Notas iniciais
Resolvi postar logo porque acho que vou ficar um bom tempo sem postar, mas os próximos já estão no Word só esperando serem postados.

No dia seguinte, a festa era o assunto do momento. Comentavam o que aconteceu no pub e fora dele, tanto é que o vídeo do Inglaterra tinha sido visto por todos e nem América e Vietnã escaparam dos boatos.

– Isso aconteceu mesmo?! – Perguntou Samoa, uma garota de pele morena queimada de sol, cabelos negros e olhos azuis como o mar, que trabalhava no jornal da escola.

– Sam, tem um buraco na parede da minha casa para confirmar essa história. – Disse Nova Zelândia do Sul. – E não se atreva a publicar qualquer coisa sobre isso! – Ela mudou para um estado de fúria assassina.

– Zea, você sabe que eu não preciso publicar fofocas e boatos dos outros para ganhar a primeira página. – Disse a garota tentando acalmar a amiga. – E eu jamais publicaria algo que te fizesse mal.

– Mas se eu encontrar o engraçadinho que espalhou isso, eu vou arrancar todos os membros dele! – Gritou Zea ainda em estado de fúria assassina.

– Isso vai ser complicado, Alice. – Pronunciou-se Palau, um garoto de cabelo castanho claro e olhos castanhos. – Pode ser alguém que esteve lá ou um vizinho possa ter ouvido.

– Eu vou investigar! Quem está comigo?!

– Desculpe Alice, mas eu tenho que ver onde está a Moa e garantir que ela não mate aula de novo. – Samoa americana é irmã da Samoa, ela tem pele morena queimada de sol, cabelo loiro dourado ofuscante e olhos azuis como o mar. Enquanto Samoa é apelidada de Sam, Samoa Americana é apelidada de Moa.

– E eu fiquei de pegar umas folhas com a Vanuatu. – Disse Palau.

– Como sempre. – Samoa revirou os olhos.

– Tudo bem, conheço alguém que pode me ajudar. – Disse Zea infantilmente antes de sair saltitando pelos corredores.

– Isso vai gerar problemas. – Comentou Palau.

– Você acha? Eu tenho certeza.

Nova Zelândia do Sul acabou esbarrando e Ártico e Antártida, que se apresentaram de forma extravagante.

– Quem você procura está mais perto do que você pensa. – Disse Ártico.

– Não é Vietnã, pois ela não é assim e só perderia com isso, e muito menos seus vizinhos, que estavam de ressaca. – Falou Antártida.

– Você conhece, estava na cena quando aconteceu e ouviu tudo.

– É quem você menos imagina.

– Até a próxima! – Disseram os dois antes de evaporarem.

Vietnã entrou na sala sem falar com ninguém. Ela simplesmente sentou em sua cadeira e ignorou os murmúrios dos outros e os chamados de Taiwan, Tailândia e Laos. Alguém parou em frente à mesa dela, colocou as mãos em cima da mesa e a encarou. Era Filipinas, uma garota de cabelos negros e olhos castanhos.

– Você! O que você queria com o América?! – Vietnã não respondeu apenas desviou o olhar para a porta da sala, o que irritou a outra. – Eu estou falando com você! Você acha que pode dormir com o meu namorado e aparecer aqui com a cara mais lavada do mundo?!

– O que você quer? – Perguntou ela com a paciência no limite.

– Que você fique longe dele ou eu...

– Ou você o que, Filipinas? – Disse Coréia do Norte acabando de chegar.

Filipinas foi pega de surpresa e foi para o seu lugar o mais rápido possível. Coréia do Norte chegava a ser assustado quando estava de mau humor, em seu uniforme militar ou quando estava com raiva, mas apesar de todos os seus defeitos, Vietnã teve certeza que sentar perto dele foi a melhor escolha da sua vida, pois assim todos a deixariam em paz e ninguém se aproximaria com medo dele.

– Com tanto país no mundo, você teve que dormir com o América, Vietnã? Que mau gosto para parceiros você tem. – Corrigindo: todos a deixariam em paz, menos ele.

– Viet, é verdade mesmo que você dormiu com o América?! – E o Coréia do Sul.

– Yong, o que você faz aqui?

– Eu vim ver se a minha amiga está bem.

– Mentiroso, você veio ver se o boato era verdade.

– Até parece que eu sou o único, Hyung. Você também está doidinho para saber.

– E quem disse?

