Depoimentos. Apenas fiz uma pesquisa. – modesto, ele tenta a desconsiderar sua trabalhosa pesquisa com um aceno da mão.

- E... E quando você fez isso??! – Luna começa a ficar furiosa – Por que não me pediu ajuda ou, ao menos, me avisou? Por acaso acha que eu não quero saber...?

Quando ela começou a esbravejar outras indagações e a se agitar, ficando exaltada, Asmita a puxou para um abraço. Passou as mãos ao redor de seu tronco, prendendo seus braços, e colocando o rosto da pupila sobre seu peito. Luna ficou surpresa, mais logo se acalmou e aceitou o aconchego do mestre. Antes que percebesse, lágrimas escorreram de seu rosto até a armadura dourada.

- Eu só queria poder servir a Atena e ter minha armadura, sem nenhuma complicação...

- São as complicações e os desafios que fazem a conquista valer a pena. – Asmita diz com gentileza. – Do que valeria ter uma armadura se esta lhe fosse entregue sem nenhuma dificuldade? O primeiro problema que surgisse faria você desistir ou te derrotaria.

Luna não respondeu as palavras sábias do mestre. Ficou muda aninhada em seu peito por mais algum tempo, antes de finalmente fazer a pergunta que antes adiara.

- O que foi aquilo que aconteceu na arena?

Asmita deu uma risada, vendo que a pupila aceitara a lição que havia imposto.

- Por enquanto basta para você saber que não é capaz de ferir outra pessoa, seja quem for. Creio que você não esteja pronta para saber o porquê, mas fique tranquila. Quando você estiver pronta, eu lhe direi.

Depois do choque inicial, Luna voltou a esbravejar, deixando o abraço do mestre de um salto.

- Você me fez admitir a derrota ao perguntar somente para dizer que não poderia responder...?!

Ela continuou enfurecida, e o mestre deu uma gostosa gargalhada. Assim, a manhã dos dois continuou sem maiores complicações.

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Luna fazia o almoço, com Ruka enroscada sobre seus ombros. A gatinha olhava com interesse as atividades da dona, recebendo um petisco de vez em quando.

Depois que terminaram de almoçar, enquanto a menina lavava os pratos, Asmita se levantou, pegando seu manto e se preparando para sair. Antes de deixar a Casa de Virgem, tirou uma carta selada de um dos armários e a entregou para Luna.

- Você poderia levar isso para as Casas de Cura? Tenho que completar o trabalho dado pelo Grande Mestre alguns dias atrás. – diz ele, já indo em direção à porta.

- O que é? – ela pergunta, olhando com interesse para a carta com um selo ricamente detalhado.

- Um pedido de suprimentos para a enfermaria do Santuário. Como vamos para lá com frequência, o Mestre pediu esse favor.

Assim que Asmita saiu, Luna terminou de arrumar a cozinha. Deixou a carta sobre a mesa e foi para o seu quarto em companhia da gata. Ela tomou um banho, e vestiu uma capa, pois começava a esfriar. Depois disso, se deitou na cama para terminar de ler um livro, porém acabou adormecendo.

Acordou com Ruka sobre seu peito, na hora que o sol começava a se deitar em sua cama de nuvens. Ela ficou por um instante desorientada, antes de se lembrar.

- A carta! Droga, já vai escurecer... – ela trocou sua capa por outra mais pesada, antes de pegar a carta e iniciar correndo a longa descida. Ruka correu atrás da menina por alguns metros, antes de saltar para seu ombro para acompanha-la.

A névoa que havia pela manhã havia-se ido durante o dia, deixando para trás um frio seco. A respiração de Luna e da gata se condensava diante de seus rostos, formando pequenas nuvens. Ela ficou feliz por ter vestido uma roupa quente, pois um vento frio começava a soprar.

Quando chegaram às Casas, o último raio de Sol desapareceu por cima das montanhas. Luna entrou na enfermaria cheia com o queixo batendo de frio, e entregou sua encomenda para uma das senhoras responsáveis.

- Luna! Há quanto tempo! – a cumprimentou uma das anciãs. – soube que andou acamada por esses dias. Está tudo bem?

