Frozen: era uma vez...
4 O fim de uma história.
Notas iniciais
– Eu te amo, Rainha Mônica. Eu te amo.
– Eu também estou te amando, Cê.
– Bem que eu queria te namorar...
– Porque não namoramos?
– Porque eu tenho que te derrotar primeiro.
<< PAUSA PARA A VIDA REAL >>
– Que é isso, Cebola? Até na história?
– Fazer o quê? A Mônica tem que esperar.
<< DE VOLTA À HISTÓRIA >>
– Mas como você pretende me derrotar?
– Er... deixa ver...
<< VIDA REAL >>
(Mônica) — Assim não dá, Cebola! A gente está escrevendo uma história e você quer que seu mimimi apareça lá também. O que você não sabe é que as pessoas irão te achar o personagem mais ridículo da história.
(Cebola) — Tanto faz. Não gosto de história, prefiro informática.
(Mônica) — Eu tô falando do livro, cabeção! Lembra que a nossa turma está escrevendo um livro pra ver se lucra?
(Cebola) — Sim, mas eu quero mostrar o meu potencial.
(Mônica) — E como pretende fazer isso?
(Magali) — Chega!!
(Cascão) — É, tá muito chato! Anda logo com esse livro!
(Mônica) — Quer saber? Eu não vou mais.
(Cebola) — Nem eu!
E os dois saíram, cada um para um lugar diferente.
(Marina) — Afe! Esses dois não se desenrolam nunca!
(Maria Cascuda) — Pois é.
(Maria Cebolinha) — Meu irmão... ele é tão bocó!
_______________________________________________
Sentados na praça, cada um em um banco. Cebola, no banco de um lado da praça e Mônica, em outro do outro lado.
– O que foi? Deu pra me perseguir, agora?
– Não. É que... bem... eu acho que eu errei.
– Acha, Cebola? Acha?
– Tá bom. Eu errei. Podemos voltar a ser amigos?
– Sim. Então vamos continuar a escrever a história?
– Só depois de te derrotar.
– Bobo. Namorados?
– Claro, Mônica. Fui um bobo, mesmo. Te quero pra sempre... mesmo sem te derrotar.
– Cebola...
– Mônica, só me diga uma coisa: promete que nunca vai me abandonar?
– Prometo. E você...
– Sim. Namorados?
– Só se for pra sempre.
E os dois se beijaram naquele pôr-do-sol.
Fale com o autor