– Dá para ver na sua cara, senão, por que se aproximaria da Viet?

– Talvez seja porque eu sento ao lado dela, idiota!

– Ah é. – Disse o gêmeo mais novo com cara de bunda. – Viet, por que você dormiu com o América?

– Eu estava bêbada, está bem? Céus! Será que eu não posso ficar bêbada e fazer algo que eu me arrependa amargamente depois?! – Yong Soo e Hyung Soo ficaram sem o que dizer. Ambos não a encararam e muito menos encararam um ao outro, a relação deles estava tensa. – Quem contou a vocês? – Disse ela tentando acabar com a tensão entre os gêmeos.

– Taiwan me disse. – Comentou o sul coreano.

– Eu ouvi pelos corredores. – Disse o norte coreano. – A escola inteira não para de falar nisso e na dancinha do Inglaterra.

– Ah é, vocês viram a dança do Inglaterra?

– Não. – Respondeu ela.

– Você me mostrou forçou a ver, lembra?

– Foi muito engraçado daze!

Enquanto o sul coreano contava o que tinha acontecido na festa, a vietnamita ria e se esquecia do que tinha acabado de acontecer e o norte coreano continuava inexpressivo, mas em momento algum mandou o outro calar a boca e ir para o seu lugar.

Omã estava andando ao lado de Síria rumo à sala. Elas não iriam com Egito e Iêmen hoje.

– Síria, as garotas vão dormir lá em casa nesse fim de semana. Por que não vai também?

– Por que eu não gosto dessas coisas de garota. – Disse Síria cuspindo as palavras, seu habitual.

– Vai ser divertido.

– E ter que ouvir a Jordânia chamar o Líbano de Libanito sem matá-la?

– Jô apelida todo mundo. Vamos, há quanto tempo você não se reúne com suas amigas?

– Eu só tenho amigo homem.

– Por isso mesmo, vamos reunir só as garotas do Oriente Médio. Eu até pensei em entrar na Classe Ásia e chamar Paquistão, mas ela está ocupada demais brigando com Índia pela guarda da Caxemira.

– Não.

– Vai só dessa vez, se não gostar, eu prometo que não te envolvo mais.

– Está bem, mas só dessa vez.

Elas andaram pelos corredores até virem Líbano falando com Ucrânia, que se movimentava muito e movimentava os melões também. Ela se curvou, dando a Líbano uma bela visão de seus melões sob a blusa abotoada até em cima, e saiu. Síria caminhou a passos largos na direção dele e Omã a acompanhou sem saber o que estava acontecendo.

– Olá Líbano.

– Ah, oi Síria. – Líbano notou o olhar dela e sentiu um frio na espinha antes de ela sacar uma adaga e perfurar o peito dele.

– O que você estava fazendo com aquela vadia?! – Perguntou ela com um olhar insanamente furioso e sem largar a adaga.

– Calma Síria, ela só me pediu informação. – Disse ele tentando acalmá-la.

– Que tipo de informação? – Ela enterrou ainda mais a adaga.

– Ela me perguntou se eu tinha visto o irmão dela. Eu disse que sim e apontei a direção que o vi seguir e ela agradeceu. – Disse Líbano se borrando de medo, ele sabia que apesar de nunca terem namorado, Síria era ciumenta e qualquer palavra errada poderia significar o seu fim e o de alguma garota, mesmo que ele estivesse dizendo a verdade.

– É mesmo?

– Eu juro, Síria. Ela só me perguntou isso.

– E você olhou para os peitos dela.

– Peitos, que peitos? Eu não reparei.

– Mentiroso. – Enterra mais ainda. – Ela tem peitos do tamanho de um caminhão!

– Você sabe que esse tipo de coisa não me agrada. Uma mulher não deve ser vista pelo tamanho do peito e sim por sua personalidade e dedicação. – Síria retirou a adaga do Líbano.

– Se eu te encontrar com ela de novo, eu te mato, depois a mato, faço picadinho e sumo com a carcaça de vocês dois, entendeu? – Líbano acenou com a cabeça. – Ótimo. Te vejo na aula. – Disse em tom mais amoroso, mas ao mesmo tempo de causar calafrios, e sumiu pelos corredores.

– Você está bem? – Perguntou Omã ajudando Líbano a se levantar.

– Estou sim. Não é a primeira vez que isso acontece. É melhor que ela faça isso comigo do que com outra pessoa.

