Gakuen Hetalia 2.0
35 Capítulo 35
Finalmente chegaram as provas. Alguns faziam com mais tranquilidade e outros faziam mais desesperados. As provas não estavam nada fáceis. Quando acabavam, os alunos corriam para a biblioteca para estudar para a próxima.
Finalmente era a última prova do dia, mas a maioria iria correr para a biblioteca para estudar para as provas do dia seguinte. Gales tinha acabado e estava encostado na parede do corredor. Ele tinha sido um dos primeiros a sair, pois além de inteligente, ele tinha se preparado muito bem. Irlanda do Norte tinha acabado a prova e passava pelo corredor.
– Você parece cansado. – Comentou o galês, o que fez o norte irlandês parar e notá-lo.
– A prova estava difícil. Ainda bem que a matéria de amanhã vai ser mais tranquila. O que está fazendo aqui? Pensei que já tinha ido embora ou estava na biblioteca.
– Estava esperando por você. – Disse acariciando o rosto do mais novo.
– S-Sério?! – Respondeu surpreso e corado.
– É melhor irmos para casa, você parece que não dormiu direito.
Gales parou a carícia e ambos rumaram para casa. Irlanda do Norte realmente não tinha dormido direito. Ambos chegaram até o apartamento dos Kirklands e Gales ligou a TV no History Chanel para Nessie e Goch assistirem, o que o menor achou estranho.
– Há quanto tempo não se diverte? – Perguntou o galês.
– Desde que as provas começaram.
– Gostaria de se divertir um pouco?
– Mas e as provas?
– Deixe-as para depois. Ainda temos o final do dia.
– Bem, parar de estudar um pouco não será tão ruim.
O mais velho abriu um sorriso um tanto malicioso, pegou a mão do mais novo e o guiou para o seu quarto. Lá, ele fechou a porta, segurou o rosto do mais novo com uma das mãos e fitou seus olhos antes de selar seus lábios aos do norte irlandês. Foi um beijo calmo e suave, mas Gales estava com um pouco de pressa e aprofundou o beijo. Quando Inglaterra, Escócia e Irlanda acabassem as provas, eles iriam para a biblioteca estudar. Inglaterra ainda teria problemas no grêmio estudantil e Escócia na redação. Só não podia prever o caminho de Irlanda.
Ele deitou o mais novo na cama. Eles continuaram de beijando, envolvendo suas línguas em uma dança deliciosa até que fossem obrigados a se separar por falta de ar. O ruivo o olhou confuso e extremamente corado.
– O-O que... – Começou completamente envergonhado, mas logo ficou um pouco irritado. – Casey!
– Não me diga que finalmente cedeu ao sangue dos Kirkland.
– Eu não cedi!
Dito isso, o norte irlandês o puxou pela gravata e o beijou. Aquilo foi completamente inesperado para Gales. Só queria provocá-lo um pouco antes de continuar, não esperava nenhuma atitude de Irlanda do Norte. Isso seria interessante. O indefinido, apelido que Escócia e Irlanda deram a ele por conta de sua cor de cabelo, retribuiu o beijo ao mesmo tempo em que começou a desabotoar a camisa do mais novo. Gales retirou não só a camisa como também toa a roupa do mais novo, o deixando somente de cueca. Ele quebrou o beijo e passou a fitar o corpo do caçula.
– Lindo.
– Não olhe. – Disse corado e tentando tapar o próprio corpo, fazendo o outro sorrir.
– Assim você fica mais fofo.
– Eu não sou fofo!
– Sei.
O mais velho deu um selinho e partiu para o pescoço do mais novo enquanto uma de suas mãos passeava pelo abdômen do mesmo, arrancando-lhes gemidos. O galês desceu até o tórax do norte irlandês e abocanhou um dos mamilos do mesmo enquanto estimulava o outro, já rígido. O galês desceu para o abdômen e começou e beijá-lo, chupá-lo e até mordê-lo, fazendo o menor arquear e gemer. Ele não contava que ia ser puxado bruscamente para cima e seria beijado pelo norte irlandês. Quando se afastaram, e o maior voltou a si, percebeu que estava com o tórax completamente nu. Mas como...?
