Gakuen Hetalia 2.0
44 Capítulo 44
Notas iniciais
A manhã seguinte foi fora do comum. Não que eles nunca tenham tido um dia fora do comum, pois na escola em que estudavam e ao longo da história houveram dias bons, dias ruins, dias estranhos e dias mais estranhos ainda, mas nada se comparava com aquela situação.
Todos tomavam café da manhã, mas não tão em paz assim. Cada mesa enfrentava uma discussão em particular. Como a mesa em que se encontravam América, Canadá, New, Zealand, Austrália e seus 2Ps. O 2P de Austrália se chamava Jett, ele tinha cabelo castanho preso em um rabo de cavalo selvagem e uma cicatriz no nariz. Alicia estava sentada entre Alice e Matt, que eram os únicos corajosos o suficiente para sentarem perto dela. Ao lado de Alice estava Matthew, seguido por Dick, Benjamin, Jett, Ralph, Alfred, Allen e aí vinha Matt.
– Você precisa mesmo comer toda essa porcaria no café? – Perguntou Allen para Alfred.
– Qual é o problema?
– Isso não é saudável, por isso que está gordo desse jeito.
– EU NÃO SOU GORDO!
– Sua pança diz o contrário.
– Vou descer o taco nos dois se não calarem a porra da boca. – Disse Matt tomando mapple syrup diretamente da garrafa.
– Você não deveria usar isso nas panquecas? – Perguntou sua contraparte.
– Eu não gosto de panquecas, eu gosto só do maple syrup.
– Esse negócio é bom? – Perguntou 1P Zea.
– É ótimo, Zea, você tem que experimentar. – Disse dando o frasco para ela experimentar.
– Isso é fabuloso! – Disse com os olhos brilhando. – Deveríamos usar isso na nossa próxima noite.
– ALICE! – Exclamaram Matthew e Dick completamente vermelhos, o canadense mais ainda.
– Imagina o que dá para fazer com isso!
– Alice, a gente está comendo caramba! – Exclamou Ralph.
– Você está com a minha irmã?! – Exclamou Benjamin.
– Ela é minha irmã, a sua é a Alicia! A Alice faz o que ela quiser da vida dela.
– Eles estão se pegando?! – Espantou-se Allen. – Eu achava que ele era do tipo que dava a bunda.
– Está na cara que a garota é o macho da relação. – Comentou Jett.
– Agora fiquei curiosa. – Disse Alicia olhando para a lâmina de uma faca de manteiga enquanto brincava com ela. – Como vocês dois estão juntos?
– Sabe... – Começou Matthew tentando escolher as palavras certas.
– Entrei no quarto dele, falei que gostava dele, a gente transou e ficamos juntos. – Alguns capotaram, outros só bateram a mão na cara e outros só abaixaram a cabeça enquanto Matthew desejava mais que nunca voltar a ser invisível e Alicia exibia um largo sorriso, se é que alguém pudesse chamar aquilo de sorriso.
– Achou que vou fazer isso também, algum dia.
– Eu tenho pena do cara for seu namorado. – Comentou Jett.
– Hei, se a Alice gosta do Matthie e eles estão juntos, isso significa que o Matt e a Alicia podem ficar juntos também? – Perguntou Alfred.
– Nem ferrando! – Exclamou o canadense.
– Hei, eu não quero ter o projeto de Samara como cunhada!
Foi rápido demais para acompanhar. Allen estava senado reclamando e em questão de segundos estava no chão com uma faca de manteiga cravada no pescoço. Alfred, Ralph, Matthew e Jett foram ajudá-lo, Dick abraçou sua irmã e tentava desviar seu olhar da cena, com medo de que ela surtasse, e Benjamin estava revoltado.
– Mas você não tem jeito, Alicia!
– Você sabe disso melhor que ninguém. Quantas vezes quase te matei? Umas 20 talvez.
– Eu nunca pensei que ia dizer isso, mas acho que podemos nos dar bem. – Disse Matt. – Isso é, quando o Allen ou algum filho da puta estiver por perto.
Alicia abriu um sorriso insano, que gelou a espinha de seu irmão.