- Ah, sim, não há nada com que se preocupar. – ela responde com um sorrisinho delicado, enquanto aceitava uma xícara de chá para se esquentar.

Não foi capaz de partir imediatamente, ainda tendo ajudado as curandeiras a identificar uma ou outra doença desconhecida. Quando finalmente tornou a vestir sua capa para voltar ao santuário, a lua já estava alta no céu.

- Você não gostaria de passar a noite aqui? É perigoso para uma menina sair sozinha a essa hora.

- Não, obrigada. Preciso estar no Santuário pela manha.

Mas acontece que a mesma cosia havia passado por sua cabeça. A conversa com o mestre mais cedo no mesmo dia voltava à sua mente, quando ele mencionava que ela não seria capaz de ferir outra pessoa.

No lado de fora, o breu era tanto que Luna só podia ver poucos metros à frente, mesmo com seus olhos de felino. Quando o medo de encarar a subida ao Santuário retornou, veio acompanhado de pequenas lágrimas peroladas. Porém, as lágrimas não eram de medo em si, e sim de vergonha por senti-lo. Estava se sentindo vulnerável, pois não poderia se defender de qualquer coisa que a atacasse, e alguém que havia treinado por oito anos para ser uma Amazona de Atena não deveria se sentir desse jeito.

“Chorar de nada adiantará”, Luna pensou, respirando fundo e levantando a cabeça. Segurou Ruka com firmeza entre seus braços, junto ao peito, e iniciou o caminho para o Santuário.

O medo inicialmente passou, conforme ia andando e ocupando a mente com outras coisas. Até que, ainda longe da entrada para o Santuário, pareceu escutar passos que andavam no mesmo ritmo dos seus. A audição de uma pessoa normal não os teria percebido. A própria Luna pensou que fosse sua imaginação, antes de ver que sua gata havia levantado as orelhas para o ruído.

Tentando por tudo se acalmar, ela parou repentinamente, e pode confirmar suas suspeitas quando os passos prosseguiram por meio segundo antes de também parar. A garra fria do medo pareceu envolver seu coração. Nesse momento, como se seu lado instintivo tomasse o controle, Luna desatou a correr.

Quando seu perseguidor percebeu que havia sido descoberto, abandonou a discrição e tratou de correr para não deixa-la escapar.

Por um momento, a menina achou que seria capaz de livrar-se, mas logo se deparou com uma arvore gigantesca tombada, atravessando a estrada. Ainda instintivamente, saltou por cima dela. Normalmente aquilo não representaria um desafio, mas como a copa da arvore era densa Luna acabou enroscando-se nos numerosos galhos e caiu, esfolando-se na estrada de terra.

Com a respiração acelerada, ela largou a gata ilesa em um dos galhos, para liberar as mãos.

- Vá para casa... – ela sussurrou para Ruka, antes de sair correndo para fora da estrada, para dentro do pequeno bosque.

Luna escutou seu perseguidor deixar a trilha no mesmo ponto que ela. Sua audição era excelente, e podia escuta-lo quebrando galhos secos e tropeçando nas coisas.

Sem parar de correr, ela deixou o bosque para trás e se viu em uma das ruinas próximas ao Santuário. Estava em uma área calçada, com aparência de abandonada e relva crescendo por entre as lajotas. Grandes pilares no estilo grego jaziam tombados e quebrados. No meio de tudo havia uma fonte, que ainda jorrava água.

Enquanto desviava dos pilares, tentando sair das ruinas que pareciam ser de um antigo templo, Luna percebeu seu predador chegar até o lugar. Antes que pudesse correr novamente, sentiu alguém agarrar seus braços por trás. Desequilibrando-se, a menina caiu no colo de quem quer que fosse. Logo em seguida, essa pessoa a forçou para que se ajoelhasse no chão, ainda segurando suas mãos às costas.

- Não falei que era uma boa ideia espalhar o pessoal pelas colinas? – resmungou o homem que a segurava – nunca se sabe para que lado eles vão correr.

