Notas iniciais
Mil desculpas por ter atrasado (de novo), a faculdade está me matando (como sempre). Estou quase me formando e a impressão que dá é que tudo que estudei e vivi nos outros semestres é brincadeira comparado com o que vem pela frente (faculdade de direito é foda, só tomo no toba). Como se não bastasse, passei por um período de novas ideias e planejamentos (nas semanas de testes e de provas e pra estudar ficou difícil) e perdi a minha quarta-feira por causa de uma aula que tem a partir do 7º período e eu não só perdi as minhas quarta-feiras, mas vários dias mais correndo atrás de audiência para essa aula (se alguém tem interesse em fazer direito, se prepara para correr de terno [homens] e de salto [mulheres], porque do 7º em diante é foda e desista do seu sonho de ter cabelo azul). Eu vou postar quando der para postar, mas podem ficar tranquilos que eu não vou abandonar a fic, eu vou terminá-la.

Logo após a pequena reunião, Escócia, Irlanda, França, Argélia, Romano, 2P Romano, 2P Italy e Nyo Italy foram encontrar Inglaterra. Ao ver o irmão, o ruivo socou a cabeça dele em cheio.

– Por que fez isso?! – Perguntou Alfred, que passava por perto.

– Porque graças a esse imbecil temos um puta problema!

– O que foi que eu fiz?

– Merda, como sempre.

– Não temos tempo para explicações. – Disse Irlanda interrompendo os dois. – Eu vou chamar Vlad, Lukas, Hakon e Oliver e quando eu voltar, quero ver os três quietos. Scott, você cuida da travessia.

– E nós? – Perguntou Luciano.

– Vão reunir uma equipe para ir ao mundo Nyo. Não tragam muita gente. Nos encontramos na praia.

Irlanda saiu à procura dos integrantes do magic trio enquanto o resto reunia a equipe. Enquanto esse circo todo acontecia e o povo procurava por voluntários, o País de Gales acordava de seu curto circuito.

– Casey, você está bem! – Exclamou o norte irlandês o envolvendo em um abraço de urso, o que fez o galês corar. – Você me seu um susto.

– O que aconteceu?

– Você entrou em pane e sua cabeça pegou fogo! Tive que chamar o Scott e a Eire, eles te botaram debaixo do chuveiro e você está aqui.

– Isso explica muita coisa.

O indefinido se afastou do ruivo, pegou uma roupa seca e se encaminhou ao banheiro para se trocar. Irlanda do Norte estava ansioso, principalmente com o que tinha acontecido. Assim que o maior saiu do banheiro, o menor o abraçou.

– I’m leithscéal. (leithscéal: desculpa em irlandês)

– Você tem uma mania estranha de misturar inglês e irlandês.

– Desculpe.

– Faz parte de você, eu gosto disso.

– Não, me desculpe por ter causado tudo isso. Foi tudo culpa minha, eu devia saber que você tem dificuldades em sentir. Não devia ter perguntado se já se sentiu como eu me sinto. Eu sinto muito.

– Não foi culpa sua, qualquer um no seu lugar faria o mesmo.

– Porra Casey, dá para ser menos pragmático?! – Disse se soltando do mais velho. – E-Eu... Eu só... Você não entende!

Gales respirou fundo, olhou ao redor e viu Goch sinalizando para fazer alguma coisa e caso não fizesse... Ele não tinha entendido muito bem, já que o dragão sinalizava muito rápido e a maioria dos sinais era um tanto confusa, mas ele sabia que tinha que fazer alguma coisa.

– Charlie...?

– Esqueça isso está bem. Eu... Eu não queria... Só esqueça isso.

O indefinido pegou o ruivo pela cintura e o abraçou com um dos braços. Com a mão livre, segurou o rosto do outro de forma delicada, mas firme, o obrigando a olhá-lo nos olhos.

– Está agindo como um Kirkland.

– Estou? – Perguntou corando um pouco.