– Por que diz isso?

– Por que eu sei lidar com ela e ela não tem a mesma paciência com terceiros como tem comigo. Vou à enfermaria e depois para a aula. É melhor você se apressar ou chegará atrasada. Não se preocupe, vou ficar bem. Síria nunca perfura uma região vital minha, a não ser que tenha motivos muito fortes para isso.

– Tudo bem. – Vai para a sala.

Hungria acompanharia Seychelles até a sua sala, pois ela queria saber sobre o fim de semana e se aconteceu algo entre ela e Islândia. As duas acabaram encontrando França, Prússia e Espanha falando do vídeo de Inglaterra e eles as acompanharam pela mesma razão. O grupo parou em frente à porta da Classe África.

– Eu não devia estar aqui. – Disse França tremendo.

– Pare de se borrar, a Classe África não tem nada de mais. – Comentou Prússia.

– Você está bem? – Perguntou Seychelles.

– Francis, qual é o problema? – Perguntou Espanha.

– Você! – Uma garota de pele morena queimada de sol, cabelo preto, olhos castanhos e hijab vermelho que mal cobria o cabelo abriu a porta com violência.

– Argélia?! – Gritou França quase se borrando de medo.

– Eu te disse que se chegasse perto da Classe África, eu iria arrancar a sua pele.

– Argélia, eu posso explicar. – França começou a correr.

– Volta aqui! – Argélia corre atrás dele.

– AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHH!

– FRANCÊS BASTARDO! FILS DE GARCE (fils de garce: filho da puta em francês)!

– O que o Francis fez dessa vez? – Perguntou Hungria.

– É uma longa história. – Respondeu Espanha.

Irlanda estava na sala com Bélgica.

– Você sabe como eu voltei para casa? – Perguntou a ruiva.

– Isso? Escócia te carregou para fora da festa.

– Escócia? Mas por que ele faria isso?

– Bem, ele te carregou no ombro e arrastou Inglaterra enquanto Gales carregava o seu irmão.

– Faz sentido. E você?

– Eu tive que carregar o Holanda até em casa. Já soube sobre América e Vietnã?

– Impossível não saber, a escola inteira está comentando.

– Com tanta gente no mundo e teve que se meter com o América?! Coitadas da Filipinas e da Panamá.

– Filipinas e Panamá?

– As garotas com quem o América está saindo.

– Será que não foi um mal entendido? Tinha tanta gente bêbada lá que...

– Mal entendido nada! Ouvi dizer que até quebraram a parede do Austrália.

– Que seja, estou mais interessada no vídeo do Inglaterra.

– Eu vi! Foi muito engraçado!

Groenlândia estava sentada no canto da sala. Ninguém, com exceção de Canadá, ousava chegar perto quando estavam em estado depressivo, mas isso não a impedia de escutar as conversas que circulavam na sala.

Canadá finalmente foi lembrado, mas foi por Panamá, uma garota de pele morena, cabelo preto e olhos verdes que estava furiosa com América, mas como ele não estava na sala, ela brigava com o irmãozinho dele e insistia em saber onde América estava.

A porta se abriu para ninguém entrar e sair. Uma garota parecida com a Alice de Alice Madness Returns surgiu do nada ao lado de Panamá, assustando a sala inteira.

– O que você pensa que está fazendo?! – Perguntou Nova Zelândia do Sul furiosa.

– Quem é você e o que faz aqui?! – Perguntou Panamá surpresa.

– Meu nome é Zea, eu sou a ilha do sul da Nova Zelândia e se você não quer problemas, é melhor se afastar dele. – Zea estava com uma cara tão insana que fez grande parte da sala se encolher e se borrar de medo.

– Matthew, o que essa garota faz aqui? – Perguntou América acabando de entrar na sala.

– Foi você que espalhou aquele rumor, não foi?! – Perguntou ela indo para a porta em uma velocidade impressionante e parando na frente de América. – Por causa disso, os outros países não param de encher o saco do pobre Canadá e dos meus irmãos!

– Eu juro que não fui eu! Volta pro videogame, assombração! – América coloca os braços na frente do rosto.

– Zea, Não foi ele que espalhou. – Disse Canadá tentando acalmá-la.

– Não foi? – Perguntou a nação mais calma.

– Ele não faria isso, tanto que ele não viria à aula para não escapar sem querer.

