Gakuen Hetalia 2.0
41 Capítulo 41
Notas iniciais
A noite tinha caído. Alguns se recolhiam enquanto outros aproveitavam a noite. No quarto em que Seychelles trocou de lugar com Argélia, ela e França se preparavam para dormir. Seychelles estranhou o comportamento do outro. Todos diziam que o francês era um grande pervertido, no entanto, até agora não tinha acontecido nada com ela.
– Francis, aquilo que disseram sobre você e a Argélia era verdade?
– O que?
– Na consulta de vocês, disseram que você gostava dela. Você gosta dela?
– Eu gosto de todo mundo, ma chérie, inclusive da Argélia.
– Você gosta mesmo dela?
– E por que não gostaria? Ela pode ter uma boca de marinheiro, ser impulsiva, brigar feito um galo, mas ela também sabe ser compreensiva, refinada e companheira.
– Estamos mesmo falando da Argélia?
– As pessoas podem surpreender, ma chérie, inclusive a Argélia. Falo isso porque já me surpreendi com ela mais de uma vez.
– Você a ama?
– Por que a pergunta?
– É por que eu... – Disse ficando em cima dele. – Eu te amo.
– Michelle, eu sinto muito, mas eu não posso amar você. Eu amo outra.
– Mas... Não vai me dar nenhum beijo?
– Sinto muito, mas prometi me comportar.
– Mas ela só te xinga e quer bater em você!
– Eu sei, mas agora estamos nos dando bem. – Disse sorrindo.
– Francis, seu bastardo de merda filho de uma puta mal comida! Abra a porra dessa porta agora!
– Angelina, se acalme!
– Como você quer que eu me acalme com isso, Jade?!
– Eu sei que isso é revoltante e eu quero bater nele tanto quanto você! Mas não é problema nosso!
– Não é problema nosso o caralho! A gente se fode justamente por causa disso!
França tirou Seychelles de cima de si, levantou da cama, respirou fundo e abriu a porta. Ele foi recebido por vários socos desferidos em seu peito por uma Argélia furiosa e chorosa. Espere um segundo, ela estava chorando?
– SEU PUTO DE MERDA CHEIO DE BOSTA NA CABEÇA QUE SÓ PENSA COM O CARALHO DO SEU PAU! POR QUE VOCÊ FEZ ISSO?!
– Angelina, calma. O que foi que eu fiz dessa vez?
– Dessa vez não, no passado. – Respondeu Chade.
– Mas eu pensei que a gente estivesse bem, decidimos recomeçar...
– Não foi a ela, foi a Ruanda.
– Ruanda? Mas ela não era colônia da Bélgica? O que eu poderia ter feito a ela?
– Seu maldito ordinário desgraçado! Como você pôde concordar com aquela chacina?! Por sua causa houve aquele genocídio terrível! – Ela parou de bater e colocou as mãos sobre os olhos. – Pobre Ruanda. Teve que lidar com um genocídio de tutsis feito pelos hutus. E você financiou essa merda! – Gritou batendo ambas as mãos em punho no peito do maior. – Como consegue dormir à noite com isso? – Perguntou chorosa.
– O que tem a Ruanda? – Perguntou Seychelles não entendendo absolutamente nada.
– Eu te explico quando sairmos do quarto. – Disse Chade com uma face palm. – Vamos deixar os dois sozinhos. Eles têm muito que conversar.
Chade levou Seychelles para fora do quarto, deixando França e Argélia sozinhos. Ele colocou uma das mãos no ombro dela e usou a outra para enxugar suas lágrimas.
– Angel, eu sei que foi errado, mas acredite, eu tentei de verdade impedir com que o meu governo financiasse aquele genocídio.
– Cretino! Ainda colocando a culpa no governo por tudo! Por que não faz greve de eleitores ou algo assim?!
