Fusion Fall - Warriors of War - Arco 01
26 Episodio 4 - O frio da Loucura. - Parte 4.
Minutos depois, Connie chegava no quarto da rainha para tentar conversar e convencê-la a quebra o feitiço. Batia na porta e Dee Dee permitia a sua entrada.
Se não se importa sua majestade. Eu queria falar um pouco com a senhora. — Dizia Connie.
Uma conversa entre meninas? Pode manda ver, talvez o tédio aqui passe. — Dizia Dee Dee toda animada e arrumava uma mesa para debater. — Então, o que quer conversa primeiro? Garotos?
Na verdade, eu ia... — Dizia Connie.
Demorou, eu que escolho o tema, será sobre os garotos. — Dizia Dee Dee gritando de alegria.
Mas... tá bom. — Connie pensou em tenta ganha mais a confiança da Dee Dee primeiro.
Sabe, mesmo sendo a única rainha, fico sempre pensando em um rei ao meu lado. Seria bom ter alguém para compartilhar a vida. – Falava Dee Dee.
Que fofo, mas em quem você tem interesse? — Questionava Connie.
Hm. As vezes fico pensando no Conde Mirillo, ele é tão meigo. – Dizia Dee Dee rindo.
Ah..... Tem certeza disso majestade? Não tem outra pessoa que você tenha em mente, eu soube que um tal de Mandark tem uma queda por você. – Connie questionava.
Garota, você tá contando uma piada ou você gosta que as pessoas ficam vomitando. – Dizia Dee Dee que não levou o comentário da Connie a sério.
Deixe pra lá, enfim sobre o Conde, ele não é um pouco, ah... temperamental? – Após Connie fala, Dee Dee começou a rir novamente.
Que isso. Antes de conhecê-lo, eu sempre estava sozinha. Quando tentava fazer amigos, todo mundo se afastava de mim. Era uma solidão, até que um dia. Mirillo apareceu na minha vida. Ele brincava, conversava e dança muito bem. Um dia ele me falou o porquê das pessoas se afastarem de mim, eles foram enganados sobre um rumor falso de monstros dominando o mundo e que eles achavam que eu era um deles. Foi então que ele me deu esse anel. Pois com isso, eu agora podia purificar as pessoas dessas mentiras. — Quando Dee Dee falou aquilo, Connie começou a suspeita mais ainda do Conde.
Em um dos corredores, o Conde Mirillo estava entrando em uma porta e antes de fecha, via se tinha alguém por perto, após isso, ele fecha a porta. Porém ele não tinha noção de uma coisa, as câmeras do antigo laboratório do Mandark ainda funcionavam, e em outro lugar, Mandark observava o Conde pelas câmeras.
Sou mesmo ruim em construir? Só que não, otário. Minha inteligência está tão a sua frente que não consegue... — Mandark era calado quando Zelda fechou a boca dele com a mão.
Cale a bico e análise tudo o que esse cara ia fazer. Temos que sabe quem esse Conde realmente é. — Comentou Zelda.
Logo, o Conde Mirillo ligava uma tela holográfica e conversava com alguém na gravação.
Meu lorde, como o senhor ordenou, estou aqui. Irei passa as informações sobre a missão da coroa do gelo. A portadora idiota está quase caindo na lorota que falei para ela. E agora ela está quase aceitando se unir ao seu reino. — Comentou Conde Mirillo dando uma pequena risada.
Como esse canalha ousa fala assim da minha amada. – Dizia Mandark irritado.
Cara, cale a droga da boca, se você da uma de gado de novo... – Zelda mostrava seu punho como ameaça.
Ok, ok, irei fica calado. – Dizia Mandark voltando ao trabalho.
Além disso, não sei quem colocou uma nave para melhorar as nossas mentiras, foi uma bela jogada. – Comentou Conde Mirillo.
Não teve nenhuma nave na plano — Comentou o chefe do Conde.
Naquele momento, Mandark ficou curioso e ativou uma outra tela.
O que você está fazendo? – Questionou Zelda.