– Eu sou uma nação horrível. – Vai deprimida para um canto da sala, fazendo todo mundo capotar. – Já sei! Só podem ser Ralph ou Dick. – Se levanta em um pulo. – Vamos, Matthew, precisamos resolver esse caso! – Agarra Canadá pelo pulso e sai da Classe América.

– Pode dizer a onde vamos, pelo menos?

– À minha sala, a Classe Oceania.

– Hei, devolva o meu irmão! – América se prepara para sair da sala, mas é impedido por Panamá.

– Alfred F. Jones, que história é essa de você dormindo com outra nação?!

Nova Zelândia do Sul levou Canadá para a Classe Oceania. Ela não teve o menor pudor ao abrir a porta. Canadá viu lugares vazios serem preenchidos por nações, a Classe Oceania era cheia de países transparentes assim como ele e Nova Zelândia do Sul.

– Dick! Ralph!

– Alice?! – Gritaram os alunos da Classe Oceania.

– Foram vocês que espalharam o maldito rumor?!

– Alice, você provou vodka de novo? – Perguntou Austrália.

– Não dessa vez. Foram vocês ou não?!

– Zealand, o que você tem a ver com isso? – Perguntou Nova Zelândia do Norte.

– Muita gente querendo visitar a nossa casa ou a casa vizinha para ver se foi verdade?! Tirar fotos do buraco?! Encher o saco do Canadá por causa do América?!

– Alice, se acalme. – Interferiu Samoa. – Tenho certeza de que Dick não faria algo assim.

– Tem razão, Sam. Ralph, você está ferrado!

– Não fui eu!

– Onde você estava ontem após aquela confusão?!

– Em casa, lembra?

– E não usou o telefone nenhuma vez?!

– Zea, você acha que eu iria querer que a escola toda viesse encher o meu saco por causa do que aconteceu?!

Samoa, Palau e Nova Zelândia do Norte suspiraram enquanto Canadá não entendia nada e o resto tinha um monte de gotas na cabeça.

– Se Marshall e Cook estivessem aqui, estariam apostando. – Comentou Palau.

– Você deve ser o Matthew. Zea falou sobre você. – Disse Samoa.

– Ah, sim, quem é você?

– Eu sou Samoa, a amiga da Alice, mas pode me chamar de Sam e esse aqui é o nosso amigo Palau.

– O garoto mal chegou e já está atormentando o coitado, Samoa Ocidental? – Disse Samoa Americana.

– SAMOA OCIDENTAL É O CARALHO! É apenas Samoa, Moa.

– Essa é Samoa Americana, mas pode chamá-la de Moa. Ela é irmã mais nova da Samoa.

– Um jogo de palavras, Sam e Moa, Samoa. – Comentou Canadá entendendo.

– Você está com inveja porque eu sou independente e pude mudar de nome enquanto você ainda é colônia do América! – Provocou Samoa.

– Ora sua! – Samoa Americana partiu para cima da irmã e começaram a brigar.

– Deixa eu te apresentar o resto da classe. – Disse Palau com uma enorme gota na cabeça. Ele apresentou Canadá a Classe Oceania enquanto Samoa e Samoa Americana rolavam pelo chão e Nova Zelândia do Sul brigava com Austrália.

– Eu não entendo. Só pode ter sido alguém que estava lá, mas se não foi você, nem o Dick, nem o América, nem o Matthew e nem aquela garota, então quem foi? – Alice estava atordoada e perdida.

– Pode ter sido um vizinho. – Consolou Dick. – As paredes são finas, tanto que dá para escutar o que acontece na casa do vizinho.

– As paredes são finas... Kaelin!

– Lascou. – Disse New.

Austrália, Samoa, Palau, Samoa Americana, Niue, Vanuatu e Fiji tentavam impedir Zea de ir para a porta, mas quando ela se estabilizava e ficada decidida, não havia chuva, neve, vento, montanha, vulcão, maremoto, terremoto, apocalipse zumbi que a detivesse.

– Alice, não é melhor você esperar até depois da aula para falar com ela? – Sugeriu Canadá. – Você vai perder aula se for até lá agora.

– Ah, Matthew, você é muito fofo! – Exclamou ela agindo como uma tola apaixonada e o abraçando no meio da sala, o deixando mega vermelho. – Depois da aula eu falo com ela.

– Essa foi por pouco. – Disseram os outros aliviados.