– Pensa que pode fugir dos seus problemas apenas pedindo para os outros esquecerem, não consegue se expressar como deveria, é teimoso como uma mula e não percebe o que suas ações...

O mais novo se inclunou e beijou o mais velho de surpresa, o deixando petrificado por um momento, antes que o correspondesse. Da mesma forma que o beijo se iniciou ele se rompeu quando o mais novo parou de repente.

– Eu não sou realmente assim, só não sei lidar com você! – Empurrou o meio-irmão de leve, mas o suficiente para que ele o soltasse. – Eu não entendo como alguém não sabe sentir, eu quero te entender, não quero desistir de você, mas se eu fizer isso, você vai entrar em curto de novo ou tentar desviar do assunto. Eu posso acabar te magoando ou te deixando bravo comigo e eu não quero isso. Eu não sei o que fazer!

O norte irlandês saiu do quarto, deixando o galês parado enquanto tentava entender o que tinha acontecido. Nunca tinha ocorrido algo parecido. Goch gruniu em desaprovação, agarrou os chifres da cabeça e a balançou. Em seguida levantou voo e empurrou o dono até a porta.

– Goch, o que deu em você?

O dragão agarrou o pulso do dono, farejou o ar e voou pelos corredores literalmente arrastando o dono. Iria cuidar dele e zelar por sua felicidade custe o que custasse mesmo que isso significasse virar cupido ou um terapeuta.

Na praia, Luciano, Flavio, Lovino, Felicia, Francis e Angelina conseguiram reunir o pessoal para ir ao mundo Nyo. Irlanda tinha voltado com Oliver, Vlad e os noruegueses, que vieram acompanhados. E também Arthur, Scott e Alfred trocavam ofensas verbais.

– Mas que porra é essa?! Não falei para ficarem quietos?!

– Ele começou! – O americano e o inglês apontaram para o escocês.

– Pelo visto não preparou nada.

– Esqueceu que precisa de pelo menos duas pessoas para abrir a passagem para o mundo Nyo, Miku?

– Ah, é. E esse povo todo?!

– Recrutamos. – Disse Felicia.

– Eu falei para não recrutarem muita gente e vocês me aparecem com metade da escola!

– Não é tão ruim. – Francis.

– Nós vamos levar o 2P de cada um que for conosco.

– Agora que me avisa?! – Exclamou Lovino.

– Vocês acham mesmo que vamos deixar seus 2Ps sozinhos por aí enquanto estamos no mundo Nyo? Não, seus 2Ps vêm conosco para evitar mais problemas.

– Que problemas eles podem causar?

– Você ainda pergunta? – Perguntou Hakon brincando com um isqueiro.

– Eles vêm conosco e fim de conversa. – Sentenciou Lukas. – Não quero que meu 2P faça merda enquanto estivermos em outro lugar.

– Precisamos diminuir a quantidade de pessoas, já que os 2Ps também vão. Luciano vem conosco, já que Feliciano está lá.

– Eu vou. – Disse Lovino. – Ele é meu irmão, então vou trazer o bastardo de volta.

– Eu também vou. – Disse Ludwig.

– O incrível eu também. – Disse Gilbert.

– Nós tambíen!

– Ora, pois, Antonio, não me coloque nisso!

– Vamos, é pelo Feli.

– Ora, pois, não!

– Mas eu vou. – Disse Manuel. – Pelo amigo de vocês.

– Então vamos todos.

– Ora, pois, vocês me pagam!

– Sei como se sente. – Disse Andres.

– Eu vou porque eu sou um herói!

– Eu também vou. – Disse Matt.

– O que houve com você?! – Perguntou Oliver.

– Virei masoquista. – Disse apontando para Alicia, que se agarrava em seu braço e brincava co o sangue que escorria de uma ferida recém-aberta.

– Na minha casa ela não fica. – Sentenciou Allen.

– Isso quer dizer que você vai ter que ir junto com o seu 2P? – Perguntou Alice.

