Fugacidade da vida
1 DA VIDA À MORTE
O que direi eu perante a inconstância de tudo que nos roda, ou daquilo que nos torna vivos? Vivemos a cada dia nossa morte diária.
Ter-se-ão solução? Ao certo tenho minha morte. Que é de sua riqueza se juntos ao seus amantes, interessados e amores, iremos ficar? Ao esnobado, pobre, encalhado o mesmo mar marrom ira cobrir? Nadar ninguém quer, ao não ser se o calor de sua vida o force a se refrescar nas águas desse mar.
Dia-a-dia damos passo em direção a ele, saímos da terra seca para debulhar-se em um grande inimigo. Todavia, que é de sua escolha em ir para lá? Tomamos doses diárias de morte para valorizar a vida que temos. Não seria o bastante?
Medo? Incerteza? Não temos nem ideia de onde pararemos, não esqueceremos de onde viemos entretanto, tudo está nas mãos daquele que rege esse mar, que rege seus passo e com o apertar do "start" coordena a vida.
O que seria a vida sem a morte? E a morte sem a vida? O dualismo é algo que não foge de nossos preceitos, com isso, a dualidade de viver é: vivemos a vida para morrer ? Ou morremos a morte para o fim da vida?
Passemos a viver a vida, tendo a morte como o fim do ciclo dual, sendo ela imprecisável porém certa, mas ela não o motivo a qual vivemos.
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