- Israel, que felicidade toda é essa? – Perguntou Omã ao israelense, que tinha acabado de encontrar.

- Palestina não bebe e não vou aturá-lo até o fim da noite! Finalmente uma folga dele! Foi bom te ver, Omã. – Vai para o bar.

- Israel e Palestina. Ambos brigam feito cão e gato, mas a verdade é que um não vive sem o outro. – Comentou Emirados.

- O que quer dizer com isso, Emirados? – perguntou Egito desconfiado.

- Que esses dois já brigaram tanto que suas vidas se tornaram brigar e falar mal um do outro, praticamente respiram isso. Tire isso deles e vão entrar em colapso.

Seychelles estava no meio da multidão que via a disputa acalorada de Inglaterra e Irlanda. O inglês já estava um pouco alterado enquanto a irlandesa ainda não sentia os efeitos do álcool. Muitos apostavam. Hungria não estava mais por perto, tinha sumido e ela estava sozinha em meio a uma multidão de rostos conhecidos e desconhecidos.

Ela se arrastava pelos espaços estreitos, esbarrando em todos pelo caminho. Quando conseguiu sair daquela multidão, mas não foi a única, Islândia estava na mesma situação que ela alguns minutos atrás.

- Hei, Ice, o que aconteceu? Por que tem essa gente toda?

- Ah, isso? Parece que alguém resolveu fazer uma disputa de bebidas. Você viu o meu irmão ou a Groenlândia por aí?

- Não, sinto muito.

- Ele deve estar com o Dinamarca e se não estiver, ele o acha. Green deve ter ido para casa ou deve estar com o irmão dela.

Ficaram algum tempo em silêncio, mas o barulho infernal das apostas incomodava ambos. Resolveram sair do pub e ir para um lugar mais sossegado, mas não antes de levarem um barril de vinho.

Enquanto isso, Groenlândia tinha sido arrastada para o lado de Dinamarca pelo mesmo. Sua aura depressiva afastava as demais nações e mantinha a cerveja gelada. Noruega estava no colo de Dinamarca, pois assim estaria longe daquele tumulto. Gales estava lá pelo mesmo motivo, mas se recusava a beber e Escócia vivia dizendo para que o deixassem assim, pois quando ele estava bêbado conseguia ser mais chato que Inglaterra bêbado.

América e Vietnã tinham bebido muito e falavam da vida, da época da GF, das decepções, da guerra da independência, mágoas que eles aplacavam com mais barris de bebida. América podia sorrir o tempo todo e agir como um idiota, mas também teve suas frustrações como qualquer outra nação, apenas as escondia dos outros. Além das tragédias, eles também falavam das situações mais bizarras e as mais engraçadas que passaram.

- Quer dizer que o herói também tem medo e fica embaraçado?

- Claro, senhorita, afinal, heróis possuem identidade secreta. Ele usa para ter sua vida civil e proteger sua identidade e àqueles que amam.

Os dois morriam de rir, mesmo que não fosse engraçado, afinal estavam tão bêbados que nem se preocupavam com o que falavam.

- E qual é a sua identidade secreta, herói?

- Eu não posso revelar, só na minha base secreta.

- Você tem uma base secreta?

- Claro que tenho. Vamos, eu vou te mostrar onde fica.

Os dois saíram cambaleando de tão bêbados que estavam. Eles chegaram à casa do América que, com muito custo para achar o buraco da fechadura, abriu a porta e a trancou quando ambos já estavam na sala. América pegou Vietnã pela cintura e a beijou. Ela não resistiu, não tinha muito controle sobre suas ações, mas não deixaria o americano levar a melhor.

