Friends With Benefits

1 Capítulo 1 - Amizade e Sexo??


Notas iniciais
oiiiiiiiiiiiiiiiii, muito obrigada a quem a leu e pediu por mais, muito obrigada mesmo.
Boa leitura e mil beijos, Happy New Year queridos, até semana que vem.

Eu caminho pelo corredor da faculdade lentamente indo para o restaurante que fica no térreo, o sono está me deixando louca, tudo isso é resultado de uma semana inteira de provas e as semanas anteriores estudando até tarde da noite, mas ainda bem que daqui à uma hora eu terei a última prova e poderei ir para casa, dormir o fim de semana inteiro e aproveitar um mês e meio de férias.

Hoje eu estou oficialmente terminando o terceiro período de Engenharia Civil, parece que foi ontem mesmo eu ainda era uma caloura ansiosa e agora só falta alguns períodos, mas que eu sei que vão me fazer virar uma completa zombie.

Claro que eu teria que me esconder de minhas duas melhores amigas Ana e Fernanda que provavelmente vão querer sair para festejar o fim da semana de prova.

Reviro os olhos e bufo.

Falta pouco. Respiro aliviada e sorrio.

Puta que pariu.

Eu xingo quando sinto alguém tapar meus olhos e me arrastar. E então ouço o barulho de uma porta sendo fechada, sou imprensada na parede e de repente sou furiosamente beijada.

Com os olhos livres posso ver a pessoa que está me beijando na verdade eu soube quem é no momento em que a pessoa me beijou. É impossível não reconhecer o beijo, a forma como meu coração se acelera e a luxuria que queima em minhas veias é tudo graças a esse beijo.

Eu estou sendo beijada por Heitor Torres, irmão de minha melhor amiga Fernanda e um dos meus melhores amigos, sim, somos amigos, mas temos uma amizade colorida há três meses e tudo começou depois de uma noite de bebedeira e alguns dias tentando esquecer o que aconteceu e quando percebemos que não íamos conseguir, resolvemos ligar o botão foda-se e começamos a sermos amigos com benéficos.

Eu gemo quando Heitor morde meu lábio inferior exigindo que eu retribua o beijo e é o que eu faço.

Minhas mãos voam para seu cabelo e o puxo para mim, aperto-me nele, a boca dele agora já está indo para o meu pescoço eu tento controlar minha respiração ofegante.

Eu perdi a virgindade com dezessete anos e três anos se passaram e eu já fiz sexo com seis homens e boa parte foram realmente bons, mas eu sempre fui muito exigente na cama, às vezes eu precisava de muito empenho meu para ficar excitada e gozar, mas com Heitor é totalmente diferente apenas um simples beijo e eu fico putamente excitada.

– Você está tão distraída. — Ele sussurra com a voz rouca em meu ouvido.

E eu solto um pequeno gemido e o beijo.

Minhas mãos vão para o zíper de sua calça e agarro seu pau por cima de sua boxe, eu sei que é boxe porque conheço Heitor o suficiente para saber que ele só usa boxe e caralho ele fica fodidamente sex. Beijo seus pescoços e vou dando mordidinhas leves e vou lentamente me ajoelhado no piso gelado.

Olhos para cima e olhos verdes ansiosos e cheios de desejos me encaram.

–O que você quer bonitão? – Eu o provoco.

Heitor grunhe e pega meus cabelos em suas mãos.

–Chupa vadia. – Ele ordena e com a outra mão livre tira o seu pau que já está bem duro para fora.

Eu lhe dou um sorriso zombeteiro e chupo seu pau.

Resolvo extravasar todo o estresse das semanas de provas chupando seu pau, então chupo, lambo, passo a língua por toda a extensão de seu pau e o coloco todo em minha boca.

Heitor segura firme meu cabelo em suas mãos e começa a estocar em minha boca e eu apenas me lembro de não deixar os dentes expostos, eu sei com ele assim como todo homem odeia os dentes no sexo oral.

– Isso vadia, deixa eu foder sua boca.... – ele falou e agora fodia minha boca com força.

– Porra Clara que boca gostosa...

