Férias De Dan Cahill
14 Capítulo 14
Notas iniciais
reviws!!!
Pov. Dan
Não conseguia pregar os olhos por três motivos: calor, roncos de Nelie e... e , olhei para os lados e a luz do banheiro estava acesa e eu curioso espiei. Ao ver Natalie com uma roupa meio esportiva e na pia arrumando as unhas envenenadas.
- o que você está fazendo? — perguntei olhando zonzo.
- Dan você não devia está dormindo? — ela perguntou.
- eu que te pergunto. – esfreguei os olhos.
- desde quando o que faço ou deixo de fazer te interessa? — disse.
- depende do ângulo de vista. — respondi de forma sensata, se bem que ela bufou.
- você está fazendo... As unhas... Ammm... Envenenadas? — perguntei com receio.
- é sim. – ela respondeu. Eu olhei no que fazia e avistei algo em que quase me matou na África, uma coisa gosmenta e verde.
- e esse é aquele... Veneno?
- aquele que queimou seu braço, fez você sofrer de febre e quase ficar de coma ou morrer? temos uma adega disso. – colocou em uma das unhas no frasco. – Dan você não tem que ir dormir?
- e você não? — essa não foi nada sutil, no que fez bufar mais uma vez.
- Dan não me faça dar uma de mamãe má para te botar na cama? — ela mostrou as agulhas, mas isso não me fez soltar uns risos. – você entendeu.
você não seria uma mãe boa nem de longe. Ok já estou indo. – voltei para cama tentando discretamente prestar a atenção em Natalie, logo ela saiu. – sou Cahill e curioso para ficar fora dessa.
* * *
Arrumei-me mais rápido e silencioso que pude e desci atento.
- psiu, cara se pode me dizer se passou uma garota da minha idade estilo ginasta? — perguntei ao vigia em que me direcionou para o lado direito da avenida. – valeu. – andei em passos apressados a procura de Natalie o que não demorou muito, apesar de muitos restaurantes e bares estarem cheios ela caminhava tranquila olhando os números dos edifícios e casas, até entrar em um prédio de cor creme, não muito auto, eu a observei de longe digitando uns códigos estranhos e por mais escroto que eram não perdi minha memoria fotográfica. – 5. A. 22. B.j.387 – sussurrei.
Entrei nervoso, logo depois de Natalie de forma discreta e ao entrar me escondi... É estranho, mas me escondi atrás de um aparelho de ginastica olímpica e o que observei foi mais surpreendente se bem que Natalie treinando não era nada mal, saltando, desviando, até... Chega, quando percebi ela olhava brava em minha direção.
- o que você está fazendo aqui?
- bom treinamento. – disfarcei, mas não deu certo pelo seu olhar cor âmbar – sabe que sou curioso.
- você está em uma base Kabra de treinamento! nem mesmo um madrigal pode entrar aqui. – ela rosnou.
- sabe que a senha não é lá muito difícil. – levantei. – mas posso te fazer uma pergunta?
-já fez. – ela se virou de costas – agora vá embora.
- você me entendeu. – ela olhou para mim menos emburrada – faça.
- você tem armas ninjas? — perguntei esperançoso. Ela espantou um sorriso leve.
- segunda porta a direita. -Corri, e abri meu sonho.
- você não acha um pouco... Infantil ainda essa paixão platônica por ninjas? — ela cruzou os braços em quanto em contemplava meus sonhos.
-Não. E diria o mesmo por ter coleções inteiras sobre moda. – eu não tirava os olhos das espadas etc. – posso usar?
- eu já te deixei entrar e olhar, estou quebrando regras do meu irmão. – disse.
- eu pensava que você era uma menina mimada. – continuo sendo “sutil”.
- eu era, mas tive que treinar em quanto minha mãe “trabalhava”, meu pai negócios e meu irmão... Não é uns dos melhores Lucians que já nasceu, por mais perfeito que seja em outros olhares. Quer comer alguma coisa?- ela mudou de assusto e soltou uma risada junto comigo. “Sabe vocês me entende”. – na cantina. Babaca.
* * *
Estávamos conversando normalmente, o que já é estranho, mas ela parecia preocupada com algo que perguntei:
- o que foi? está nervosa.
- Dan é melhor você ir, agora. – Natalie se levantou mudando o tom de voz a cada vez que olhava para o relógio do centro de treinamento.
- por que? — ela me empurrou para fora.
- muitos Kabra, escolhidos para vir aqui inclusive sua namoradinha vem treinar cedo praticamente todos os dias. Até logo. – a porta estralou em um som pesado, logo abriu um pequeno vão. – e fique quieto em quanto a isso.
- definitivamente é complicado entender os Lucians, principalmente ela. – fui andando me questionando sobre essa tal de “namoradinha” por que se eu tiver me avise, em fim eu sabia que Natalie se refere a Lara, mas ela nem é uma Lucian de primeira classe, muito menos uma Kabra. -Eu tenho que saber direito dessa história.
Notas finais
reviws!!!
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