Em outra mesa estavam os asiáticos. Jin, o 2P China que diferente de seu 1P tem o cabelo curto e escuro e olhos vermelhos, estava sentado ao lado de Yao, que estava ao lado de Mei, depois vinha Mai, a 2P Taiwan que tinha o cabelo preso em 2 coques e cobertos por baos negros e vestia um vestido chinês preto justo e salto alto, Kiku, depois Kuro, Yong, Hyung, Lien, Lihn, Kasem, Kimi, Kai, Tao, Kaoru, Li, que era o 2P Hong Kong que tinha um rabo de cavalo e olhos vermelhos, e voltava para Yao.
– Sacanagem, eu quero o meu cachimbo! – Reclamou Jin.
– Se reclamar, te jogo na clínica de reabilitação de novo, seu viciado em ópio. – Disse Kuro.
– Eu devia ter te deixado perdido naquela floresta. Afinal, por que eu te levei para casa mesmo?
– Você achava que eu era um dragão e queria me fumar!
– Ah é, eu estava drogado demais para isso.
– Vocês dois façam o favor de arrumarem um quarto! – Exclamou Mai impaciente, mas a sugestão fez os olhos de Mei brilharem. – Eu estou tentando tomar café.
– Vocês dois vivem se comendo? – A pergunta fez alguns corarem e Mei quase ter uma hemorragia nasal.
– Laos! – Reclamou Lien, pena que ela tinha deixado o remo no quarto.
– O que foi? Até parece que você não pensou o mesmo.
– Não mesmo.
– E você Lihn, há quanto tempo você e o 2P America estão dormindo juntos?
– O QUE?!
– Não esconda nada de mim porque eu descubro.
– Por que estaríamos juntos?
– Pensei como o Alfred e a Lien estão dormindo juntos, que os 2Ps deles também.
– Ora sua! – Disse Lien estrangulando Kimi.
– Me digam que a Laos de vocês não é assim. – Disse Camboja.
– Na verdade a nossa Laos é um porre. – Disse Kuro. – Ela é praticamente uma freira que odeia coisas obscenas e sexo.
– COMO ASSIM ALGUÉM NÃO GOSTA DE SEXO?! – Gritou Laos se livrando de Lien e colocando ambas as mãos na mesa, além de chamar a atenção de todo mundo. – Me levem até ela que eu vou mostrar a essa garota o melhor da vida!
– Você vai traumatizar a sua 2P. – Comentou Hyung.
– Me chama também! – Ofereceu-se Yong.
– Você está comprometido, idiota!
– Hei, gêmeos, vocês não pensam em transar com seus ficantes e os 2Ps deles ao mesmo tempo? – Perguntou a laosiana deixando Yong completamente vermelho e fazendo Hyung bater com a cabeça na mesa.
– O QUE?! – Espantou-se Li, após quase engasgar com o chá.
– Não era você que queria um ménage com os gêmeos? – Lembrou Tailândia.
– Agora eles estão comprometidos.
– E isso te impede de alguma coisa? – Perguntou Camboja retoricamente.
– É verdade, bem lembrado.
– Eu não fumei ópio o suficiente para isso. – Disse Jin.
– Gostei da Laos de vocês. – Comentou Kuro.
– Quer trocar de Laos? – Perguntou Kaien. – Pode levar a nossa e nunca mais a devolva.
– Não! – Gritaram Kasem, Mai, Jin e Li.
– Hei, você foi o único 1P que disse não. – Comentou Mai.
– É que a nossa Laos é divertida.
– Sain bana uu duplinha. (Sain bana uu: oi em mongol) – Disse Mongólia aparecendo de alguma fenda do inferno e abraçando os gêmeos.
– Annyong pai! (Annyong: oi em coreano) – Disse Yong abrindo um largo sorriso.
– Quem é esse cara?! – Perguntaram os 2Ps.
– Nosso sogro. – Responderam Kaoru e Mei de cabeça baixa.
– O Mongólia é o pai de vocês? – Perguntou Laos. – Ele é muito gostoso! Ainda bem que vocês puxaram a ele.