Fiquei curioso sobre essa tal nave. Como tenho câmeras por toda ilha, irei descobrir de quem é essa nave. — Então Mandark foi mudando de câmera por câmera até acha a tal nave.
Mas eu achei que ninguém podia entra ou sair desse planeta, nem mesmo portais místicos. – Comentou Conde Mirillo.
Deve ter uma ligação com os vortex misteriosos que apareceram nesse planeta. E conheço bem o significado deles. Mas isso não será problema por enquanto. – Comentou o chefe do Conde.
Ok, isso não estava nos meus planos. Seja quem ou o que sair de lá... Olhe, caso o plano de errado, eu apenas mato ela e roubarei a coroa. – Dizia Conde Mirillo meio se tremendo, mas seu chefe ficou furioso.
Idiota. Se o portador da coroa morrer, o artefato místico irá congelar o globo inteiro, você tem que ter ideia disso. — Reclamou o chefe do Conde.
Ok, foi falta de informação nessa parte. Hoje mesmo antes de manda os guardas do povo do frio ataca a base dos Terráqueos, irei manda um grupo de Fusions para esse local. E depois, teremos a portadora da coroa em seus pés. – Comentou Conde Mirillo, após a mensagem, a tela é desligada.
Eu gravei tudo para prova que ele é uma farsa. Temos que mostra a Dee... você sabe quem, e avisa do risco que ela está tendo. – Comentou Mandark com medo de apanha da Zelda novamente.
Voltando ao quarto da Dee Dee.
Ok, sua vez. Tem algum garoto que você gosta muito? – Perguntou Dee Dee.
Na verdade eu... eu tinha, o nome dele era Steven, Steven Universo. Era um garoto gentil que acreditava que todo mundo podia ter um lado dócil. Na verdade até éramos um casal. Nós ajudávamos um ao outro. Ele mudou meu mundo. Ele tinha também vários problemas que na vida dele devido aos atos de sua mãe falecida, mas isso não impedia de ser uma pessoa feliz. Mas agora... Ele partiu. – Quando Connie contava, ela começava a chora um pouco.
Partiu pra outra? Cafajeste. Quem é o traíra e a cafajeste? – Dizia Dee Dee.
Na... Não foi isso que esta pensando. Mas mesmo que eu o tenha perdido, eu sempre lembro de seus conselhos. E sabe qual ele pregava? O livre arbítrio. — Comentou Connie.
O que é isso? – Perguntou Dee Dee.
Um ideal que todos tenham liberdade do que pensam, que todos tenha a liberdade de fazer o que pode fazer, só que não custando a liberdade do outro. – Explicou Connie.
Parece legal... Mas por que está me dizendo justo isso? – Perguntou Dee Dee.
Majestade, você parou para pensa que o que faz com as pessoas com esse anel. Você deu a escolha para elas? — Dizia Connie.
Mas... Mas comigo é diferente... Eu só quero que meu povo seja feliz. Não posso deixa-los acreditarem nessa mentira, isso irá tira a alegria deles. – Dizia Dee Dee tentando se defenderem.
Mas majestade, só se coloca no lugar do outro. Se alguém te força a gosta de você. Você iria aceita? – Dizia Connie.
Garota, seu comportamento está bem diferente aos outros. – Logo, Dee Dee notava que uma parte do braço da Connie estava sem a tinta.
Majestade, você está bem? – Disse Connie.
Nesse momento, Dee Dee começava a ataca Connie, jogando ela na parede.
Sua mentirosa. Você é um deles, um daqueles que o Conde me alertou. Você só veio para trazer caos ao meu povo com aquela falsa história do mundo está acabando. – Gritou Dee Dee.
Dee Dee ficava atirando seus ataques mágicos de criação de gelo para acerta a Connie, mas a mesma pegava sua espada e bloqueava os golpes. Então o combate começava e as duas conversavam durante a lutar.
Nesse momento na sala onde Conde Mirillo estava, o impostor ouvia o som do combate.
O que é isso? Será que aqueles idiotas foram ataca esse lugar sem minha ordem. – Comentou Conde Mirillo saindo da sala.
Já na sala onde Mandark e Zelda estavam...
