Notas iniciais
Ooooi, lindas e lindos (vai que tem algum, e aí? -q)Então... Sabemos que demoramos e até demais. Pedimos desculpa e prometemos que tentaremos não repetir essa situação.
Eu tenho muita invejinha da Sophi, nesse capítulo em especial, vocês vão entender porque. kkkkkkkk'
Capítulo todo dedicado para a SamyCherry, que recomendou a nossa Fic, mesmo ela estando bem pequena. Muito abrigada amor, tua recomendação ficou linda e esperamos que goste do cap que dedicamos para você.
Então... Vamos lá? Boa leitura e nos vemos lá em baixo.

A casa do Corey era incrivelmente grande. Na verdade, é meio difícil definir se é uma casa só, porque parece um condomínio inteiro. Além de ter de tudo que imaginar. Pintada de um verde escuro e branca, dentro, os cômodos tinham algumas cores diversas. Os nomes eram anotados na lista de quem entrava e quem era barrado, além dos que não estavam marcardos, mas eles eram barrados também, então tanto faz. Muitas fãs tentaram entrar, muitas mulheres alucinadas e estranhas, Johnny até pensou ter visto o porpeta sumir por um tempinho no chão. Mas ele conseguiu fugir da desesperada. E ainda, como em toda festa grande e de pessoas como aquelas, tinham as "gatas desconhecidas", quem tivesse bom corpo, bom rosto e bom jogo de sedução, entrava fácil alí. Inclusive, a Sophia não havia sido convidada. Mas adivinha quem não deixou ela bancar o golpe sensual e fez ela fingir ser sua companheira? Pois é, ela se passou de namorada do melhor amigo mais uma vez.

Era automático sentir ciúmes e a resposta também havia aparecido da mesma forma. "Não pode sair pagando a vadia por aí, porque você chegou com Avenged Sevenfold e isso poderia prejudicar a banda na mídia". Era uma desculpa ridícula? Não, ridícula é só um apelido carinhoso mesmo. E nem é o fato de que a Sophia é idiota, pelo menos agora não é esse fato, ela só se fez de boba, gostava da ideia de ver o Johnny quase implorando em seus pés para que ela não bancasse a vadia em cima de um outro homem e gostava mais ainda de se passar de namorada dele. Para, sua idiota. São sessenta segundos, até vocês entrarem de vez na festa. Para de pensar merda que eles só querem manter a imagem da banda e como o Johnny é teu melhor amigo, eles... Mas espera. Eles vão sair mais bêbados que qual quer um, eu tenho certeza.

Em um canto da grande festa, Johnny observava a amiga. Ela estava como ele nunca iria imaginar. Dançando loucamente, se divertindo loucamente no meio de um monte de famosos como o Chris Fehn, o Daren Jay, o Andy Biersack, o Brian... Espera, o Brian?? Ele nunca nem mesmo imaginava ela o Brian assim, até porque seu amigo é casado, mas bem, ela também estava bebendo loucamente. Parece que estavam todos bêbados alí, não tinha ninguém que conseguisse andar em linha reta. Ele não sabia como e não sabia o porque, mas Johnny não estava sóbrio e nem completamente bêbado. Normalmente era ele quem mais bebia e era ele quem chegava com a lista da "coleção da noite" e obrigava a sua amiga a escutar tudo no dia seguinte. Sua amiga que agora estava quase sendo engolida pelo Matt Tuck e ainda estava correspondendo. Matt é um grande amigo da banda, em principal do Brian e do Matt.

Mas ele não queria a sua garota nas mãos de ninguém, mesmo que esse alguém fosse um homem confiável como o Tuck. E aí está o problema: Ela não é a sua garota. Mas ele não a queria com outro homem. Mais algumas doses observando e machucando as próprias mãos de tanta raiva, até que um certo alguém lhe chamou atenção.

-- Achava que você era menos idiota, baixinho... -- A voz grossa soou totalmente confusa e embolada atrás dele.

-- É covardia me chamar assim, você é o... O de maior tamanho alto Rev. -- Até o próprio Johnny se impressionou com o embolado de sua fala. Mas logo ignorou, na verdade, nem devia lembrar mais. E daí? Bêbados que se entendam, a linguagem naquela festa era basicamente embolação, beijos, gemidos e vômitos.

-- Isso não muda o seu altura. -- É o seu altura. O Jimmy já não é a pessoa mais normal do mundo mesmo, ele é bem diferente dos outros, bebendo só vira um caso de estudos. -- Agora fala com ela agora, se não amanhã ela acorda com o gigante aqui do lado dela. -- O mais baixo arqueou uma sombrancelha para o amigo que nem mesmo o olhava. -- E com ótimas lembranças da noite de hoje. -- Sorriu maliciosamente para o menor, que bufou e se virou enquanto o maior saia dando risada espalhafatosamente e se batendo em todo mundo.

