Notas iniciais
Tragam lenços e alguma coisa para amortecer a queda porque esse capítulo promete.

Celtic teve que lidar com Coréia Antiga naquela noite. No início a morena desmaiou, depois ela acordou e exigiu ver os filhos e no final ela se encaminhou para a enfermaria. Mesmo que Celtic tentasse pará-la e convencê-la de que eles precisavam descansar, Coréia não parou para ouvi-la.

Enquanto isso, Coréia do Norte não conseguia dormir, o estado em que seu irmão se encontrava o deixava inquieto. Ele não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo. Ele levantou de seu leito e sentou no do irmão. Por alguma razão segurou a mão do outro, não soube explicar se era hábito ou nostalgia, mas quando crianças isso era tão normal quanto respirar.

– Eu não sei se você pode me ouvir, mas gostaria muito que me ouvisse. Droga Yong, por que você é tão descuidado?! Já não te disse mil vezes para não correr para o meio da rua quando estiver se sentindo mal?!

Ele começou a chorar, mas não se importava com isso, ninguém estava ali para ver.

– Seu idiota! Você só sabe fazer cagada e depois eu me fodo para limpar! Você sabe que eu odeio te ver machucado, mesmo que nossos superiores queiram nos ver lutar e matar um ao outro, eu não quero te matar! Mesmo depois das inúmeras batalhas que tivemos, ainda dói em mim o simples pensamento de que irei te machucar de novo. Me desculpe seu idiota, meu idiota, meu irmão. Yong, volte logo, por favor.

– Hyung...

O outro levantou a cabeça e olhou para rosto do gêmeo. Ele não tinha mudado nada, mas ele poderia jurar que tinha ouvido o outro sussurrar seu nome.

– Yong, você pode me ouvir?

– Hyung...

– Yong! Onde você está?!

– Eu... Não sei...

– Fique calmo, você está bem agora.

– Hyung... Eu estou... Com medo.

– Não precisa ter medo. – Disse apertando a mão do outro com um pouco mais de força. – Eu estou aqui.

– Onde... Você está? Eu não... Vejo nada!

– Estou aqui, só siga a minha voz, entendeu?

– Ok...

– Yong, o que você vê?

– Nada... Eu estou cego?

– Não, idiota!

– Eu consigo te ouvir, mas não consigo te ver! Hyung, onde você está?!

– Já falei para seguir a minha voz, idiota.

– Eu estou fazendo isso, mas eu não estou te vendo!

– Já tentou abrir os olhos?

– Mas eles estão abertos, não estão?

– Abertos ou não, só continue seguindo. Não pare agora, você está indo bem. – Disse ao sentir um leve aperto da mão do outro na sua.

– Hyung, eu estou vendo uma luz, o que eu faço?

– Minha voz está vindo dela?

– Sim.

– Então corra em direção à luz. Corra como nunca correu antes. Volte Yong, eu também quero o meu irmão de volta.

Yong acordou ofegante. Ele não reparou onde estava, a única coisa que reparou foi no rosto preocupado do seu irmão. Os gêmeos se abraçaram e começaram a chorar.

– Hyung, eu tive tanto medo!

– Eu também! Eu achei que tivesse te perdido para sempre!

– Eu também! O que aconteceu?!

– Não importa, você está bem agora!

Mal sabiam que Coréia Antiga e Celtic tinham presenciado toda a cena. Coréia estava com cara de WTF e Celtic abafava o riso, afinal a cara da outra estava muito engraçada. Apesar da presença das duas, os gêmeos agiam como se estivessem sozinhos.

– Parece que a ligação entre eles é muito forte a ponto de um conseguir tirar o outro do coma. – Disse Celtic.

– É como dizem, gêmeos são o resultado de uma alma que se divide em duas.

– Hei, meninos, visita para vocês. – Disse Celtic fazendo os dois se separar e parar de chorar.

– Mãe?! – Disseram em uníssono.

– Eu estava tão preocupada com vocês! – Exclamou abraçando-os e voltando à choradeira.

– Nós sentimos a sua falta! – Disseram os gêmeos.

– Assíria vai ter muito trabalho amanhã. – Disse Celtic antes de se virar e sair.

Ainda naquela noite, Canadá dormia tranquilamente quando sentiu algo em cima de si e acordou. Era Zealand. Ele acabou tomando um susto e por pouco não caiu da cama.

– Alice, o que você faz aqui?!

– Não consigo dormir. Matthie, eu gosto de você.