– Angelina Agnel, você é uma nação! – Disse sério e segurando firmemente os ombros da garota. – Você sabe como é a vida de uma nação, você sabe que somos movidos por nossos povos e administrados por nossos governos. Por mais que a gente tente, a palavra final é dos nossos chefes de Estado. Nós não podemos fazer nada.
– Síria mandou o chefe dela à merda.
– Síria pode, ela é doida mesmo.
– E você derrubou a sua monarquia! Como pode dizer que não podemos fazer NADA a respeito disso?!
– Nós não, mas nossos povos sim. É o povo que nos movimenta, é o povo quem escolhe quem irá nos administrar, é o povo que sabe o que precisa, é o povo que detém o poder.
– Se o povo é tudo o que você diz, então por que ele não faz alguma coisa?!
– Ele faz, mas isso requer tempo, mon ange. Eu não me tornei uma república da noite para o dia e você também não.
Ela o abraçou repentinamente, o assustando. Tudo o que pôde fazer foi retribuir a abraçando carinhosamente. Nunca um país o tinha surpreendido tanto quanto Argélia. No começo da colonização, ele ficou assustado com a quantidade de palavrões proferidos por uma garota, depois foi a resistência dela que o surpreendeu. Tentou deixá-la com fome para mostrar quem mandava e quando a chamou ao seu quarto e se viram sozinhos com uma mesa cheia de comida, ao invés de atacar a mesa como um animal, como ele esperava, ela comeu como uma nobre e disse que se ele esperava um comportamento diferente, ela não iria cometê-lo, pois não daria a ele o que ele queria.
– Você se preocupa com os outros africanos, não é? É por isso que os defende tanto. Eu entendo, sou assim em relação a Mônaco.
– A sua irmãzinha?
– Sim não só a ela, mas em relação a você também. Je t'aime, mon ange. (Je t'aime: eu te amo em francês)
Após dizer isso, ele a beijou. No início a argelina correspondeu, mas parou o beijo empurrando o francês bruscamente.
– O que pensa que está fazendo?!
– Você voltou ao normal. – Disse abrindo um sorriso acolhedor. – Eu não gosto de ver uma dama chorar, mon ange, principalmente a que eu amo.
– Quantas garrafas de vinho você bebeu?
– Nenhuma, ainda. Mas já está tarde e você parece cansada. É melhor dormir um pouco.
– Na mesma cama que você?! Nem fudendo!
– Eu prometo não tocá-la enquanto dorme.
– Acho bom, mas se descumprir, eu te castro.
Enquanto isso, em um corredor qualquer.
– Hei, Hong, por que está chateado? – Perguntou o sul coreano.
– Quem disse que eu estou?
– Está escrito na sua cara.
– ... – Ignorou o outro.
– É por causa do Islândia? Por ele gostar daquela garota indígena? Hei Hong, onde você vai?! – Perguntou notando o súbito afastamento do outro.
– Não é da sua conta! – Respondeu ríspido.
– Não vai ficar assim por causa disso, vai? – Disse seguindo o outro, que teimava em se afastar. – Já sei! – Pegou o outro pela cintura, o rodou e o obrigou a ficar de frente para ele.
– Hei!
– E se eu te fizer se sentir melhor?
– Definitivamente não.
– O que foi? Você ainda não me deixou tentar. – Disse fazendo cara de cão sem dono.
– E nem vou. – Disse tentando se afastar. Onde estava a dinamite quando se precisava dela?
– Por favor, Hong. – Disse o prensando contra a parede e segurando seus pulsos. – Garanto que não irá se arrepender. – Um sorriso malicioso brotou em seu rosto, fazendo o outro corar.
–...
O sul coreano começou a distribuir beijos por sue rosto, lambidas por seu pescoço e leves mordidas em seus lóbulos e entre uma ação e outra, insistia. O honconguês estava completamente vermelho. Não conseguia se mexer, pois o outro praticamente grudou seu corpo no dele e como se não bastasse, ele se esfregava nele. Yong tomou os lábios do outro em um beijo terno e lascivo. Ele elevou os braços do outro de forma que ficassem sobre a cabeça e prendeu os pulsos do outro com uma das mãos, utilizando a outra para adentrar por debaixo da blusa de Kaoru, que estremeceu com o toque. O maior rompeu o beijo por falta de ar. Quando ele foi iniciar outro, ele foi interrompido pela voz do outro.