– Eu acho que sim.

– Mas acabamos de voltar.

– Eu sei, mas o Feliciano precisa de nós. Você vai me esperar?

– Sim. Nem que eu tenha que cortar os pneus do ônibus!

– Tuahine, eu te amo, mas você não vai cortar os pneus do ônibus.

– Eu também vou. – Disse Francis.

– E eu.

– Angelina, você não vai.

– Não me diga o que fazer, puto pervertido! Eu vou.

– Não vai.

– Vou sim.

Não vai.

– Vou!

– Me deem um minuto?

Com isso, Francis agarrou o braço de Angelina e foi para um lugar mais reservado.

– O que deu em você?!

– Eu não quero que você vá.

– Ah, mas eu vou.

– Angelina, não. Pode ser perigoso.

– E o que isso te interessa?

– Eu não quero que nada de ruim aconteça com você.

– Já aconteceu tanta coisa que é tarde demais para isso.

– Eu posso não sido a melhor metrópole, mas se algo te acontecer, eu não vou me perdoar por tê-la deixado ir.

– Se algo me acontecer, será culpa minha. Hey!

A argelina se surpreendeu pelo abraço repentino do francês, mas não o afastou. Francis acariciava o cabelo da moça, novament exalando seu odor marcante.

– Eu te amo demais para deixá-la ir. Quero que fique aqui em segurança.

– Por que acha que é perigoso?

– Intuição, mon ange. Fique aqui. Eu irei para manter Matthieu em segurança, visto que o 2P dele quer se livrar da acompanhante.

– Promete que vai voltar inteiro?

– Oui.

– E que vai deixar meus primos em segurança?

– Seus primos?

– Não te contaram? Lusitânia é filho do meu avô. Antonio e Afonso já sabem, mas não espalham aos 4 ventos para os outros saberem, principalmente Roma.

– Vou tentar, mon ange. – Beijou o topo da cabeça dela. – Vamos voltar.

– Mas antes, preciso fazer uma coisa.

– O que é.

Ela levantou a cabeça e selou os lábios de ambos. O francês não esperava por aquilo. Nunca entendeia a personalidade da ex-colônia, Argélia era a colônia que mais o surpreendia e continuava surpreendendo até hoje. Tão repentinamente quanto começou ela parou.

– Não pense que isso signifique alguma coisa, puto pervertido.

– Eu também te amo, mon ange.

– Son ange é a minha pika de salto alto.

Os dois retornarom para junto dos outros e todo o cenário mudou. Alfred tinha carregado Lien em seu ombro e dado um mergulho no mar, o que fez a vietnamita reclamar e dar vários cascudos no americano, fazendo Allen garganlhar. Matthew estava com Alice, Dick e Ralph e eles apreciam se entender. Scott e Emily praguejavam alguma coisa e pela cara do recém chegado Charlie, eles concluíram que era problema interno. Viram Casey sendo arrastado por Goch para o meio do grupo. Viram Gilbert e Antonio dançando can-can sem nenhum motivo aparente enquanto os outros ao redor deles batiam com as mãos em suas próprias faces.

Finalmente chegou a tão esperada hora de ir. Os que iriam se afastaram dos demais e Escócia e Irlanda abriram o portal que os sugou para outro lugar, mas não puderam ver nada devido ao enorme clarão. Quando o clarão sumiu, o grupo composto pelos 1P e 2P Inglaterra, França, América, Canadá, Romano, Rússia, China, Japão, Alemanha, Espanha, Prússia, Portugal, Noruega, 2P e Nyo Italy e Escócia, Irlanda, País de Gales, Irlanda do Norte e Romênia; se encontrava em um porão de paredes de pedra.

– Hey, aqui é o seu porão! – Exclamou Arthur.

– Parece o meu porão, mas não é. – Disse Scott.

– Sentem isso? – Perguntou Hakon. – Há uma atmosfera estranha no ar.