Estava na boa, sabia que o amigo não iria agarrar a Sophia, pelo menos um dos amigos não. Até virar e se deparar com a "sua garota" se agarrando — definitivamente se agarrando — com o Clown. Radipinha ela, não é mesmo? Mas puta merda, o Clown? O cara é muito gente boa, mas... Mas não chega a tanto, né Sophia?

Johnny e sua mania de descontar vingança em bebidas. Ele estava bêbado, mas não exageradamente, ele ainda conseguia andar sem cair e falar sem embolar muito. Mas sentia a visão ficar turva várias vezes, ficava meio tonto e um pouco alegre demais. Começou a ir pro meio de todo mundo também e acabou alcançando — sem querer — a Sophia. Eles estavam dançando (?). (Ou tentando se comer?) Praticamente se agarravam alí mesmo, na frente de todo mundo, de forma explícita e quase com desejo, mas e daí? Tava todo mundo bêbado mesmo. Ambos dançavam com uma tequila em suas mãos, derramavam, bebiam, tudo possível, e não estavam nem aí para nada. Até que a garota começou a se bater em todo mundo, dava para ver que ela não estava muito bem.

Apesar de tudo, Johnny ainda não estava totalmente fora de si. Ajudou a amiga à em chegar um dos montes de quartos da casa do Corey, agora ele agradecia o fato da casa ser muito grande. Afinal, um grande desafio da noite foi encontrar um quarto sem gemidos ou gritos saindo de dentro dele. Quando finalmente achou um, abriu, entrou e trancou a porta, se certificando da segurança que esta poderia beneficiar. No caminho, veio se apunhalando mentalmente, estava com raiva dele mesmo. E acabava machucando a amiga enquanto a puxava. Ela nem mesmo parecia se importar. Já estava mais calma depois de tanta tontura. Mas ainda delirava.

Johnny custou a conseguir fazer ela se deitar, isso porque a amiga queria que ele se deitasse também e estava lá, mais uma vez, fazendo o seu teatrinho. Conseguiu imobilizá-la, mas acabou em cima dela logo depois. Se encararam por um longo e desesperado tempo, o mais velho apertava cada vez mais os pulsos de sua amiga, a fazendo gemer de dor apenas uma vez. Vez suficiente para ele se tocar do que estava fazendo. Largou de vez ela na cama e se virou, caminhando um pouco e apoiando todo o seu corpo com um dos braços na parede. Quando ela dormisse, ele teria de sair dali com urgência.

Se assustou ao ouvir um barulho abafado de uma porta batendo. Virou-se e percebeu que era que um freegobar que havia dentro do quarto. Pra que diabos o Corey teve que espalhar tanta bebida? Pensava enquanto andava em direção a amiga e tentava tirar da mão dela, uma garrafa de Vodka que ela já tinha dado longos goles da garrafa mesmo. Conseguiu. Com muita dificuldade, mas arrancou a garrafa da mão dela. E parou quase esmagando-a no grande guarda roupas, para que esta ficasse quieta. Tomou ainda alguns goles, mesmo que já estivesse mais fora de si do que deveria, e guardou-a novamente. Se encararam um pouco, com os rostos bem pertos, trocando suas respirações fortes e depois a garota, sem reação e já um tanto estressada em relação ao que estava contecendo, deitou a sua cabeça no ombro do amigo, permitindo uma pequena pressão com a sua respiração e o pescoço dele. Isso já o descontrolava à aquela altura, homem já é uma coisa difícil de controlar, com bebida, só piora as coisas.

Ela está bêbada e está fazendo um joguinho comigo. Eu tenho tudo o que ela quer e precisa e ... Ãhn? É, ele já nem sabia mais o que estava fazendo, mas não conseguia mais se controlar. Começou lentamente, ainda tentando um controle, mas sem ter esse dom por pelo menos um tempo. Escutava de olhos fexados a respiração forte e os gemidos leves da amiga, enquanto intercalava beijos, mordidas, lambidas e chupões no pescoço dela. Nessa última parte, ele se divertia mais, porque os gemidos vinham mais intensos. Era difícil de acreditar e ele tentava pensar o contrário, mas estava amando aquela situação um tanto estranha para ambos. Só que estava sendo mais estranha para Johnny, Sophia estava meio que muito bêbada.

Depois de um tempo se divertindo as custas dela — E ela podia sentir os sorrisonhos do amigo, enquanto a boca dele ainda se mantinha colada em seu pescoço -, Johnny parou e resolveu começar o que já queria à um bom tempo. Ele na verdade não queria aquilo, mas não se controlava mais e a culpa era totalmente dela. Começaram em um beijo, que de apaixonado parecia não ter nada. Um beijo desesperado, desafiador, quente, com direito a chupões e mordidas, brincadeiras com as línguas e o que mais tentassem.