– O que?

Sem nenhuma cerimônia, ela o beijou e enfiou a língua na boca do outro sem pedir permissão. No início ele se assustou, mas depois correspondeu. A língua dela era quente e atrevida explorava o interior da boca do outro, não com desejo, mas com curiosidade. Ao roçar a língua na dele, ela quebrou o beijo e colocou a mão sobre os lábios. Parecia uma criança que foi pega em uma travessura e depois ficou em estado depressivo.

– Eu não devia ter feito isso.

– Alice?

– Dick e Ralph vão ficar bravos comigo. Ah, que se dane!

Dito isso, ela o beijou com voracidade e começou a desabotoar a camisa do pijama do canadense enquanto passava a mão pelo peito do outro deixando-o vermelho. A neozelandesa retirou a camisa do outro e parou o beijo para pegar ar e analisar o corpo do seu parceiro. Canadá estava mais vermelho que antes.

– You’re so cute. – Disse dando um olhar e um sorriso infantil, que logo em seguida mudaram para um olhar desejoso e um sorriso malicioso. – And so hot too. – Disse lambendo os lábios e deixando o outro a ponto de ficar roxo.

Nova Zelândia do Sul começou a beijar o pescoço de Canadá, fazendo-o soltar um gemido. Às vezes ela lambia também. Ela variava de carinhosa e delicada à selvagem e de desejosa. Ela desceu pelo peito do rapaz, arrancando-lhes alguns gemidos. Zealand desceu até o cós da calça do outro. A barreira de tecido não lhe agradava, então ela arrancou a calça junto com a cueca, deixando-o complemente nu e envergonhado.

– Isso é por minha causa? – Perguntou divertida apontando para o membro pulsante dele, deixando-o ainda mais sem graça.

– D-Do que você está rindo?

– Você fica uma graça quando está vermelho. Minha vez.

Ela retirou a camisola xadrez azul clara e a jogou em um canto qualquer. Em seguida retirou a calcinha listrada azul e branca sem o menor pudor ou a menor vergonha. Mesmo sabendo da bipolaridade da garota, Canadá ainda se surpreendia com a rapidez que seu humor mudava, inclusive em uma situação como aquela.

Nova Zelândia do Sul agarrou o membro do canadense e começou a masturbá-lo ao mesmo tempo em que selou os seus lábios aos do outro com luxúria. Os gemidos de Canadá eram abafados pelo beijo, mas este logo foi quebrado. Zea virou sua atenção para o membro do outro. Ela depositou um pequeno beijo na glande, deixando ainda mais vermelho (se é que isso fosse possível). Em seguida ela lambeu o membro duro de cima a baixo, deu leves mordidas na glande e também deu algumas chupadas na glande. Canadá estava quase roxo e gemia descontroladamente. Sorte que América e Austrália tinham sono pesado.

– Alice, acabe logo com essa tortura.

– Não, tenho uma ideia melhor.

Ela sentou no tronco do outro, colocou ambas as mãos do outro em seus seios, mas ele moveu uma das mãos para o seu pescoço, onde repousava um pingente como este: http://www.aladinssilver.co.uk/assets/images/user/TriquetranecklaceSP-CKPS_LRG.jpg

– O que é isto?

– Foi big sis que me deu.

– Big sis?

– Minha irmã mais velha de consideração.

– Ah. – Com cara de “você tem uma irmã de consideração?”.

– E o que é isso no seu ombro? – Disse notando um borrão no ombro esquerdo da garota, pois não conseguia ver direito sem os óculos, ainda mais no escuro.

– É a minha tatuagem, Dick tem uma igual no ombro direito. Os maoris fizeram em nós antes que os europeus descobrissem nossas terras. Você não as vê porque nós as escondemos sob as mangas.

– Oh.

Ela levou novamente a mão do outro até seu seio desprotegido. Ela apertou o membro do outro, fazendo-o arquear e apertar seus seios. Zealand soltou um pequeno gemido de dor.

– Zea, você está bem? – Disse assustado e largando os seios dela.

– Por que você parou?! – Agora tinha entrado em estado de fúria.

– Mas não estava te machucando?

– Eu estou bem. – Disse docemente. – Agora continua caralho!

Sem pensar duas vezes, ele retornou a agarrar os seios da garota. De uma hora para outra ela tinha virado masoquista e pedia para apalpar seus seios com força e movimentá-los. Mesmo assim ela não parava de masturbá-lo. Canadá sentiu algo molhar seu abdômen, mas só descobriu o que era quando Zealand começou a esfregar sua intimidade pela sua barriga.