Luna se contorceu tentando se livrar das manoplas de seu captor, mas foi em vão. A única coisa que conseguiu foi um safanão na cabeça.

O homem que estivera correndo terminou de recuperar o folego e foi até ela, analisando-a da cabeça aos pés.

- Quem diria que pegaríamos uma menina. Elas costumam ser mais espertas e evitar sair à essa hora. – Ele avançou na direção dela, e Luna se contorceu para sair de seu alcance.

A aprendiz sentia o corpo inteiro tremer quando o homem segurou seu rosto e olhou em seus olhos. Ela viu ele esboçar uma leve surpresa ao vê-la com clareza.

- Eu acho que vocês estão me confundindo com alguém – ela começa, respirando fundo para a voz não tremer. – não tenho nada de valor para dar.

Ambos os homens não deram sinal de ter escutado. Continuaram conversando entre si enquanto o segundo amarrava suas mãos.

- Escuta, na verdade eu tenho algo de valor sim – Luna tenta novamente. Os dois homens pararam para escutar. – Mas não aqui comigo. Eu posso leva-los até minha casa, eu tenho algum dinheiro. Só me deixem ir...

Se ela pudesse leva-los ao menos até a entrada do Santuário... Podia conseguir ajuda de alguém antes que eles percebessem para onde estavam indo de fato.

No entanto suas esperanças de iludi-los como fizera anteriormente com Manigold caíram por terra, assim que o primeiro homem deu uma grande gargalhada.

- Acha que vamos acreditar nisso? – ele falou quando conseguiu parar de rir. – conseguiremos muito mais vendendo você do que com suas parcas economias.

Luna por um momento não entendeu o que ele queria dizer. Até que em subitamente, percebeu.

- Traficantes de escravos. – ela sussurrou baixinho.

Eles não se deram ao trabalho de responder. Até que o homem que correra atrás dela pela trilha sugeriu algo que quase fez o coração da menina parar.

- Sabe, se não conseguirmos uma quantia boa a vendendo, nós poderíamos coloca-la para trabalhar no nosso bordel.

Luna estava tão estupefata que esqueceu-se de protestar. Somente quando um dos homens a levantou e começou a arrastá-la de volta á estrada que a menina voltou a contorcer-se, dessa vez com duas vezes mais afinco.

- Não, isso... eu não vou... fazer... – ela soluçava enquanto tentava se soltar. Ela continuou se contorcendo até que seu captor a jogou com fúria contra um dos pilares tombados, segurando-a com as mãos amarradas agora acima da cabeça.

- Você vai fazer. O que dissermos para fazer. – ele rosnou. Luna reparou como seu rosto estava preocupantemente próximo.

Mas isso não importava. Não importavam as consequências, ela não iria terminar em um prostíbulo.

Aproveitando a proximidade, a menina alçou a cabeça pra frente e mordeu com força o homem que a segurava. Com o susto ele a soltou, e ela se preparou para ataca-lo com seu cosmo.

Antes que completasse seu intuito, sua cabeça começou a latejar perigosamente.

A menina estacou. De nada adiantaria para escapar estar inconsciente e gritando. Ao invés de ataca-lo, Luna então se preparou para voltar a correr.

Porém antes que se afastasse, sentiu o outro homem a agarrando pelos cabelos. Ela desmoronou no chão por ainda estar com as mãos atadas. Logo em seguida, um tapa no rosto que a fez ver estrelas. Conseguiu ver o homem que mordera acercar-se também, com sangue escorrendo pela face.

- Escravos não devem atacar seus mestres. – disse ele, e Luna escutou o barulho de uma faca sendo desembainhada. – mas não se preocupe, você ainda estará em condições de trabalhar depois que terminarmos. Afinal, como poderemos saber que o produto é de qualidade?

Sendo segurada pelos cabelos com o rosto rente ao chão, Luna não era capaz de ver o que os dois faziam. Mas seja o que for, ela não queria estar ali pra ver. Acendeu seu cosmo novamente, mas dessa vez não com a intenção de atacar.

Apenas um pequeno golpe seria o suficiente para extinguir os sinas vitais da própria Luna. Ela preferia estar morta à ser tomada contra a vontade pelo resto da vida.