Heitor urra e gemi descontroladamente e eu sabia que seu orgasmo estava próximo.

Relaxei minha garganta e engoli seu esperma quando ele gozou, claro que eu não iludida e nem direi que é gostoso, pois puta que pariu é horrível o gosto de esperma, Heitor é o quarto cara em que faço sexo oral e apesar de o sexo com ele ser diferente o gosto era de esperma era o mesmo.

Mas como no sexo não é lugar para frescura eu engulo caladinha e aproveito.

Heitor finaliza dando pequenas estocadas e quando guarda seu pau eu levanto e sorrio.

No começo era constrangedor o momento após o sexo, mas hoje em dia já é normal, tudo é questão de esforço e vontade de fazer dá certo.

–Posso ir a sua casa, hoje? – ele pergunta e passa a mão em meu rosto.

Quando Heitor pedi para ir a minha casa não é bem a minha casa que ele está pedindo para ir e sim está perguntando se podemos passar a noite trepando feito loucos, pois ele e o nossos outros dois amigos Caio e Vitor moram no apartamento ao lado do meu que divido com Fernanda e a Ana.

–Hoje não, eu vou dormir e só quero acordar amanhã, mas você pode ir amanhã à noite. – eu digo e o beijo.

– Porra, amanhã vou te foder como nunca, preciso descarregar esse estresse acumulado por causa das provas. – Heitor aperta minha bunda e eu posso perceber que seu pau já começa a dar sinais de vida.

Arrepio-me de prazer com suas palavras e fico desesperada pelo dia seguinte.

Levanto o pulso e vejo que faltam trinta minutos para minha última prova, afasto-me e Heitor resmunga como uma criança que lhe é tirado seu pirulito.

– Temos que ir tenho quinze minutos para comer algo. – Eu digo pegando minha bolsa que foi jogada no chão e me preparo para sair do laboratório de Física que já está em manutenção desde que iniciei meu curso.

Saímos e olhamos para ver se alguém desconfiava de algo, mas todos que passavam pelo corredor seguiam com suas vidas sem se importar com nossa presença.

Vamos rumo ao restaurante, caminhamos em um silencio agradável, eu adoro esse silencio, não sentimos necessidade de falar nenhuma besteira para preencher o momento, claro que no inicio eu falava tanta besteira por causa do constrangimento.

Claro que Heitor e eu não ficávamos escondidos, todos os nossos amigos e devido fofocas boa parte do pessoal da facul também sabiam , todos achavam que era só questão de tempo para começarmos a namorar e se alguém nos visse saindo de um laboratório em manutenção com certeza ia render muitas fofocas e uma bela confusão, tudo que eu menos quero é ser suspensa ou expulsa.

Confesso que no começo eu fiquei confusa e achei que podia estar apaixonada por Heitor, mas com o tempo eu percebi que não, temos apenas atração um pelo outro mesmo e somos ótimos amigos, SOMENTE, mas vai tentar explicar isso para outra pessoa.

Reviro olhos e olho para as opções no cardápio. Como não tenho muito tempo acabo optando por um sanduiche de frango e suco de laranja com abacaxi, após pedir e uma pequena briga, pois Heitor insistiu em pagar minha comida, consigo pegar minha bandeja e vu me sentar à mesa onde meus amigos estão.

Heitor é esse tipo de cara, além de maravilhosamente lindo com seus 1, 83m com músculos maravilhosamente bem distribuídos, olhos azuis e a pele bem branquinha e um belo pau de 21 cm, é educado, gentil e super atencioso, enfim é um cara difícil de encontrar e até difícil de acreditar que existe.

–Festa hoje!! – Minha melhor amiga Fernanda baixinha e linda com seus cabelos negros longos exclamou quando nos sentamos em nossa mesa de costume.

– Nem fodendo. – Eu digo devorando meu sanduiche.

–Não comece Clara. – Ela me ameaçou.

Eu apenas reviro os olhos e me lanço em uma conversa com minha outra amiga Ana, ela é ruiva, alta em seus 1,72 m , faz o tipo mulherão que deixa os caras babando.