Entraram dois garotos, eram Ilhas Marshall, vulgo Marshall, um garoto de cabelo loiro escuro arrepiado e olhos castanhos, e Ilhas Cook, vulgo Cook, um garoto de cabelo castanho e olhos azuis.

– Você! – Marshall avançou em Canadá. – Por sua causa eu sou amaldiçoado, seu americano filho da puta!

– América uma ova! – Disse Zea dando uma voadora em Marshall.

– Mas ele é a cara do América, então é o América. – Disse Cook, fazendo Canadá ir para o cantinho da depressão.

– Estou cercada de mulas! Ele é o Canadá, o irmão mais novo do América.

– Se é parente do América tem que se fuder! Eu estava bem com o Japão até aquele...

– ELE NÃO TEM NADA COM ISSO CARALHO!

– Calma, Z. – Cook tentou acalmá-la. – Marshall, peça desculpas antes que a sala vá pelos ares.

– Só porque é a Z. Desculpe Z e Canadá.

– Está desculpado. – Disse Zea com o maior sorriso nos lábios.

– Afinal, o que foi que o meu irmão te fez? – Perguntou Canadá inocentemente.

– NÃO PERGUNTA ISSO NÃO! – Exclamou a Classe Oceania desesperada.

– Eu estava bem com o Japão até que seu irmão tomou o meu território na 2ª GM e depois dela realizou testes nucleares em mim! Sabe o que é a energia nuclear?! É algo que deveria ser banido desse mundo!

– CORRE NEGADA! – Gritou Cook.

Todos os alunos saíram correndo da sala que nem uns desesperados. Canadá foi pego por Fiji, uma garota de pele morena, cabelo preto e olhos azuis; Cook, Zea e Kiribati, uma garota de cabelo e olhos castanhos.

– Essa foi por pouco. – Disse Fiji.

– O que aconteceu? – Perguntou Canadá mais perdido que cego no meio de um labirinto em pleno tiroteio.

– Bem, ele sofreu inúmeros testes nucleares de 1946 à 1958 e que se prolongaram até 1960. – Respondeu Kiribati. – A Ilha do Bikini, onde ocorreram os testes, foi desabitada e seu povo sofre com as consequências disso até hoje.

– Mas nós países da Oceania temos alta capacidade de adaptação. – Disse Fiji. – Afinal, para viver na Oceania ou você se adapta ou morre.

– Tubarões brancos, vulcões, montanhas nevadas, desertos, tubarões de rio, crocodilos de água salgada, tornados e terremotos são só algumas coisas que tem na Oceania. – Disse Cook de forma descontraída.

– As montanhas nevadas só eu que tenho. – Zea ralhou com Cook.

– E foi graças a esses experimentos e a nossa alta capacidade de adaptação que Marshall se tornou imune à radiação, mas por não sofrer seus efeitos como o resto do seu povo, ele se considera amaldiçoado. – Disse Fiji.

– Que triste. – Lamentou Canadá.

– Ele ficou paranoico também, por isso nunca toque na palavra “nuclear” perto dele ou pergunte o que aconteceu. – Falou Kiribati. – A não ser que você queira ouvir um discurso de DUAS horas sobre porque não se deve usar energia nuclear.

– Entendi.

– Marshall conseguiu independência com um tratado de livre associação com o América, mas ele ainda continua imune a todo tipo de radiação. – Concluiu Fiji.

– Como sabem que ele é imune a todo tipo de radiação?

– É que já o jogamos no reator de uma usina nuclear, num campo de urânio, na fabricação de plutônio e testamos todos os elementos químicos radioativos que existem e os que foram criados nele. – Disse Cook dando de ombros.

– O Cook fez isso para ver se o Marshall era imune mesmo. – Falou Kiribati e Canadá arregalou os olhos.