– Você já se divertiu demais. Agora é a minha vez de te fazer gemer. – Aquele era o mesmo garoto inexperiente cuja virgindade Escócia e Irlanda lutaram para proteger?
– O que deu em você? – Perguntou sério.
– Eu só quero que seja bom para você também. – Respondeu com uma expressão abobalhada e infantil.
– Mas já está sendo.
O maior sorriu ternamente para o menor antes de pegar a mão do mesmo e conduzi-la para o interior de suas calças. Mesmo que sua mão estivesse roçando no tecido da cueca, o norte irlandês percebeu que o maior estava duro. Ele arregalou os olhos e corou enquanto o outro apenas adquiriu malícia no olhar. Aquele garoto além de fofo era imprevisível.
O maior voltou a beijar o menor e o livrou da cueca, que se tornara desconfortável. Ele agarrou o membro do menor e começou a massageá-lo, arrancando-lhes mais gemidos.
– Você está bem animadinho.
– O que vai fazer?
– Nada de mais.
Retornou a beijar o pescoço do ruivo ao mesmo tempo em que retirou sua própria calça e sua cueca e roçou sua ereção na do menor. Ele desceu até o quadril do ruivo e começou a provocá-lo com selinhos e algumas pequenas lambidas em seu membro. Estava dando certo. O galês poderia torturá-lo um pouco mais, mas não tinha tempo para isso. Ele engoliu o membro e o sugou, arrancando mais gemidos. Algum tempo depois, ele fez o menor chegar ao ápice. Ele engoliu tudo.
Gales queria ver do que o outro era capaz. Ele instruiu Irlanda do Norte a fazer o mesmo. O ruivo era um tanto desajeitado enquanto chupava e passava a língua no membro do indefinido. Após se acostumar com o “serviço”, Irlanda do Norte começou a aumentar a velocidade e depois diminuía só para provocar o galês. Ele ficou satisfeito ao arrancar um gemido do mais velho. Quando o mais velho estava prestes a chegar ao ápice, ele puxou o mais novo e o jogou contra o colchão novamente.
– Por que você fez isso?
– Por que eu só vou me aliviar quando estiver dentro de você.
O maior deu um curto beijo no menor e colocou três dedos na boca do mesmo para que os chupasse. Quando achou que estava bom, ele desceu até o quadril do outro.
– Isso vai doer um pouco, mas logo você vai se acostumar.
O galês colocou um dedo na entrada do norte irlandês, que sentiu desconforto com o corpo intruso. O indefinido esperou que o ruivo se acostumasse para poder iniciar os movimentos. Em seguida acrescentou um segundo dedo e depois o terceiro. A expressão e os gemidos do menor só o deixavam mais excitado. Ele retirou os dedos, recebendo um gemido de reprovação. Queria brincar um pouco mais, por isso começou a fazer movimentos ora perto da entrada e ora no membro do outro.
– Casey, você quer me matar?
– Você quer que eu entre? Então diga o que quero ouvir e eu te darei o que você quer.
– Não vou implorar.
– Peça. – Disse aproximando seu membro da entrada do outro e o fazendo roçar ali.
– Não.
– Peça. – Agora ele mordia o lóbulo da orelha do outro. – Se continuar resistindo vai ser pior para você.
Irlanda do Norte era teimoso tanto quanto seus irmãos Kirkland quanto sua irmã Rosemond. Ele queria resistir, mas parecia que cada vez mais essa vontade se esvaía. Ele havia caído no jogo do galês e não havia escapatória, ou talvez não. Em um movimento impensado, ele agarrou o galês, rolou e inverteu as posições, ficando no colo do mais velho e o surpreendendo e o fazendo arregalar os olhos.
– Eu não vou implorar para você me foder!