Mandark, tem acesso ao quarto onde esse barulho veio? – Questionava Zelda.
Sim, O problema é que meu laboratório tem muitas salas, vai levar um tempo. E seja lá quem for dessa tal nave, vamos ter que deixa pra depois. — Dizia Mandark que procurava sabe o que estava acontecendo.
Retornando a sala da Dee Dee, o confronto continuava.
Eu não estou inventando nada. Eu não sei quem esse Conde Mirillo é, mas acho que ele está trabalhando para o lado no mal. – Dizia Connie enquanto desviava dos ataques.
Mentiras, mentiras e mentiras. Eu não irei acredita nada o que está falando. – Gritava Dee Dee.
Mas Dee Dee, ele está usando você. Acho que nem gosta de você. – Tentou Connie falar.
Lá, lá, lá. Tô ouvindo nada. – Dee Dee tampas os ouvidos agindo como criança.
Dee Dee, você tem que me escuta. – Dizia Connie tento chega até a Dee Dee.
CALA A BOCA!!! — Logo, Dee Dee usava magia para criar uma estaca de gelo enorme que destrói parte do chão da sala. Com isso, fazia com que a Connie cai de lá. Dee Dee não queria que ela caísse e tinha medo que ela tivesse caído. Mas quando a majestade do gelo ia verificar, um vulto saía do buraco e pousava atrás da Dee Dee. Era Connie que tinha se salvado graças ao poder de pulo no ar do Nano do Dexter.
Quando Dee Dee via o Nano, ela sentia uma lágrima caindo do seu olhar. Ela não entendia o que fez a lágrima escorre de seu rosto. Quando o Nano do Dexter via a Dee Dee, ele tinha reconhecido por causa de pequenas memórias do verdadeiro Dexter.
Dee Dee? O que foi que você aprontou desta vez? — Logo, o Nano Dexter voltava para Nanocom. Dee Dee queria ver aquela miniatura novamente. Mas naquele momento, o Conde Mirillo chegava ao quarto com os guardas e viam a Connie com a espada e deduziram que ela estava atacando a rainha.
Uma dos impostores. Peguem ela. — Dizia Conde Mirillo mandando os guardas a segura a Connie. Com a jovem da resistência pega. Conde Mirillo ia pedir ao a Dee Dee. — Majestade, use o poder do anel para a reeducação.
Nesse momento, Mandark conseguiu encontrar a câmera da sala e era visto a situação.
Dee Dee, não faça isso. Ele está te usando. Me escute. – Implorava Connie.
Minha rainha, ela está tentando conta mentiras, vamos, use o anel. – Conde Mirillo continuava insistindo.
DEE DEE, NÃO. – Grito Connie, mas não adiantou, Dee Dee usou o poder do anel e atingiu Connie, tendo ela sobre seu controle.
Majestade, viu só? Eles até invadiram nosso lar para acaba com nossa felicidade. E temos informações de uma área onde tem um monte deles prestes a ataca. Temos que revida e controla-los. – Comentou Conde Mirillo.
Entendo, o que é certo tem que ser situação. – Dizia Dee Dee com um olha sério.
Logo, na sala onde o grupo da resistência estava...
Essa maldita, ela controlou a Connie. Chega de ser boazinha. – Reclamou Zelda. Logo sua Nanocom apitava dando o tempo limite. – E acabou o tempo, temos que ir embora.
Mas e a Dee Dee? Não podemos deixa-la ser manipulada, não podemos... – Mandark falava até nota que Zelda ia dar outro murro nele e o jovem se escondia atrás do seu manto, porém percebeu que Zelda não prosseguiu com a surra.
Pelo visto os nossos problemas estão vindo desta coroa, e esse Conde está querendo ela. Você diz que essa coroa muda as pessoas que usam, então vamos ter que tirar ou destruir esse artefato. – Comentou Zelda.
Nesse caso, me de um tempo, terei que me prepara. Parece que converse esses tolos com palavras não serão o bastante. — Dizia Mandark indo até um scanner de mão que ficava numa parede e uma passagem se liberava.
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