Notas iniciais
UHUL! Minhas provas acabaram, a viagem d fim de semana também e aqui está um capítulo fresquinho.
Divirtam-se.

Em alguma sala secreta da escola estavam Ártico e Antártida, os padrinhos mágicos mais pirados do lugar. Eles não eram considerados nações, eram apenas duas regiões polares que abrigavam o polo norte e o polo sul.

- Ártico, está sentindo uma tensão estranha no ar?

- Estou sim, Antártida. Parece que as coisas não estão boas por aqui.

- O que acha da gente juntar alguns casais?

- Antártida, você sabe que é errado interferir na vida amorosa das pessoas.

- E quem falou em interferir? Vamos apenas dar um empurrãozinho.

- Não é melhor esperar os boatos esfriarem primeiro?

- Qualquer chance deve ser aproveitada. Vamos ficar de olho.

As aulas seguiram normalmente, mas o corpo docente já estava sabendo de tudo o que tinha acontecido, afinal, fofocas se espalhavam rápido naquela escola. Panamá e Filipinas estavam furiosas com América, mas logo esqueceriam. Assim que Nova Zelândia do Sul pôde, ela correu para casa tirar satisfações com Wy. A menor disse que tinha contado apenas para Seborga, Sealand e Chipre. Lógico que tomou uma bronca enorme da irmã mais velha.

Enquanto isso, Vietnã andava com Taiwan pelos corredores rumo à saída. Ao atravessar a porta de entrada, ela encontra América apoiado no parapeito perto da escada. Seu dia não estava bom, então decidiu ignorá-lo.

- Ah, Viet. Que bom que apareceu. Eu estava me perguntando por quanto tempo mais iria me deixar esperando.

- Já não basta a escola toda falar sobre o que aconteceu entre nós no fim de semana e você ainda tem a cara de pau de aparecer aqui e dizer uma bobagem dessas?! – Os olhos de Vietnã literalmente pegavam fogo, tanto que Taiwan teve que procurar abrigo.

- Eu juro que não fui eu! Eu não disse nada a ninguém.

- Se você não tivesse insistido para beber comigo, nada disso teria acontecido!

- Tenha calma.

- Calma?! Não foi você que teve que aturar as provocações de Filipinas! Se o Coréia do Norte não a tivesse aterrorizado o dia inteiro, ocorreria um assassinato aqui! – América arregalou os olhos, mas não pôde falar nada porque Vietnã não o deixou. – E como se não bastasse, uma garota chamada Panamá veio tirar satisfações comigo no intervalo das aulas.

- Viet, eu só quero me desculpar pelo que aconteceu hoje, mas acredite em mim, eu não tive culpa do boato ter se espalhado. – Apesar da discussão, América mantinha o tom voz baixo, como o de uma criança se desculpando por quebrar a janela, o que surpreendeu Taiwan e Vietnã.

- Se não foi você, então quem foi? – Perguntou ela cruzando os braços.

- Eu não sei. A vizinha doida assombração de videogame quer descobrir. Quem sabe Matthew não fala com ela e descobre quem foi?

- E de que vai adiantar?

- Eu não sei.

Enquanto os dois discutiam, Ártico e Antártida estavam no telhado com um balde de água bem gelada.

- Para que esse balde, Antártida?

- Simples, eu vou molhar a Vietnã, e o América como bom herói que é vai emprestar o seu casaco a ela. Assim conseguimos uma aproximação melhor entre os dois.

- Grande ideia! Joga logo!

Voltando a América e Vietnã, a vietnamita tinha se cansado de ficar ali, ainda mais que algumas pessoas saíam do prédio. Ela começou a caminhar a passos rápidos sem olhar para trás.

- Viet, espere! – América foi atrás dela.

Ártico e Antártida tinham jogado a água, mas para a sorte de Vietnã, ela tinha saído do caminho, mas Holanda tinha acabado de sair do prédio e recebeu a água.