– Aqui não, idiota.
O sul coreano sorriu, pegou a mão do honconguês e correu rumo ao seu quarto. Enquanto isso acontecia, em outro corredor, Coréia do Norte era atormentado por Taiwan. Ele tinha esbarrado nela, deixado cair alguns “livros” e perguntado o que era. Ele se arrependeu amargamente por ter perguntado. A taiwanesa não calava a boca, agora Hyung que aguentasse a fujoshi falando de yaoi e tendo um surto de ideias. Ele a beijou para que parasse de falar ideias tão absurdas. Quando se separou da garota, ela estava vermelha.
– Não pense que significou alguma coisa, foi o único jeito para te fazer calar a boca. – Ela iria abrir a boca para protestar, mas ele não deixou. – Mas já que mesmo assim você não vai calar a droga da boca.
Ele a beijou, dessa vez com mais pressa. Taiwan não possuía o controle de seu corpo. Ela agarrou a nuca do norte coreano para aprofundar o beijo e ele colou seus corpos. Eles não sabiam como, mas chegaram ao quarto do norte coreano, que abriu a porta, entrou com a garota em seus braços, despiu a ambos, apenas restando a roupa íntima e a jogou na cama. Taiwan bateu em alguém que estava ali.
– Ai, tem alguém aqui! – Exclamou ela.
– Taiwan?
– Hong?
– Hong?
– Hyung?
– Hyung!
– Yong? – Disse acendendo o abajur. – Está explicado.
Todos naquele quarto estavam apenas de roupa íntima. Taiwan e Hong Kong morriam de vergonha. Os gêmeos se encararam por um tempo e depois se viraram para os dois com sorrisos maliciosos que fizeram um frio percorrer as espinhas de Taiwan e Hong Kong.
– Com quem a gente brinca primeiro? – Perguntou o gêmeo mais novo.
– Que tal, cada um brinca com o seu primeiro e depois a gente decide? – Sugeriu o gêmeo mais velho.
Cada um foi para cima da sua presa e iniciou mais um beijo. Os outros dois ainda estavam incertos do que viria, queriam saber mais ou se negar a continuar com aquilo, mas como negar com os outros dois. As línguas se moviam de forma sincronizada e as mãos exploravam os corpos de seus parceiros.
Enquanto isso, Macau estava em seu quarto jogando poker com Mônaco. Como o seu quarto era um dos poucos em que o quarto era separado de uma pequena sala de visitas estilo oriental com uma mesa baixa, ele e Mônaco tinham toda a sala para jogar. O jogo estava interessante até Macau desviar os olhos para o relógio e notar o quão tarde era e Hong Kong ainda não tinha voltado.
Ele era o único que Hong Kong considerava um irmão e seu laço fraterno com o outro era mais forte do que qualquer outro. Hong Kong sempre foi muito independente em relação a China e Inglaterra e um tanto rebelde também, mas não era assim com Macau. Ele avisava ao mais velho quando ia sair e vez ou outra para onde iria. Se ele fosse passar a noite fora, ligava para o mais velho para não preocupá-lo, mas estava tarde e até agora ele não tinha ligado.
– Tao, o que houve? Está distraído.
– Perdoe-me, senhorita Mônaco, mas eu tenho que fazer uma ligação.
– É o seu irmãozinho, não? Fique à vontade.
Ele pegou o celular e discou para o irmão. De volta ao quarto dos gêmeos, as roupas íntimas do quarteto estavam jogadas por aí. O contato entre as peles e as respirações ofegantes eram presentes no quarto. O celular de Hong Kong tocou. Ele decidiu ignorar. Tocou mais duas vezes e ele achou melhor atender. Quando viu o visor, quase teve um ataque cardíaco.