– Olha só o que você faz comigo, Matthie.

– Alice, eu não aguento mais. – Disse entre um gemido e outro.

– Mas já?! – Perguntou surpresa.

– Sim!

– Tem certeza? – Perguntou provocativa.

– Alice!

– Está bem, mas só porque você fica muito fofo quando está prestes a gozar.

– Alice! – Exclamou roxo de vergonha.

A garota se posicionou em cima do “Jr” e desceu com força.

– AAAAAAAAHHHHHHH!

– Alice, você está bem?!

– Está doendo. – Disse chorosa. – Eu não imaginava que ia ser assim.

– Como é?

– É a primeira vez que eu faço isso.

– O QUE?! – Ele só não caiu para trás porque estava deitado.

– Você vai ter que assumir.

Canadá conseguiu virá-la de forma que não causasse dor. As posições estavam invertidas e ele esperou até que ela se acostumasse com o volume intruso. A única coisa que se passava em sua cabeça era como uma garota virgem conseguia ser tão negligente ao fazer aquilo sem o menor cuidado.

– Tudo bem, pode se movimentar.

– E... Eu não sei como fazer isso.

– Você também é...?

– Não! Sim, digo, é a primeira vez que estou no controle.

– Você por acaso é uke e só foi penetrado? – Perguntou curiosa.

– Eu não diria dessa maneira!

– Que fofo! – Disse em uma alegria infantil. – A minha vagina é a primeira que o seu pau entra.

– Alice!

– Que legal! Eu vou ser a primeira a te fazer macho!

– Você está ouvindo o que está dizendo?!

– Não precisa ficar envergonhado. Muitos países homens já tiveram seu cu arrombado.

– Isso é para me animar?

– Já disse que você fica irresistível quando está envergonhado? – Ela agarrou a nuca dele e o puxou para outro beijo longo, mas logo parou. – Pode começar a se movimentar.

– Mas...

– É só entrar e sair.

– Ok.

Ele fez o que ela mandou, mas não saiu como esperado. A garota gritou de dor.

– VAI DEVAGAR PORRA PORQUE ISSO DÓ PRA CARALHO!

– Desculpa! Foi sem querer!

Dessa vez ele foi devagar conforme ela ia se acostumando, ela pedia para aumentar a velocidade e a força. Dessa vez foi Canadá que iniciou o beijo. Ele desceu para o pescoço dela e começou a beijá-lo. A garota gemia palavras desconexas oras em inglês e oras em outra língua que ele não conhecia.

Depois de algum tempo, Zealand retomou o controle e tinha ficado por cima. Agora quem ditava o ritmo era ela. Ela subia e descia sem parar até sentir ser preenchida pelo líquido do outro. Ela também chegou a ápice e depois disso saiu de cima Del e desabou, literalmente, sobre ele. Os dois estavam ofegantes e não demoraram a cair no sono.

Enquanto a parte mais dolorosa acontecia, no apartamento ao lado, New acordou com uma forte dor no ombro direito.

– Alice.

Não precisava olhar para a cama ao lado para ver que sua irmã não estava lá. Ele correu para o banheiro pensando que ela estava praticando alguma tentativa suicida e não a encontrou. Vasculhou a sala, o lavabo e a cozinha e não tinha nenhum sinal dela. Seu ombro deu uma aliviada, mas depois começou a latejar novamente e ele caiu de joelhos no chão, agarrando o ombro com força.

– Droga Alice!

Sua ligação gêmea com a sua irmã era diferente da dos gêmeos Hyung e Yong. Toda vez que um deles estava com dor, a tatuagem no ombro do outro parecia queimar a pele. Se algo mais grave acontecesse a um deles, lógico que o outro sentia no coração, mas também sentia a dor no ombro em que estava a tatuagem. Era uma espécie de maldição.

New foi até o quarto de Austrália e Wy. Os encontrou dormindo, mas nenhum sinal de Zealand. Ele acordou Austrália.

– Ralph, você viu a minha irmã?

– Não, por quê?

– Aconteceu alguma coisa com ela.

– Já procurou no banheiro?

– Ela não está em nenhum lugar da casa!

Austrália se levantou e procurou por Zealand. A busca terminou no quarto dos neozelandeses. O braço de New não doía mais, mas o fato de sua irmã não estar em casa o preocupava.