- PUTA QUE PARIU! QUE FRIO!

- O que aconteceu? – Perguntou América se virando e esquecendo Vietnã por um tempo.

- Eu não prestei atenção. Estava vendo a discussão de vocês dois. – Disse Taiwan.

- Quando eu pegar o engraçadinho que fez isso... – Volta para o prédio para procurar os responsáveis.

- O que aconteceu aqui? – Perguntou Inglaterra saindo do prédio.

- Nada. – Respondeu América um pouco sem ânimo, o que deixou Inglaterra de olhos arregalados.

- Vietnã. – Sussurrou Taiwan para o inglês.

- Já sei! – Grita surpreendendo a todos. – Vou compensá-la por tudo o que aconteceu!

- Are you crazy?! Ela já não demonstrou que não te quer por perto?!

- Eu sou um herói e heróis não desistem facilmente! – Dá aquele sorriso confiante que só ele sabe dar.

- Você é um idiota, vai acabar levando uma remada! – Exclamou Inglaterra.

- Isso é tão romântico. – Disse Taiwan com corações nos olhos. – Eu quero ajudar!

- Ótimo! Podemos começar agora mesmo!

- É melhor esperar até amanhã, é melhor deixá-la sozinha por um tempo.

- Vocês não estão me ouvindo!

América e Taiwan saíram andando e planejando enquanto Inglaterra ficou para trás. Ele não percebeu quando Irlanda do Norte parou do seu lado.

- Arthur, o que você faz aqui? Não era para estar no conselho?

- Acabei mais cedo. Você não ia voltar com os outros?

- Scott tinha coisas para resolver na redação.

- Provavelmente sobre o meu mico na festa.

- É, e Casey está na biblioteca, estudando.

- E a sua irmã?

- Eu não vi a Emily. Deve estar com Finlândia, Bélgica ou Espanha.

- Ainda aqui, presidente? – Perguntou França se aproximando dos dois com um sorriso cínico.

- O que quer, Francis? – Perguntou Inglaterra irritado.

- Eu estava indo para casa, mas já que encontrei vocês dois aqui, pensei em irmos juntos. – Disse com um sorriso malicioso.

- Yep, cén fáth nach? – Disse Irlanda do Norte parecendo educado. (yep: sim em inglês; cén fáth nach: por que não em irlandês)

- O que eu te falei sobre misturar inglês e irlandês?! – Esbravejou Inglaterra.

- Foi mal. – Disse coçando a parte de trás da cabeça.

- Iggy, não seja mau com o Irlanda do Norte. – O francês fez beicinho. – Seja legal como ele. – Passa um dos braços pelos ombros do norte irlandês.

- Frog, tire os braços dele!

- Mas eu não estou fazendo nada. – Se vira para o mais novo, ficando muito próximo do rosto dele. – Sério, como alguém tão fofinho como você pode ter um irmão tão rabugento como ele?

- Fofinho? – Irlanda do Norte perguntou confuso e um pouco corado com a proximidade.

- Claro, petit. Olhe só para você, não me admire que sua irmã não me deixe chegar perto de você.

- E com razão! – Exclamou Inglaterra antes de livrar Irlanda do Norte de França e puxá-lo pelo pulso.

Inglaterra puxou Irlanda do Norte por todo caminho. Vez ou outra ele olhava para trás para ver se França estava por perto e quando o avistava, acelerava ainda mais. Os dois entraram no elevador do prédio e o mais velho se pronuncia.

- Você tem que tomar mais cuidado, Charlie.

- Mas o que foi que eu fiz?

- Não o que você fez e sim o que aquele frog iria fazer com você. Ele é um pervertido, queria sexo com você.

- Não pode ser verdade, Arthur. – Disse o mais novo completamente vermelho. – Francis sempre foi...

- Extrovertido demais? Charlie, você não viu que ele estava prestes a te beijar? Se Scott e Emily souberem que eu te deixei com aquele tarado, eles me matam!