Em nossa mesa estão Caio que é extremante alto e cheio de músculos começo que a primeira vista ele é até assustador, mas é só abrir a boca e vermos que não se trata de uma pessoas extremamente brincalhão e divertido, ele e Ana formam um casal super fofo, apesar de viverem brigando.

Vitor é uns oito centímetros mais baixo que Caio, seu cabelo é louro e enrolado no estilo anjinho, super carismático e sabe com ninguém manter as pessoas em algum assunto que lhe interesse, ele namora a Fernanda.

Sim queridos, Heitor e eu passamos boa parte do tempo segurando vela, pois apesar de três meses ficando até hoje nossos amigos só viram um beijo nosso e isso foi na noite em que nos beijamos durante a festa em que bebemos muito, depois desse dia, eles sabem o que se passa entre nós, mas já cansaram de tentar fazer com que ficássemos nos pegando na frente deles, Heitor e eu preferimos ficar apenas quando estivéssemos sozinhos, era algo só nosso e não queríamos intromissões e nem fofocas.

–Não ouse me ignorar Clara Oliveira. –Fernanda diz com sua voz irritada.

–Não estou ignorando, apenas estou dizendo que não vou à festa nenhuma, não insista, eu vou para casa assim que terminar minha última prova, vou tomar um belo banho, vestir um moletom confortável e dormir e não há nada que você possa dizer que irá mudar isso. – Eu lhe digo firme e vejo seus olhos arregalarem, ela abre e fecha as bocas repetidas vezes.

Então quando não tem nada para dizer, bufa e cruza os braços.

Reviro os olhos e termino de comer meu sanduiche.

–Que tal cinema no domingo? Podemos pegar a ultima sessão, como sempre fazemos –Caio pergunta animado.

A ansiedade por férias corre por nossas veias e apesar de sermos super festeiros, adoramos ir ao cinema e assistir a ultima sessão, principalmente se for de terror.

–Não dá, tenho compromisso. – Heitor diz mordendo seu sanduiche de peito de peru.

–Nem eu, vou ajudar as crianças para a peça de natal e quando chegar em casa será tarde da noite. – Vitor disse.

–Urgh, melhor para mim, que irei acompanhado de lindas moças. –Emm diz piscando para Fernanda, Ana e eu.

Eu pisco de volta e nós rimos.

– Temos que terminar de resolver o que vamos precisar comprar para a casa de campo, mamãe disse que a dispensa está mega vazia. – Ana diz nos lembrando de que após o natal nós seis iremos passar três semanas em sua casa de campo que é linda e tem uma puta piscina.

– Faremos isso sem falta na segunda. — Eu digo.

Após tomar meu último gole, levanto-me rapidamente pegando minha bolsa.

– TCHAU CLARA. –Fernanda fala sarcasticamente.

Eu sei que ela não está chateada, ela apenas ama festas e sempre que eu digo não parece que cometo um crime, pois antes da festa nos maquiamos e fazemos penteados umas nas outras, eu também gosto, mas não hoje, mas para Clara isso é quase como um ritual mega importante e que jamais pode ser desmarcado.

– Tchau. – Eu digo lhe jogando um beijo e vou para minha ultima prova.

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OH SIM.

OH SIM

OH SIM

Porra, deitar é tão bom!

Férias, sim, estou de férias!

Estou rolando por minha cama e aprecio a onda de prazer que corre por meu corpo ao me espreguiçar, após quinze minutos rolando de um lado para o outro, ouço agitação na sala e percebo que é Fernanda e Ana.

É claro que seus respectivos namorados passam mais tempo aqui, pois nossa geladeira sempre têm comidas e nossa televisão não vive quebrando como a deles, claro que ele já compraram umas setes televisões, mas após todas misteriosamente parar de funcionar eles desistiram e passaram a usar a nossa para jogar seus jogos e a noite Emm e Vitor dormem com Ana, eu não entendo porque eles não vendem logo o apartamento e se mudam para cá de vez.

Dou uma risada, quando me lembro da cara que eles fizeram quando eu disse isso, os casais me olharam assustados, são tão tapados o suficiente para terem medo de morar juntos e não perceberem que já moram juntos.