– Eu também sinto. – Disse Emily. – Não é comum desse mundo. Tem alguma coisa errada.

– Mas é mesmo o seu porão! Está a mesma bagunça que você deixou!

– Eu já disse que não é!

– Parem vocês dois. Nós precisamos ver o que está acontecendo.

O grupo, após muitas dificuldades, conseguiu sair do porão, parando em um corredor. O grupo seguiu até uma sala de visitas completamente fazia.

– Mas essa é a sua casa! – Exclamou Arthur novamente. – Tem certeza de que estamos no lugar certo?!

– Eu já disse que estamos! Você que nunca esteve aqui!

– Então pode me dizer como se parece com a sua casa em todos os detalhes?!

– Está bem, quem é o primeiro a se explicar?

A pergunta vinha de uma garota de cabelo vermelho como sangue e olhos verdes. Ela vestia uniforme militar do mesmo modelo que Escócia usava usualmente, a diferença eram a saia e o salto alto e possuía uma bazuca apontada para o grupo.

– Isso é mesmo necessário, Scarlet?

– Ora, Patrick, claro que é! Não é a sua casa que estão invadindo!

O rapaz era ruivo de olhos verdes com sardas no rosto e usava um uniforme militar verder. No entanto parecia ser o mais amigável dos dois.

– Quem são vocês e o que fazem na minha casa?

– Essa casa é do Escócia! – Exclamou Arthur novamente.

– Eu sou Escócia! – Gritou a garota.

– Mas como se ele é o Escócia?! – Perguntou Irlanda do Norte confuso.

– Está tudo bem, Scarlet. – Disse Scott. – Eles estão conosco.

– Você trouxe essa cambada de heta pra minha casa?!

– E 2P Heta também. – Acrescentou Emily.

– Emily, eu pedi ajuda, não pra foder o nosso mundo de vez. – Disse o garoto.

– Alguns vieram ajudar e outros vieram para resgatar o Feliciano e trazer a Felicia de volta.

– Tem um heta a solta no nosso mundo?! – Perguntou Scarlet.

– Alguém pode me explicar o que está acontecendo?! – Perguntou Alfred aos berros. – Eu não estou entendendo mais nada!

– Ah, pois é. – Começou Patrick. – Com toda essa confusão esquecemos de nos apresentar. Eu sou Patick Rosemond e essa é a minha “prima” Scarlet Kirkland. Nós somos o Irlanda e a Escócia daqui.

– Kirkland? Você é irmã da Elizabeth? – Perguntou Felicia.

– Infelizmente. Você é a Felicia, certo?

– Sim. Sua irmã podia ser um pouco mais agradável e aprender a cozinhar.

– Nisso nós duas concordamos.

– Eire... – Começou o norte irlandês tão assustado quanto o resto, exceto por Scott e por Emily, que ria baixo.

– Está tudo bem Charlie. O Patrick e a Scarlet são os nossos Nyos. Eles são eu e o Scott, mas com os gêneros trocados.

– Gêneros...? Trocados...? – Perguntaram os outros integrantes do grupo.

– Estamos no mundo Nyo. Nesse mundo todos que vivem no nosso mundo têm o gênero trocado. Eles nos chamam de heta, não me pergunte o porquê. É possível que cada 1P conheça a sua versão feminina enquanto estivermos aqui.

– Isso é estranho. – Comentou Luciano.

– Muito estranho. – Seguido por Lovino.

– Como é a minha Nyo? – Perguntou Alfred.

– Vocês vieram ajudar ou visitar suas Nyos? – Perguntou Scarlet.

– Pelo visto, não vamos mais precizar disso. – Disse Patrick pegando a bazuca e a jogando em um lugar qualquer no corredor.

– Quem te deu permissão de pegar a minha bazuca?!

– Nós não precisamos disso, Scar. Já ficou claro que não são invasores!

Os Nyos começaram a discutir, deixando os visitantes com cara de bunda.