- Como se atrevem a tocar uma Amazona de Atena? – diz uma voz cheia de ira, à alguma distância.

A próxima coisa que Luna sentiu foi um tranco quando seus algozes foram atirados longe. Quando se viu livre, a menina rapidamente sentou-se, procurando aquele que a salvara.

- Albafica...? – ela pergunta meio incrédula. Seria possível a sorte de ele estar passando por ali no momento? Foi quando viu sua gata muito branca se esgueirando por entre seus pés.

Luna nem sequer reparou em mais nada. Aliviada por estar novamente segura, ela se levantou cambaleante e correu para Albafica.

O Cavaleiro, por sua vez, foi demasiado lento em se esquivar da menina. Luna foi de encontro ao seu peito e se escondeu lá, tentando impedir as lágrimas de caírem.

Albafica não ousava mover um músculo sequer, com medo de envenenar a pequena acidentalmente. Mas como os segundos se passavam e nada acontecia, ele finalmente se rendeu e abraçou a criatura trêmula entre seus braços.

- Ei, ei... – ele tentou acalmá-la enquanto arrebentava as cordas que a prendiam – vai ficar tudo bem agora... Nós vamos voltar para o Santuário.

Os dois traficantes de escravos haviam-se ido. Luna podia ouvi-los correndo aparvalhados pela floresta, de volta à estrada.

Foi sentada gentilmente por Albafica em um dos blocos de pedra das ruinas. Assim que viu a oportunidade, Ruka pulou para o seu colo.

- Sua gata é muito inteligente. – diz o Santo, acariciando seus cabelos prateados, ainda tentando acalmá-la. – só a vi quando já estava em cima de mim. Me encontrou enquanto eu voltava para o Santuário.

Abraçada à gata, Luna levantou seus olhos marejados para o pisciano. Ele tinha no rosto um sorriso gentil enquanto tentava fazê-la parar de tremer.

Voltando ao santuário, dessa vez com a presença tranquilizante de Albafica, Luna estava enrolada no manto do Cavaleiro. Sua capa estava em frangalhos depois de ter caído umas quantas vezes. Ela se encolhia junto ao pelo macio de Ruka.

Tão logo Luna parou de tremer, Albafica iniciou o sermão.

- Achei que depois do que aconteceu na arena você se cuidaria melhor! – o pisciano tentava sem sucesso se conter. — Como sai andando à noite desacompanhada sabendo que não pode enfrentar ninguém?

Luna levantou os olhos para ele, recomeçando a chorar. Aquela última colocação tocara em seu ponto fraco.

- Ah, não... Droga, não quis dizer isso – ele se desculpa levando às mãos a cabeça, nervoso. – sabe que eu não tenho muito jeito para lidar com as pessoas.

Ainda tentando se redimir, o Santo envolveu a cintura da menina com um dos braços, mantendo-a próxima a si enquanto caminhavam. Com o ato, Luna pareceu se tranquilizar, porém Albafica reparou que ela não havia dito uma palavra desde que a salvara.

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Asmita já havia chegado à Casa de Virgem, e estava preocupado. Nunca teria dado a carta à pupila se soubesse que aquela ingênua sairia para entrega-la durante a noite! No momento que tomou a decisão de sair para procurá-la, sentiu seu cosmo se aproximando.

Percebeu antes que ela estava acompanhada, mas somente quando foi ao seu encontro e sentiu a proximidade do cosmo de Albafica de sua protegida é que percebeu o que aquilo poderia significar.

No momento não pensava no que deveria ter acontecido para Albafica estar com os braços ao redor de Luna e ter dado seu manto à ela.

- Albafica – ele falou pausadamente – afaste-se dela. Agora.

Notas finais
espero que tenha compensado um pouquinho a demora #n.n# e obrigada às que continuaram acompanhando a fic ^^
eto... eu não tenho certeza se ainda tinham escravos na grécia no séc XVII >.<' então peço às cultas que me perdoem se eu escrevi uma grande bobagem ^^
vou tentar postar o próximo capitulo logo!
abraços *ww*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.