Dormem juntos, tomam café juntos, vão a mesma faculdade, pegam carona um com o outro...

Eu resolvo desistir de tomar banho, pois tenho medo que Fernanda perceba que estou acordada a acabe me convencendo a sair.

Retiro minha calça jeans e sutiã.

Ah Sim, bem melhor.

Embrulho-me e fico desfrutando da sensação maravilhosa que é deitar e ficar em volta de lenços limpos até que o sono me vence.

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Batidas na portam acabam me acordando.

Gemo frustrada. Porra.

– Acorda Clara já é uma hora da tarde, você tá morta? Até nós que fomos para a festa já acordamos.

Ao ouvir Fernanda dizer a hora acabo levantando assustada.

Porra, acho que entrei em coma.

– Já vou. –Grito antes que ela faça um dos meninos arrombar a porta.

Vou para o banheiro e tomo um banho, após terminar e vestir um vestido de malha florido bem levinho, dou uma conferida no espelho e percebo que as olheiras que me acompanharam por semanas agora já quase não apareciam mais, penteio meu cabelo loiro e passo um brilho labial de melancia e saio do quarto indo para a cozinha.

Chegando a cozinha percebo que mais uma vez está rolando briga. Fernanda e Caio estão brigando e puxando o telefone um da mão do outro repetidas vezes, enquanto Heitor, Ana e Vitor observam entediados.

–EU DIGO QUE VAMOS PEDIR PIZZA, É MAIS RÁPIDO E ESTAMOS TODOS MORRENDO DE FOME. – Fernanda grita tentando pegar o telefone.

– EU DIGO QUE VAMOS COMER CHURRASCO, PRECISO DE CARNE, SUA QUERIDA AMIGA ANA ME USOU DE TODAS AS FORMAS ONTEM, EU PRECISO REPOR MINHAS NERGIAS MULHER. – Caio gritou de volta nos fazendo olhar para Ana que fez cara de paisagem.

– Ok. Foda-se. Dê-me a porra desse telefone. – Eu disse indo até os dois.

Eles hesitaram e eu bufando puxo o telefone.

Disquei o número já conhecido, pois esse é o restaurante em que sempre pedimos comida e pedi a pizza de Fernanda e o churrasco de Caio.

–Pronto, não sei por que vocês insistem em brigar sobre o que vamos comer. – Eu falo olhando para os dois.

É sempre a mesma briga.

Após quarenta minutos estamos sentados no chão da sala comendo em silencio. E isso é assustador,

–Como foi à festa? – Eu pergunto para acabar com o silencio que já estava começando a ficar extremamente chato.

Junte um bando de adolescente loucos em um mesmo lugar e o resultado é o interfone tocando a cada dez minutos para dizer que estamos fazendo barulho demais, já perdi as contas de quanto dinheiro gastamos pagando multa por causa do barulho, nossa sindica a dona Marlene é tão dente fina( sinta a ironia) que há um mês atrás chegamos de uma festa super bêbados e resolvemos fazer um pequeno jogo de verdade ou desafio o que nos rendou muitas confissões e gritarias por causa do excesso de álcool e é claro que uns minutos depois lá estava dona Marlene parecendo a dona Florinda e nos obrigando a fazermos menos barulhos e quando rolou a reunião de condomínio ficou decidido que o nossa multa seria comprar tinta para pintar a recepção e ainda teríamos que pintá-la.

Pelo menos foi a recepção e se fosse o prédio todo? Eu me jogava do vigésimo andar e ainda levava meus queridos amigos juntos.

– Foi legal. Tivemos brigas de totosas. – Caio disse e levou uma cotovelada de Ana.

–Conte uma novidade. – Eu disse sarcástica.

Isso é obviamente normal em festas, ou são mulheres brigando ou são homens e sempre pelo mesmo motivo.

– Foi por esse cabelo arrepiado aí do seu lado. – Emm falou.

Meus olhos voaram para Heitor. Ele apenas sorriu e sussurrou:

- Sou foda!

–Como já? – eu quis saber ignorando seu comentário.