– É incrível como eles se parecem muito com vocês. – Comentou Casey.

– Os Nyos são assim. – Explicou Emily. – Eles têm mais semenlhanças conosco do que os 2P. Mas eu tomaria cuidado. A maior parte dos Nyos femininos é mais machos que os nossos homens, a outra parte é fofa. Já os Nyos masculinos ou são descolados ou são fofos.

– Vocês dois vão ficar brigando ou vão nos dizer qual é o problema? – Perguntou Scott.

– Nossos mundos estão prestes a colidir. – Respondeu Patrick deixando a discussão de lado.

– Agora estão, já que tem essa cambada de 1P e 2P “heta”. – Disse Hakon.

– Você não entendeu. Primeiro começou com o aparecimento das 2P Nyos, depois apareceram alguns 2P Heta e agora a nossa Itália foi para o mundo de vocês e o Heta dela veio pra cá.

– Puta merda! Isso é um verdadeiro problema!

– Pelo que Hakon mais cedo, nosso mundo colidirá com o dos 2P e agora parece que mais mundos colidirão.

– Quatro mundos, para ser mais preciso. – Disse a irlandesa. – Você mensionou que enfrentaram seus 2P Nyos, não foi?

– Parece que alguém quebrou o selo do portal que ligava o nosso mundo ao mundo 2P Nyo. – Disse Scarlet. – E pelo visto partiu do mundo de vocês. Foi aí que os 2P Heta começaram a aprecer também. – Dito isso, Scott e Emily socaram a cabeça de Arthur.

– Hey!

– Já não bastava termos que enfrentar Allister e Evelyn, teve que foder com os nossos Nyos também?!

– O que é um 2P Nyo? – Perguntou Flavio.

– São as Nyos dos 2P. – Respondeu a irlandesa. – No caso, as suas Nyos. O mundo delas é do outro lado do espelho do mundo Nyo e paralelo ao seu.

– Isso quer dizer que eu tenho uma Nyo?

– Claro que tem.

– Ela é parecida comigo?

– Eu nunca a vi, mas ela pode ser mais badass que você.

– Cool! Luci, eu tenho uma Nyo!

– Eu ouvi.

– Então quer dizer que aquela Daisy é a minha 2P?

– Sim.

– E onde estão eles? – Perguntou Scott.

– A puta da Elizabeth resolveu deixar todo mundo na casa dela e me pediu para ficar de fora. Como se ela conseguisse evitar a colisão dos quatro mundos sozinha!

– Então vamos pra lá.

– Só tem um problema. – Começou Lovino. – Como é que vamos levar esse povo todo para onde quer que seja?!

– Nessie e Goch levam.

– Mas eles são pequenos.

– GYWUAHAHAHAHAHAHA! – Riram os bichos maquiavelicamente.

– Não irão caber todos nos dois. – Observou Casey.

– Nos dois não, mas nos quatro sim. Nessie!

Uma criatura igual ao Nessie apareceu, mas diferente dele ela tinha cílios longos e um laçarote rosa. Nessie e Nessie ficaram animados, correram de encontro um ao outro e bateram as nadadeiras.

– Até aqui tem esse bicho?! – Surpreendeu-se Arthur.

– Em todo mundo paralelo onde há contrapartes nossas há contrapartes dos nossos animais. Heta Nessie e Nyo Nessie são um exemplo disso, embora eu nunca tenha visto o Nessie do Allister ou da minha 2P.

– Confie em mim, não vai querer ver. – Disse Oliver.

Scarlet saiu da sala, entrou no corredor e começou a subir as escadas, sendo seguida por Patrick e pelos visitantes.

– Aonde você vai?

– Pegar a Goch emprestada é um caso de vida ou morte.

– Mas a biblioteca está fechada.

– Veremos.

– Puta merda.