Infelizmente o discurso e a atitude acabaram ali, pois o menor não tinha ideia do que fazer a seguir. Nunca tinha visto um filme pornô, nunca tinha feito algo semelhante, nunca tinha pegado ninguém no flagra e nem nada. Ele assumiu uma expressão abobalhada, que deixou o mais velho sem saber se ria ou batia com a mão na própria cara. Não demorou para que invertesse as posições.
– Você é muito insolente.
– Sim e parece que você gosta disso.
– Vai doer um pouco mais que da outra vez, então se estiver machucando muito, me avise.
– Eu aguento.
O galês novamente tomou os lábios do norte irlandês, ao mesmo tempo em que começou a estimulá-lo. Ele penetrou o outro devagar para que não o assustasse. O ruivo se continha para não demonstrar dor, pois se demonstrasse, Gales pararia e essa era a última coisa que ele queria. Quando já estava inteiramente dentro do menor, Gales esperou que ele se acostumasse para só então iniciar as estocadas. No início Irlanda do Norte sentia dor, mas à medida que as estocadas aumentavam a força e a velocidade, a dor foi substituída pelo prazer, tanto que não continha mais seus gemidos e gritos.
Gales não entendia o que o menor gemia ou gritava. Era uma mistura de inglês, irlandês e escocês. Irlanda do Norte tinha chegado ao ápice pela segunda vez, derramando o líquido sobre seu abdômen e a mão do galês. Pouco tempo depois, Gales se aliviou dentro do menor. A sensação do líquido do maior em seu interior era simplesmente deliciosa. Assim que saiu de dentro do menor, Gales deitou ao lado dele e o puxou para um abraço. Os dois adormeceram.
Enquanto isso, Islândia e Groenlândia voltavam para casa quando viram seus irmãos mais velhos brigando no corredor. Eles não sabiam sobre o que era, mas decidiram não se arriscar e se esconderam para ouvir.
– Ora, Norge, se eu não te conhecesse, diria que está com ciúmes.
–Não seja tolo, Mathias!
– Você está mesmo com ciúmes! – Surpreendeu-se o maior.
– Talvez eu esteja. – Respondeu furioso e vermelho.
– Você fica tão bonitinho quando está com ciúmes.
– Idiota!
Noruega deu um soco no estômago de Dinamarca e em seguida o puxou para um beijo. O maior notou o que ele queria, abriu a porta de casa, entrou e Hewie saiu antes que fechasse a porta. Islândia e Groenlândia olhavam tudo com os olhos arregalados e a boca aberta.
– Quer ir para os jardins da escola? – Convidou a menina.
– Claro, deixa só pegar o Mr Puffin e...
– Ah! – Escutaram Noruega gemer, seguido de um gemido vindo do apartamento de Finlândia, que era do mesmo.
– Mr Puffin sabe se cuidar. Vamos.
Os dois correram para os jardins com Hewie em seu encalço. Não estavam preparados para uma cena daquelas. Quem sabe um pouco de ar fresco os ajudasse a esquecer o que viram. Era difícil acreditar que aquela semana de provas estava mexendo com os sentimentos de todo mundo a ponto de fazer as pessoas se agarrarem.
Enquanto isso, Britânia tinha encontrado com Babilônia no corredor.
– Babi, você sabe quem mexeu no meu armário?
– Ah, fui eu. Os faxineiros do complexo habitacional estavam sem produtos de limpeza, mas como o armário de limpeza estava trancado, peguei do seu.
– Sua besta! Aquilo não era produto de limpeza! O que te faz pensar que eu tenho algo assim no meu armário?!
– Ora, você guarda um monte de frascos no seu armário. Se fosse a Ibéria, eu até entenderia que aquilo era material de química. Mas afinal, o que são aqueles frascos?
– São as minhas poções! E você deu a eles a minha poção do amor!
– Mas você já tem o Caledônia, pra que precisa de uma poção dessas?
– Não era pra mim! Eu ganhei aquela poção das fadas quando era menina! Ah, isso vai ser um desastre!
– Ou será que não? – Disse Babilônia imitando o Cosmo e mostrando a língua no final.
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