O silêncio se instalou entre ambos até que chegassem ao andar deles. Irlanda do Norte não foi para casa, ele entrou no apartamento de Inglaterra, surpreendendo o outro por sua atitude.

- Arthur, você pode responder uma dúvida minha?

- Claro.

- Você já beijou alguém, não foi? – Senta no sofa.

- Claro que sim! Imagina se eu iria deixar de...

- Como é a sensação?

- Excuse me?

- Como é a sensação de beijar alguém? – Corado e olhando para baixo.

- Bem, é... Você nunca beijou uma garota?

- Não.

- Nem um garoto?

- Também não.

- Uma cabra, uma ovelha, uma pedra, o travesseiro, qualquer coisa?!

- Arthur, eu não beijei nada e nem ninguém.

- Nem mesmo o Scott, a Emily e o Casey?!

- Emily é a minha irmã! Só de pensar nisso me dá pesadelos. – Irlanda do Norte fez uma careta e Inglaterra entendeu que foi pelo fato de ele ter sido praticamente pela Irlanda e ter passado mais tempo com ela do que com qualquer um deles. – Scott não tentou nada comigo, ainda bem. Eu só o vejo como meu irmão mais velho, mesmo tendo passado pouco tempo juntos.

- E Casey? Os que mais passaram mais tempo com você e que praticamente te criaram foram o Escócia e a Irlanda. Gales e eu quase não te víamos.

- Também não aconteceu nada.

- Mas mesmo assim! Olhe para você! É tão bonito e tão fofo quanto eu aqui! É impossível que ainda não tenha beijado alguém!

- É que... E-Eu queria ter meu primeiro beijo com você. – Inglaterra ficou estático por um momento. – Por favor, não me entenda mal.

Inglaterra saiu do transe. A expressão envergonhada do norte irlandês só o deixava ainda mais fofo. Talvez se fosse apenas dessa vez, que problema teria? Ele sentou ao lado do maior e segurou o queixo dele com uma das mãos, o fazendo corar ainda mais.

- Você quer mesmo saber como é a sensação?

- S-Sim.

O mais velho colou os seus lábios aos do mais novo. Começou com um beijo calmo e um pouco desajeitado por parte do ruivo, mas o suficiente para fazer seu coração disparar. Há tempos ansiava por esse momento. Depois de um tempo, o loiro se separou do outro.

- O que achou?

- Eu gostei.

- Então vai gostar do que vem depois.

- E o que vem depois?

Inglaterra apenas deu um sorriso malicioso antes de beijar o mais novo novamente. Dessa vez havia mais urgência tanto que sua mão saiu do queixo e foi para a nuca do mais novo para aprofundar o beijo. Sua língua tinha entrado na boca de Irlanda do Norte e explorava todo o interior, fazendo o ruivo soltar um baixo gemido. Ele o deitou no sofa e ficou por cima do mais novo. Eles tiveram que se separar para respirar.

Não demorou para o loiro atacar o pescoço do ruivo. Enquanto o mais velho beijava, lambia e chupava o pescoço do mais novo, uma de suas mãos entrou por debaixo da camisa do maior acariciando o tronco. Irlanda do Norte estava experimentando aquelas sensações pela primeira vez e não sabia como deveria reagir, achou melhor deixar o outro guiá-lo. Inglaterra voltou a beijá-lo, mas foi puxado pela camisa e bruscamente separado de Irlanda do Norte. Ao olharem para o lado, ambos se depararam com Escócia olhando severamente para eles.

- Mas o que diabos vocês estavam fazendo?!

- Scott?! Mas eu pensei que... – Começou o norte irlandês tão vermelho quanto o cabelo do escocês.

- Eu vim para casa depois de ver o que aconteceu entre vocês e o França.

- Mas você não estava na redação?! – Perguntou Inglaterra com raiva.

- Que por acaso tem uma janela com vista para a entrada da escola. – Retrucou o ruivo mais velho. – Vamos, Charlie, eu te levo para casa.