Ela colocou sua língua dentro da boca do americano, o surpreendendo, mas ele correspondeu e fez o mesmo com ela. Eles arrancaram as roupas um do outro e jogaram para qualquer lado. América se achava superior e Vietnã era dominadora, nenhum dos dois gostava de ficar por baixo na hora do sexo. América a deitou no sofa e desceu os lábios para o pescoço da moça, que gemeu. Vietnã o girou para o lado, fazendo-o cair na mesinha de centro e quebrá-la. América deu um pequeno gemido de dor, mas logo foi substituído por um de prazer quando Vietnã começou a sugar um de seus mamilos.

Ele a rolou para o lado e começou a apertar os seios dela para logo em seguida sugar um deles enquanto sua mão dava atenção ao outro. Ela o rolou novamente e novamente ela estava por cima. Eles ficaram rolando pela sala e ousando cada vez mais nas carícias. Derrubaram a estante da TV, a estante de livros, o vaso de plantas, os banquinhos do bar, pois a cozinha era conjugada com a sala, e derrubavam o que quer que estivesse na sala, menos o sofa, em uma luta para ver quem ficava por cima. Eles não se importavam com o que caía neles, apenas colocavam o outro para baixo, se tocavam sem pudor algum e não tinham controle sobre sues gemidos.

América lambia a intimidade da vietnamita e a invadia com a língua, fazendo-a arquear as costas. Vietnã não o deixaria ganhar a disputa, ela tirou a língua dele de dentro dela, o rolou novamente e desceu até o membro do estadunidense. Ela o agarrou com força, fazendo-o soltar um gemido inesperado, e enfiou tudo na boca sem cerimônia. Começou os movimentos de vai e vem de forma lenta e torturante para que o americano agarrasse seus cabelos, que estavam soltos, e a fizesse aumentar a velocidade.

Quando ele percebeu que já estava na hora, retirou a boca dela de seu membro, a puxou para um beijo, se levantou e a ergueu no colo para sentá-la no sofa e penetrá-la. Vietnã gemeu de dor tanto que América começou a beijar-lhes os seios e esperar para que ela se acostumasse. Vietnã não queria a piedade do americano, nem precisava dela, ela pegou o quadril dele e começou a movimentá-lo, o que o surpreendeu.

- Mas Viet, não está com dor?

- Eu não quero sua piedade, Alfred. Se for fazê-lo, que faça logo.

Não adiantava argumentar, ele aumentou cada vez mais a velocidade dentro dela a ponto de o sofa tombar e ele cair em cima dela. Ela o rolou para o lado e começou a cavalgar. América a pegou, a colocou por baixo de novo, fazendo o sofa tombar novamente, e voltou a estocá-la. Vietnã conseguiu jogar o americano para o lado, tombando o sofa novamente, e retornou a cavalgar.

América se sentou para colar seu corpo ao dela e aproveitou para envolver as pernas dela em sua cintura, se levantou carregando-a no colo e a prensou na parede. Ele sorriu vitorioso por imobilizá-la dessa forma e retornou a beijá-la, só não contava que ela adentraria na sua entrada com um dedo e começasse com os movimentos de vai e vem. Vietnã não se rendia tão fácil e América descobriu isso do pior jeito possível na Guerra do Vietnã. Vietnã colocou mais um dedo e depois outro e os movimentava dentro do americano no ritmo das estocadas.

América prensou mais e mais Vietnã na parede e deu uma estocada tão forte que ambos chegaram a ápice e gozaram ao mesmo tempo em que quebraram a parede e caíram na casa do vizinho. Os dois começaram a rir como dois bêbados descontrolados que eram.

- HAHAHAHA! A gente está na casa do vizinho. – Começou América.

- HAHAHAHA! Tem um coala bem ali. – Continuou Vietnã.

- HAHAHAHA! Um coala. Quem é que tem um coala dentro de casa? HAHAHAHA! Vamos continuar no meu quarto.

Ele saiu de dentro dela, ela retirou os dedos de dentro dele e foram para o quarto. Sem querer eles erraram o quarto e pararam no do Canadá, mas depois foram para o quarto do América.

