Garotinho... Não Chore

3 O Armário e A Minha Cópia


Notas iniciais
Olá pessoas! Capítulo novo do nosso amiguinho! Bem, eu quase deixo de postar esta semana pelos seguintes motivos: Meus professores resolveram atacar com trabalhos e seminários, o meu organismo resolveu adoecer três vezes nesta minuscula semana, ou seja, tenho mais atividades pendentes, isto é horrível e por último, cansado demais para escrever. Mas, porém, no entanto e todavia, essa manhã de sábado a criatividade resolveu dar a sua maravilhosa benção e eu escrevi este lindo e cheiroso capítulo o mais rápido possível para vocês =D Ah! Antes que isto fuga da minha cabeça, os capítulos são curtos porquê é apenas uma noite e escrever na visão da cheirosa e linda pelúcia do Fredbear é um tanto complicado, então, estas o motivo de serem curtos. Aproveitem e degustem dessas letrinhas :3

3 dias para a festa.

Hoje estamos em um local diferente, cheio de balões, confete espalhado pelo chão, alguns quadros nas paredes e uma grande porta vermelha, parece até cor de vinho, onde encontramos nosso pequeno amiguinho chorão.

Ele está deitado, escondido de baixo de uma mesa abraçando o próprio corpo e como de costume, chorando.

“Ele saiu sem você. ”

Este ele, nada mais é que seu indigníssimo irmão que nunca irei ter o desprazer de saber o nome.

“Ele sabe que você odeia esse lugar. ”

Porém...

“Você está logo ao lado da saída. Se você correr, poderá fugir”

Preciso que o garotinho chorão levante de seu conforto.

“Se apresse, corra em direção a saída. ”

Finalmente, ele levanta tentando abafar o choro, anda devagar para o lado esquerdo...

“NÃO! Não se lembra do que viu? A saída é logo ao outro lado. Apresse-se.”

Ele sabe o que tem do outro lado, não posso deixar que ele vá novamente, a saída está a sua frente, você apenas precisa sair...

Ele segue para a direita e esbarra em algo grande e amarelo, pela visão enevoada pelas lagrimas dele é impossível saber o que é, mas ele sabe o que é aquilo, um dos animatronics... eu. Não, não diria que ele seja eu. Eu sou apenas um ursinho de pelúcia dessa roupa robótica, todavia eu não tento machucar o meu amigo, e além disto, está roupa é larga e espaçosa e eu com certeza não ocupo todo este espaço.

“É tarde demais. Corra para o outro lado e encontre ajuda! Você sabe o que vai acontecer se ele te pegar. ”

Observo o ser que está naquela roupa, a roupa que tem a mesma cartolinha roxa que eu, a mesma gravatinha que tem o mesmo tom de cor, o mesmo microfone..., mas meus olhos são o que nos diferencia. Para quem ainda não percebeu, estou naquele quadro com a foto deste ser que não é completamente eu. Os humanos chamam ele de Fredbear, e o local onde está cópia minha está é uma pizzaria com o nome de Fredbear’s Family Diner.

O garotinho corre até o lado esquerdo da pizzaria e para imediatamente.

“Você pode encontrar ajuda se você conseguir passar por eles. Você tem que ser forte. ”

Garotinho Chorão observa as duas sombras enormes e roxas, rapidamente ele volta para onde estava e vê a porta vermelha, aquela que parece ter sido pintada com um dos vinhos mais raros do mundo, aberta, sim, a porta está aperta. Porém não é uma saída.

Neste lado da pizzaria a minha cópia observa o que acontece dentro da porta, um homem não identificado está colocando a cabeça de uma roupa de animatronic em um humano.

E a parte mais interessante de todas, o nosso amiguinho parou de chorar diante deste homem, que agora, atrás daquela enorme fantasia que desconheço, parece ter a pele roxa.

A porta é fechada e o garotinho chorão voltou a derramar as lagrimas. Quem será aquele homem?

Ele sai de perto da porta e volta onde estão as duas enormes sombras roxas, ele observa os vários balões que estão ali para uma próxima atração. Quando vira seu corpo, vê Fredbear e cai a chorar.

“Amanhã é um outro dia.”

Novamente ao quarto dos pesadelos, agora parece que o tempo não vai ajudar e seus pesadelos estão mais ativos.