– Eu não sei se considero isso um elogio ou uma cantada. – Disse o mongol.
– Perdoe essa garota, ela bateu com a cabeça. – Disseram Lien e Kai.
– Por falar nisso, se eu fosse você, Karou, tomava cuidado com o Yong se a coisa entre vocês se tornar séria. – Disse Hyung fazendo o outro corar. – Yong herdou o bom senso dele, é capaz de te pedir em casamento no meio de um funeral.
– Meu bom senso é bom! – Protestou o pai.
– Você pediu nossa mãe em casamento durante uma batalha! E vocês estavam lutando um contra o outro.
– É verdade. – Respondeu abrindo um largo sorriso.
– Agora eu sei por que o Yong se mete em tanta confusão. – Comentou Yao.
Na mesa onde estavam sentados respectivamente Scott, Emily, Charlie, Casey, Artur e Oliver.
– Artie, gostaria de um cupcake? Eu que fiz.
– Isso está envenenado, não é?
– Nossa, você pensa muito mal de mim.
– O que há de errado com um cupcake? – Perguntou o norte irlandês.
– É isso que eu quero saber.
– Charlie, o que eu te disse sobre aceitar coisas de estranhos? – Perguntou a irlandesa com um olhar severo para o irmão.
– Coisas não muito agradáveis.
– Mas eu não sou mais um estranho, sou? Você parece desconfortável.
– Ah, eu não dormi muito essa noite.
– O que você andou fazendo?
– Eire, me deixe em paz. Eu já sou adulto e sei me cuidar.
– Você não cuida nem da sua bunda. Me admira Casey te deixar acordado até tarde. – Alguns segundos depois. – Vocês fizeram de novo?!
– Vai começar. – Disse revirando os olhos.
– Porra, você é irresponsável ou o que?!
– Casey, eu te disse que ele era meu! – Reclamou Arthur.
– Com a seca que você está, teria dito isso até para um vaso de plantas.
– Seu guloso de cor de cabelo indefinida!
– Eu? – Perguntou Oliver mastigando um cupcake.
– Ele! – Gritou Arthur apontando para o irmão.
– Casey, você não tem vergonha de agarrar meu irmãozinho Tuais por aí?!
– Vocês falam de mim, mas não sabem metade do que ele faz.
– Quando foi que meu irmãozinho se tornou um pervertido?!
– Eire, sem drama, por favor. Já somos adultos, você sabia que isso iria acontecer.
– Então, não se importa se eu levar a sua irmã para um motel. – Disse o escocês abrindo um sorriso malicioso.
– Fique longe da minha irmã! – Gritou agarrando a irmã e a abraçando como se fosse algo que deveria proteger com a própria vida.
– Hei, a mais velha aqui sou eu! Se eu quiser ir para um motel com o cabeça de cigarro, eu vou! – Disse se soltando do outro.
– Eire! Você não pode!
– Posso sim. – Cruza os braços.
– Você é a mais velha, você deveria dar o exemplo.
– Eu já dei e até parece que você seguiu.
– Mas vocês dois se odeiam!
– Então vou procurar outra pessoa. – Disse com uma expressão divertida.
– Eire!
– Tudo que você sente é como eu me sinto também. Não interessa se você é uma criança ou deixou de ser, ainda é o meu irmão e eu me preocupo com você, mesmo que você não se importe.
– A Evelyn jamais diria algo assim, nem para o nosso meio-irmão. – Surpreendeu-se Oliver.
Com os nórdicos e Groenlândia, a ordem era da seguinte forma: Mathias, Greta, Kallyna, Egil, Emil, Lukas, Thurston, o 2P Finland que só diferenciava a cor dos olhos, Bernard, o 2P Sweden, que parecia com seu 1P menos pelos olhos castanhos, Berward, Tino, Hakon, o 2P Norway que também era igual ao 1P com exceção dos olhos roxos, e Christian, o 2P Denmark, que era igual ao 1P, porém o tom de azul de seus olhos era mais escuro.
– Droga, meu isqueiro sumiu! – Reclamou Christian.