– Droga. – Sussurrou antes de atender. – Alô?
– Kaoru onde você está?! Essa é a terceira vez que eu te ligo! Você está bem?! Aconteceu alguma coisa?!
– Calma, Tao, eu estou bem. Eu vou dormir fora hoje e apenas esqueci de te avisar. – Os Gêmeos se entreolharam de novo.
– Você me deixou preocupado.
– Sinto muito por isso. Não vai acontecer de novo.
– Hong. – Disse Yong agarrando o outro pela cintura e começou a passar as mãos no corpo do menor. – Você está demorando muito. – Disse manhoso.
– Essa voz é do Yong?
– Er... Ah! – Ele soltou um gemido involuntário ao sentir sem membro ser agarrado pelo maior.
– Yong, deixa um pouco para mim. – Disse Hyung fazendo o mesmo que o irmão, mas ao invés de agarrar o membro do outro, agarrou sua bunda.
– Desligue esse celular e volta pra cama. – Disse Yong antes de passar a língua em um dos mamilos do menor e soltar o cabelo do irmão.
– Ou se preferir, a gente faz aqui mesmo. – Disse Hyung antes de beijar o pescoço do menor.
– Já entendi. – Disse Macau. – Meu irmãozinho está crescendo. Não quero atrapalhar. Conversaremos sobre isso depois. Zàijiàn. (Zàijiàn: Tchau em chinês)
Macau desligou, os gêmeos soltaram Hong Kong e começaram a rir, Taiwan estava tendo uma hemorragia nasal e Hong Kong estava com cara de quem engoliu limão porque ninguém conseguia distinguir o que se passava em sua cabeça.
– Vocês são duas pragas. – Disse ele morrendo de raiva e vergonha.
– Nós sabemos. – Disseram os gêmeos dando um sorriso digno de Mongólia.
– Vai ser ele? – Perguntou o mais velho.
– Sim. – Respondeu o mais novo.
Os gêmeos pegaram o menor e o jogaram na cama, ficando em um de cada lado dele logo em seguida. Eles começaram a dar beijos, mordidas e lambidas no pescoço do honconguês. Parecia que eles tinham combinado isso, pois estavam perfeitamente sincronizados. Os coreanos desceram para peito deixando um rastro de saliva. Cada um deu uma leve mordida em um dos mamilos do menor, depois sugaram os mamilos enquanto suas mãos passavam pelas coxas do menor, que corava e gemia.
Em seguida eles desceram para o membro do menor, deram um sorriso malicioso e começaram a lambê-lo de forma sincronizada e sem quebrar o contato visual. Hong Kong se debatia, gemia e amaldiçoava os gêmeos, afinal, como eles conseguiam lamber seu membro de forma tão sincronizada e tão perfeita e suas línguas não esbarrarem uma na outra? E por que ele estava querendo que as línguas de ambos se tocassem?! Cada um apertou uma nádega da sua bunda, o que o fez descargas elétricas percorrerem. Os gêmeos ainda o encaravam com olhares maliciosos, suas línguas faziam movimentos circulares na glande, ele não ia mais aguentar, ele gozou e os gêmeos lamberam os respingos em seus próprios rostos.
– Não pense que nos esquecemos de você, Taiwan. – Disse o mais velho.
– Hyung, eu posso...? – Perguntou o mais novo.
– Só não a marque. Eu não marquei o seu.
Os olhos do mais novo brilharam como os de uma criança que acaba de ganhar seu doce preferido. Taiwan tinha ficado molhada com o que tinha acontecido, estava quase se tocando quando aqueles dois anunciaram que seria a sua vez e um calafrio sua espinha. Os gêmeos eram bonitos, o mais velho mais ainda depois que o mais novo tinha soltado seu cabelo, e acabaram de provar o que podiam fazer, mas o que ninguém sabia era que a fujoshi ainda era virgem. É, ver yaoi em tudo quanto é lugar e torcer pelos homens se pegarem o tempo inteiro tinha o seu preço.
