Notas iniciais
Olá! Desculpem esse tempo todo sem postar, é que o arquivo que estava salvo simplesmente sumiu. Tive que reescrever a história. Mas agora tá tudo sussa. #Partiu?

As duas irmãs, Mônica e Magali, choravam cada uma em seu quarto. Magali já estava farta de toda essa história, então correu até o quarto de Mônica e socou várias vezes a porta. Até que Mônica decidiu abri-la.

– Mô...Mônica? Você abriu pra mim?

– É, Magali. Não tenho outra alternativa. Não podemos ficar isoladas para sempre nessa casa.

– Então dá cá um abraço e...

Não!

– Por... por que não?

– Porque eu... porque a gente precisa fazer outra coisa. Tipo... ah, vamos logo!

– Tá bom.

E as duas foram conversando, sem tocar uma na outra.
Do outro lado da rua, havia alguém. Alguém misterioso, diga-se de passagem. Alguém que tinha cara de querer vingança. Aquele alguém em busca de outro alguém... E esse alguém dizia a si mesmo:

– A minha vingança estará completa! Hahahaha...

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"- Ola, Cascão! Eu não vou acleditar nessa histólia. Você está inventando.

– Não estou não, Sir. Bolinha. É verdade!

– Em plimeilo lugar, não é Sir. Bolinha. É Cebolinha. E em segundo, eu sou um homem muito chato que odeia tudo e..."

MARIA CEBOLINHA!! PODE PARAR COM ISSO JÁ! EU JÁ SEI FALAR DIREITO, E TAMBÉM NÃO ME CHAMO CEBOLINHA! É CEBOLA! CE-BO-LA!

– Ai, mano. Deixa disso, vá? Eu estou brincando com meus bonecos. Ah, e você esqueceu da parte que eu disse que você era chato.

– Hunf! Crianças.

– Por falar nisso, você vai pra onde?

– Eu? Ora, eu... vou dar uma... uma... Ah, você não plecisa saber!

– Você vai se encontrar com uma menina.

– Aaah, miniatura de Cebola! Como você descobriu??

– Você falou "elado"... hihi...

– Não vou perder tempo com você. Fui!

– Tchau, Cebolinha!

– É Ceb... bah, deixa pra lá!

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– Olá, Cebola.

– O-oi, Malina. Tudo bem?

– Tudo, Cebola. Mas porque você demorou?

– É porque a Maria Cebolinha pediu pra eu levá-la na escola, aí eu aproveitei que vinha aqui e...

– Cebola, hoje é sábado.

– É? Q-quer dizer... eu sei, é que ela vai se encontrar com os amigos.

– Ah, bem. Mas então... vamos? O Franja deve estar esperando a gente.

– Vamos.

Os dois foram rumo à casa de Franja, quando encontraram duas meninas andando na rua.

– Marina... Olha que belezura!

– Ah, tá brincando que você nunca ouviu falar delas?

– Er... pra falar a verdade...

– A menor é a Magali. Irmã da Mônica, que é a que está do lado dela.

– Mas aquela tal de Mônica brilha, hein?

– Hê, hê... Ela é a rainha nova.

– Vou ir lá falar com ela.

– Vai.

Cebola deu uns passos em direção a Mônica, que também olhou para ele. Ele recitou:

– Amarelo lembra ouro, ouro lembra ladrão; ladrão lembra você, que roubou meu coração.

Mônica deu uma risadinha. Magali curvou-se para os lados.

– Pra que isso? — Mônica perguntou, achando que foi simplesmente muito dura com quem lhe cantava.

– Porque você simplesmente é o sol da minha vida! Seus cabelos são como o ébano mais raro, seus olhos como o galho mais forte da maior árvore genealógica...

– Hi, hi... Você é fofo.

– Eu? Ah, eu sei. Q-quer dizer, obligado.

– Você fala engraçado.

E os dois ficaram se olhando um tempão. Parecia algo planejado pelo destino, pelo belo destino. Mas tinha ainda aquele "alguém" espiando tudo. Alguém que queria acabar com a vida de outro alguém. Tudo planejado pelo destino. Não, não existe o "belo" destino. Existe o destino cruel.

Notas finais
Não, o destino não é belo. Ele é muito cruel. Ou será apenas armação do "alguém"? Ou será que esse "alguém" é o destino? #Chokito