Garota milagrosa
16 Se você brinca com fogo tem que estar pronto pra se queimar
Notas iniciais
P.O.V. Evelyn O' Connell
Ela levou a urna embora de volta para o lugar de onde ela saiu.
P.O.V. Ezra Fitz.
Sou arqueólogo a quarenta anos e encontrei um sítio arqueológico intacto, uma cidade inteira enterrada.
—Que descoberta fenomenal.
Então uma garota emerge da cidade, ela saiu de lá de dentro. Os cabelos ruivos, o seu vestido azul assim como seus olhos.
Ela falou numa língua desconhecida. E então falou inglês:
—Mais um otário que pensa que vai sair de Asheron vivo.
Logo estávamos cercados por um exercito e ela começou a falar naquela mesma língua desconhecida. E logo estávamos sendo atacados.
Eu fui o único que sobrevivi.
—Nunca mais volte á Asheron, porque se voltar não vai mais sair. Mande esse recado para todos os seus amigos arqueólogos.
Então apareceu uma outra moça com cabelos escuros e olhos azuis.
Ela começou a falar naquela mesma língua com a outra.
P.O.V. Andrômeda.
Eu não acredito que minha irmã fez isso!
—O que você fez Artemísia?!
—Protegi o segredo. O nosso lar, o lar dos nossos ancestrais.
—Você não precisava matá-los!
—Eles pegam as nossas coisas e dizem que são deles, colocam em vitrines e menosprezam nosso poder! Menosprezam o poder dos artefatos!
Os nossos dragões aparecem voando. Crianças, ainda são bebês.
—Não precisa usar a força ou a violência!
—Preciso. Esse povo só entende uma língua, a língua da violência!
P.O.V. Ezra.
Eu não podia acreditar no que meus olhos estavam vendo. Seis dragões.
—Imaculados! Peguem os artefatos e vamos embora.
O exército entrou na cidade e pegou todos os artefatos, daí elas montaram em cavalos e foram embora. Levando com elas tudo o que havia na cidade.
Mas, antes fizeram alguma coisa que me impediu de entrar na cidade. Ninguém mais conseguiu passar. Era uma barreira invisível que só se mostrava quando alguém tentava passar.
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