– Peitos! – Gritou o mais novo antes de agarrar os seios da taiwanesa, a fazendo corar.
– Hei, não vá tão rápido assim! – Gritou o mais velho enciumado.
– Não se preocupe. Você pode pegar um.
O mais velho não queria estragar a alegria do mais novo. Ele agarrou o seio que o outro deixou disponível e começaram a beijar, morder e lamber o pescoço da garota enquanto apalpavam os seios dela. Taiwan não pôde conter os gemidos, principalmente quando eles desceram até seus seios e os abocanharam enquanto acariciavam suas coxas. Aqueles dois tinham como ser menos sincronizados?
Eles desceram mais, dessa vez até sua intimidade. Sorriram maliciosamente ao verem que ela já estava molhada. Eles beijaram e morderam o interior de suas coxas, arrancando mais gritos e gemidos e depois começaram a fazer o mesmo com sua entrada. Eles enfiaram suas línguas nela, faziam diversos movimentos em sincronia um com o outro, mas sem que se tocassem, o que deixava a taiwanesa ansiosa e excitada com o pensamento. Algum tempo depois, ela chegou ao orgasmo. Os gêmeos tiraram suas línguas de dentro dela e encararam os dois pensando o que fariam em seguida. Eles se encararam, sorriram maliciosos e voltaram a encará-los.
Após Hong Kong desligar o telefone, Macau ficou aliviado e ao mesmo feliz por seu irmãozinho estar dando uma chance para alguém, mesmo que esse alguém fossem os gêmeos coreanos filhos daquele mongol assustador e sem noção.
– Parece que ele não vai dormir em casa hoje.
– O que aconteceu?
– Ele está ocupado com seus próprios assuntos. O que acha de jogarmos algo diferente?
– Está falando de...?
– Sim.
– Eu esqueci os meus no meu quarto. Eu tenho que escondê-los muito bem. França não pode sonhar que eu os tenho.
– Eu entendo, mas não seja por isso. – Disse pegando um estojo com um par de dados negros.
Ambos sorriram cúmplices e o maior abriu o estojo e retirou os dados. Ambos amavam jogos de azar, óbvio que gostavam de outras coisas também, mas os jogos eram suas paixões. Eles poderiam jogar todos os jogos de cartas e dado a noite inteira, então por que não transformar o sexo em um jogo também? O problema dos jogos de cartas era que as partidas entre ambos eram extremamente longas a ponto de perguntarem como eles conseguiam prolongar tanto. Então ao invés de cartas, eles usavam dados eróticos, que eram muito bem escondidos de suas famílias. Era um jogo simples. Havia um dado que indicava as partes do corpo e um que dizia a ação, bastava jogá-los e obedecer a combinação. Mônaco pegou os dados e jogou.
– Morder bunda? É, já comecei bem. – Ela teve que abaixar as calças do companheiro para cumprir com o exigido. – Sua vez.
– Beijar barriga. – Ele teve que levantar o vestido dela para isso.
De volta ao quarto dos Coréias, cada um estava de frente para a entrada de seu parceiro. Eles tinham usado dois dedos de uma das mãos para penetrar o seu parceiro e dois dedos da outra mão para penetrar o parceiro do outro. Hong Kong e Taiwan ainda queriam descobrir como ambos eram tão naturalmente sincronizados, naturalmente por que não parecia algo que treinaram para fazer. Eles sabiam o que fazer sem nenhuma espécie de treino, era como se lessem o pensamento um do outro, era como se eles fossem apenas um. Aqueles dois agiam como se fossem um!
Algum tempo depois, ambos pararam ao mesmo tempo, o que fez os outros dois gemerem em protesto. Os gêmeos se posicionaram entre as pernas de seus parceiros, o que os fizeram corar repentinamente.