Agilidade é tudo que precisa agora.

E a terceira noite começa.

O garoto pega a lanterna e caminha rapidamente até a porta, não ouve nada e acende a luz, faz o mesmo procedimento na outra porta.

É impressionante vê-lo desta maneira.

Ele parece ter mais coragem agora, está verificando as portas e a cama de uma maneira que parece não sentir medo algum do que pode acontecer, será que ver aquele tal homem trouxe este revigoramento nele?

Não posso alimentar a minha curiosidade agora, tenho que vigiar o garoto sempre que possível para que ele não tenha algum problema, mas parece que nesta noite tudo está mais tranquilo.

Sempre que possível aviso a ele quando os três ursinhos ficam ao meu lado na cama, eles só estão à espera de uma oportunidade para conseguir atacar ele, mas a luz ajuda muito a impedir este ato.

A noite está na metade, a adrenalina está correndo em suas veias, em vez de lagrimas, hoje vemos suor escorrendo pela sua testa, ele não tem medo dos sons que ouve, muito menos dos sons que pode ser ouvido ao ficar parado por muito tempo à espera de algo para fechar a porta.

Provavelmente ele passe desta etapa sem nenhum problema.

São 4:00 agora, e ele está indo para a porta da direita, espera alguns segundos até fecha-la, porém, algo diferente aconteceu, quando ele voltou a sua visão que é possível ver as duas portas e o armário, ao chegar nessa posição de visão, pode ver que o seu armário está com a porta balançando levemente e rangendo, algo entrou lá.

A sua coragem é impressionante, porém aumenta o seu nível de tolice.

Ele ignora o armário por muito tempo, tento e tento avisa-lo de que o armário é importante, mas apenas a cama e as portas passam a ter a atenção dele por uma hora inteira.

Isto é perigoso.

Grito e grito, ele precisa ver o armário, PRECISA!

Após muitos minutos de insistência ele vai até o armário escuro, devagar levanta um pouco a lanterna e a acende.

Algo tenta pular para fora, mas ele consegue fechar a porta antes.

Ele encosta no armário e finalmente, depois de horas, chora.

O que ele viu?

Um pesadelo.

O pesadelo que o seu próprio irmão tentou tornar realidade.

Aquela cabeça de raposa, tentou avançar contra o menino chorão a poucos segundos atrás, só que temos algumas relevâncias.

Está raposa tem olhos ferventes, parecem ser pequenas chamas no lugar de suas pupilas ou é apenas sangue fervente, algumas partes do seu rosto estão rasgadas e mostram a sua infraestrutura de metal, além da sua mandíbula ser enorme com dentes tão afiados quanto facas.

Ele continua a chorar, por favor, feche a porta, feche-a.

Ele desta vez ouve.

Toda sua coragem esvaziou-se para o recanto de origem e agora sobrou apenas o medo.

Sinto que os pesadelos estão aproximando-se, os dois na porta, os três ursinhos estão unindo-se finalmente na cama, e o fim próximo.

Por apenas um segundo, tive medo que tudo acabasse aqui, no entanto o relógio começou a soar.

Seis horas da manhã.

Os pesadelos voltam e o garoto abre a porta do armário, aquele ser temoroso agora é apenas um pequeno animalzinho de pelúcia com um tapa olho de um pirata, o seu amigo raposa de sempre.

Nunca deixe de ouvir um amigo.

Agora estamos na metade do caminho, você não vai falhar, acredito em você e do que você é capaz.

Suponho que esteja pensando em como pronunciar-se a mim, talvez como o nome da minha própria cópia, Fredbear, ou outro nome, no final de tudo isto direi a você de qual maneira poderá se referir a mim. Até lá, tenha bons sonhos.

Notas finais
QUASE esqueci de comentar um pequeno detalhe. As duas últimas noites terão as suas mecânicas adaptadas para a história, não irei revelar agora o que pode ser, mas estejam avisados desde já, e provavelmente quando eu terminar esta fanfic, possa escrever as respectivas histórias dos outros jogos, todos sendo interligados a está história do quarto jogo, porém preciso que vocês estejam gostando da história, então comentem, adicione aos favoritos e recomendem para algumas pessoas para elas degustarem da história da mesma maneira que vocês fazem. Bem, por hoje está bom, até a próxima! ;)