A escocesa chegou à porta da bibliotega, girou a maçaneta, mas estava trancada. Foi então que enfiou o pé na porta, fazendo-a voar. O estrondo fez com quem quer que tivesse lá dentro caísse da cadeira. Essa pessoa revelou ser uma garota de cabelo de cor indefinida entre o loiro e o ruivo e olhos verde-azulados que vestia um uniforme feminino de tom bege.

– Isso era necessário?

– A culpa é minha se você se tranca na biblioteca?

– Ela fez de novo. – Patrick comentou com os outros.

– Preciso que me empreste a Goch. É uma emergência.

– Quem são essas pessoas? – Perguntou a garota.

– Meu Heta, a Heta do Patrick, Felicia e um monte de gente Heta e 2P Heta que nem perguntei o nome.

– É inacreditável.

– Sabe como é a Scarlet, Cassie.

– Infelizmente.

– Quem é essa? – Perguntou Luciano.

– Não tenho a mínima ideia. – Disse Scott.

– Cassie é apelido de Cassandra, não? – Perguntou Emily.

– Geralmente sim, por quê?

– Cassie, Goch, Cassandra, Scarlet, Elizabeth... Mas é claro! – Exclamou estalando os dedos.

– Eire, você sabe quem ela é?

– Cassandra Kirkland. Ela é o País de Gales daqui.

– Mas nunca a vimos. – Protestou o escocês.

– Não, mas da última vez que estivemos aqui, Scarlet e Patrick mensionaram suas irmãs. As irmãs da Scarlet se chamam Elizabeth e Cassandra, Elizabeth, como ouvimos muito falar, é a Nyo England, Cassandra só pode ser a Nyo Wales.

– Está correto. – Disse Cassandra surgindo perto do grupo praticamente do nada.

– De onde você surgiu?! – Gritou Alfred pulando em Matthew, que caiu devido ao peso.

– Awn.

– Wanw? – Questionou Goch.

– Awaun.

– Estranho. – Comentou Andres.

Goch conversava um dragão vermelho com laçarote rosa. Ninguém precisava ser gênio para descobrir que aquela era a Goch.

– Que barulheira é essa? – Perguntou uma garota andando pelo corredor e bocejando logo em seguida.

– Você estava dormindo? – Perguntou Scarlet. – Eu não sabia.

– Tudo bem. Quem são eles?

– Um pessoal.

– Essa que é a Charlene? – Perguntou Emily animada.

– Sim. Minha irmã Charlene Rosemond Kirkland, a nossa Irlanda do Norte.

Charlene tinha o cabelo ruivo escuro preso em duas tranças na altura do busto e olhos verdes lindos. Ela usava um vestido verde sobrepondo uma blosa branca e botas marrons.

– Eire, quem é ela?

– Minha Heta.

– O que é Heta?

– Não é melhor deixar as apresentações e explicações para quando todos estiverem juntos? – Perguntou Cassandra.

– Assim vocês explicam tudo de uma vez ao invés de repetirem feito papagaios. – Concluiu Casey.

– MAAAAAN! – Exclamaram Alfred e Allen imitando os personagens de Sexta Feira Muito Louca.

– O País de Gales de vocês também é um computador que anda? – Perguntou Arthur.

– Mais ou menos. – Respondeu Oliver. – Chase é um maldito hacker que está sempre me ferrando e eu não posso fazer muita coisa porque além de ele ser sinistro, o Goch dele é mais assustador que o do seu.

– Eu sei como se sente.

– E o que estamos esperando? – Perguntou Scarlet. – Já perdemos tempo demais.

Notas finais
Nomes: # Nyo Scotland - Scarlet Kirkland # Nyo Ireland - Patrick Rosemond # Nyo Wales - Cassandra (Cassie) Kirkland # Nyo Northern Ireland - Charlene Rosemond Kirkland # # # E esse foi mais um capítulo de Gakuen 2.0 com seus personagens favoritos ou odiados, muita treta e mais pela frente. Obrigada pela atenção, um grande abraço e fiquem com Goku.