– AAAAAAAAAHHHHHH! – Gritou Taiwan.
– Qual é o seu problema? – Perguntou Coreia do Norte.
– É que... É a primeira vez que eu faço isso.
– Você fala disso com muitos detalhes, mas ainda é virgem?
– Eu falo de dois homens fazendo isso, não esperava que alguém fosse realmente fazer isso comigo.
– Parece que estamos em igual acordo, Hyung. – Disse Coreia do Sul rindo.
– Precisa espalhar que minha bunda não foi comida? – Perguntou Hon Kong.
– Só não garantimos que iremos devagar. – Disse o gêmeo mais velho.
– Como não? É a nossa primeira vez!
– Eu sou um tanto sádico e o Yong odeia esperar por qualquer coisa.
– Isso não vai doer, vai? – Perguntou a única menina no quarto.
– Só um pouquinho.
Isso foi o que saiu da boca do norte coreano, mas ele fez uma cara que dizia “vai doer pra caralho”. Os gêmeos entraram em seus parceiros de uma vez, um pelo ânus e outro pela vagina, fazendo-os gritar de dor. Enquanto eles os esperavam se acostumarem com o corpo invasor, eles os beijavam, acariciavam seus corpos e seus rostos e exploravam as áreas sensíveis como o pescoço, os lóbulos das orelhas, as pernas e os peitos.
Enquanto isso, o jogo de Macau e Mônaco tinha evoluído a tal ponto em que ambos esqueceram os dados e foram para a cama. Suas roupas jaziam pelo chão, seus óculos estavam nos criados mudos, seus corpos se moviam em ritmo frenético, suas respirações estavam descompassadas e suas bocas não emitiam nenhum outro som além de gemidos e dos nomes um do outro. Finalmente ele tinha atingido o ápice, se aliviando dentro dela. Ela veio logo depois. Após o ato sexual, ambos se encontravam deitados um ao lado do outro e abraçados.
– Há quanto tempo não transamos? – Perguntou ela.
– Há muito tempo, mas acho que isso vai mudar?
– O que quer dizer, Tao? Meu irmão pode ser o maior pervertido do mundo, mas em relação a mim ele é muito ciumento.
– Eu sei disso, Charlotte. Mas eu acho que eu deva confiar nosso segredo ao meu irmãozinho.
– Está certo disso? Logo você que tentou de tudo para que ele não descobrisse?
– Bem, eu queria protegê-lo disso e manter a inocência dele por mais tempo, mas percebi que não posso mais. Amanhã conversaremos sobre isso, mas por agora o melhor a se fazer é dormir. Amanhã será um dia cheio.
– Está bem.
De volta ao quarto dos Coreias, Taiwan e Hong Kong já tinham se acostumado e agora estavam sendo estocados. Era incrível que apesar de eles estarem sendo estocados por apenas um dos gêmeos, os gêmeos eram ritmados a ponto dos dois parecerem que estavam sendo estocados pela mesma pessoa. O primeiro a se aliviar foi Hong Kong, a segunda foi Taiwan e depois vieram os gêmeos preenchendo o interior dos parceiros. Pelo que os outros dois puderam notar, eles tinham gozado ao mesmo tempo. Os coreanos deitaram no meio, sendo que cada um abraçava seu parceiro.
– O que foi, Kaoru? Não foi tão ruim assim. – Disse Yong sorrindo para o menor.
– Macau vai me matar.
– Não pense assim. Vocês são irmãos, não são? Tenho certeza que ele vai entender.
– Assim espero.
– Ainda quer juntar todos os homens e transformar o mundo inteiro em yaoi, sem nenhum casal hetero ou yuri, Mei? – Perguntou Hyung.
– Bem... Acho que eu posso abrir uma exceção para você.
– Bom ouvir isso.
– Mas com uma quandição.
– Diga.
– Que você fique comigo e com mais ninguém.
– Ciumenta. – Disse um pouco antes de beijá-la nos lábios.
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