Enquanto isso, Groenlândia bebia em silêncio na mesa animada em que Dinamarca, Escócia, Prússia, Alemanha, Gales, Noruega, Holanda, França e Irlanda do Norte estavam. Dinamarca, Escócia e Prússia já tinham tomado uns 150 barris cada um, os outros tinham tomado menos, só Gales que tomou dois e Groenlândia, que preferiu tomar apenas quatro canecas.

- Charlie, você não acha que já bebeu demais? – Perguntou o galês ao norte irlandês.

- Se você ouvisse os insultos entre a minha irmã e o Arthur, beberia até cair e não se lembrar de nada. – Disse virando mais um barril.

- Diz aí, Mathias, como foi que você conseguiu essa irmã que nunca nos contou? – Perguntou Prússia.

- Ah, foi fácil. Foi o Norge que a descobriu no século X, e quatro ou cinco séculos depois, o Norge literalmente abandonou as terras dela e nunca mais voltou. Hei Norge, por que você não voltou?

- A Groenlândia é a nação daquelas terras inúteis para o gado, cheias de gelo e que o solo se erode facilmente! – Noruega, além de alterado, estava espantado.

- Olha a boca, Norge, você está falando da minha irmã. – Dinamarca disse em tom tão frio que surpreendeu as pessoas da mesa e deixou Noruega abismado. – Onde eu estava?

- Que o Noruega abandonou as terras da sua irmã e nunca mais voltou. – Respondeu Holanda fumando maconha e bebendo.

- Ah, sim. Depois que eu casei com o Norge...

- A gente não casou, os malucos dos nossos superiores resolveram nos unir por livre e espontânea pressão.

- Casamento forçado? – Perguntou Holanda.

- Pode-se dizer que sim. – Respondeu Alemanha.

- Posso continuar? – Perguntou Dinamarca deixando todo mundo calado. – Ótimo. Depois que eu casei com o Norge e soube das antigas colônias dele, resolvi ir até elas para ver se nenhum abusado filho da puta resolveu anexá-las ao seu território. Eu fui até as terras do Islândia, que o Noruega dava muita atenção, umas ilhas que não lembro o nome e as terras da Groenlândia, que o Noruega sequer tinha batizado a coitada.

- Eu protesto! Ela não falava, mantinha distância de mim e ficava nesse estado como está agora, como é que eu vou batizar alguém assim?!

- Vocês tinham que ter visto quando ela era criança. Ela estava tão fofa com suas roupinhas de pele e cabeça abaixada que não resisti e resolvi cuidar dela.

- Sei. – Disse França maliciosamente antes de ser acertado na cabeça por uma caneca, atirada pela própria Groenlândia, deixando os outros de olhos arregalados.

- Aí eu cuidei dela, desenvolvi sua economia, ensinei a ler, dei nome, dei nome humano e o meu sobrenome, teve um dia em que ela começou a falar comigo e nos damos bem até hoje.

- ELA FALA?! – Espantaram-se os outros.

- Claro que fala.

- Ela não se parece nenhum pouco com você. – Comentou Escócia.

- é que ela é inuit.

- O que? – Perguntaram todos, menos Dinamarca e Gales.

- Inuit é uma nação indígena esquimó que habita o extremo norte do Canadá, no estado do Alasca e na Groenlândia. – Explicou Gales. – Deveriam prestar mais atenção às aulas.

- Nossa, mas como aqueles dois bebem. – Comentou Escócia olhando a disputa ente Inglaterra e Irlanda. – Afinal, o que eles estão bebendo?

- Cerveja preta. – Respondeu Irlanda do Norte virando mais alguns barris.

O karaokê foi aberto e Estônia e Espanha começaram a cantar, bêbados, a versão do Shrek de Livin La Vida Loca. Eduard dublava o Eddie Murphy (o burro) e Antonio dublava Antonio Bandeiras (o gato de botas).