– Que pena, você poderia usá-lo em mim. – Comentou Hakon um tanto decepcionado.
– Pela última vez, eu não vou para a cama com você, seu piromaníaco metido a besta.
– Mas eu quero que você me...
– Kallyna, devolva meu isqueiro, mulher! – Cortou o outro para que não falasse besteira.
– Não. – Joga o isqueiro pela janela.
– Puta que pariu! Por que você tem que ser tão teimosa e dificultar tanto?!
– Vai pegá-lo de volta ou vai reclamar feito um velho, Christian?
– Eu sou seu irmão mais velho e já disse para me chamar de bror.
– Christian.
– Bror.
– Christian.
– Bror.
– Christian.
– Você é impossível! – Se levanta e vai para o lado de fora procurar pelo isqueiro.
– Isso sempre acontece? – Perguntou Tino surpreso.
– Sim, mas eles se resolvem. – Respondeu Bernard. – Christian e Kallyna brigam para ver quem manda na casa.
– Dupla complicada. – Disse Mathias dando um gole em sua cerveja.
– Já está bebendo logo de manhã? – Perguntou Lukas indiferente, mas por dentro estava um pouco surpreso.
– Não faz mal beber um pouco, até porque estamos de férias.
– Nisso eu tenho que concordar com o 1P do Christian.
– Kallyna, você não deveria beber logo cedo. – Perguntou Egil temeroso. – Seu irmão vai brigar com você e...
– Eu não ligo.
– Mas eu sim. – Sussurrou tão baixo que só Emil conseguiu ouvir.
– E quando é que você liga para alguma coisa? – Perguntou Thurston retoricamente.
Em outra mesa estava Francis e ao seu lado Charlotte, Angelina, Ângela, a 2P Algelia que se parecia com a 1P com exceção dos olhos vermelhos e do vestido verde e branco, Mona, a 2P Monaco cuja trança castanha não passava por cima de nenhum dos ombros e tinha olhos azuis escuros além de usar um vestido vermelho com decote, François, o 2P France, Angelique, a 2P Seychelles que tinha a pele branca seu cabelo era preso em um rabo de cavalo do lado e vestia um vestido roxo e óculos de sol, e Michelle, voltando para Francis.
– Mas que porra, vocês podem parar de se agarrar em mim?! – Resmungou François dando uma tragada em seu cigarro.
– Não fique frustrado, mon ami. Você está muito bem acompanhado.
– Não sei aonde, duas querem torrar o meu dinheiro e uma quer jogar o meu cigarro fora.
– Lógico, cigarro faz mal à saúde e eu não quero virar órfã de irmão. – Disse Mona.
– Eu não quero gastar o seu dinheiro, só quero que fique mais apresentável para podermos sair. – Disse Ângela.
– Vai sonhando.
– Você quer sair com o 2P do puto pervertido? – Perguntou Angelina.
– Essa doida tenta me arrasta para todo canto, teve uma vez que ela quase me arrastou para a igreja.
– Você não tem orgulho próprio não?!
– Onde é que fica o shopping mais próximo? – Perguntou Angelique mudando totalmente de assunto.
– Há algumas lojas na cidade, mas não um Shopping Center. – Comentou Michelle.
– Ótimo, por que eu preciso de compras com urgência.
– Isso não vai dar certo. – Sussurrou Charlotte.
Em outra mesa estavam os Vargas. Feliciano estava ao lado de Lovino, que estava de frente para Luciano, que era parecido com o seu irmão com o cabelo mais escuro e os olhos quase rosas, e este se encontrava ao lado de seu irmão Flavio, que era loiro de olhos vermelhos e roupas da moda. Feliciano e Flavio se davam bem e faziam bagunça enquanto Luciano e Lovino ora reclamavam, ora tentavam dar bronca neles e ora batiam com a mão nas próprias caras.
Em outra mesa estavam os ibéricos. Afonso estava ao lado de Antonio e de frete para Andres, o 2P Spain que tem cabelo preto em um rabo de cavalo e olhos dourados, e este estava ao lado de seu irmão Manuel Joaquim. Enquanto Afonso e Andres se mantinham sérios, com poker faces, batiam as mãos nas caras e reprimiam uma vontade imensa de esganarem seus irmãos, Antonio e Manuel cantavam, riam escancaradamente e animavam o ambiente.