Notas finais
Filipinas é uma oc muito conhecida nas fanarts e a jogam como par de vários países, sendo que os mais comuns são o América e o Coréia do Sul. # Coréia do Norte, Vietnã (a parte norte) e Laos aderiram ao socialismo na GF, por isso a Viet consegue conversar com o Coréia do Norte sem problemas. # Coréia do Sul e do Norte são gêmeos idênticos, que foram separados pela GF, não quer dizer que vão ficar sem se falar (até porque coloquei os dois para dividirem o apartamento). # Síria e Líbano estiveram sob a guarda do Império Otomano e após sua queda ficaram sob domínio francês. Síria foi a primeira a conseguir independência e depois foi a primeira a reconhecer a independência do Líbano. Apesar disso, os dois tiveram boas relações, principalmente durante a criação de Israel, em que Síria protegeu Líbano de Israel enviando suas tropas militares. "Em outubro de 2001, a Síria conseguiu um assento no Conselho de Segurança das Nações Unidas, com forte apoio dos países da Ásia e da África, derrotando a oposição por parte dos Estados Unidos e de Israel." ~~ Wikipédia (em outras palavras: chupa EUA!) # Argélia foi colônia da França na África. França já dizia que Argélia era sua colônia antes mesmo de ter sua posse. O país teve muitas crises graças ao governo francês, mas deixarei isso mais para frente. # Panamá é oc de Latin America e seu par principal é o América. Por isso que eu o coloquei com ela e Filipinas, para dar mais confusão. # Assim como América se divide em América do Sul, Central e Caribe e do Norte, a Oceania é dividida em Micronésia, Melanésia e Polinésia, esta última é a maior se encontram Nova Zelândia e o Hawaii. # Por incrível que pareça, a colonização ainda é vigente na Oceania. # Nova Zelândia já teve Samoa como colônia e agora suas colônias se resumem a Ilhas Cook e Niue, que são autônomas e não querem independência, e Tokelau, que nem autonomia tem. # Austrália também tem colônias tais como Ilha do Natal, Ilhas Cocos e Ilha Nokfolk. # Samoa já foi colônia alemã, depois da 2ª GM passou a ser colônia da Nova Zelândia e mais tarde conseguiu independência. # Samoa Americana ainda é colônia dos EUA, não possui autonomia e nem nada do tipo. # Antes Samoa era conhecida como Samoa Ocidental. Após sua independência, o país trocou de nome e passou a se chamar só Samoa. Samoa Americana é revoltada com isso até hoje e até hoje chama Samoa de Samoa Ocidental. # Palau antigamente era colônia espanhola, depois passou a ser alemã, depois o Japão ocupou as ilhas administrou-as por mandato da Liga das Nações, depois o Japão foi derrotado na 2ª GM e os EUA passaram a administrar as Ilhas como parte do Protetorado das Ilhas do Pacífico das Nações Unidas. Depois Palau conseguiu independência, mas para isso teve que assinar um Tratado de Livre Associação com os Estados Unidos. No entanto, esta "Livre Associação" tinha sido rejeitada pelos palauanos mais de 10 vezes, tendo em conta que os termos do tratado permitem aos Estados Unidos controlar 51% das ilhas em caso de emergência nacional. (resumindo: se fudeu) # Fiji também é independente e muito conhecida. # As Ilhas Cook inicialmente foram descoberta por espanhóis, mas receberam o nome do capitão britânico James Cook. Atualmente têm autonomia da Nova Zelândia. São formadas por 15 ilhas sendo que 8 são vulcânicas. # As Ilhas Marshall, assim como as Ilhas Cook foram descoberta por espanhóis, mas receberam o nome do capitão britânico John Marshall. Na 1ª GM, o Japão conquistou as Ilhas após às renúncias alemãs sobre suas colônias. Japão utilizou as ilhas para aumentar seu território e conter a super população do país, ao contrário da Alemanha que tinha interesse econômico. # Na 2ª GM, as Ilhas Marshall foram invadidas pelos EUA e se tornaram suas colônias. Nos anos de 1946 à 1958, e prolongando até 1960, as ilhas sofreram inúmeros testes nucleares realizados pelos EUA, levando a desabitação da Ilha do Bikini (local onde ocorreram os testes). Ilhas Marshall conseguiram sua independência e foi assinado um Tratado de Livre Associação com o governo dos Estados Unidos. Hoje, Ilhas Marshall é contra energia nuclear, armas nucleares, testes nucleares e qualquer coisa que contenha as palavras nuclear e radioativo. # A Oceania é um continente em que tem de tudo. Desde tubarões brancos e crocodilos de água salgada na costa australiana e tubarões touro nos rios australianos à desertos, montanhas nevadas (na Nova Zelândia), vulcões, terremotos, maremotos e paisagens de tirar o fôlego. # # # Gostaram? Deu muita confusão. Vish, Síria é pior que a Yuno! Acabei de ter uma pontada de pena do Líbano. (dá saber quem vai vestir as calças na relação) Países da Oceania: invisíveis, porém experts em sobrevivência.