Escócia levantou Irlanda do Norte do sofa, pegou as coisas dele e o levou para casa. Irlanda do Norte não tinha como resistir e teve que entrar em casa com Escócia atrás. Escócia o levou para um cômodo afastado da parede que eles dividiam.

- Pode me explicar o que foi aquilo? – Perguntou o ruivo mais velho cruzando os braços.

- Scott, eu não sou mais criança para te dar explicações da minha vida. – O ruivo mais novo cruzou os braços emburrado.

- Não é, mas age como uma. Já pensou se sua irmã, por algum motivo qualquer, vai à minha casa e te pega com o Inglaterra?

- Eire também não tem nada a ver com a minha vida.

- É aí que você se engana. Nós somos seus irmãos mais velhos, nós já passamos por muita coisa e nós sabemos de coisas que você nem imagina. Você tem noção do que ia acontecer caso eu não tivesse interrompido?

- A gente continuaria da mesma maneira que a gente estava antes de você chegar.

- Como você é inocente, Charlie! Vocês iriam fazer sexo!

- Talvez eu quisesse fazer sexo com o Inglaterra.

- Arthur é uma vadia, você não espera que ele faça algo, você deve pegá-lo de jeito e fazer algo.

- É assim que você fala do seu irmão?!

- Por Deus! Arthur dá mais a bunda do que come alguém! Se ele come alguém é porque está com abstinência! Olha, eu sei que você gosta dele mais até do que deveria, mas não tente fazer isso quando ele estive de abstinência. Eu não quero que se machuque.

- E desde quando você se importa com alguém, Scott?

- Quem disse que eu me importo? Eu só não quero que a sua irmã reclame comigo se alguma coisa ruim te acontecer. Charlie, eu sou seu meio irmão, mas eu ainda sou o mais velho e você é de responsabilidade minha e da Irlanda. Se alguma coisa te acontecer, adivinha em quem a Hungria ruiva vai jogar a culpa? Você não quer que nada disso aconteça, quer?

- Não. – Ele abaixou a cabeça.

- Então pronto. – Escócia ia sair, mas o mais novo segurou o seu casaco.

- Scott, você vai contar para a Eire?

- Não. – O mais velho se virou e afagou a cabeça do outro. – Apenas fique longe de problemas, está bem?

Escócia se soltou e se despediu do mais novo, voltou para casa, pegou o loiro, arrastou para o banheiro que tinha o buraco feito por Israel e Palestina, que ninguém consertou até agora, passou por ele parando na casa dos dois, prensou Inglaterra na parede oposta e o beijou com voracidade. O loiro não resistiu, apenas correspondeu. O ruivo se separou e largou o loiro.

- É, está mesmo com abstinência e das grandes.

- Não fale besteiras! – Exclamou o loiro vermelho.

- Quem aqui está falando besteira? Quando foi que você parou de resistir e passou a corresponder de imediato? Ainda mais na casa dos nossos vizinhos explosivos?

- Você está falando isso só porque eu beijei o nosso irmão mais novo?

- Ele é irmão da Hungria ruiva também, se bem que a Hungria deveria ser chamada de Irlanda morena.

- Comeu merda?! Irlanda sempre foi uma sentimental e chorava por tudo.

- Vai por mim, Irlanda consegue ser mais macho que 90% da escola, mas isso não interessa! O que interessa é que se você chegar perto do Charlie de novo e a Irlanda souber, você vira tapete e ela ainda vai deixar Nessie e Goch cagarem no seu cadáver.

- E porque se importa?

- Porque eu não quero que o meu Nessie cague em porcaria! Se você está tão desesperado assim, procure outro. Eu te mandaria dar a bunda para o América, mas como ele está correndo atrás da vietnamita no momento, dê a bunda pro França mesmo.

- O que te faz pensar que eu deixaria o frog fazer isso?