Estonia: She's into superstition

Black cats and voodoo dolls

Spain: I feel a premonition

That girl's gonna make me fall

Spain: She's into new sensation

Estonia: New kicks ain the candlelight

Spain: She's got a new addiction

Both: For every day and night

Both: She'll make you take your clothes off

And go dancing in the rain

She'll make you live her crazy life

But she'll take away your pain

Like a bullet to your brain

Both: Upside inside out

Living la Vida Loca

She'll push and pull you down

Living la Vida Loca

Her lips are devil red

And her skins the color of moca

She will wear you out

Living la Vida Loca

Living la Vida Loca

Living la Vida Loca

Estonia: Wake up in New York City

In a funky cheap motel

Spain: She took my heart and she took my money

She must of slipped me a sleeping pill

Estonia: She never drinks the water

Spain: Makes you order French Champagne

Estonia: And once you've had a taste of her

Spain: You'll never be the same

Both: Yeah, she'll make you go insane

Both: Upside inside out

Living la Vida Loca

She'll push and pull you down

Living la Vida Loca

Her lips are devil red

And her skins the color of moca

She will wear you out

Living la Vida Loca

Living la Vida Loca

Living la Vida Loca

Both: She'll make you take your clothes off

And go dancing in the rain

She'll make you live her crazy life

But she'll take away your pain

Like a bullet to your brain

Both: Upside inside out

Living la Vida loca

She'll push and pull you down

Living la Vida loca

Her lips are devil red

And her skins the color of moca

She will wear you out

Living la Vida Loca

Both: Upside inside out

Living la Vida Loca

She'll push and pull you down

Living la Vida Loca

Her lips are devil red

And her skins the color of moca

She will wear you out

Living la Vida Loca

Living la Vida Loca

Living la Vida Loca

Living la Vida Loca

- Esse é o Tonio, não pode ver um karaokê. – Disse França tomando outro gole de vinho.

Emirados Árabes acompanhou Omã e Egito, carregando Jordânia completamente desacordada, até o corredor deles.

- Não precisava se incomodar, Emirados. – Disse a omani.

- Que isso. Já estou acostumado a carregar Jordânia até em casa, mas é a primeira vez que eu a levo até a casa de alguém.

- Até a casa de alguém? – Perguntou Egito.

- Ah, eu me esqueci de dizer. – Falou Omã. – Jô vai dormir lá em casa hoje.

- Você cuida dela, daqui em diante. Se eu entrar na sua casa, é capaz do Iêmen ter um ataque cardíaco e criar um escândalo.

- Ok. Nos vemos na segunda então.

- Até segunda. – Despediu-se Emirados entrando no elevador enquanto Egito e Omã seguiam para suas coberturas.

Assim que Egito entrou em casa, viu Iêmen aflito no sofa.

- Então, como foi? – Perguntou o iemenita.

- Tudo bem. Fiquei de olho na Omã o tempo todo, a Jordânia ficou bêbada, mas não tivemos problemas depois que o Emirados se juntou a nós.

- Emirados Árabes se juntou a vocês?! O que ele queria? – Egito contou toda a história de uma vez. – Sinistro.

- Foi o que pensei.

- Quer dizer que além da Omã, Sadik está te importunando também? Sorte que o Arábia e o Emirados não dão muita confiança a ele.

- Em que está pensando, Iêmen?

- Que você não pode mais andar sozinho.

Notas finais
Acho que não tenho muito o que ressaltar, então vamos lá.
Primeiro hentai da fic, ficou uma droga. Sério, só estando muito bêbado para cair nesse tipo de cantada do América.

Israel e Palestina um dia vão se acertar? É o que o andar deles espera.

Um coala? Bem, já deu pra perceber que quebraram a parede do Austrália. Só quero ver no que isso vai dar, além da destruição do apartamento, lógico.

Essa música pertence ao Ricky Martin, mas a versão que foi cantada foi a do Eddie Murphy com o Antonio Banderas, é a mesma versão de Shrek 2.