Notas iniciais
Desculpem a demora!
boa leitura!

Cebola continuou lá no chão pensando na besteira que tinha acabado de fazer. Logo depois de Mônica ter assistido aquele beijo, correu para o seu quarto e se trancou lá dentro. Magali ainda andava em passos furiosos até dentro da casa, lá se cruza com Cascão. Só que ambos não olham para onde andam e acabam se esbarrando.

– Aii Cascão, não olha pra onde anda? – perguntou irritada.

– Eu é que te pergunto...

– O que você está fazendo aqui? Achei que estivesse lá na praia com os meninos.

– E estava... Só vim buscar uma bola pra gente jogar vôlei... E você?

– E-eu o que?

– O que você veio fazer aqui?

– Nada que seja da sua conta. Agora dá licença que eu preciso falar com a Mônica...

– Êêê, tá nervosinha assim por que? Comeu alguma coisa que não gostou? Apesar de no seu caso ser um pouco impossível.

– Nada... Não aconteceu nada... Eu só... Preciso achar a minha amiga ok? Tchau!

Cascão levanta os braços como estivesse se rendendo e sai da frente para ela passar. Ele estranha a atitude dela, mas logo depois dá de ombros quando ela some e volta para praia.

Magali sobe até o andar de cima e vai até o seu quarto, percebe que a porta estava trancada e bate na porta.

– Mônica?

Mônica levanta a cabeça do travesseiro ao ouvir sua voz, e enxuga suas lagrimas rapidamente.

– Mônica você tá ai dentro?

Depois de 10 segundos Mônica destranca a porta.

– Amiga?

– Oi...

– Por que se trancou ai dentro?

– Er... Eu vim descansar um pouco, e acabei trancando a porta para evitar caso dos meninos entrarem. – disse forçando um sorriso.

– Descansar?

– É Magali... Descansar... Agente chegou a pouco tempo. E a vigem foi longa esqueceu?

– Ahm... Entendi... Escuta Mônica, eu to precisando falar com você. Pode ser?

– A-agora? – disse já imaginando o assunto.

– Sim, por que?

– Ah Magali, agora não vai dar. Depois agente conversa. – disse Mônica já abrindo a porta pra sair do quarto.

– Você não ia descansar?

– Já descansei... E-eu vou voltar pra praia tá?

– Mas...

Antes de Magali terminar, Mônica já havia batido a porta.

Magali suspirou foi até lá em baixo. Chegando lá encontrou Mônica, Aninha, Dc, e o dono da casa conversando.

– Então... Agente pode fazer uma festa aqui?

– Exatamente, tudo que precisaram estar no quintal... Comidas e bebidas têm na cozinha, mas não tem o suficiente para uma festa então vocês precisaram comprar.

– Não se preocupe com isso... – disse Mônica.

– Então beleza, qualquer duvida é só me chamar... – quando o homem já ia se virar para sair...

– Mas não tem perigo dos vizinhos reclamarem do barulho? – perguntou Aninha.

– Que nada, como vocês viram as casas são bem distantes uma da outra, vocês não correm esse perigo.

– Tudo bem então, valeu aí. – disse Do Contra abrindo a porta para ele.

– Gente, que festa é essa que eu não to sabendo? – perguntou Magali.

– Não... Agente nem tem certeza se vamos fazer, o cara só veio explicar umas paradas caso nós quiséssemos fazer uma festa aqui.

– Ué mas... Como acabamos de chegar, seria legal fazermos uma festa hoje pra comemorar...

– Até que a Magá tem razão. – disse Aninha sorrindo.

– Eu topo. – disse Dc.

– Bom... Por mim também fechou. – disse Mônica saindo.


Notas finais
Até o proximo!