Paravam de tempos em tempo, ambos sem coragem de abrir os olhos, para acertar a respiração, que já estava completamente esgotada, mas sempre surgia um pouquinho mais. Difícil é definir o porque, talvez pelo fato de estarem com medo de se encarar. Jon começou a pressionar mais o corpo dela no guarda-roupa, se juntando cada vez mais, bem devagar, apertando suas coxas que já não estavam mais cobertas pelo vestido e descontrolando alguns gemidos, mais de dor que de vontade, vindos da amiga. Sophia só colaborava com a situação, ela já estava sem o salto nos pés, portanto, estava apenas um pouco maior que Johnny. Seu vestido abria ao lado, com um eclair. Lindo mesmo foi o sorriso feliz do baixinho quando descobriu isso, nem pensou em perder tempo.

Continuou beijando loucamente a amiga. Parou um pouco para tirar do corpo dela o vestido e ainda toda a parte de cima da sua roupa, ficando apenas de calças. Voltou a agarra-la, agora já tinha coragem de encarar a amiga, mas apenas ele, alguém ainda não tinha tentado abrir os olhinhos. Já não se contendo com a situação, juntou totalmente ao corpo da amiga, sem deixar nem um espacinho e a puxando com as mãos, na tentativa de ficar ainda menos distante dela. Sophia envolveu a cintura do amigo com sua perna, se sentindo em mesma necessidade que ele de se manterem juntos. Toda a falta de espaço e não era o suficiente para eles. Sophia se deu ao trabalho de atrapalhar o beijo para um gemido mais longo, jogando a sua cabeça para trás e não conseguindo esconder um sorrisinho de satisfação ao perceber que tinha um volume atacado "escondido" nas calças de Johnny, e era culpa dela. O mais velho agora sorria enquanto observava os movimentos da amiga, sentindo a sua situação ficar cada vez pior.

-- Para! -- Ela chamou a atenção rapidamente, ainda assustada e com a visão totalmente embassada. -- PARA! -- O menor tinha insistido, mas parou quando percebeu que ela realmente não queria aquilo.

-- O que foi? -- Segurou-a e a imprenssou no guarda roupas com as mãos, tentando equilibrar a garota.

-- Eu não posso fazer isso, não posso fazer não!

-- Não pode fazer o que?

-- Te beijar, te fazer nada, eu não quero, para que eu não posso! -- Johnny ão deixou de rir da situação da amiga, embolando a fala e abrindo os olhos devagar, tentando acostumar a visão e ainda sem conseguir ficar em pé sozinha. Ele não poderia fazer nada com ela naquele estado mesmo.

-- Calma, Sophi...

-- Calma caralho de.. Calma não, me solta! -- Ela disse o empurrando e quase caindo no chão. Por um momento, ela queria continuar com aquilo, mas fazer aquilo e pensar em seu melhor amigo ao invés de quem estava com ela era deprimente. E na verdade, ela nem sabia o que estava fazendo.

Johnny voltou e segurou a mais nova antes que ela se desequilibrasse por completo. A mesma começou à dar tapas, socos e empurrões para que ele a soltasse, porém apesar de baixo, o homem que estava com ela era mais forte. Segurou suas mãos com força e a fez olhar nos olhos dele, sem falar absolutamente nada. Á essa hora, Johnny já estava confuso demais. E a mulher olhava para milhões de cantos diferentes e nenhum deles faziam sentido entre si. Mas ainda assim, olhar nos olhos do homem que ela não reconheceu, acalmou-a um pouco de qualquer forma, sendo assim, Sophia começou à seguir os passos dele e ficar mais calma diante de seu toque. O mais velho a aconchegou na enorme cama, cobriu e ainda se colocou no trabalho de da-lhe um beijo na testa, acariciando seu rosto.

Sophia nada fazia, se não agradecimentos inconcientes por aquele homem não ter feito nada de muito constrangedor com ela. Homem que ela não reconhecia, mas deveria. Sentia suas mãos em movimentos não muito bem calculados ou sincronizados passando pelos seus cabelos, acariciando os cachos já bagunçados nos cabelos da morena. Ainda deixando alguns suspiros mais longos e sem vida inalarem o cheiro de chocolate dos mesmos fios bagunçados e nessa altura, já suados. Naquele estado, Sophia dormir seria fácil. Mas Sophia dormir tranquila, apenas Johnny poderia fazer acontecer, mesmo que ela nem sonhasse que era ele. Ok, talvez ela sonhasse com isso sim.

Johnny nem precisaria pensar duas vezes. Se ele desse sorte, Sophia acordaria e não lembraria de nada. Mas caso contrário... Puta merda, essa mulher vai me matar!

Notas finais
Então, o que acharam? Se acharem que as coisas estão indo um tanto rápido demais, avisem. E se não gostaram da sophia ter interrompido a história, mil desculpas, mas aí iria ser MUITO rápido, não acha? A graça da história é essa. kkkkkkkkk'
Muito obrigada para quem está lendo e mandando reviews, quem não está mandando, eu não entendo o porque, até porque sempre mando reviews nas histórias que eu estou lendo. aushashau Um beijo para vocês *-*