Notas iniciais
Olá pessoas deste planeta lindo!!! =D Como vocês vão? Espero do fundo do coração que estejam todos bem! E aqui tenho para vocês a maravilhosa (e demoníaca) segunda noite hehehe Bem, queridos leitores e leitoras, porque não podemos esquecer as leitoras :3 elas são legais *-* a fic vai ser postada uma vez por semana, se por acaso eu não conseguir postar, culpem a escola, afinal ensino médio foi feito para simplesmente acabar com o seu tempo, então, peço desculpas se atrasar os capítulos Agora podem degustar desse capítulo! E não esqueçam aquele lindo e cheiro comentário :D

Novamente estamos no quarto, só que vejo algo diferente dessa vez, a porta está aberta, talvez o seu irmão tenha esquecido ou alguém tenha aberto.

Oh, as vezes consigo esquecer muito facilmente o nome de certas pessoas, porém o seu é digno de ficar na minha mente.

O nome do garoto chorão é Dylan Miller.

Dylan continua no quarto, vejo que ele está com medo de sair, afinal, seu irmão pode estar preparando algo para intimida-lo novamente... como aquele garoto gosta tanto de infernizar a vida de seu pequenino irmão? O pequeno Dylan caminha devagar até a porta, virasse devagar para trás e observa que a pelúcia da raposa não possui sua cabeça ainda, garanto que a cabeça está com o mais velho.

A casa não é muito grande, temos um cômodo com um grande relógio de madeira, semelhante ao grandioso Big Bang, porém em uma estrutura menor, atrás temos um quarto do tamanho similar ao do garoto e após o cômodo do relógio uma sala, não posso dizer a localização de lugares como a cozinha, o quarto de seu irmão e de seu pai, já que não tenho ideia de onde pode se localizar.

Ele sai do quarto, consequentemente sigo ele e me vejo em cima do relógio de madeira, porem ele não fica nesse cômodo por muito mais que um minuto, rapidamente segue para o quarto. Vejo-o do chão, o lugar não é quase nada diferente ao do menino chorão, apenas podemos ver que as cores mudam drasticamente, a cômoda e a cama agora têm uma coloração cor-de-rosa, e há um brinquedo parecido com um rato feito de molas, este também tem uma coloração rosa, só que o brinquedo parece estar quebrado, além de tudo isso a um quatro com a imagem de uma flor.

O garoto volta para o relógio e agora vejo os vários quadros azuis escuros na parede, ou seriam janelas? Não tenho a mínima ideia, apenas sei que o garoto continuou a andar até o próximo cômodo, a sala.

Um tapete simples laranja, sofá de dois lugares azul e uma mesa com suporte para uma gaveta onde tem uma televisão simples, parece que a sua família não tem muito dinheiro, deve ser por isto que a sua casa tem uma simplicidade tão aconchegante, acredito que ter muitas poses tornem as pessoas vazias. Silenciosamente e com cuidado, apenas pode ouvir-se as lagrimas caindo no chão, contudo este som pode ser suficiente para atrair o seu maior medo. Finalmente na frente da porta de saída do seu tormento, ele apenas precisa abrir a porta e ir, gostaria de segui-lo, mas o conforto desse sofá azul marinho onde estou descansando é tão maravilhoso.

Antes que eu note ouço um grito de pavor e logo em seguida o choro mais ensurdecedor que alguém poderia emitir, junto a esta mistura de dor consigo ouvir uma risada rouca e fresca, seu irmão conseguiu mais uma vez assusta-lo e este é seu grande orgulho, sinto muito garotinho chorão.

“Amanhã é outro dia.”

Sua segunda noite começara a partir de agora, creio que não precise dar dicas novamente, sendo assim apenas ficarei nesta cama a observar você.

A casa parece estar mais silenciosa hoje, nem os grilos tem mais vida, pelo menos esse fator deve ajudar o seu desempenho em aguentar manter os seus pesadelos fora até o horário.

Porta a porta, armário a cama. Este poderia ser o seu amargo cotidiano, mas você tem uma chance de não ter esse futuro, tenho certeza que pode conseguir.

Algumas horas até que eu sinta um movimento, algo está ao meu lado na cama, claro que eu não consigo ver e meu principal objetivo é apenas vigiar Dylan.

Ele vira-se para cama e acende a luz.

A lanterna cai e sua mão, o som parece ser de um enorme pedaço de metal que se encontra com um vidro, o destruindo em milhares de fragmentos. Sua mão diretamente a boca enquanto as lagrimas escorem lavando seus glóbulos oculares, eu sei o que ele viu. Um mesmo ursinho de pelúcia como eu, porem ele tem dentes afiados como garras de um animal feroz, no lugar dos olhos há apenas fracas luzes brancas, seu corpo está deveras rasgado mostrando suas partes metálicas e tudo isto vem acompanhado uma pequena cartolinha que está em cima da sua cabeça.

Seu desespero é compreensivo.

Claro, até eu estaria em choque se um dos meus amigos queridos que sempre esteve imóvel em um canto do quarto, agora estivera na minha cama com o semblante mais horrendo que posso presenciar.

Analiso e vejo que o pesadelo voltou a escuridão, talvez ele não goste de luz.

O tempo não é um aliado confiável neste campo de batalha, um segundo pode salvar sua vida ou acabar com ela, e é com este pensamento que o garoto segue para uma das portas e acende a lanterna.

Ele pode ver por um breve momento uma figura, parecida com um borrão amarelado, possuía algo em sua mão parecido com um bolinho e ao receber o contado com a luz voltou para a cozinha. Se a situação fosse outra diria que aquela figura estaria visitando a cozinha, principalmente o forno para degustar-se com vários cupcakes.

Talvez esteja, há muitos barulhos vindo da cozinha e passos.

Voltando-se para a porta, feche-a.

A noite não parece estar complicada, acho que a dinâmica contra os pesadelos está sendo facilitada para você meu querido amigo, porem creio que não vamos ter a mesma vantagem quando as próximas estrelas engolirem o sol.

Sons digitalizados de números trocando seus algarismos tão rápidos que poderia dizer que se assemelha a velocidade do som podem invadir os meus ouvidos, são seis da manhã novamente, e da próxima vez que nos encontrarmos aconselho a trazer alguns lenços de bolso.

Antes que eu esqueça, tome cuidado com o seu infeliz irmão.