– Daqui a pouco ela aparece. Do jeito que ela é doida, deve ter atravessado o buraco na parede e dormido no vizinho.

– É, acho que tem razão.

– O que acha de aproveitarmos que estamos sozinhos? – Disse sorrindo maliciosamente.

Austrália envolveu a cintura do outro e o puxou para um beijo. New não resistiu, ele correspondeu de imediato. O maior arrancou os pijamas de ambos e deitou o menor bruscamente na cama dele.

– Ai, Ralph. Tome cuidado.

– Desculpe. Não consigo me conter, você é tão fofo e tão gostoso. – Disse beijando o pescoço do menor.

– Ralph! – Gemeu corado.

Austrália desceu para os mamilos de Nova Zelândia do Norte, onde passou a língua pelo esquerdo e depois deu uma leve mordida, fazendo o mais novo corar e soltar um gemido. Em seguida fez o mesmo com o direito e subiu para o ombro do menor, mais precisamente para a tatuagem. New afastou a cabeça do mais velho do local.

– Nem pense nisso.

– O que foi? Você adora quando eu mordo e chupo o seu ombro esquerdo, por que eu não posso fazer no direito também?

– Porque é nele que está a minha tatuagem.

– E?

– A minha tatuagem está conectada com a da minha irmã. Ela pode sentir e acabar com a nossa diversão.

Austrália fez uma careta e fez o que pretendia no ombro esquerdo. Ele agarrou o membro do menor com uma das mãos e com a outra começou a penetrá-lo com um dedo, fazendo o menor jogar a cabeça para trás e gemer. Eles não podiam perder tempo. Quando o neozelandês se acostumou, o australiano enfiou outro dedo, arrancando outro gemido. Quando viu que Nova Zelândia do Norte estava quase no ápice, Austrália retirou os dedos e inseriu seu membro no menor. Ele o beijava e acariciava os cabelos de New para acalmá-lo e amenizar a sua dor.

– Mas o que significa isso?! – Exclamou Wy na porta do quarto.

– Kaelin, o que está fazendo aqui?! – Perguntou Dick surpreso e envergonhado.

– Eu acordei com o barulho. Onde está Alice?

– Deve ter ido pra casa do vizinho ou coisa assim. – Disse Ralph. – Agora, volte a dormir.

– Para vocês continuarem com isso?! Nós somos irmãos!

– Nós não somos irmãos de verdade Wy. Isso foi invenção do Inglaterra, mas Dick e Alice nunca foram nossos irmãos de verdade.

– É verdade, Kaelin. – Disse New tentando tranquilizá-la. – Alice colocou isso na cabeça e acha que é verdade, mas não é.

– Agora, volte a dormir.

Wy voltou para o quarto e Austrália voltou a beijar New ao mesmo tempo em que começou a se movimentar dentro do menor. O maior começou a beijar o tórax do outro enquanto aumentava a velocidade e o masturbava. O neozelandês foi o primeiro a gozar, seguido pelo australiano. Ambos adormeceram de conchinha.

Wy não conseguia dormir. Ela tentava processar o que estava acontecendo. New e Zealand não eram seus irmãos de verdade. Zealand acreditava que eram. Austrália e New sabiam que não eram tinham e um caso.

– Pobre Alice. – Suspirou ela se sentindo culpada. – Como ela vai ficar se ela souber?

Notas finais
A Nova Zelândia teve imigração irlandesa e na época a Irlanda não tinha se separado da Grã-Bretanha e a Irlanda do Norte não existia. Por isso o encontro das personagens no passado e Zea usa um colar de nós celtas, que pertencia à Irlanda. # Os maoris já faziam tatuagem antes da chegada os europeus. A tatuagem para eles era uma forma de hierarquia, os mais nobres tinham tatuagem no rosto. # Como New e Zea também são gêmeos, eles possuem a mesma ligação que Coréia do Sul e Coréia do Norte, porém a deles é mais fraca e parte dela foi canalizada nas tatuagens. Uma forma de mostrar não só a ligação como a cultura maori. # Austrália e Nova Zelândia são rivais em qualquer tipo de esporte. Australianos odeiam perder para neozelandeses e vice versa. # # # É, esse é o primeiro hentai com humor da história das fanfics. Não me perguntem como isso saiu. *me escondo dentro de um barril* Pobre Wy. Só tenho duas coisas a dizer sobre este capítulo: 1ª - Gêmeos. *imito o cara que diz "alienígenas" do History* 2ª - Gêmeos, gêmeos everywhere! *imito o Buzz*