–Seguinte, o Heitor estava conversando com Amanda do curso de história, então Bruna aquela que dá para todo mundo e é louca para dar para o nosso querido amigo, tentou humilha-la, pois ela queria atenção do Heitor, só que Amanda surpreendendo a todos lhe deu um puta tapa e quando eu dei por mim elas já estavam rolando no chão. Era grito e puxão de cabelo para todo lado. — Caio terminou o relato nos fazendo ri.

–Heitor você é uma péssima pessoa, levando uma menina boa para o mau caminho. –Eu lhe digo e todos começam a ri.

Todos na faculdade sabemos que Amanda é uma santa irrustida que adora se fazer de difícil, mas na verdade é tão fácil quanto a Bruna.

–E com qual você foi para cama no final da noite? –Eu pergunto me divertindo.

–Credo, com nenhuma delas, faz meu favor. Eu sou difícil. – ele fala e me dá uma piscadela.

Caímos na risada.

Percebo que nossos amigo estão calados e nos observam, eu sei o que se passa pela cabeça deles.

Eles devem está pensando se eu não sinto ciúme de Heitor e todas as garotas da faculdade que querem ficar e dá para ele. Eu já disse que não sinto e é a pura verdade, Heitor e eu antes de tudo somos amigos, mas ninguém além de nós dois consegue entender.

Heitor começa a falar sobre como sua ultima prova estava difícil. Ele faz medicina e com certeza foi o que mais passou tempo estudando que nós. Começamos a contar sobre nossas provas, paramos de conversar quando são às 18h30min.

Fernanda e Vitor vão dormir, Ana e Caio vão para o quarto, mas pela expressão dos dois tenho certeza que não vão dormir.

Heitor está largado em um lado do sofá e a televisão está ligada no canal ID, nesse momento passa um de nossos programas favoritos, adoramos esse canal. Eu estou na outra ponta e então ele me puxa para seu peito.

O programa vai para o comercial e ele me beija, o beijo com o passar dos segundos vai se aprofundando.

Heitor para o beijo e sorri, seus olhos estão nublados de desejo.

–Eu vou para meu apartamento e daqui quinze minutos quero você lá com aquele seu vestido azul e apenas um fio dental da mesma cor e nada mais entendeu?- ele pergunta e puxa meu cabelo.

Incapaz de falar por causa da excitação eu apenas balanço a cabeça, então ele levanta e eu corro para o meu quarto.

Tomo um banho rápido, visto um fio dental novíssimo que ganhei de Fernanda, seu azul escuro faz um ótimo contraste com minha pele branquíssima, visto meu vestido. Heitor adora me ver de azul. Eu o entendo, pois quando vejo de cueca boxe branca eu quero comê-lo, literalmente.

Faço uma maquiagem bem eleve e seco meu cabelo até ficar em um estilo selvagem graças ao corte degradê que Fernanda sugeriu, resolvo não passar perfume, mas abuso do creme corporal de maracujá que nós dois amamos.

Checo-me no espelho e vejo que estou bonita de uma forma simples, sorrio.

Calço uma rasteirinha mesmo e vou para o AP dos meninos.

O Apartamento é do mesmo tamanho do nosso e graças a nossa empregada que é mesma e ao fato dos meninos passarem mais tempo no nosso ele está organizado. Vejo Heitor de costas na pia.

Puta merda, puta merda... Oh homem fodidamente gostoso...

Heitor vem em minha direção com uma taça de vinho e assim como ele me fez vestir sua roupa favorita ele está vestindo apenas uma boxe branca que deixa evidente que ele já está bem animado.

Nessas horas não somos amigos, somos apenas duas pessoas que sentem atração uma pela outra e estamos depostos a dá prazer um para outro.

– Obrigada. — eu digo aceitando a taça de vinho e o bebo.

– Por nada.

Termino de beber e o devolvo a taça. Heitor a pega e a deixa em uma mesinha ao nosso lado e então como imãs fomos atraindo um para o outro e nos beijamos loucamente.

–Apesar de adorar esse vestido em você, vou ter que tirá-lo. – Ao dizer isso ele arranca o vestido e me vira de costas.

