Friendship Colorful
2 Spies!
Notas iniciais
Eu resolvi passar algumas horas na casa da Tori enquanto ela me contava como foi essa historia do James ter brochado e ficada mais engraçada cada vez que ela tentava me explicar que a culpa dele ter broxado não era dela, depois de um tempo eu fui para a minha casa mais antes passei em uma lojinha para comprar algumas coisas que seria um tanto quanto interessantes para o meu plano, assim que cheguei em casa o Carlos já estava na minha porta.
Jade: Porque não me ligou? – questionei descendo do carro e dando um selinho nele.
Carlos: Não imaginei que demoraria tanto – ele disse fazendo biquinho e eu distribui vários selinhos nele.
Jade: Eu também não esperava que fosse demorar tanto príncipe, mas a Tori começou a embalar inúmeros assuntos e quando eu dei por mim já estava tarde demais.
Carlos: Pensei que você iria dizer que o James apareceu por lá e por isso você excedeu o horário além da conta – ele disse todo enciumado.
Jade: Eu poderia jurar que meu namorado tem ciúmes do meu melhor amigo – disse passando meus braços em volta do seu pescoço.
Carlos: Aquele garoto ali não perdoa nada nem ninguém.
Jade: Eu não devia ter falado para você como a gente se conheceu – falei entrando em casa e entregando a chave para o Chofer.
Carlos: Eu não tenho nada contra ele, apenas cuido do que e meu.
Jade: Eu não sou sua propriedade Carlos Garcia – disse brava subindo as escadas e pude notar passos atrás de mim.
Carlos: Eu sei que não é Jade, assim como você também já é dona do seu próprio nariz e não é dependente de nada nem ninguém, agora me espera – ele disse segurando meu braço – Você iria gostar se eu vive-se me metendo na historia de romance das minhas amigas se eu tivesse conhecido elas da mesma maneira que você conheceu o James?
Jade: Eu não ligaria, porque eu confio em você Carlos e acho que você deveria confiar na sua namorada pelo menos uma vez na vida, faz mais de 6 anos que a gente se conhece e faz mais de 2 anos que a gente namora desnecessário você ter crise de desconfiança me conhecendo tão bem quanto você conhece – disse batendo a porta do meu quarto deixando ele para fora.
Carlos: Abre a porta Jade, vamos resolver isso como adultos, os adultos que somos ou que deveríamos ser pelo menos – ele falava batendo na porta, mas eu simplesmente tranquei ela e deitei na minha cama – Eu tinha vindo ate aqui para avisar para você que eu vou viajar por 3 semanas para resolver alguns problemas na empresa do meu pai, eu vou sentir sua falta pequena... Fica bem – ele disse com a voz cada vez mais distante.
Levantei-me da cama e pude o ver indo embora por um pedacinho da janela do meu quarto, eu sei que deveria ter ido atrás dele, mas a desconfiança dele aumentaria cada vez mais se eu não fizesse algo, foi doloroso, mas eu fiz!
[No dia seguinte]
Levantei cedo e fui para a loja depois da noite de ontem oque eu realmente precisava era de um belo café e longas horas em casa.
Tori: Sua secretaria me ligou dizendo que você precisava de ajuda, mas fiquei em duvida sobre que tipo de ajuda você iria querer – ela disse entrando no meu escritório.
Jade: Quem precisa de ajuda e a senhorita esqueceu? – disse tentando mudar de assunto.
Tori: Não tente usar essa tática de mudar de assunto comigo Jade, você sabe que não funciona, não comigo, oque aconteceu amiga? – ela perguntou fechando a porta do escritório e se sentando.
Por mais que eu quisesse dizer tudo oque estava acontecendo para ela, eu sei que ela surtaria tanto quanto o Carlos surtou, então permaneci em silencio e ela apenas me abraçou.
Tori: Quando quiser contar eu estou aqui amiga não se preocupe – ela disse dando um beijo na minha bochecha.
Jade: Olha aquela sacola ali Tori – disse apontando para uma sacola no canto do sofá e ela foi rapidamente pegar as coisas.
Tori: Que máximo Jade, mas vamos para alguma festa a fantasia? E porque vamos fantasiadas de espiãs? – questionou me olhando e eu mantive meu olhar fixo nela. Como ela conseguia ser tão burrinha?
Quando anoiteceu eu e a Tori fomos até a casa do James e seguimos ele a noite toda e confesso que fiquei extremamente cansada já que o James não fazia nada de errado, não que eu quisesse que ele fizesse, mas sinceramente era extremamente cansativo espionar alguém que não faz nada.
– Duas moças bonitas não deveriam estar sozinhas aqui – disse alguém atrás de nos.
Tori: Olha meu Sr. Eu não sei lutar, mas se o Sr. Quiser dinheiro pode levar, ok? – quem falava para um completo desconhecido que tínhamos dinheiro?
– Duas moças indefesas? – ele disse com um sorriso malicioso no rosto.
Jade: Não estou vendo essas garotas indefesas – me fiz de desentendida.
Tori: Ele esta falando da gente amiga – eu juro que iria matar ela a qualquer momento, o rapaz tentou pegar minha bolsa, mas eu não deixei.
Jade: Você não sabe quantas horas levei para desenhar essa bolsa não venha querer roubar ela de mim – disse brava enquanto alisava a minha bolsa.
– Para de graça sua vadia me da logo a bolsa – ele disse autoritário.
Jade: Você me chamou de vadia? – disse semicerrando meus olhos encarando ele furiosa.
– Me da logo isso – ele disse puxando a bolsa e eu peguei meu sapato e comecei a bater no rapaz, algo que gerou uma confusão enorme na rua e a tapada da Tori não conseguia para de rir.
Jade: Devolva a minha bolsa e me peça desculpas – disse batendo nele com toda a minha fúria e ele conseguiu fugir correndo deixando a minha bolsa e meus pertences para trás.
Estava em uma adrenalina enorme naquele momento, nem eu estava acreditando que eu tinha quase espancado o cara com a minha bolsa, bem feito para ele, quem mandou ele me chamar de vadia! Todos ficaram olhando, mas eu nem liguei sai satisfeita do local e fui para a minha casa, quando cheguei em casa já era tarde e pude ver um bilhete ao lado do telefone.
“Estou com saudades de você, me ligue assim que chegar em casa” – com amor Los.
No mínimo minha empregada teria atendido ao telefone e ele pediu para ela escrever isso, como ele sempre faz quando ele sabe que eu estou certa, tomei um banho longo e me assustei ao sair do banheiro e me deparar com uma pessoa deitada em minha cama.
Jade: Você? Oque você faz aqui? – perguntei em tom assustado.
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