- Você já fez isso muitas vezes. Se não quiser com o França há o Prússia, Holanda, Dinamarca, Rússia, qualquer um, mas fique longe do Irlanda do Norte. Ele é inocente e inexperiente demais. Se eu te pegar tentando algo com ele, arranco essas taturanas da sua testa.

Escócia atravessou o buraco e foi para a porta da frente, mas antes de sair, ele se virou para Inglaterra do outro lado do buraco.

- Eu tenho que voltar ao trabalho. Se eu fosse você, sairia daí antes de Israel e Palestina chegarem. – Sai pela porta e volta ao que estava fazendo.

Seychelles andava pelos corredores com Madagascar, a maior ilha da África. Madagascar ficou famoso pelo filme que fizeram, mas ele é zoado por todo mundo, basta cantar “Eu me remexo muito” na frente dele.

- Madagascar, você sabe o que houve entre o Francis e a Argélia?

- Essa é uma história antiga, Michelle. Argélia teve seu território invadido pelo França em 1830 e o maluco já a declarava território francês antes mesmo de anexá-la ao seu território, mas o desgraçado só conseguiu sua vitória no século XX.

- Só por isso?

- Ainda não acabei. França deu poderes e privilégios para uma minoria estrangeira e descendente de estrangeiros e excluiu a maioria nativa, incluindo a nossa querida Angelina, o que provocou uma crise social enorme.

- Angelina?

- É o nome humano da Argélia. Angelina Agnel.

- Ah ta.

- Onde eu estava? Ah sim, França fez um monte de merda com o povo dela, para se ter noção, os nativos nem tinham direito a voto e poucos nativos eram alfabetizados. Não demorou a entrarem em guerra novamente, mas dessa vez, Angelina lutava pela independência. Houve massacres dos dois lados, mas eu nunca vi tanto ódio em uma nação pela outra.

- Eles devem se odiar muito.

- Ela o odeia até a última célula já ele, bem, ele é o França.

- Entendi.

- Talvez tenha sido a guerra de independência mais sangrenta que já vi, mais de um milhão de mortos. Em 1962, França finalmente reconheceu a independência da Argélia e depois disso, nesse mesmo ano, ela entrou em guerra civil que durou até 2000.

- Nossa! Isso é muito tempo!

- Angelina não parou de guerrear por um momento sequer. Tanto na invasão quanto na independência e na guerra civil, mas ela ainda está longe de ter paz.

- Isso é triste.

- Muito triste.

Notas finais
Madagascar ficou famoso pelo filme Madagascar e agora é zoado pelos seus colegas da Classe África.
#
França já declarava Argélia como sua propriedade antes mesmo de tomá-la.
#
Apesar de invadir a Argélia em 1830, a vitória só foi conseguida e a Argélia anexada ao território francês no século XX.
#
Como toda colônia africana, Argélia foi colônia de exploração. Além disso, todas as colônias africanas tiveram enormes crises sociais que perduram até hoje, além da pobreza e da miséria em regiões fora da capital.
#
A guerra de independência da Argélia contou com mais de 1 milhão de civis mortos. Em 1962 é acertado o Armistício de Evian, com o reconhecimento da independência argelina pela França em troca de garantias aos franceses na Argélia.
#
Logo após a independência, Argélia mergulhou em guerra civil.
#
#
#
Ártico e Antártida como cupidos, será que isso vai dar certo?
América conseguirá se redimir?
Iggy na seca, gente! Tome cuidado, muito cuidado.
Escócia e Irlanda são muito protetores quanto ao Irlanda do Norte, que realmente gosta do Inglaterra. Não é a toa que sofre de Crise de Identidade Cultura.
Nome da Argélia revelado e uma breve história dela também! Vamos ver... Argélia é Angelina Agnel cuja capital é Argel e sua nacionalidade é argelina, logo Angelina Agnel de Argel, Argélia, uma argelina (puts, criei um trava-língua!).
#
Veremos o que estar por vir.