Seguro no sofá enquanto Heitor deposita um suave beijo em minha costa e agarra minha bunda e força seu pau contra ela. Sua mão vai para o meio das minhas pernas e nós dois gememos, eu de prazer e ele ao notar o quanto eu já estou excitada.

– Foda-se, eu queria preliminar, mas foda-se vou te comer assim, com essa bunda maravilhosa empinada e você está fodidamente gostosa com esse fio, mas ele tem que sair. –Dizendo isso ele rasgou e tomei nota mental de chutá-lo depois, pois foi presente e o fio dental era lindo.

Então sem delongas Heitor me penetrou.

Eu grito de prazer e ele geme alto.

E então ele começa a estocar enquanto segura em minha cintura.

–Isso, me come, me fode Heitor. – Eu gemo enquanto ele continua me comendo e de alguma forma ele começa a me comer mais rápido.

–Sua vadia, adoro comer essa boceta apertadinha. – Heitor puxa meu cabelo e agora eu já não sito mais minhas pernas, sinto meu orgasmo chegando.

–Oh sim, eu vou gozar...não para Heitor, não para...

–Eu não vou parar...vou te foder varias vezes e em várias posições. – Heitor grunhe e então com essas palavras eu gozo.

Ele goza logo em seguida e após nos acalmarmos ele saí de dentro de mim e me vira para ele. Dando-me um fodido beijo.

–Deite no sofá e abra as pernas, vou te chupar até você gozar. –Ele ordena mordendo meu lábio inferior.

Deito e logo ele começa a me chupar, eu agarro seus cabelos macios e me delico com sua língua, Heitor ora me fode com a língua, ora com os dedos.

–Ahhhhhhhhhhh, porra. –Eu grito e gemo feito louca.

Sinto meu orgasmo vindo mais uma vez. E deixo-o tomar conta do meu corpo.

–Ahhhhhhhhhhhhhh . –Eu grito e estou no céu.

Encaro o teto enquanto vou voltando a realidade.

– Gostosa. –Heitor diz e logo começa a se tocar.

Puta merda. Que visão mais fodidamente erótica.

Resolvo ir lhe ajudar e começo a lhe chupar. E enquanto o chupo começo a me tocar.

–Isso... engole meu pau, vadia

– Adoro foder sua boquinha, Clara.

Então não aguento e subo em seu colo, ele ajuda-me a colocar seu pau em minha entrada e então eu sento, o fazendo entrar em mim.

–Ohhh ...-Eu ofego, pois um pequeno ardor passa pelo meio das minhas pernas e logo quando começo a rebolar o prazer vem.

–Ahhhhm, rebola, assim, rebola minha putinha.

–Você gosta quando eu rebolo feito uma vadia em seu pau? – eu perguntei tentando manter a voz firme e sex e acho que consegui, pois Heitor ofegou um ‘sim’ e segurou firme em minha cintura ajudando-me a buscar nosso orgasmo.

–Goza Clara, goza no meu pau sua gostosa...vadia, putinha..

Eu adoro suas palavras sujas, eu sei que tem uma mulheres que não gostam, mas eu amo e com suas palavras sujas eu gozo mais uma vez.

O cansaço me venceu e eu começo a adormecer sentada ainda no colo de Heitor e com ele ainda dentro de mim

Mesmo quase adormecendo eu pude sentir sendo depositada em um colchão macio e então me permiti ser levada pela inconsciência.

Acabo acordando quando braços fortes e quentes me apertam, viro para o lado e vejo Heitor dormindo.

Passo a mão em seus cabelos e ele sorri o que faz com que meu coração se acelere e meu sangue esquente.

Eu não sei por quanto tempo essa nossa relação vai dar certo, pode ser que um dia eu conheça alguém ou ele conheça alguém, mas eu espero do fundo do meu coração que nenhum de nós dois saíamos de coração partido.

Lidou um suave beijo e volto a dormir.

Notas finais
Obrigada por quem leu e espero ansiosa pelos comentários de vocês para eu saber o que vocês acham.

bjs.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.