– Ora, pois, vocês dois podem parar com essa zona?!
– Agora só falta pegarem um instrumento. – Comentou Andres irônico.
– Bem lembrado! – Exclamaram Antonio e Manuel antes de pegarem dois violões de sabe se lá onde e começarem a tocar e cantar, deixando seus irmãos com cara de WTF.
Em outra estavam Gilbert, Ludwig, Roderich, Elizaveta e seus 2Ps Gilen, o 2P Prussia que tem cabelo loiro platinado e olhos azuis, Lutz, o 2P Germany que era loiro de olhos violeta e tinha cicatrizes, Roland, o 2P Austria que era igual ao seu !P com exceção dos olhos vermelhos, e Elise, a 2P Hungary que era loira de olhos rosa e vestia um vestido rosa de contos de fadas. Gilbert e Roland tocavam guitarras enquanto os outros tinham que reprimir a vontade de enterrar a cabeça em um buraco.
– Eu não acredito que esse cara sou eu. – Disse Gilen. – Isso não é nada guerreiro.
– Eu também não. – Comentou Roderich olhando seu 2P. – Ele não é nada aristocrático.
– Esse cara não sou eu. – Cantarolou Lutz criando uma nova paródia para o seu irmão.
– Roland é um fofo, não acha? – Perguntou Elise.
– Bem... – Começou Elizaveta.
– Fuck the Police! – Gritou Roland se pendurando em um lustre.
– Se você acha. – Terminou Elizaveta com uma enorme gota.
Em outra mesa estavam Ivan, Natalya, Yekaterina, Katya, a 2P Ukraine que era ruiva de olhos verdes e se vestia como uma vadia, Natasha, a 2P Belarus que era loira de olhos rosa e usava um vestido rosa de mangas compridas e decote, e Viktor, o 2P Russia.
E na última mesa com 2Ps estavam Eduard, Ravis, Toris, Feliks, Frandsk, o 2P Poland que era igual ao seu 1P só que descabelado e com olheiras, Tyrion, o 2P Lithuania que era parecido com o seu 1P só que com olhos vermelhos e uma mecha de cabelo pintada de verde, Jacob e Hassan.
– Como você ficou assim?! – Exclamou Feliks olhando para o 2P.
– Eu? Você parece uma menina!
– Bicht, I’m fabulous. Qual é a sua desculpa?
– A vida é uma merda.
– Eu vou te ensinar a ser divo como eu.
– Prefiro afundar em merda de gato.
– Sua mãe vai fazer a contraparte dela usar vestido também? – Perguntou Hassan.
– Puta que pariu, Palestina! Você cismou com esse negócio da gente usar vestido!
– Jacob, olha a boca na mesa! – Reclamou Feliks. – Não é nada divoso falar palavrão na mesa.
– Desculpe mãe.
– O moleque te chamou de mãe?! – Exclamaram Frandsk e Tyrion.
– Qual é o problema? Ele é o meu filho. Meu e do Liet.
– O QUE?! – Gritou Tyrion, fazendo Toris ficar vermelho de vergonha e bater na própria cara.
– Mas você nem tem útero! – Reclamou Frandsk. – Como pode ser a mãe dele?!
– Não importa, o filho é meu e só meu! – Gritou pulando em cima da mesa e agarrando o israelense. – Meu!
– Mãe, na frente do Palestina não!
– HAHAHAHAHAHAHAHAHA! Vou filmar e botar no youtube!
– Nem se atreva filho de uma cadela de merda! Eu te mato antes que possa fazer isso!
– Meu filho está perdido! Essa não foi a educação que dei a ele!
– Mãe, não é nada divoso fazer essas cenas!
– HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!
– Ah, vá pro inferno!
– Pensei que não acreditasse em inferno. – Riu divertido enquanto o outro ficava vermelho de raiva e vergonha.
– Vá à merda então!
– Onde foi que eu errei?!
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